Mostrar mensagens com a etiqueta desabafos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta desabafos. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, junho 22, 2012

...

Ando há três dias com o coração na garganta. Sinto-me assim numa espécie de quase implosão. Hoje nem fome tenho. Sabem qual é a probabilidade de eu perder a fome?! Digamos que é equivalente a apanharem-me a ver jogos de bola na televisão. Enfim. Isto há-de passar.

terça-feira, abril 17, 2012

12 anos...

para mim foi como se tivesse acontecido há um par de horas.

Está tudo demasiado fresco e vívido na minha memória. O dia anterior (a semana anterior), o que sonhei na noite anterior (o que não dormi na noite anterior), o pedido que fiz (a promessa que posteriormente quebrei), a manhã (a minha chegada e a reação à mesma), a espera, a besta do médico que não conhecia e como me disse o que disse, o abraço do meu primo e o depois.

Dizem que o tempo cura tudo. É mentira. O tempo ajuda, mas não cura.

Tenho saudades tuas. Este ano mais do que todos os outros.

Uma filha, mesmo que mãe, precisa sempre da sua mãe.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

E quando achava que nada mais estranho me poderia acontecer...

eis que ligo o iMac e não tenho acentos nem tecla delete.

Liga teclado, desliga teclado, reinicia iMac, espera, googla, e nada. Nada de nada. O suporte da Apple é  bom para ficar na mesma, o que se encontra nos fóruns ou não tem nada a ver ou não funciona.

Saio da minha conta para experimentar com uma conta dos restantes membros da família e o que é que acontece?! Que deixam de funcionar todas as teclas à exceção da terceira linha do teclado.

E agora?! Faço o quê?! Estou tão tramadinha :s

A sério... comigo nada pode andar bem por muito tempo. E desde meio de Dezembro, já tive um cartão de memória que morreu (e perdi as fotografias e os filmes que fiz de um espetáculo dos miúdos), um disco corrompido (e perdi uma sessão inteira e mais fotos minhas) e agora não consigo aceder ao meu computador principal e onde faço o trabalho todo.

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Nada mudou...

E nós somos obrigados a mantermo-nos numa situação que não merecemos, não previmos e que nos afecta muito mais psicologicamente do que fisicamente.

E isto tudo porquê? Porque confiamos demais na honestidade e boas intenções de terceiros e a nossa justiça protege quem não cumpre dificultando quer por meio do tempo que demora quer pelo dinheiro que exige para que se possa reivindicar qualquer direito que se tenha por mais justa que seja a intenção.

Sinto-me absolutamente desmoralizada e neste momento compreendo perfeitamente quem deseja por fazer justiça pelas próprias mãos. Percebo-lhes a revolta, a falta de fé no sistema, a impotência.

sexta-feira, julho 22, 2011

Há dias...

que me exigem paciência que não tenho (porque a consumiram antes) e que tenho mesmo de fazer um esforço para não responder à altura do disparate.

E não estamos a falar de pequeninos.

quarta-feira, junho 01, 2011

O porquê do eu odiar os serviços online que exigem confirmação por telemóvel...

O meu ódio a este tipo de serviço nasce logo do pressuposto de que todos temos de ter telemóvel, ou, se não temos telemóvel também não usamos serviços online. Depois é aumentado porque quando estamos sem telemóvel - como eu estou há coisa de mais de dois meses e sem ver data de o voltar a ter - podemos reencaminhar chamadas para outro número mas não há como reencaminhar sms, logo, perdemos o acesso a toda a informação que nos é enviada dessa forma, tal como os tais códigos de confirmação de operação.

E se ficar este tempo todo sem telemóvel não é uma coisa frequente, esquecer-me dele em casa é e fica o caldo entornado outra vez.

Não gosto, pronto. Odeio, mesmo. E hoje já são duas operações que preciso mesmo de fazer e não posso. E uma delas não posso fazer de outra forma. Raios.

quarta-feira, maio 25, 2011

Ditos os dois últimos posts...

e juntando ainda as obras na fase que se encontram, se eu nestes dois últimos meses não perdi o tino, acho que dificilmente o vou perder.


[ou então quando der, não há volta :p]

Eu olho para a minha agenda e penso...


quando é que me divirto? assim sem culpas, sem pensar no que tenho para fazer?



