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segunda-feira, dezembro 01, 2008

Alinhamento (quase) perfeito...

(alinhamento da Terra com a Lua, Vénus e Júpiter)
de amigos, solidariedade e família, foi o que tivemos neste fim-de-semana prolongado. [e agora nada melhor que ter os miúdos na cama e passar o serão a dois, com os pijamas a aquecer em frente da lareira e uma chávena de chá quentinha nas mãos]

terça-feira, novembro 25, 2008

Todos gostamos de manhãs calmas...

mas às vezes sai-nos na rifa filhos que nos vomitam em cima quando estamos mesmo para sair de casa, e tias que nos pedem por socorro quando se vêem apanhadas de surpresa numa fila interminável e a ficar sem gasolina. O filho ficou de molho com o pai, a tia chegou sã e salva à bomba de gasolina mais próxima, a sobrinha lá entrou orgulhosa de mão dada com a tia na "manhã dos tios" e a mãe lá chegou novamente atrasada ao serviço. Uma manhã normal, portanto.

segunda-feira, maio 26, 2008

Mas o melhor do fim-de-semana...

foi mesmo a Patile.

Que saudades de um bebé pequenino.

[e a filha que não deixa passar um dia que seja sem nos pedir mais um irmão, recarregou baterias e julgo que não vai desarmar tão depressa...]

quinta-feira, abril 17, 2008

8 anos...

sento-me e tiro o novo livro da mala. Seguro-o e afago-o apreciando-lhe a macieza. Faço sempre isso, que estranho, como se para começar a ler tivesse de o conhecer primeiro pelo tacto. (8 anos e eu nem me lembrava)

"(...) Dizem que morreu. Mas as pessoas, já se sabe, dizem muitas vezes disparates. (...)" * E lembrei-me. E a lembrança rasgou-me por dentro, desferiu-me nas entranhas golpes impiedosos de espada afiada. Tudo desfeito, tudo para fora. Tudo a querer-me sair pelos olhos, nariz, boca, em convulsões de soluços zangados pelos 8 anos, não, pela lembrança repentina dos 8 anos. Por me ter esquecido e lembrado assim. (seria bom esquecer?) E a tentativa de segurar tudo cá dentro, tanta gente à minha volta, não posso, não quero. Tanta gente enfiada nos seus próprios pensamentos, a tentarem quem sabe, nunca se sabe, segurar também as próprias entranhas para que ninguém lhes veja as cicatrizes. Lhes conheça as mágoas. As dores. A fraqueza. 8 anos. (saudades)


* parte da dedicatória, em "A mulher em branco" de Rodrigo Guedes de Carvalho

quinta-feira, maio 17, 2007

A minha madrinha faz anos hoje...

E eu não sou eu sem ela. Parabéns. [e eu escrevi e apaguei tanta coisa. Tantas palavras para dizer o quanto gosto de ti, o quanto és importante para mim e para os meus. Mas tudo me soa a pouco. É pouco. Tudo o que me deste é tanto, tudo o que me dás é tão puro, que não me consigo desdobrar em adjectivos, em frases elogiosas, em mimos linguísticos. Não há ninguém neste mundo que tenha tido mais sorte que eu. Eu tenho uma mãe que me trouxe ao mundo, que me amou, que me criou e me deu lições de vida que nunca vou esquecer e que a prendem para sempre em mim - como se uma mãe se pudesse reduzir a isso; e tenho uma madrinha, uma verdadeira mãe do coração, que cuidou, que amou, que me mostrou um mundo diferente, que continua a abrir os meus olhos, que sei que vai lá estar sempre para mim e para os meus. E és tão mas tão importante para mim, para nós, que para o gritar ao mundo só com aquele abraço apertado que tanto gosto de te dar. Amo-te muito. E por mais pirosas que pareçam as palavras e os sentimentos assim ditos, não há nada de ridículo nisso, apenas orgulho em te ter sempre assim comigo, assim tal como és. Imperfeita, mas minha.]

quinta-feira, março 29, 2007

Vai uma fatia?!

Ontem a tia fez anos, mas o bolo foi feito ao gosto da sobrinha (e que barrigada de chantilly aqui para a mãe... ui!)

Eles deliraram com a presença da tia e cada um competiu à sua maneira pela sua atenção. A Joana tem uma ligação muito forte com ela (ajudou o facto de ter sido a minha irmã que tomou conta dela dos 4 aos 11 meses) mas é engraçado que o Miguel, não tendo tido o mesmo privilégio, já tem um comportamento de total adoração.

Gosto tanto de ver os três juntos. Gosto tanto de a ter comigo.

quarta-feira, junho 28, 2006

Num segundo...


estamos bem, no outro...

A irresponsabilidade de uns, pode ser devastadora para outros. Mais uma vez o meu pai correu para o hospital sem saber o que esperar. Eram cinco os ocupantes do carro da minha irmã. Eram cinco famílias em sufoco.

Tudo se passou ontem à noite quando um carro, cujo condutor não respeitou um sinal vermelho, embateu de frente no carro da minha irmã (ela não se lembra de nada, apenas de ter arrancado quando o sinal abriu).

