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sexta-feira, outubro 19, 2012

Parece mesmo que o outono...

 apenas estava à espera que o dia dos anos dela passasse para chegar com toda a sua força.



Obrigada outono.

quinta-feira, julho 12, 2012

Este verão...


com sabor a primavera está a fazer as minhas delícias. Não fosse o vento gelado que se faz sentir de manhã e à noite e era perfeito.

[e o bom que é poder sair do trabalho e poder andar na rua sem complexos por eles estarem há demasiadas horas na escola? e a quantidade de lojas giras que se descobrem só a andar sem pressas na rua? e o bom que vai ser para a semana que vou estar literalmente sozinha em casa? quantas mais lojas irei descobrir (mesmo que não vá além do ver)? PS: aceito convites para jantar que agora é que não há mesmo cozinha :p]

segunda-feira, maio 07, 2012

quinta-feira, maio 03, 2012

Chuva, frio, pouco sol, é assim maio...


Sempre me lembro da minha mãe quando começava a perguntar-me o que gostaria que ela me fizesse de roupa para estrear nos anos, no final de maio, de me aconselhar também a pensar sempre em algo que pudesse ser usado com um casaquinho por cima, pois geralmente chuviscava ou fazia um vento fresco.

De todos, lembro-me perfeitamente do vestido azul escuro com florzinhas brancas, mínimas, abotoado à frente de cima a baixo e com umas mangas pequeninas, que me fez para estrear nos meus dezoito anos. Usei-o anos a fio, e julgo que ainda o tenho ali guardado (se não tenho, devia).

Do que eu já não me lembro, é de continuar a vestir exatamente a mesma roupa que vesti no inverno (porque este inverno pouco frio tive) e de não ver forma de isto mudar rapidamente.

A chuva confesso que nem me chateia, mas este frio? Vai lá vai...

terça-feira, abril 10, 2012

sexta-feira, março 16, 2012

Se calhar é melhor esperar...

Comecei a fartar-me do cabeçalho lá de cima. As gotas da chuva que não cai, o aspeto frio de inverno que  não o tem sido.

Enfim. Ontem ainda procurei umas imagens mais primaveris e planeei de começar a pensar nisso hoje.

E o que é que acontece hoje? Troveja, chove e cai granizo.

Se calhar espero mais um bocadinho.

segunda-feira, outubro 03, 2011

Toda a gente sabe (e se não sabe faz de conta que sim)...

que eu sou mocinha de primavera permanente, mas estou a adorar este tempo de outubro e por mim a malta que já só está a reclamar que o outono tarda a chegar (a mesma que reclamou que o verão não prestou e que a primavera não sei o quê) pode deixar-se ficar em casa, ligar os AC's nos 16º, enroscar-se no sofá com a mantinha e o cházinho, e, aproveitar para estrear a roupinha da nova estação.

Por mim, não me importo de continuar a poder passear à beira-mar às onze da noite com noites que não tivemos no verão.

Só tenho pena dos dias já serem tão curtos.

Maravilha de dias!

terça-feira, agosto 02, 2011

terça-feira, julho 19, 2011

Não, agora a sério...

Que ventania é esta, senhores?!?!

Eu sei que por mim era sempre primavera, eu sei que temperaturas abaixo dos 30ºC são as minhas favoritas, mas eu nunca falei em preferir ventanias a brisas mornas de verão.

Credo! Parece que vai arrancar a casa :s

terça-feira, julho 12, 2011

Do ballet e dos medos...

Partimos para férias meio dia depois do que podíamos só para assistir ao espectáculo de final de ano do ballet.

Sabíamos que o mais certo era ele não querer participar, e a certeza absoluta chegou a uma semana do espetáculo quando uma dor de barriga verdadeira o impediu de ir à escola normalmente. Tudo nervos, porque era também dia de ensaio e aquilo andava a consumi-lo.


