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segunda-feira, maio 16, 2011

Do cansaço, ou como dá jeito ter a casa em obras...

Hoje acordei, espreitei o relógio e apreciei a claridade que me entrava pelas frinchas das portadas mal fechadas. Deixei-me estar ali a gozar do silêncio e a permitir-me acordar devagar. Enquanto me deixava estar ali a planear o dia, ouço vozes. Hoje vieram tão cedo porquê?, penso enquanto a dúvida se começa a apoderar de mim. Levanto novamente a cabeça para espreitar o relógio lá na outra ponta e depois de alguns segundos a olhar para os números, a ouvir as vozes e os neurónios decidirem-se por acordar e processar condignamente a informação, percebo: adormecemos todos.

Ah, que bela maneira de começar uma segunda-feira...

quinta-feira, maio 12, 2011

Das obras: dia 170...

Hoje ficam prontas as duas primeiras divisões da casa e são justamente as duas divisões que nos acomodaram nestes quase seis meses de aventura.

Incrível  como realmente é possível vivermos com tão pouco. Incrível que mesmo sem termos mil tupperwares, não-sei-quantos copos de diferentes cores e feitios, uma despensa artilhada até aos canto mais escondido, a roupa toda à mão mesmo aquela que nunca mais se vai voltar a vestir, um ecrã de não sei quantas polegadas e outras comodidades que tomamos como imprescindíveis para termos uma vida confortável, nos conseguimos sentir bem em casa.

Há coisas que nos fizeram muita falta - como água corrente sem ser na casa-de-banho - e das que sentimos imensas saudades - oh sofazinho do meu coração... - mas a verdade é que estes cinco meses nos ensinaram muita coisa. Especialmente a racionalizar o que vale a pena realmente ter espalhado pela casa.

Espero que com o passar a ter o espaço todo disponível não voltemos a cair nos mesmos erros de acumulação de coisas que no fundo não nos fazem falta nenhuma.

Entretanto, há uma semana que vivemos com o chão e grande parte do que temos forrados a cartão canelado, e, encontrar alguma coisa é neste momento quase impossível. Por exemplo, gostava de saber onde pára o meu calçado de Verão. É que diz que ficou bastante calor assim de repente.

Duas divisões prontas... uau!

[Republicação do post que o blogger apagou]

terça-feira, maio 10, 2011

Começar as manhãs...

a arrancar o carro com cabos pode ser visto como uma quebra na rotina, não pode?

E quando isso acontece duas manhãs seguidas?

- Mãe, se o carro não pegar posso ficar a ver desenhos animados mais tempo, não posso? Boa! - Miguel.


[siga uma bateria nova, upa...]

sábado, maio 07, 2011

E hoje...




com o pretexto de comemorar os anos dele de uma forma diferente, juntámos os amigos da escola - pais e filhos - num passeio de bicicleta radical seguido de um piquenique.

E o sol também veio. Claro.


Miguel, 5 anos from Sandra Costa on Vimeo.

A repetir mais vezes :)

segunda-feira, maio 02, 2011

domingo, maio 01, 2011

E não é que está mesmo sol?!

Mas por causa da invernia de ontem e da pouca credulidade dele na satisfação do meu pedido de sol acabámos por adiar... :s

Bolas.

sexta-feira, abril 29, 2011

Neste momento...

se eu disser que almocei no Chiado, numa bela esplanada com um sol esplendoroso ninguém acredita. Mas é verdade.

[e boa sorte meu amigo! Adorei ver alguém a não se deixar vencer por uma contrariedade. E conta comigo para o que for preciso. Ajudar quem não baixa os braços, quem vai à luta, é sempre um prazer]

Do casamento real...

Caros Royal Highnesses The Duke and Duchess of Cambridge,

Embora para mim seja igual ao litro, é impossível ignorar o facto de terem escolhido o dia de hoje para casarem. Por isso, gostaria de vos dizer que falharam por um bocadinho o dia ideal para o fazerem. Posso garantir que o dia 30 de Abril é que é fixe para casar.

Amanhã já contamos 11 anos. Se não mudarmos de ideias até lá, claro.


[e no momento em que escrevo "amanhã já contamos 11 anos" ouviu-se um trovão valente... será algum prenúncio?!]

terça-feira, abril 19, 2011

Eu sei, eu sei...

está tudo zangado com a chuva e tal e a mim também tinha dado jeito um domingo mais quentinho, mas a verdade é que estou feliz por ela estar a cair tão certinha.

Que caia a suficiente para baixar estes pólens todos e nos deixar finalmente descansar um bocadinho das alergias. A malta lá de casa agradece.

segunda-feira, abril 18, 2011

Férias da Páscoa...

Esta semana ela ia ficar com os avós para ter um gostinho a férias e muito mimo. Ele ia ter direito a uma semana de filho único, o que acho que lhe ia fazer muito bem, mesmo tendo de ir para a escola normalmente.

Isto era o que estava previsto porque, à última da hora, ele trocou os pais pela irmã e mais uns crepes.

Vendido.


[a irmã é que não achou muita piada, mas quem disse que ser irmão mais velho era fácil?]

quinta-feira, abril 14, 2011

Ontem, novos treinos...

Enquanto o Miguel se treinava a fazer o pino e a cruzar as pernas ao mesmo tempo para imitar um passo de dança que viu no So You Think You Can Dance? a Joana treinava a respiração para se iniciar nas bombas para a asma.

Like. Don't like.

