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segunda-feira, novembro 07, 2011

sexta-feira, outubro 21, 2011

Se calhar a música não faz bem às criancinhas...


No carro, a ouvir uma música cheia de pedalada, da pesada e basicamente só baixo e bateria.

- mãe, eu quando for crescido vou poder tocar assim em espectáculos?
- se trabalhares muito para isso, sim.
(pausa)
- pois, vou ter de fazer aquelas coisas com tinta que não saem mais para conseguir tocar assim, não é mãe? como é que se chamam  aquelas coisas com tinta que não saem mais?
- quais coisas filho?
- aquelas coisas que têm agulhas! é com agulhas, não é mãe?
- agulhas? tatuagens? tu estás a falar de tatuagens?
- sim é isso! mas só posso fazer quando for grande, não é mãe? porque dói e as crianças depois fazem birras, não é mãe?

Será que ele não simpatizaria com flauta transversal? Ou violino? Ou oboé...

quinta-feira, maio 26, 2011

Ele promete...

- vejam lá as minhas costas, vejam!
- o que é que têm filho? tens aí alguma coisa, é?
- não, estão todas morenas!


[no recreio da escola acho que molhou a t-shirt e andou um bocado de tronco nu para sua *not* infelicidade...]

sexta-feira, maio 06, 2011

Sexta-feira, dia de alegria...

No carro, ela sozinha:

- sabes mãe, lá na escola cantamos assim:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã não há escola,
nem no outro dia!

- mas para os adultos tem de ser assim:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã não há trabalho,
nem no outro dia! 

- ai não! É para os adultos menos para ti, mãe! Para ti tem de ser:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã vou fotografar
e no outro dia!

sexta-feira, março 25, 2011

Inventam tudo realmente...

E que tal cadeirinhas para o carro insufláveis?!

Da informação que li não fiquei com absoluta certeza que são homologadas em Portugal, mas que a ideia parece interessante parece, especialmente quando estamos a falar de crianças mais velhas e andamos em viagem, de táxi ou simplesmente para podermos dar uma boleia ocasional. A primeira ideia que me veio à cabeça foi: mas isto é seguro? Comparativamente com as cadeiras de topo parece clara a distância a esse nível, mas comparativamente com aqueles bancos elevatórios, se pensarmos bem, não devem existir grandes diferenças.
source: daddytypes.com


source: ohdeedoh.com


source: daddytypes.com

Adenda:

E mais uma, com os cumprimentos da minha querida Sofia G. É todo um mundo novo senhores! :)


source: luftikid.es

quinta-feira, março 24, 2011

Sim, nunca disse que éramos normais...

(ou da chegada da Primavera sem que seja preciso o calendário anunciá-la)

Filhos deitados, a (des)conversar e de repente:

- não não, eu é que tossi mais!
- não, não, porque eu tossi durante a noite e tu não!
- mas eu tossi na escola!
- e eu também!
- oh mãeeeee! diz lá a ela que eu é que tossi mais!

haja paciência.

segunda-feira, março 14, 2011

Trouxe um cavaleiro das férias...


Mereceu uma prenda pela sua bravura todas as manhãs (menos uma) em ficar nas aulas que disse sempre não gostar (são para bebés e eu sou um crescido! mas vou fazer cinco anos e depois vou para as outras aulas!). Escolheu a armadura que lhe assenta que nem uma luva, ficou feliz e diz que agora só lhe falta o cavalo. Um dragão também calhava bem, mas tem de ser dos que voam. A princesa é que está dispensada porque a irmã faz a vez muito bem.

segunda-feira, fevereiro 21, 2011

Ele...


quer ser muita coisa quando for grande - e queria ter furado as orelhas já com a irmã - mas há uma que mantém desde que me lembro: ser bombeiro. Hoje recebeu uma fatiota e a alegria dele não podia ser maior - ou poderia, se o tivéssemos deixado furar as orelhas como a irmã. Cookiebombeiro é o seu nome de guerra na escola, e nenhum outro é tão acertado como esse, porque ele é no coração um verdadeiro bombeiro.

Está quase a fazer cinco anos, e sei perfeitamente qual seria a surpresa certa para marcar a data de forma inesquecível (mesmo não o deixando furar as orelhas aos cinco anos como perguntou, claro). Será que consigo?

[e entretanto já nos avisou que quando tiver sete anos fura as orelhas como a irmã...]

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Esta madrugada...

a uma qualquer hora imprópria para se acordar uma mãe, um sussurro feliz no meu ouvido:

- Aos seis anos posso mudar o meu nome! A Joana disse!

Posso rifá-lo?

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Por enquanto ainda não dá, daqui a uns anos... nunca se sabe

Eu e ele no carro, a falarmos de qualquer coisa de que já não me recordo e a certa altura ele fala na sua colega Inês.

- Tu gostas muito da Inês, não é?
- Gosto, ela é minha amiga.
- Ah, pensava que era tua namorada! - digo só para me meter com ele.
- Achas? Tu já sabes muito bem que a minha namorada é a Gabriela. E agora também é a Margarida.

(pausa)

- Oh mãe quando casamos é só um dia?
- Sim, em geral o casamento só dura um dia.
- Ah, então quando for crescido, vou casar com a Gabriela e a Margarida no mesmo dia!
- Mas Miguel, não podes casar com as duas ao mesmo tempo!
- NÃAAO POSSOOO!? - exclama mais que indignado.

Desmanchei-me pois claro.

quarta-feira, janeiro 12, 2011

Se é para sonhar, que seja sem limite...

