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sexta-feira, maio 20, 2011

Se somos sempre exigentes com o que fazemos...

Se achamos que podemos fazer sempre melhor. Se reconhecemos que há (e haverá) sempre alguém que sabe mais sobre determinado assunto que nós. Se não sabemos tudo sobre o que seja e que bom era se pudéssemos sempre aprender. Se o não saber é apenas uma motivação para o descobrir. Se nos esforçamos genuinamente, sempre. Se não nos permitimos menos do que isso.

Como é que o permitimos aos outros?

Acrescento, e como é que damos uma folga a nós próprios?

quinta-feira, fevereiro 24, 2011

Dúvida existencial...

Se eu consigo fazer tantas coisas complicadas, porque é que eu não consigo beber água*?







* de forma consistente e na quantidade diária mínima e essencial para o nosso corpo. porque eu adoro água, simplesmente nunca tenho sede nem vontade de a beber...

terça-feira, outubro 27, 2009

Depois do choque...

o lado prático sobrepõe-se. Como é que vamos dar seis comprimidos de cada vez, todas as doze horas (e três deles para sempre), a um cão que pesa mais do que eu e que detesta comprimidos?! É que não vamos poder esconder os comprimidos em chouriços ou coisas do género... são duas vezes por dia e para sempre. Alguma sugestão?

terça-feira, junho 27, 2006

Desapontada...

é como eu me sinto. Mesmo antes de engravidar da Joana tinha uma ideia muito concreta daquilo que pretendia fazer no que diz respeito onde deixar os meus filhos quando regressasse ao trabalho. Durante o primeiro ano, ficariam em (nossa) casa com alguém de confiança. Do primeiro ano aos três, ficariam numa ama. A partir dos três anos entrariam para o Jardim-de-Infância (JI). As minhas convicções são fáceis de explicar, pelo que vou fazer de uma forma muito sucinta: durante o primeiro ano, a criança não consegue estabelecer laços afectivos com muitas pessoas e está mais susceptível de adoecer. Assim ficar em casa, proporciona-lhe a protecção e a atenção exclusiva que acho que merecem. Nos dois anos seguintes, considero mais importante a manutenção de um elo afectivo forte. Por isso, a ama é para mim o ideal, pois sempre tem menos crianças e dedica-se de forma diferente que uma educadora (entrega-se mais emocionalmente, estabelece mais facilmente laços afectivos). A partir dos três anos, acho crucial a entrada num JI por todos os motivos e mais alguns. É claro que, quer a pessoa que fica com eles no primeiro ano, quer a ama têm de ser pessoas em quem confie plenamente. Caso contrário, preferia deixá-los logo numa creche sem a menor dúvida. O meu ideal seria mesmo, ficar eu com eles o primeiro ano. Isso era ouro sobre azul. Da Joana saiu-me a sorte grande. A minha irmã estava mais ou menos disponível. Tinha um trabalho, mas deixou-o para ser a primeira ama da Joana. Recebia o seu ordenado e eu fiquei mais do que tranquila dos quatro aos onze meses da minha filha. A minha irmã foi fantástica com ela. Depois a ama da Joana é alguém que embora seja apenas vizinha nos adoptou como filhos emprestados, e de reboque já leva mais dois netos! Estou tão descansada com ela lá como se estivesse comigo própria. Daqui a duas semanas a Joana começa já a sua preparação para o JI. É política deles, eles irem durante uns dias no mês de Julho para se adaptarem ao espaço. Em Setembro começa a sua escolinha. E o melhor é que encontrei o JI que sempre idealizei para os meus filhos. Para o Miguel cheguei a pensar que me tinha voltado a sair a sorte grande. A minha irmã, desta vez não podia mesmo, mas havia uma menina em quem confiava plenamente. No entanto, e felizmente para ela, encontrou um trabalho há já uns meses. O problema está mesmo aí. Não conheço mais ninguém a quem possa confiar a casa e um filho. Mesmo as pessoas amigas que moram aqui perto não conhecem ninguém. Isso deixa-me sem grandes alternativas. À partida o Miguel vai para a ama seis meses mais cedo do que planeava. O que me incomoda mais nisto, é que a ama já tem alguma idade, e vai ter a partir de Setembro três bebés com diferença de três semanas do mais velho para o mais novo (o Miguel é o mais velho) e um bebé com um ano e meio. É muito para ela, embora ela diga que não. E já sei que nenhum deles vai ter a atenção que EU acho que merecem nesta idade. Ainda pusemos a hipótese de ele entrar directo para a creche do JI da irmã, mas era duro a nível monetário suportar as duas mensalidades, por isso, a hipótese da ama continua a ganhar terreno. Neste momento, desejo mais arranjar alguém para ficar com ele aqui em casa, do que desejo que me saia o primeiro prémio do euromilhões... ou então talvez não! Que assim sempre podia ficar eu com ele! Mas é preciso jogar para sair, não é?!

segunda-feira, novembro 28, 2005

Colchões & Sono...

Deixo-vos aqui um artigo bem interessante sobre a escolha de colchões: http://consultorwellness.no.sapo.pt/ Vou deixar o link ali ao lado, na secção saúde.

sexta-feira, setembro 02, 2005

Dividida...

É como me tenho sentido em relação a uma decisão que tomei mesmo antes da Joana nascer. Depois de ler isto fiquei a matutar novamente no mesmo. Sempre achei que a altura ideal para uma criança entrar no infantário eram os três anos, altura em que tem mais maturidade e se torna mais sociável. Sempre achei que durante o primeiro ano deveriam ter atenção exclusiva e que, até à entrada do infantário, uma ama (desde que de confiança e com condições) era o ideal. A Joana ficou em casa até aos onze meses e depois foi para a ama onde continua. A ama não é daquelas que inventa brincadeiras que os estimulem (como eu acho que uma ama deveria fazer). Ela limita-se a dar-lhes muito amor. Um amor de avó. E tenho total confiança nela. Ela adoptou-me a mim e ao meu marido como filhos e para a minha filha, ela e o marido são o terceiro par de avôs. No início deste ano inscrevi a Joana no que, à partida, irá ser o infantário e possivelmente a primária, a partir do ano lectivo 2006/2007! Esta escola só aceita crianças com mais de três anos, por isso nem poderia por a hipótese de ela entrar antes. A escola também já tinha sido escolhida antes de ela nascer e nunca me preocupei muito em procurar outra. Aliás nunca o fiz. Como a Joana sempre foi uma miúda muito desenvolvida - gatinhou aos 6 meses, começou a andar e a falar aos nove meses, e desde aí tem sido exponencial - sempre achei que isso era inato dela, embora julgue também, que a atenção que lhe foi dada no primeiro ano, o amor-de-avó na ama e a estimulação em casa nas nossas brincadeiras diárias contribuiem para este desenvolvimento. Eu sei que estas coisas não são preto no branco, mas é isto que eu penso. No entanto, agora com o início de mais um ano lectivo, e a saída dos meninos mais velhos da ama, fico na dúvida. Será que seria melhor para ela entrar já este ano na escolinha? E porquê que penso nisto se estou certa que decidi o que acho mais acertado? Porque ela vai ficar apenas com um amiguinho durante o dia. Porque quando o mano/a nascer posso não ter a mesma disponibilidade para as brincadeiras com ela. Porque as hormonas estão a acabar com os poucos neurónios que me sobraram da gravidez da Joana. Por isso, acaba-se o post e a dúvida. Vai para o ano e pronto. Só já não estou tão certa da escola que escolhi. Mas isso dá outro post e outra reflexão. E eu a esta hora não consigo pensar muito mais... Beijinhos Sandra