Achámos que com dor de barriga ou sem, devia ir à aula já que era essa a causa e estas coisas na nossa opinião não são para fugir ou ignorar. Há que aprender a lidar com elas, a percebe-las normais e tentar resolve-las. A professora falou com ele e garantiu-lhe, como sempre o fez desde o início, que era ele quem decidia se participava ou não e que ninguém o iria obrigar. Passou.


No dia do espectáculo, foi ao ensaio geral mas não ensaiou. Elas enganam-se muitas vezes e é muito chato. Quando começou o espectáculo, sentou-se ao meu lado no chão e aí ficou. A professora disse que se eu quisesse podia ir só à última. A última chegou mas ele não foi capaz.



A meio da última já queria ir, mas apenas se a irmã fosse com ele. Correu ao palco duas vezes, das duas voltou para trás. Não gosto das palmas, fazem muito barulho.

E deixou-se ficar, ora colado a mim, ora ao pai, a ver o final com as 80 meninas de tutus a rodopiarem e a agradecerem as palmas.  Saímos, antes dos pais que esperavam pelas suas prima donas e fora da sala, só connosco, rodopiou e dançou para nós.

És o meu herói.

segunda-feira, julho 11, 2011

Ainda das férias...

De férias para férias temos vindo, cada vez mais, a diminuir a quantidade de roupa/sapatos/traquitana que levamos para todos.

Já a miúda tratou de enfiar no seu necessaire, pela primeira vez, colares e pulseiras para usar durante as férias. E usou.

Definitivamente, não tenho nenhuma veia fashionista a pulsar no meu corpo.

Já a miúda...

terça-feira, junho 28, 2011

Acidentes de viação...

Hoje a morte de um jovem famoso após um acidente de viação é notícia de última hora. Hoje faz 5 anos que ia perdendo pela segunda vez um irmão num acidente do mesmo tipo. De hoje a pouco menos de um mês faz onze anos que perdi o meu irmão da mesma forma.

Tinha 22 anos, acabado o curso nesse dia e saído de casa depois do jantar e de chinelos de praia para passear o cão.

No dia seguinte eu esperava a família em minha casa para continuarmos a comemorar o fim do seu curso. Ele ia finalmente gozar qualquer coisa parecida a férias antes de pegar ao trabalho que já o esperava. Tinha uma namorada e o futuro era já planeado a dois. Em vez disso recebi uma chamada a dizer que ninguém sabia do meu irmão. A carne ficou na bancada a descongelar.

À porta do prédio encontrou um amigo de infância que também tinha vindo passar o fim-de-semana a casa e que o convidou a ir dar uma volta com ele ao quarteirão para lhe mostrar o seu carro novo. Parece que não queria ir porque estava cansado e de chinelos, mas o (nosso) amigo lá o convenceu e foi. Ficámos a saber disto tudo no dia seguinte graças ao vizinho cusco do prédio da frente que nunca larga a janela e ouviu a conversa toda.

A meia-dúzia de quilómetros de casa um carro ao ultrapassá-los dá-lhes um toque na traseira, o carro entra em despiste e embate contra uma árvore abraçando-a com o lado do condutor.

O nosso amigo morreu horas depois, após várias cirurgias. O cão morreu no local. O meu irmão ficou em morte cerebral com um único lanho na testa. Levavam os dois cinto. O homem que lhes bateu chamou a polícia mas ficou a ver tudo de longe sem se identificar. Desconfia-se que estaria alcoolizado ou sob o efeito de outras substâncias mas não há como provar nada. Até a forma como decorreu o acidente é uma suposição porque embora tenhamos acabado por descobrir o carro e provado a sua ligação ao acidente foi impossível, sem testemunhas que tivessem visto o acidente do princípio ao fim, formalizar uma acusação e o caso foi arquivado.

