terça-feira, novembro 08, 2005
E...
os draft continuam assim e as visitas continuam praticamente paradas... a ver vamos se hoje consigo dar algum avanço...
(mas aviso-vos que o primeiro a sair vai ser grande!)
Anda...
com um telemóvel da loja dos chineses, que trouxe da casa da Avó Tina (e que nunca mais voltou à origem) pendurado ao pescoço.
De vez em quando, abre-o e começa a falar e a esbracejar, inclinando a cabeça de um lado para o outro. Quando fala anda ao mesmo tempo, e, quase sempre, os destinatários da chamada são o Avô Augusto, a Avó Alzira e a Tia Carla.
Quando fala com o avô, diz invariavelmente: A Avó inda não chigou! Está a ganhai tostão!... até a neta de dois anos já se apercebeu que a avó é viciada no trabalho!
:p
segunda-feira, novembro 07, 2005
Quando alguém diz...
"a Joana é tonta!" (ou semelhante)
Ela dispara logo:
"Não é não! É munto linda!"
Ora tomem lá que já almoçaram!
:)
Beijinhos
Sandra
Saturday night fever...
Ou no nosso caso, Saturday fever. A Joana teve desde a madrugada de Sábado até ao final do dia com uma febre que rondava os 39º e que não desaprecia por mais de 3 horas. Ben-u-ron, Brufen, miminho, colinho e caminha foram o remédio.
No final do dia desapareceu tão depressa como tinha aparecido. No domingo, fiquei a saber que o mesmo tinha acontecido às netas da minha vizinha uns dias antes.
Virose de apenas um dia?! Esta é nova... mas pelo menos é curta!
Frustação...
Ter um telemóvel novo e não reconhecer o toque... só dou conta das chamadas perdidas muito tempo depois!
(e já sei que não sou a única a quem isso acontece!)
Beijinhos
Sandra
Para registar...
Ontem completei 16 semanas de gravidez. O tempo corre de uma forma louca quando estamos a gostar de o viver.
Mas o dia de ontem não foi só especial por isso. Ganhou um novo sentido porque foi a primeira vez que o papá e eu te vimos sem o auxílio de nenhuma máquina.
Sim, este é o teu primeiro "Para registar". Tens apenas 14 semanas de existência in utero e já tens direito a uma referência por um feito inesquecível.
A minha barriga, revolvia-se com os teus movimentos e eu senti-te inequivocamente de todas as vezes. O papá teve direito a dois pulinhos, mas a mana faz muito barulho para o teu gosto, não é?! É que assim que o pai a foi buscar para te ver, tu paraste. Paraste e ela não parou calada! Assim que ela se afastou e o silêncio retornou, continuaste.
Coincidência? Pode ter sido, mas eu prefiro pensar que foi para ouvires melhor a voz da mana. Prefiro pensar assim do que pensar que não gostaste do barulho, porque se for esta a hipótese, acho que vais passar um mau bocado do lado de fora! O que vale é que ainda tens estadia por uns bons meses aqui no quentinho e vais-te habituando à falta de silêncio. É que se há coisa que a mamã faz, é falar!
Fico agora à espera do teu primeiro pontapé... mas com muito menos pressa, porque estou muito mais próxima de ti.
Um beijinho
Mamã
PS: Da gravidez da Joana também a primeira coisa que senti foram os movimentos e vi a barriga a mexer com os seus contorcionismos, antes do primeiro pontapé! A primeira vez que vi a Joana a mexer foi dia 12/05 e o primeiro pontapé a 18/05 (dia em que completava as 16 semanas e dia de aniversário da minha mãe).
Menti...
Disse que voltava mas não voltei... o tempo escasseia por estas bandas (e a vontade... ai a vontade...) especialmente para fazer a ronda.
Já de seguida, não os posts em draft, mas uma novidade...
sexta-feira, novembro 04, 2005
Tenho uma meia-dúzia de posts em draft...
e não tenho tempo de os acabar... o que me chateia é que eu queria mesmo escrevê-los agora...