[perigosamente a chegar ao ponto em que sim ou sopas... porque tal como está não dá para aguentar ad eternum... até para mim.]

quinta-feira, maio 19, 2011

A saga do telemóvel... continua

Sim, eu ontem fui buscar o telemóvel. Sim deram-me um novo com direito a mais dois anos de garantia em que por novo entende-se trocar a placa do telemóvel que já era meu. Não, não o experimentaram antes de me o entregarem. Sim, eu experimentei-o antes de sair da loja. Sim, aparentava estar exactamente com o mesmo problema. Sim, acharam que eu estava maluquinha em achar que eles deviam ter testado o dito antes de me dizerem que o podia levantar (Não é da nossa responsabilidade testar o telemóvel! Nós nem damos assistência aos HTC!). Sim, passado um pouco deu a sensação de estar realmente a carregar e sim, saí da loja a pensar que talvez fosse desta e a desculpar-me por estar de pé atrás. E sim, assim que saí da loja ele desligou-se.

E então? Porque dizes que a saga continua?

Porque cheguei a casa e pus o telemóvel a carregar. Esteve a carregar das 19h às 22h e carregou para aí 30% da bateria. E assim que o desliguei do cabo ele não aguentou mais que uns míseros minutos. E queimava os dedos de tão quente. E depois ficou ligado à corrente a noite toda para ver o que acontecia. E às 8h20 finalmente tinha a bateria cheia. E escaldava. E quando cheguei à escola dela e o tirei da mala, indicava uma temperatura interna de 52ºC. E depois de ter apresentado um trabalho feito por mim e por ela à sua turma, morreu com dois ou três minutos de utilização.

E?

E que depois telefono à seguradora e a gestora de sinistro tenta escapar-se a falar comigo dizendo que ainda não receberam nenhuma informação do reparador. E eu digo à senhora do call center que já o tenho - pela terceira vez - e que ele está com o mesmo problema - pela terceira vez - e que já não estou para brincadeiras. E olha, fui logo atendida.

Resumindo, vou fazer uma reclamação formal e no livro de reclamações a exigir que como consta nas condições do seguro que o telemóvel seja trocado por um novo - integralmente, em caixinha selada e tudo que às postas já está provado que não funciona - ou que me devolvam o valor pago pelo mesmo, uma vez que não há qualquer garantia que a reparação seja feita em condições.

E?

E agora sou eu que preciso da ajuda de alguém que me possa informar melhor sobre os meus direitos e qual a melhor forma de apresentar esta minha pretensão... alguém? Obrigada

quinta-feira, maio 05, 2011

Para rir, ou, Portugal (também) é isto...

Eu comprei o telemóvel e respectivo seguro na FNAC. Quando é necessário activar o seguro, a FNAC informa-nos que temos de contactar directamente a seguradora, SPB. A SPB é gerida/representada/qualquer coisa pela RNA. A RNA regista o sinistro e solicita-nos que enviemos o equipamento para a Phonetech, a Phonetech recebe o equipamento e como não é das marcas que representam envia-o para um reparador HTC que é quem fala directamente com a HTC.

Perderam-se?

Agora querem-se rir mais um bocadinho?

Apresento-me com o telemóvel na empresa onde o fui buscar ontem, como me foi pedido, pedem-me para aguardar um minuto enquanto levam o telemóvel lá dentro e quando volta quem me está a atender conclui ah pois é mesmo do telemóvel, o meu colega também tem um HTC e agora esteve a ver e viu que a luz do carregamento nem fixa nem nada.

Sabem qual é a descrição da avaria desde o primeiro pedido? É: O telemóvel tem a tampa traseira partida, não liga e não recarrega exibindo uma luz intermitente em vez de fixa.

A saga do telemóvel...

Pois que na quarta-feira da semana passada, um dia depois de ter ligado para a seguradora a perguntar se já tinham novidades, a gestora do sinistro informa-me que até ao final da semana o telemóvel está pronto e que o posso ir levantar. Supostamente o problema era da bateria e estavam a aguardar a chegada da nova.

Ontem, uma semana depois do telefonema, nada de contacto de qualquer espécie pelo que volto a ligar ao call center a pedir para ser contactada para me explicarem o porquê da demora. Uns minutos depois tenho o telefonema a informar-me que posso ir levantar o telemóvel.