No carro (para não variar) eu e ela:

- sabes mãe de eu te dizer que gostava de voltar àquele sítio da minha festa dos seis anos?
- sim.
- eu estive a pensar e se calhar o que gostava mesmo era de fazer a festa no Pavilhão Atlântico, pode ser mãe?
- acho que sim filha. mas como até tens lá uma festa no próximo sábado logo vês se gostas ou não e quando chegar a altura logo decides se é isso que queres.
- ai vou, mãe?! - em modo histérico -  vou mesmo ter lá uma festa, mãe?! eu pensava que era no Pavilhão do Conhecimento!

Daaahhh mãe. Para a próxima esquece lá os carros, os sinais e as entradas na rotunda, e toma mais atenção ao que eles te dizem. É conselho de amiga.

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Em Obras: dia 11

Agora ao sair de casa temos sempre alguém a quem desejar um bom dia. Hoje saímos, desejamos os bons dias e votos de bom trabalho, e, ele estanca, volta-se para os senhores que se preparam para começar e diz:

- Bom dia! Destruam bem!


Nada como a simplicidade de ser criança.

quarta-feira, novembro 03, 2010

Hoje de manhã...

o Miguel acordou a querer saber do Lucky e a decompor cada resposta recebida numa nova pergunta.

As nossas manhãs começam (quase) sempre devagar. Acordamos um de cada vez, muitas vezes deitados junto deles, contemplando-lhes o sono. Em geral, o Miguel quando acorda sai disparado para o sofá e a Joana prolonga a ronha tanto quanto lhe é possível e exige colo para a mesma viagem.

Hoje estava eu com ela na cama dela, e o pai com ele na nossa. No silêncio do quarto onde estava, ouvia a conversa entre os dois, até que, no preciso momento em que a irmã começa finalmente a despertar:

- (...) mas agora o Rufus está sozinho. Precisamos de outro animal para ajudar o Rufus a manter os maus lá fora. Pai podemos ter um cavalo?

Nota: ele, dos dois, é o que está mais incomodado e incoformado por já não termos o Lucky. No entanto, o pragmatismo é pelos visto algo que também se pode herdar e, pelo que vou observando, foram ambos presenteados com uma boa dose dele. Mas um cavalo?! ai...

segunda-feira, outubro 25, 2010

Adoro...



quando eles se auto-regulamentam. É que geralmente são muito mais duros com eles próprios do que nós.

[a "lei" já foi combinada e instituída a semana passada por eles, eu é que só tive a máquina a jeito (!) ontem]

quarta-feira, setembro 22, 2010

Conversas com ela...

No carro as duas sozinhas, conversamos sobre a sua mania de acrescentar um "e" nos infinitivos de alguns verbos (comere, olhare, etc.):

- o que é um verbo, mamã?
- então, um verbo é o que utilizamos para caracterizar uma acção blá blá blá e podemos conjugar blá blá blá, por exemplo: eu sei, tu sabes, eles sabem, nós sabemos, vós sabeis, eles sabem...
- sabeis? - repete mantendo a palavra em suspenso.
- sim.
- ai os verbos também se podem dizer à maneira do Jesus?!

sexta-feira, setembro 17, 2010

Conversas com ele...

mãe a conduzir, filho sempre de olhos postos no lado de lá da janela:

- o pai já está em casa?
- não, o pai ainda está a trabalhar.
- hoje o pai trabalhou mais tempo que tu!
- pois filho, os crescidos nem sempre têm horário para sair do trabalho e há alturas que se sai mais tarde que outras.
- porquê?
- porque não temos sempre a mesma quantidade de trabalho para fazer...
- eu trabalho todos os dias!
- pois o teu trabalho é a escola. tens de aprender e brincar muito!
- sim! para ganhar muito dinheirinho para o bebé!
- qual bebé?
- o que eu tenho aqui na minha pilinha!

ah...

sexta-feira, agosto 20, 2010

Conversas com ele (durante as férias)...

O cabelo dele não precisa de muito sol para ficar louro e este Verão, além de alourado chegou mesmo a ficar com ele branco nos lados. Já não sei onde nem porquê, estávamos todos juntos num mimo pegado e eu comento com o pai:

- Já viste que o Miguel aqui tem o cabelo mesmo branco?

E antes que o pai conseguisse responder, ele leva as mãos à cabeça e desata a gritar histérico:

- AAAAAHHHHH Tira-me os cabelos brancos! TIRAAAA! Eu não quero morrer!!!

Tadinho.

[é claro que depois lhe expliquei que ter cabelo branco não é sinónimo de se ser velhinho ou de estar a morrer, mas acho que mesmo assim não ficou muito convencido, por isso, acabaram-se os comentários à sua cor de cabelo. pelo menos durante uns tempos]

segunda-feira, maio 31, 2010

Ele e os bichos...


e se no fim-de-semana anterior queria trazer com ele um grilo que conseguiu apanhar no parque, neste o escolhido era um caracol que descobriu na quinta e que esteve a alimentar com folhas e relva arrancada.


Confesso que em relação a este último, estive quase para lhe dizer que sim e que procurasse o resto da família para a trazer também, mas contive-me. Vá caracol, vive lá mais uns dias...

domingo, maio 23, 2010

Ideias de génio...

Pegar no limpa-vidros e esguichar o dito para os óculos. Com eles postos.

Oh! santa paciência.

[felizmente resolveu-se bem o desastre com água corrente, mas por momentos assustei-me, logo eu que não sou muito dada a sustos.]