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segunda-feira, agosto 20, 2012

Fly Lily, fly!!!


O aviso está dado: Se voltas a fazer uma destas, voas mesmo pela janela... (amigos tementes ao bem-estar da sra. d. cadela, não se preocupem que eu sou como os (meus) cães, ladro, mas não mordo).

Portanto, eis que eu decido lavar umas das minhas sandalocas porque estavam para lá do sujas e arrisco a máquina de lavar pela primeira vez. Enfio tudo na máquina (estas e o calçado que lavo habitualmente na máquina) e lá as ponho a secar feliz com o aparente resultado (que podia ter sido melhor se não tivesse tido medo e não tivesse diminuído o tempo de lavagem pelo sim, pelo não). Só é pena que já não tenha podido comprovar depois de seco o resultado desta aventura.


Três pares de sapatos que foram à vida (sendo que os ténis do Miguel eram praticamente novos).


[este post ficou em modo draft desde antes de partir de férias. há mais uns quantos assim, mas eu ainda estou "pouco cá". regressei de férias, mas não me trouxe. ainda me sinto longe.]

quarta-feira, março 14, 2012

O tamanho importa...


A diferença entre um cão de cinco quilos e um de cinquenta, é que mesmo gostando os dois de roer o que não devem, ainda se consegue salvar o que é mordiscado pelo primeiro.

Ai Líli, Líli...

domingo, maio 23, 2010

Ideias de génio...

Pegar no limpa-vidros e esguichar o dito para os óculos. Com eles postos.

Oh! santa paciência.

[felizmente resolveu-se bem o desastre com água corrente, mas por momentos assustei-me, logo eu que não sou muito dada a sustos.]

segunda-feira, setembro 21, 2009

Coisas de miúdos...

Vai à casa-de-banho sozinho. Passado um bocado dou conta que a torneira não pára de correr e lembro-lhe que a água faz falta ao planeta pelo que feche a torneira rapidamente. Continua a água a correr e lembro-lhe que quem faz asneiras não tem direito a surpresa. Torneira fechada, miúdo fora da casa-de-banho e mãe descansada por não ter de continuar na busca de razões. Quando entro na casa-de-banho o espectáculo está à vista de todos. O tubo de pasta-de-dentes toscamente apertado, o lavatório todo branco - mais branco, diga-se - filas de pasta de dentes por todo o lado, um copo cheio de água esbranquiçada a repousar ao centro. - Migueeeeeel, o qué isto?! - Estive a fazer bolinhas de sabão! - responde confiante - Mas não dá.

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Medo...

Os meus filhos já sussurram entre eles para fazerem asneiras mesmo nas nossas barbas. Ai as memórias que isso me trouxe... [os dois no carro, cabeça com cabeça, e ao banco da frente só chegava um surdo bzz bzz bzz intercalado por risinhos histéricos. Quando se fez silêncio, espreitei pelo espelho para ver o que aprontaram. Tinham riscado as mãos um do outro com marcador. Desculpem, tinham-se tatuado um ao outro. São tatuagens, mãe!]

segunda-feira, dezembro 01, 2008

quinta-feira, novembro 13, 2008

Oito da manhã...

O rapaz já despachou a pratada de Cérelac da praxe e a miúda mói as torradas ao ritmo do devagar-quase-parada do costume. - mãe, quero pão! - mas tu tens fome? queres mesmo pão? - sim! - então toma lá. Saio da cozinha e deixo-o feliz na sua dança comemorativa, que o meu filho dança até por receber uma simples carcaça seca. De repente, ouço a porta do frigorífico a abrir e penso com os meus botões: Já está a atirar-se à manteiga. É melhor ir lá antes que esteja a comer manteiga com pão. Largo o que tenho na mão, sigo em direcção à cozinha e chego mesmo a tempo do apanhar em flagrante. Tinha aberto o pão e estava a espremer a embalagem de ketchup lá para dentro. Desisto de nos achar normais. [lol]

sábado, outubro 25, 2008

Sábado, dia de...

asneiras. [mandei-os lavar as mãos depois de termos feito a mousse. Resultado, decidiram fazer uma máscara capilar à base de sabonete líquido e pasta de dentes. Ah, e levaram a cabo uma experiência científica para determinar a capacidade do chão da casa-de-banho, medida em copos de água... e se eu agora contar a alguém que ele grita, como se alguém lhe estivesse a bater, sempre que tem de lavar a cabeça, talvez ninguém me acredite... mas é verdade.]

sexta-feira, junho 20, 2008

Tenho...

o portátil desde Janeiro e só depois de ter comprado 30 Cd's lightscribe é que descobri que, ao contrário do que pensava, o meu gravador não tem esta funcionalidade. Por isso, agora tenho 29 Cd-R's Lighscribe (700Mb 52x) a preço de saldo. Se alguém quiser toca a emailar. Adenda: Restam 20 :p

segunda-feira, abril 14, 2008

Há quase dois anos...

dava com a mais velha escondida debaixo da cadeira a devorar manteiga directamente do pacote com os dedos.