Estou...

desde segunda a queimar madrugadas para tentar recuperar as 455 fotografias e vídeos que apaguei sem saber como e que das quais não tenho backup. Enquanto isso, estou sem poder usar o disco e por conseguinte a atrasar os trabalhos do fim-de-semana.

E isto para dizer o quê?

Recuperei nove fotografias e um vídeo. De quatrocentas e cinquenta e cinco.

snif.


[e só poderei saber se é realmente possível recuperar mais qualquer coisa com um segundo mac a varrer o disco do meu...]

terça-feira, março 29, 2011

Perguntei eu...

ao pai, em relação à sua semana fora:

- então e que tal? eles também andavam bem? fizeram muitas pistas?
- eh pá, estávamos sempre a parar para eles tirarem fotos. Tiravam a tudo!


[se isto não chega para provar que eu não sou a típica agarradinha da máquina fotográfica - especialmente no tempo em família e amigos - e que a malta lá de casa só se queixa de barriga cheia, não sei o que possa mais fazer...]

sexta-feira, março 25, 2011

Estabelecemos um record pessoal...

123 dias sem convidados para jantar/almoçar/dormir lá em casa.

Hoje pomos um ponto final ao jejum forçado e temos uma convidada especial para jantar.

[Yeaaahhhh]

quinta-feira, março 24, 2011

Em obras: dia 122

A casa cheira a tintas e primários. A cor de tijolo, tocada por um cinzento que foi aclarando com as sucessivas camadas, deu lugar a um branco que aos poucos começa a devolver o ar de casa a estas paredes.

Lá fora ainda se mantém o buraco que parece piscina. A área que nos obrigam a ser de jardim para garantir a permeabilidade dos solos, descobriu-se ser impermeável por natureza. É uma pedra una. E rija. Está explicada a razão dos três tapetes de relva terem morrido inexplicavelmente e das inundações que nos apodreceram o chão e destruíram memórias. Enquanto se estudam as soluções para o problema, pouco se pode avançar e dá pena ver tanto espaço e onde sabe tão bem estar nestes dias melhores que finalmente começam, assim esventrado.

Temos ainda pelo menos mais um mês pela frente e ontem tive de confrontar o filho que afinal não seria possível fazer a sua festa em casa com os seus amigos da escola como ele tanto deseja e planeia já sei lá desde quando.

E ele tudo bem, deixa lá. Depois combinamos com eles quando já estiver pronta.

Eu tenho os melhores filhos do mundo. Filhos que têm suportado esta aventura sem queixas e sem deixarem transparecer no trabalho que fazem que o seu dia-a-dia sofreu uma mudança radical. Que não há um lugar dedicado só para o estudo, ou para o comer, ou para a brincadeira. Que somos basicamente forçados a estar permanente num mesmo quarto os quatro com todo o stress que isso acaba sempre por provocar especialmente quando o cansaço se instala.

São os maiores.

domingo, março 20, 2011

Acabámos...


a quatro, um fim-de-semana de loucos assim.

Não podia pedir melhor.

Isto sim é ser precoce...

quatro semanas depois de entrar para a catequese * - incluindo uma de férias pelo meio - recebeu hoje o seu diploma do 2º ano de catecismo, na missa do Pai Nosso (e festa de "fim-de-ano" do catecismo dos meninos do 2º ano)

LOL

Notinha de rodapé: a miúda já deixou de ser beata e de rezar antes de todas as refeições - isto dito assim até parece que o fez por muito tempo, mas na verdade foi mesmo sol de pouca dura - por iniciativa dela, que nunca na vida eu lhe ia dizer qualquer coisa. Mas ainda bem, prevê-se uma convivência muito mais tranquila assim :p

Notinha de rodapé 2: o Miguel vibra com os escuteiros e hoje na missa estavam lá os escuteiros também. A páginas tantas, estava no centro da igreja para conseguir ver melhor o coro formado apenas por escuteiros. É nessa altura também que se chegam à frente para comungar e ele muito depressa corre na nossa direção e, quando chega ao pé de nós, diz: - mãe! tens de vir rápido! estão ali a dar coisas para chupar!!!

oh happy days!


* foi ela que decidiu queria saber mais e nos pediu para a inscrever.

sexta-feira, março 18, 2011

Coração cheio...

Hoje fui buscá-lo ao ballet. Já não ia há muito tempo e ele fez-me uma festa (ao estilo dele, oferecendo-me um grande sorriso) assim que me viu.

Começo a ajudá-lo a acabar de se vestir e ele diz-me:

- porque não vieste um pouco mais cedo? tinhas visto a aula!
- gostavas que eu tivesse visto a tua aula? não te importavas?
- não! e sabes, já temos o espectáculo quase todo preparado! tens de vir ao nosso espectáculo.

Sorri.

[lembram-se?]

Quando nos estávamos a preparar para sair, pergunto à professora como é que ele estava e ela sorri-me com os olhos a brilhar.

E tudo o que me disse depois deixou-me sem palavras, e, embora este coração de mãe me dissesse que era algo assim, nunca imaginei tanto.

É só ele querer e continuar a gostar. Só isso.

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Dia de São Valentim...


Foi passado entre abraços e beijos e sonecas enroscadas. Foi passado com muitos gosto de ti e festinhas na cara. Foi passado entre cuidados com pintas e comidas preferidas. Foi passado com surpresas-miminhos de mim para eles, deles para nós e dele para nós. Foi passado a dois e depois a outros dois e depois a quatro.

Eu sei que disse que não ligamos muito à data, mas também é um facto que gosto pouco de desperdícios. E porquê desperdiçar tanto mel se nem sequer é preciso corrompê-lo com consumismo?


O amor é simples.