Mas o melhor é que hoje é sexta-feira!!!
Yeeess!
Já cá volto.
Beijinhos
Sandra
quinta-feira, novembro 03, 2005
Castigos...
A Nádia perguntou-me qual era o castigo que usava com a Joana. Então é assim:
O primeiro castigo da dona Joana ficou devidamente registado aqui (infelizmente já não tenho as palavras que me deixaram nessa altura graças ao meu amigo haloscan :( )
O que fazemos, é sentá-la no chão na mesma divisão onde estamos, ou seja nunca a deixamos sozinha. Deixamo-la assim alguns minutos (1 ou 2, seguindo a regra de um minuto por cada ano da criança) sem lhe dar muita atenção. Para sair do castigo, ou ela pede desculpa por ela própria (o que é raro!) ou vamos ter com ela e conversamos até ela pedir desculpa.
Quando pede desculpa, pedimos um beijinho e de seguida, pegamos-lhe ao colo, damos miminhos e explicamos porque é que ela não pode fazer aquilo, ou seja fazemos "as pazes" com ela. Houve alturas que a deixámos sair sem que o pedisse, mas ela estava muito nervosa e a ateimar, e quando é assim, preferimos acálma-la para depois voltar a falar com ela.
Se for possível, vamos "reparar" a asneira que ela fez. Ou seja, se tiver espalhado alguma coisa, vamos todos arrumar, se ela tiver aleijado alguém, vai ter de ir pedir desculpa e dar um beijinho, etc.
Em geral ela fica sentada sem chorar, mas algumas vezes entra num choro compulsivo. Quando isso acontece não saímos de ao pé dela. Fazemos-lhe festinhas e explicamos que ela tem de ficar de castigo por se ter portado mal, etc. sempre num tom de voz calmo mas firme.
Algumas vezes tentou repetir a asneira de seguida, e aí repetimos o castigo, mas damos mais enfase ao tom de voz e ao castigo em si. Ainda não tentou a terceira.
Temos tido sucesso com esta táctica e por isso, até agora, não houve palmadas para niguém (já lhe sacudi o pó das mãos, mas foi mais figurativo do que outra coisa) e em geral, ela não repete as asneiras.
No entanto, só usamos o castigo quando a asneira é especialmente grave, ou quando ela já a repetiu muitas vezes. Isto é, damos-lhe espaço para que ela faça as asneiras típicas desta idade, e tentamos ralhar o mínimo possível para que quando o façamos tenha algum impacto.
Nunca a ameaçamos, nem com picas, nem com o polícia, nem com o ladrão ou com o papão. Isso para nós é totalmente errado.
Foi a pensar nestas asneiras, que quando construímos a casa e escolhemos os materiais (chão, etc), móveis e sofás, tivemos sempre presente que iria ser habitada, num futuro próximo, por crianças. E antes dela nascer, pintámos as paredes com tinta plástica lavável. São estas coisas (e as novas maravilhas como a esponja mágica!) que lhe dão alguma margem para fazer os disparates!
Eles têm de ser crianças enquanto o são!
Beijinhos
Sandra
Adenda: Como referi em cima (ver link) o primeiro castigo da Joana foi aos 15 meses. Também eu acho que cada criança é única e como tal não existe um castigo ideal para todas elas. Temos primeiro de conhecer a criança e saber o que resulta melhor, embora esta tarefa possa ser muito ingrata a maior parte das vezes. Mesmo com a Joana, reparo que temos vindo a adaptar o castigo à sua própria evolução. Nós óptamos por não criar nenhum lugar específico de castigo, mas sim o chão, porque chão existe em todo o lado, mesmo na rua! Evitamos entrar em negociações com ela (embora de vez em quando, para evitar o castigo o façamos) porque nestas coisas somos nós mais vulneráveis que eles :p pelo menos no nosso caso! Quanto à palmada santa que a Lipa referiu, até eu numa situação dessas com a minha calma toda acho que fazia exactamente o mesmo... espero nunca passar por uma situação dessas para confirmar a suposição!
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