O resultado está à vista. O carro vai para a sucata mas o que importa mesmo é que a minha irmã e os amigos, escaparam apenas com traumatismos, pernas e cabeças partidas, e pouco mais. A minha irmã ficou sob vigilância no SO das urgências até ao final do dia de hoje, mas felizmente já está em casa. Agora é esperar que o tempo sare as feridas e apague as memórias que avivou.

A todos os que me mostraram que estavam aí, o meu muito obrigada.

segunda-feira, junho 19, 2006

Podia ter corrido pior...

... na quinta-feira, os filhos dormem até mais tarde do que é habitual e o pai lembra-se de ir cortar o cabelo à última da hora. Resultado: saímos de casa tarde e acabámos por não poder passar tanto tempo com esta famelga como tínhamos planeado. O caminho que faltava fazer ainda era longo... ... na sexta-feira o tempo era frio e com chuva. As fraldas tornaram-se pequenas de um dia para o outro, cada xixi que ele fazia, saía fora da fralda, deixando-me sem mais roupa quente para lhe vestir logo no primeiro dia! Resultado: Além de quase nem sairmos de casa, previa-se que o dia seguinte não fosse melhor. O pai teve de ir comprar um pacote de fraldas do tamanho seguinte (e nós com uma montanha de pacotes fraldas cá em casa!) ... no sábado, a manhã nasceu no meio de um nevoeiro cerrado, chuva e frio. Resultado: só o pai levou a roupa prevista (depois de tanto trabalhinho para comprá-la :s). ... no domingo, mais um desvio para visitar uma outra família e quando chegámos a casa o corpo só pedia cama... Valeu pelas visitas feitas e pela boa disposição do casamento!

quarta-feira, agosto 24, 2005

Estas manhãs...

a minha filha tem ido para a praia com a tiCaia e a xilipa. As tardes depois da sesta têm ido passear. TAMBÉM QUÉIO!!! hummmpppfff

quarta-feira, março 02, 2005

Mana, tia, ama, miguitla...

Hoje quero fazer uma homenagem à minha mana. A minha mana é a mais nova de 3 irmãos (sendo eu a mais velha) e tem a bonita diferença de 11 anos aqui da je! Ora é por estas e outras que sempre tive um sentimento maternal em relação a ela! Muitas fraldas de pano eu troquei e lavei arrrgggghhhh! Muitas músicas de embalar eu cantei (não muito mal...) Eu não era a amiga das brincadeiras... era o mano do meio. Eu não era com quem discutia o futebol ou os filmes de acção... era com o mano do meio. Eu não tinha metade da cumplicidade com ela... que ela tinha com o mano do meio. Eu não tinha as brigas que ela tinha... com o mano do meio. Mas era uma coisa! A mana mais velha! Que lhe dava mimo e prendas fixes por tudo e por nada. Que a levava para a praia... a ela e ao carregamento de sandes! Que inventava brincadeiras loucas para ela e as amigas nas festas de aniversário! Tem quase 19 anos e já passou por coisas enquanto criança que poucos viveram mesmo sendo adultos. Foi obrigada a lidar com situações que nenhuma criança devia conhecer. Aos 14 anos a mãe que era a super-mãe de serviço não conseguiu resistir mais a um malvado cancro. Aos 14 anos, a mana velha casou e saiu de casa. Aos 14 anos o mano do meio com 22 anos, compincha para tudo, também nos foi roubado sem qualquer aviso nem preparação. Aos 14 anos deixou de ter uma casa de 5 pessoas cheia de visitas constantes de amigos e familiares, para uma casa vazia e triste com apenas 2 pessoas e visitas menos frequentes. Foi-se abaixo pois claro, e sinto que não teve o acompanhamento suficiente. Já a senti arrebitar várias vezes e a deixar-se abater outras tantas. É difícil deixar de ser o querubim da casa. É difícil lidar com tantas perdas nesta idade. Mas enfim, a vida prega-nos estas partidas e nós não temos como fugir. Aos 18 anos a minha mana mais nova prestou-me o maior serviço de sempre! Quando tive de regressar ao trabalho não queria deixar a Joana nem num infantário nem numa ama. Gostava que ela ficasse em casa pelo menos até ter um ano de idade. E enquanto procurava pessoas para ficarem cá em casa a ideia surgiu. A minha mana queria emprego e eu queria alguém de confiança... e voilá! Tornou-se a ama da minha menina! Foi graças a ela que nunca me custou voltar ao trabalho. Foi graças a ela que nunca me preocupei se a Joana estava a ser bem-tratada. Foi graças a ela que a minha filhota teve sempre atenção exclusiva até ao primeiro ano. Foi graças também a ela que a minha filha é o que é hoje! Por isso, mana. Como as coisas têm de ser ditas enquanto é tempo. E como eu acho que tu mereces o reconhecimento público. OBRIGADA! Só uma mãe pode compreender o valor daquilo que me deste. Gosto muito de ti! Só quero o melhor para ti! E gostava muito de te ver com um rumo traçado e convicta daquilo que queres para o futuro! Mil beijos especialmente para ti. A mana velha.

quarta-feira, janeiro 12, 2005

Avózinha Ana!


A minha bisavó Ana está muito doente. Como eu e os papás gostamos muito dela só queremos deixar aqui os nossos desejos que melhore o possível e que ainda possa pegar-me ao colo muitas mais vezes! Pode ser que alguém lá em cima me ouça!