Hoje fui dar com o mais novo, sentado descontraidamente no sofá enquanto roía um chouriço [gelado; ressequido do frigorífico; daqueles que só se usam para a comida mesmo].

Não era possível fazerem como os outros miúdos de dois anos [ou quase] e roubarem bolachas, pão, ou guloseimas escondidas, não?!

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Mais relações de equivalência...

Já existiram tantos dias 29 de Fevereiro para ela, como as vezes que (ela) enfiou alguma coisa pelo nariz acima. Hoje é o seu segundo dia 29 de Fevereiro. Hoje a minha filha enfiou um grão de milho por uma narina acima. [pobre S. que apanhou um susto valente. E a lata da miúda que, depois de uma fungadela mais forte, lá deitou o grão cá para fora e imediatamente a seguir pede sumo como se nada se tivesse passado?!]

quarta-feira, outubro 03, 2007

Guerra de comida (em One Player Mode)



Quis porque quis comer na sala, na cadeira dos crescidos. Quis porque quis comer sozinho. E eu ainda tenho a triste ideia de sair de ao pé dele (porque o-menino-come-tão-bem-e-até-é-mais-limpinho-a-comer-que-a-irmã-que-tem-quase-quatro (ai!)-anos) durante um minuto ou dois.

Meu querido... a partir de hoje o "quem suja, limpa" vale para ti também!

quarta-feira, maio 30, 2007

Nó na garganta...

Fomos jantar à casa dos padrinhos dela. Ela e o Gonçalo adoram-se de perdição. Enquanto andavam na brincadeira, ele vai mexer na minha máquina fotográfica e deixa-a cair. Lente lascada, tampa das pilhas partida.

Como se não bastasse, ao tentar colar uma pecita de plástico, com super cola 3, na tampa, fico com um dedo colado à dita. Eles divertem-se com a minha desgraça, eu bufo para exorcizar os nervos. Enquanto andavamos entretidos com o meu dedo colado, os pequenitos somem-se.

Quando, finalmente, me consigo soltar e vou guardar a máquina na mala, dou com os dois no sofá da sala. Ela mantém-se imóvel; ele assim que me vê, ri-se para mim ao mesmo tempo que dava mais uma tesourada e dizia: estou a por a Joana bonita!.

Não sobrou franja do lado esquerdo e deixou o cabelo rente até um pouco mais atrás.
Com um casamento no fim-de-semana, e uma sessão fotográfica planeada para a semana, confesso que o nó na garganta é imenso.

É que aquilo não há volta a dar. Quanto muito, pentear a franja que se salvou do lado direito para a esquerda, como fazem os carecas.

Até chorei.

Gonçalito meu amor... a tia hoje quase te ia comendo!

Adenda:Novamente, riam-se o que quiserem. Eu sei que isto para quem está de fora dá uma pica do caraças. Também sei que daqui a uns tempos, nós quatro vamos rir com isto até que a barriga doa. Mas neste momento não consigo. Amanhã talvez (amanhã quase de certeza, porque já me foge o canto da boca para cima ao lembrar-me dele todo contente de tesoura na mão). E não, não há corte que disfarce aquilo à excepção de um pente 2!

terça-feira, maio 08, 2007

Aos mais sensíveis...

o melhor é saltar este :p Ontem fiquei sozinha com os dois. Fui buscar a Joana, comemos um gelado numa esplanada a aproveitar o sol de fim de tarde e fomos buscar o Miguel que se preparava para ir dar um passeio com a avó Tina. Brincámos, dançámos, eu fui dando um jeito no que pude e agradeci o facto de ter sobrado sopa e almondegas do dia anterior que dava para os dois. Dei o jantar ao Miguel enquanto a Joana via o Ruca. Depois, enquanto o Miguel estava feliz a esmagar uma banana na cadeira das refeições, dei a sopa à Joana. No entretanto, ia adiantando o almoço dele para hoje e uma nova sopa. Um cenário de perfeita harmonia. Acabada a sopa, ela quis ir à casa-de-banho e lá foi sozinha, claro, que já é crescida e não precisa de ajuda. O Miguel ficou entretido com a gaveta dos tupperware e eu fui espreitar o email num instante. Poucos segundos bastaram, para me aparecer o Miguel saído da casa-de-banho (como é que ele passou por mim?! ah.. estava embrenhada nos emails... pois!) a abrir e a fechar a mão esquerda, esticada na minha direcção, feliz da vida. Eu é que quando reparei naquela mão que abria e fechava alegremente, perdi toda a vontade de rir (ou melhor... até me ria se não fosse eu que tivesse de o ir limpar). Aquela mãozinha sapuda que abria e fechava e voltava a abrir, bem esticada para mim, estava toda empastada no cócó que a irmã tinha acabado de fazer. O ar de gozo dele, seguido de um "ó mãe, o Miguel tirou-me o cócó!" dela, o meu nojo* e a falta de nojo dele eram dignos de um registo para a posteridade. Se tivesse juízo nem sequer comentava o assunto, mas como não tenho... * mais por imaginar a possibilidade de ele levar a mão à boca a qualquer momento do que por qualquer outra razão.