Ao final do dia vou buscar o telemóvel e lá está ele, lindinho por fora e a manter-se ligado com a carga que vem por defeito na bateria. A emoção!!!

No entanto a euforia durou pouco porque depois apercebi-me que o problema mantém-se: ele continua a não recarregar a bateria. Tenho dois cabos usb/micro-usb distintos, testei ambos, experimentei a carregá-lo no computador, na tomada e até no carro, e, nada.

Hoje de manhã volto a ligar para a seguradora, explico o que se passa, a gestora pede-me que aguarde enquanto fala com o reparador e a resposta que me dá é "mas o que o reparador me está a dizer é que quando ficam sem bateria não é possível carregar no computador!". Não tivesse eu o telemóvel há um ano, carregado 99% das vezes o dito no computador mesmo quando a bateria está mortinha da Silva e feito os testes todos que indiquei até era capaz de me sentir mal por os ter incomodado... mas assim, não.

A empresa que está a prestar o serviço de reparação está a mostrar-se do mais incompetente que eu já conheci até hoje, a seguradora está a portar-se como todas as seguradoras que eu conheço e eu estou pelos cabelos com tamanho deixa andar e falta de profissionalismo de uns e outros.

Dai-me paciência, por favor. Dai-me paciência.

[e com isto já se passaram quase dois meses...]

segunda-feira, março 28, 2011

Parece que o que morreu foi a placa do bicho...

e neste momento vou ter de aguardar pelo menos mais duas semanas até o ter de volta, pois estão à espera que a peça chegue do fabricante, e isto sem ter direito a um telemóvel de substituição (porque está estragado e não foi roubado, porque se assim tivesse sido, tinha direito a um novo na hora).

Portanto, expliquem-me lá para que é que eu fiz um seguro mesmo? Mais valia o ter enviado para a marca ao abrigo da garantia, provavelmente já estava despachada com muito menos burocracia e com direito a telemóvel de cortesia.

Hoje definitivamente é segunda-feira.

terça-feira, fevereiro 01, 2011

Da crise e das suas consequências...

Há uns meses levaram-me o abono. Pacífico. Recebia pouco e confesso que se me dissessem que iria deixar de o receber para aumentarem as prestações dos primeiros escalões até ficava contente. O problema é que ninguém mais carenciado saiu beneficiado por nós deixarmos de receber esse dinheiro. A quem serviu então? Ao Estado.

No início do ano subiram o IVA. Os desportos que os miúdos praticam passaram a ser taxados a 23% e só não levo com o aumento do meu ginásio porque entretanto já tinha cancelado a inscrição, que eram mais as vezes que não conseguia ir do que as que ia. Dizem que se tem de incentivar a prática desportiva e que esse é o melhor meio para combater a obesidade infantil - bem como andar de bicicleta/skate/patins, correr, saltar à corda, jogar à macaca, às escondidas e à apanhada, passear, etc., tudo coisas que se podem fazer com eles, que os meus fazem e que, ainda, não pagam imposto. Assim sendo, nada melhor que taxar com mais 17% as boas práticas. Serve este aumento para os clubes - muitos deles com poucos meios até - para melhorarem as condições dos seus alunos? Não, serve ao Estado.

Há uns anos, os produtos de soja viram baixar o seu IVA para a taxa mais baixa e eu dei pulos de alegria. Não se bebe leite de soja lá em casa para se ser fino. Bebe-se porque há questões de saúde envolvidas. O IVA baixou, mas o preço destes produtos manteve-se exactamente ao mesmo preço.Diz que a matéria-prima aumentou de preço e imagine-se, aumentou na percentagem exacta em que o IVA baixou! Interessou a quem?! Aos comerciantes e quem sabe aos produtores. O Estado tomou alguma medida para impedir esta ilegalidade? Era o tomavas.

Na farmácia além de o IVA aumentar, deixámos de poder ver o preço dos medicamentos nas embalagens. Dessa forma, só alguém muito atento ou que compre o mesmo medicamento há já muito tempo, consegue aperceber-se que alguns dos medicamentos até aqui comparticipados pelo Estado deixaram de o ser. Aconteceu-nos com pelo menos um dos medicamentos que eles fazem diariamente para controle da asma, no total de duas caixas por mês. Eles fazem três medicamentos diários cada um, fora os cremes/produtos/medicamentos para a pele atópica e os que tomam em situação de crise. Eu faço outros três por causa da Rinite Alérgica. Isto serve a quem? Ao Estado.