Só descobrimos o seu paradeiro muitas horas depois do acidente, já passava da hora do almoço. Morreu três dias depois no momento em que eu chegava ao hospital, para o ver durante uns minutos na única visita permitida, numa segunda-feira dia 17, numa réplica perfeita do que tinha acontecido com a minha mãe precisamente três meses antes. Tal como três meses antes, voltei para casa para esperar o meu pai e lhe dar a notícia. Como três meses antes, tive de voltar a dizer à minha irmã de apenas 14 anos que tínhamos perdido mais um de nós.

Se andam na estrada tenham cuidado. Se andam na estrada e têm cuidado, não descurem a falta de cuidado dos outros. Se andam na estrada e têm cuidado com o que fazem e com o que os outros fazem tenham na mesma atenção, porque mesmo tendo cuidado e não havendo ninguém à nossa volta, é muito simples ver o filme da nossa vida passar-nos à frente dos olhos, em apenas um segundo.

Nós não somos imortais. O amanhã não é garantido. Pensem nisso quando ligarem o carro da próxima vez.

terça-feira, junho 14, 2011

onze.seis.onze


[Tenho continuado a fazer estas fotos a cada dia onze, mas não as tenho registado aqui... A ver se coloco as anteriores também.]

Os passeios de bicicleta, durante o dia ou à noite depois do jantar - para o delírio deles - tornaram-se parte do nosso dia-a-dia. Voltamos a descobrir o nosso bairro, superaram-se dificuldades ou medos, celebram-se as conquistas que nos fazem crescer e queimam-se as energias e stresses acumulados.

Estou fã. Estamos todos.

Factos soltos...

Afastarmo-nos de vez em quando faz-nos bem.
O miúdo passou a dividir tudo em justo e não justo.
A miúda nunca irá ter um AVC à conta da escola e dos seus deveres.

quarta-feira, junho 01, 2011

Isto é que é um dia fixe!

Disse ela, às dez da noite e do cimo da rampa do skatepark ao mesmo tempo que pisava o pedal direito e descia por ali abaixo. Depois de um dia passado em festas nas respectivas escolas, um fim-de-dia em passeio de bicicleta a quatro, um jantar na esplanada e a aventura de pedalar o caminho de regresso já de noite.

O tempo morno, a ausência de vento,  a imensidão de gente a aproveitar o que a cidade tem de bom, nada de coisas que perdem o interesse pouco tempo depois de recebidas e ocupam espaço em casa.

Isto é que é um dia fixe. Mesmo. E é tão fácil repetir.

segunda-feira, maio 30, 2011

No domingo...



[podermos partilhar actividades com eles é algo a aproveitar enquanto não crescem e não entram na idade da vergonha de aparecer junto aos pais :p]

segunda-feira, maio 16, 2011

Está uma brasa, troveja, pinga...

e os miúdos felizes da vida a andar de skate e de trotinete na rua.

Das obras: dia 175...

Estamos a entrar na que é, para mim, a pior fase de qualquer obra. Esqueçam a demolição, esqueçam os pós e areias espalhados por todo o lado semanas sem fim, para mim, a pior fase de todas é a dos finalmentes (nome altamente técnico, claro está).

É a fase em que todos os possíveis erros de todas as fases anteriores aparecem expostos sem qualquer tipo de pré-aviso e transformam o que está dado como "pronto" como "por refazer".

É a fase em que finalmente vemos as coisas a terem o aspecto que até então só podíamos imaginar, em que sorrimos (espera-se) com a previsão do final e que nos faz virar as cabeças para as infinitas possibilidades de decoração dos novos espaços.

É a fase em que finalmente começamos a limpar (e como limpámos este domingo...) para que fique limpo e não para ficar simplesmente habitável.

E é a fase em que todos os envolvidos na obra já contam os dias para o seu fim e que cada contratempo parece tornar-se num drama sem igual (sendo que alguns deles, pelo que exigem para serem solucionados, são mesmo).

Estamos finalmente nos finalmentes... resta agora saber por quanto tempo.