quarta-feira, abril 04, 2007

Os meus filhos são uns anjinhos...

ou talvez não... Estou de volta da sopa dele, que parece que enguiçou e nunca mais coze. Ela quer ir fazer xixi e como ele só quer colo é óbvio que ela PRECISA de ajuda. Sento-a na sanita, deixo-o entretido com a torneira do bidé (que por enquanto ele ainda não abre) e volto à sopa. Aparece-me ela na cozinha de rabo ao léu. Levo-a de volta à casa-de-banho e tenho o miúdo a brincar com a água da sanita... com as próprias mãos. Tiro o miúdo, lavo-lhe as mãos, puxo o autoclismo (sim, ainda não tinha sido puxado) e enquanto ela fica a lavar as mãos (entenda-se gastar o sabonete e molhar-se até aos cotovelos) levo-o comigo e abro-lhe a gaveta dos tupperware para poder desossar a carne da sopa. Depois de me despejar a gaveta toda para o chão, desaparece-me da cozinha com uma data de forminhas de pudins nas mãos. Deixo a sopa e corro para a casa-de-banho, para encontrar: a Joana completamente branca de tanta espuma e o Miguel a brincar deliciado com as forminhas... todas enfiadas na sanita juntamente com as mãos dele. É desta que tenho de pôr uma tranca na dita.

sexta-feira, março 02, 2007

Nada como...

começar o dia com uma Casal Garcia. Estilhaçada, espalhada, esparramada, espatifada, esvaziada, no chão da cozinha. Obrigada filho! [não se aleijou, nem sequer se molhou... ao contrário de tudo o resto à volta dele. Lá vai a garrafeira da cozinha voltar a ficar vazia por tempo indeterminado.]

terça-feira, novembro 28, 2006

Fartos da louça branca no WC?!

A solução está AQUI! Contratem Costinha's Sons, Lda e vão ver como a monotonia do branco ganha vida! Produto sujeito a aprovação. Não são aceites reclamações nem se devolve qualquer dinheiro recebido. Trabalho executado depois de pago. Aceita-se dinheiro vivo (dólares, libras ou euros). Em caso de dúvida perguntem a outro qualquer que agora não tenho tempo.

sexta-feira, junho 23, 2006

Asneiras...

Além de ter dado largas ao seu imaginário, ela está um ás a fazer asneiras. Chegam a ser umas atrás das outras. E eu desespero porque às tantas já não há paciência que me valha. O que me fascina é o facto de ela agora planear as ditas. Ela sabe que é uma asneira, e sabe que a tem de fazer sem que nos apercebamos disso. Por exemplo, quer comer a manteiga com os dedos, ou fazer qualquer outra asneira na cozinha. Espera que eu me distraia com alguma coisa, ou é ela própria que me tenta atrair para fora da cozinha. Arranja motivos para não poder voltar a entrar na cozinha e esconde-se debaixo da cadeira dela para perpetrar a asneirada. Depois é a forma como ela se tenta esquivar ao castigo. Oh mães experientes... esta fase dura muito?! É que só anteontem, foram dois frascos de gel de banho e um de champô que foram à vida! Não estavam cheios, é certo, mas mesmo assim... Adenda: Embora as asneiras estejam a aumentar em complexidade e quantidade e isso me desespere a partir de certa altura - principalmente quando estou a tratar do pequenito e fico sem saber para que lado é que me hei-de virar, continuo a ter de conter o riso que irrompe em fúria sempre que a apanho... é que não estão bem a ver a cara que ela faz! Tenho mesmo de filmar! :)

sexta-feira, março 03, 2006

Pós-asneiras...

Sempre, depois de uma asneira, a pergunta que se segue é: Ela - Gostas de mim mãe? Gostas? Gostas ou não?! (e enquanto não lhe dissermos que gostamos dela, ela não nos larga)