No seu poiso habitual, aguarda que ponha a água a aquecer para fazermos, a quatro mãos, a sua papa. No entretanto, vai mordiscando umas bolachas e espreitando os desenhos-animados.
Quando dei por ela, e pela primeira vez desde que o conheço, estava fixado na televisão (a ver a Vila Moleza) e corri a buscar a máquina. Não desviou o olhar da televisão e perdeu a pressa na papa. Tudo o que não é usual nele.
Isto de não haver pressas de manhã é uma delícia. Dá para tudo. Até para voltar a ganhar o gosto por registar momentos deles.
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quarta-feira, janeiro 07, 2009
Manhãs...
No seu poiso habitual, aguarda que ponha a água a aquecer para fazermos, a quatro mãos, a sua papa. No entretanto, vai mordiscando umas bolachas e espreitando os desenhos-animados.
Quando dei por ela, e pela primeira vez desde que o conheço, estava fixado na televisão (a ver a Vila Moleza) e corri a buscar a máquina. Não desviou o olhar da televisão e perdeu a pressa na papa. Tudo o que não é usual nele.
Isto de não haver pressas de manhã é uma delícia. Dá para tudo. Até para voltar a ganhar o gosto por registar momentos deles.
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Geneticamente programados para serem do contra...
Às sete da matina de sábados, domingos e feriados grita-me aos ouvidos que quer papinha.
Hoje - mas podia muito bem ser outro dia útil qualquer - eram 9h15 e ainda dormia ferrado, e, quando o começámos a acordar, gritou-nos bem aos ouvidos o quanto ainda queria dormir.
quinta-feira, novembro 27, 2008
Manhãs calmas II...
[Porque a de ontem também foi um mimo.]
Pai de cama.
Filhos muito ranhosos.
Mãe em exames que implicavam ligeiros choques e agulhas espetadas nos músculos das pernas.
Uma delícia, portanto.
Pelo menos os avós fizeram sucesso com as suas histórias da aldeia na "manhã dos avós".
terça-feira, novembro 25, 2008
Todos gostamos de manhãs calmas...
mas às vezes sai-nos na rifa filhos que nos vomitam em cima quando estamos mesmo para sair de casa, e tias que nos pedem por socorro quando se vêem apanhadas de surpresa numa fila interminável e a ficar sem gasolina.
O filho ficou de molho com o pai, a tia chegou sã e salva à bomba de gasolina mais próxima, a sobrinha lá entrou orgulhosa de mão dada com a tia na "manhã dos tios" e a mãe lá chegou novamente atrasada ao serviço.
Uma manhã normal, portanto.
quarta-feira, novembro 19, 2008
Aviso...
Agradece-se a quem levou a criança de acordares bem-dispostos e cooperante, e que deixou no seu lugar a criança pica-miolos, o favor de proceder à sua devolução o mais depressa possível.
Agradece-se também, por muito parecida fisicamente que seja a criança que deixaram com a original e mesmo já tendo assumido que gostava de ter gémeos, que a levem no momento da devolução.
Caso não o façam, afigura-se como solução a criação de um livrinho de rifas, a sair na comemoração dos 225 anos de Lotaria Nacional, e cujo prémio será esta criancinha amorosa. As rifas serão grátis.
Agradece-se a máxima urgência. Obrigada.
A mãe.
segunda-feira, novembro 03, 2008
Se calhar, devíamos começar a fazer isto todos os dias...
O cabelo da Joana está comprido como nunca esteve e ela anda que nem pode, com o seu cabelo de princesa. Já nós vemo-nos gregos para lhe desembaraçar o dito diariamente e acabamos por deixá-la em paz passados uns quantos ai's e ui's. À primeira vista um cabelo liso é facílimo de manter, mas se além de liso, for fininho e comprido, então a facilidade desaparece. Se lhe juntarmos as mãos sempre limpinhas dos miúdos, bom... imaginem. Isto tudo para dizer que hoje o pai armou-se de uma escova e spray desembaraçante, e não descansou enquanto não lhe desfez todos os nós ao cabelo, indiferente aos aiii!, pára! e estás me aleijar! Quando chegámos à escola a sua grande amiga C. estava também a chegar com a mãe. Enquanto elas vão as duas felizes e contentes de mão dada aos saltinhos à nossa frente, a mãe comenta: - a Joana está mesmo com um cabelo comprido. - pois está. está que nem pode de contente. - está bonito, especialmente hoje que está todo penteadinho e sedoso. Miúda, acho que vais passar a gritar todas as manhãs...
quinta-feira, outubro 09, 2008
Hoje a manhã...
correu tão bem, tão bem, tão bem, que me senti aliviada quando me encontrei sozinha depois de os ter deixado na escolinha.
Inspira... expira...
[ou porque a papa acabou - e não tinha mais em casa - e não deu para a quantidade habitual, ou porque depois de lhe perguntar se queria pêra-maçã-manga-uvas-melancia ele escolhe banana e não havia,ou porque queria mudar as pilhas ao piano, ou porque queria o microfone e eu não o encontrei, ou porque não queria tirar a camisola, ou porque eu lhe dei um beijinho, ou porque não gostou da cor da camisola que escolhi, ou porque queria andar de triciclo e no escorrega, ou porque não queria meias, ou porque queria vir comigo para o trabalho, ou porque queria ir na "carrinha grande", ou porque eu olhei para ele, ou porque queria o impossível, ou porque queria a sala da mana, ou porque... hoje tudo serviu para uma birra. Estou muito mal habituada é o que é.]
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