O preço dos combustíveis sofre aumento atrás de aumento, mesmo quando o barril de crude anda por valores mínimos. Deixando de fora o impacto que isso tem nos bolsos da malta para atestar o bólide caseiro, pode-se falar no impacto imediato que isso provoca no preço dos produtos finais, os tais que foram entretanto taxados com mais um aumento de IVA. Isto serve a quem? Ao Estado e às gasolineiras que até esfregam as mãos de contentes.

O meu recibo do vencimento vem este mês com mais uma linha no lado negativo. Diz que é durante este ano mas eu não faço ideia se é se não é. Sei que ninguém me perguntou se concordava e vai contra tudo o que me venderam quando entrei para o mercado laboral já lá vão quase 16 anos. Com esta fico com a certeza que não são precisas mais leis de trabalho favoráveis às empresas. Elas já podem fazer de tudo e o Estado ainda lhes dá mais ideias porque a lei é, pelos vistos, meramente uma formalidade. Ai não permite reduzir o vencimento? A malta dá um jeitinho e já dá. Assim sendo, só sei que se até aqui eu dizia que o "ao menos é certo", a partir de agora... E isto serve a quem? Ao Estado.

E o IRS vale a pena mencionar?

É nesta altura que agradeço os ensinamentos dos meus pais: não gastes tudo o que tens e muito menos o que não tens. Só assim, vamos continuando nesta crise sem grandes sobressaltos. Mas no fundo, o que isto me irrita, é que todo este esforço que estamos a fazer não serve a mais ninguém que não ao Estado, e, o Estado tem feito tudo o que consegue para nos servir cada vez menos e cada vez mais a si e aos seus.

Pedissem-me estes esforço e mostrassem-me resultados, e eu aceitaria com esperança de um futuro melhor para os que me seguem. Mas obrigarem-me a este esforço enquanto continuam a gastar como se fossemos multimilionários e a endividar cada vez mais as próximas gerações de portugueses, deixa-me apenas com vontade de bater a porta.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Hoje na sala dele...

falaram sobre "Ser amigos" e responderam à pergunta "O que é ser amigo?" com grande entusiasmo e clareza.

Eu, aos quase 36 anos, sinto que cada vez sei menos sobre isso. Ou é isso ou abrir os olhos dói.

terça-feira, maio 11, 2010

Eu não queria...

e já não usava este espaço para dar as minhas opiniões há muito tempo, mas ultimamente começa a revelar-se difícil conter alguma indignação.

Já tinha ontem aproveitado a parede do Facebook para comentar a coincidência na escolha da data para anunciarem o aumento dos impostos ou da tributação de rendimentos. É engraçado como calhou justamente numa altura onda anda tudo ébrio com a vitória do Benfica e a vinda do Papa. E nem é preciso gostar dos dois acontecimentos. Quem está a favor vibra e publicita o seu agrado aos sete ventos, quem não está faz o mesmo mas ao contrário.

E no entretanto, ali o governo lá nos vai dando mais uma cavadela no orçamento familiar. E nós? nós, nada.

A malta preocupou-se com os dias agitados da vinda ao Papa, a malta agitou-se com medo dos planos de viagens poderem vir a sair gorados com a nuvem vulcânica, a malta juntou-se aos milhares para celebrar a vitória do Benfica (já o 25 de Abril, ou o 1º de Maio...), mas a malta nada faz para mostrar o desagrado em relação às opções governamentais que nos entram directamente no bolso, seja lá através dos impostos, ou das grandes obras ou das despesas com vindas do Papa, da alimentação da equipa portuguesa na África do Sul (coitadinhos que iam ficando sem poder comer bacalhau...) ou dos prémios absurdos dos grandes gestores.

Isto tudo para dizer o quê? Que cada vez tenho menos pena de nós Portugueses e da nossa sorte. Nós merecemos o que estamos a colher. Nós estamos cada vez mais preocupados com o nosso bem-estar pessoal - e com o parecer - do que com o nosso futuro enquanto nação.

E pronto, era só isto. Em breve segue a programação habitual.