terça-feira, março 07, 2006
Sobre esta barriga...
é um excelente apoio de braços quando estamos à espera em pé numa fila...
está do tamanho da barriga que fiz da Joana, a dias de ela nascer...
à conta dela podem-me chamar de "rabo espetado", porque quando me sento, espeto o rabo; quando cumprimento alguém, espeto o rabo (duas grávidas pançudas a abraçarem-se é lindo de se ver); quando lavo a louça, adivinhem, espeto o rabo, e por aí fora...
está redondinha, empinada e gira (pronto, não estou a ser modesta mas azarico :p)
expõe-me sobremaneira em todo o lado, é impressionante as cabeças (femininas e masculinas) que uma barriga destas faz girar na nossa direcção... não há 86-60-86 que resistam! :p
deve ser um íman gigante, pois todos querem por a mão e todos os pingos voam na sua direcção...
obriga-me a estar sentada no trabalho, como se estivesse num sofá, ou seja refastelada. Sempre que me chego à frente ou tento, simplesmente, endireitar, o embutido dá logo sinal que está a ser incomodado...
estou completamente enamorada por ela...
segunda-feira, março 06, 2006
Conversas com ela...
Ganchinhos. São a minha perdição, e o que ela me deixa por no seu cabelo, desde que a franja começou a ser grandita, sem qualquer tipo de protesto. As fitas, só quando lhe apetece e durante o tempo que ela entende. Tótós, embora adore vê-la com eles, dá-me pena fazê-los pela dificuldade em lhe pentear o cabelo.
Assim, com a chegada da nova colecção a uma loja aqui ao pé de mim, ataquei em força e reabasteci o stock (porque a velocidade a que desaparecem os ganchos e ganchinhos é estonteante!) já nas cores primaveris.
Nesse dia, quando lhe estávamos a vestir o pijama, lembrei-me do que tinha comprado e perguntei-lhe:
- Queres uma prenda, que a mãe comprou?
- Quéio! Vai buscai mãe!
- Então a mãe vai buscar.
...
- Toma, é para ti.
- Uma penda! A mãe compou! Óbigada mãe! - dizia ela enquanto tentava rasgar um saco de plástico aberto para chegar aos ganchinhos.
- A mãe ajuda-te - e viro o saco ao contrário, caindo os ganchinhos em cima da cama!
- Ai tantos! Gosto tanto! Óbigada mãe! Óbigada minha mãezinha!
E eu transbordo de felicidade por a ver assim tão feliz!
domingo, março 05, 2006
A Joana vai ter um irmãozinho...
é assim que começa a história. Não é o título do livro e as personagens chamam-se Sara e Vicente, mas a nossa versão tem uma Joana e um Miguel!
É um dos seus livros favoritos do momento, e um álbum que vai guardar a visão da gravidez, do nascimento e primeiro ano do Miguel, pelos olhos da mana mais velha.
Espero que ele um dia venha a gostar de ler o entusiasmo da sua mana pela sua chegada.
PS: livro da Civilização Editora
Digam... 33!
Já?! Aiiiii...
(ou 108, que é o tamanho da minha cinturinha de vespa :p)
PS: E na lista do BabyBlogs no dia 25/02 era 18ª de 62 barriguinhas... gluuppp
sexta-feira, março 03, 2006
Descubram as diferenças...
Joana às 32 semanas e 3 dias...
Miguel às 32 semanas e 1 dia...
Legenda: São as caras deles. Não estão de perfil, estão viradas de frente para nós com a cara inclinada para a esquerda. A metade esquerda da cara está na sombra por isso não se vê. A zona mais clara, corresponde a uma bochecha e parte do queixo.
(a qualidade não é muito boa mas é o que se arranja.)
Adenda: Mesmo não percebendo o que está na imagem, acho que dá para perceber a ideia geral, ou seja, que as imagens são mesmo muito semelhantes... agora estou oficialmente curiosa para saber como é a carinha dele.
Consulta das 32/33 semanas...
Tudo bem, é a conclusão que se tira e a que importa.
Depois da conversa da praxe, foi altura das medições:
- aumento de peso: 14,5kg (shame on me :p)
- tensão: perfeita
- útero: 33cm (continua acima da média)
- auscultação fetal: ouviu-se lindamente!
Depois de ouvirmos o coração, andou a apalpá-lo e acabou por me mostrar onde estava a cabeça dele. Segurei-a nas minhas mãos só com a pele a separar-nos. Foi uma sensação tão estranha senti-lo assim, e parece que o tornou ainda mais real (se isso é possível). Estou ainda nas nuvens com tal acontecimento.
As análises mostraram que já não tenho infecção urinária (ao contrário do que eu pensava) e segunda-feira lá vou eu fazer as últimas análises (e a famosa curva da glicémia).
Daqui a três semanas nova consulta, outra duas semanas depois, e finalmente, uma semana depois, vou fazer o CTG já no hospital. Como ele vai estar de férias vai deixar indicação aos colegas para o meu CTG e para o caso dele nascer nessa altura.
Esta consulta deixou-me com a sensação que a recta final aproxima-se a passos largos...
Pós-asneiras...
Sempre, depois de uma asneira, a pergunta que se segue é:
Ela - Gostas de mim mãe? Gostas? Gostas ou não?!
(e enquanto não lhe dissermos que gostamos dela, ela não nos larga)
quinta-feira, março 02, 2006
Asneiras...
Deixo de a ouvir. Sei que está na cozinha às escuras e fico alerta. Passado um pouco ouço a porta do frigorífico a abrir-se e um barulho de quem sorve algo.
Penso no que tenho dentro do frigorífico e não consigo ver nada que lhe possa apetecer comer e que faça aquele som ao ser comido.
Pé ante pé, vou espreitá-la. Está a comer a manteiga à colherada, com o pacote numa mão e uma colher na outra, à luz do frigorífico...
Fotografias não dava para tirar (é pena), por isso interrompi o "lanchinho". Pior do que a ver a comer assim a manteiga (aiii os vómitos que aquilo me deu :p) foi reparar no ar deliciado dela!!!
Conversas com ela...
no carro, depois de muita pergunta e resposta a um pai e uma mãe, que lá iam respondendo como sabiam e podiam:
Ela - Oh... já sei! Tenho uma boa ideia!!!
... e começa, com a sua lógica, a responder-se a ela própria. :p
(frase totalmente nova para a mãe, mas que o pai diz que ela já usa há algum tempo...)
Ainda no carro, se até agora já ninguém se podia sentar sem apertar imediatamente o cinto (porque temos de ie todos pesos!) agora obriga-nos a cumprir o código no que diz respeito aos semáforos:
Ela - Páia pai/mãe! Páia! Está vemeilho! Temos de paiái!
***
Ela - Podes andai pai/mãe! Está vede! Vede do sepótingue!
(ela diz muitas vezes "vede do sepótingue", "ajul do pôto" e "vemeilho do benfica")
À noite, quer no carro, na rua ou simplesmente na janela, o seu passatempo favorito é procurar as estrelas e a lua:
Quando não a vê:
Ela - A lua mãe?
Eu - Hoje está muito fininha, não se vê.
Ela - Ahhh... está escondida! Vamos pócuiá-la!
Quando a (re)encontra:
Ela - Está ali a lua! Vamos apanhá-la! Ohhh.... não chego... eu não chego à lua, pois não mãe?!
quarta-feira, março 01, 2006
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