quinta-feira, abril 06, 2006

Dona Redondinha...

sou eu, e é a designação que ocupa a primeira posição do Top intitulado "Nomes que me chamam e eu gosto!". Tinha de o anotar aqui, enquanto ainda o mereço! Sim... porque espero que daqui a uns tempos não continue a merecer tal designação!!! (tal nome, só podia mesmo ter vindo daqui!)

Quando...

o dia não acaba da melhor maneira (nada a ver com futebol ok!) e a única coisa que conseguimos fazer, é procurar no silêncio escuro do nosso quarto o consolo que ninguém nos pode dar. Quando a nossa revolta é tanta que adormecemos sem dar conta num choro soluçado. Quando a noite não é boa conselheira e o dia começa sem grande vontade de enfrentar a vida... Nada como fugir para a cama dela. Aninhar-me a ela. Cheirá-la e beijá-la. Sentir as suas mãos a segurarem-me com medo que a deixe, e deixar-me enebriar pelo amor que sinto por ela. Mesmo saindo mais tarde de casa. Mesmo apanhando mais trânsito. Mesmo chegando atrasada. Mesmo que nada tenha sido resolvido. O ânimo e a alegria, para enfrentar tudo e todos, estão de novo aí. Obrigada filha. Nem sabes o quanto me ajudaste. PS: Tristezas não pagam dívidas, e por isso hoje é um novo dia! Obrigada pelos miminhos que tenho estado a receber. Mesmo uma pateta alegre como eu, tem alturas menos boas... duram é pouco! Beijos e um bom dia para todos!

quarta-feira, abril 05, 2006

E porque...

. hoje o Benfica joga um jogo importante . tenho amigos benfiquistas (como é possível?!) . alguns (poucos) dos que me lêem são do Benfica . eu sou um espectáculo (e modesta... acima de tudo modesta) . tenho fair-play (especialmente quando ganho...) deixo-vos aqui o hino que a minha menina canta, sempre que se fala de futebol, e mesmo depois de dizer que é do sepótingue e que o benfica não pésta: ÉSSE-É-LÊEEEEEE! ÉSSE-É-LÊEEEEE! ÉSSE-É-LÊ-ÉSSE-É-LÊ-ÉSSE-É-LÊ! Mas olhem que isto não se volta a repetir por aqui! É só hoje!!! Só hoje!!!

Maix Auto! Maix Auto!

Medo?! Alguém falou em medo?! Naaaa... Adenda: O baloiço, foi comprado no Toys'R Us, é de madeira maciça e precisa de ser fixado ao chão. O baloiço traz três acessórios, um baloiço duplo (o que se vê do lado esquerdo), um outro para se pendurarem (que não está montado neste momento), e um baloiço simples (só assento sem costas). Depois comprámos a cadeira de baloiço onde a Joana está sentada à parte, porque ela ainda era pequenina e precisava de ser mesmo uma cadeira com encosto e protecção frontal (é da Little Tikes). Nós antes de comprar, andámos a fazer uma pesquisa, e sinceramente os baloiços de ferro não nos inspiraram muita confiança. Este é bastante sólido e não mexe! Tem é de ser instalado num jardim, porque precisa de ser "enterrado" no chão. Não sei a marca do baloiço.

terça-feira, abril 04, 2006

Eu não gosto de Donuts...

mas no Domingo parecia que só passavam na televisão anúncios de Donuts... Donuts disto, Donuts daquilo, e eu já só via Donuts à minha frente... comentei com o meu pazinho e ele prontificou-se a ir comprar. Disse-lhe que não valia a pena, mas a verdade é que só giravam Donuts à volta da minha cabeça... Hoje fui ao supermercado, comprar o pão e o leite, e o que vejo à minha frente?! Um expositor imenso de Donuts de todos os tipos e feitios. Compro não compro, não compro porque nem gosto disto mesmo. Sigo para a caixa sem comprar. Mas quando chego às caixas o que é que eu vejo?! Um expositor de Donuts em cada uma delas!!! Irra que é demais. Toca de meter uma caixa deles (dos tradicionais que isso de Donuts Light cheira-me a coisa muito estranha) no cesto, pagar as compras, conduzir até casa, fazer duas festinhas nos cães, pousar a mala, abrir o pacote e comer os quatro - QUATRO, QU-A-TRO - Donuts regados com meio litro de leite! Ai que estou tão enjoadinha agora... mas se eu nem gosto de Donuts, porque é que eu os fui comprar?!

Adenda: São quase dez da noite, continuo mais que enjoada e não consegui jantar... mas o Miguel está mais mexido que nunca!!! O raio do puto gostou mesmo!!!

E a seguir...

à pergunta: Isso está quase, não está?! a pergunta mais ouvida nas últimas semanas é: Então quando é que vais para casa?! ou Quando é que pedes baixa?! ou O que é que estás a fazer ainda a trabalhar?! Minhas amigas, enquanto me sentir capaz de vir trabalhar, e não houver nenhuma obrigação médica, não me apanham em casa. É óbvio que aqui no trabalho faço tudo muito mais devagar e já não início novos projectos. Mas não faço tensões de ir para casa antes deste menino decidir apresentar-se ao mundo. Observação: Não tenho nada contra quem opte por ficar, especialmente quando existem motivos de saúde, ou trabalhos demasiado stressantes, ou percursos casa-trabalho-casa demasiado esgotantes.

A Joana e a barriga...

A relação da Joana com esta barriga que tenho, tem mudado nos últimos dias. Na verdade, o seu comportamentou de forma geral tem-se vindo a alterar, especialmente nas duas últimas semanas. Além das reacções próprias da idade, como as birras inexplicáveis (raras no caso dela felizmente) e muita teatralidade à mistura, temos notado algumas reacções já não habituais nela. Em casa, tem-se descuidado mais vezes com os xixis, e acaba por fazer sempre umas pinguinhas nas cuecas. A necessidade de contacto físico aumentou. Faz mais disparates só para dar nas vistas. Quer-nos sempre perto dela. Agora fala muito no Miguel (como bebé e não como estando dentro da barriga) e no que ele vai fazer, o que dá a ideia de que ela tem consciência que ele vai nascer. Distribui os brinquedos por ela e por ele. Decidiu que as maminhas são para ele, mas por vezes reserva uma para ela (embora já não mame praticamente nada). Tanto diz que também é peque-nina como gande dependendo do contexto (quando se fala do Miguel ela é sempre peque-nina). Interrompe brincadeiras para vir dar beijinhos à barriga, ou partilhar brinquedos com ele - ontem à noite, o Miguel também teve de "brincar" com as plasticinas. :o) Quando me apanha a tirar fotografias à barriga, é vê-la a levantar as camisolas e a imitar as minhas poses, obrigando-me a fotografá-la e a mostrar-lhe o resultado (e que linda barriguinha que ela tem :p). A nossa política foi nunca forçar o tema "Miguel", em geral falamos apenas nele, quando é ela própria a puxar o assunto. Outras vezes, porque estamos a fazer alguma coisa relacionada com ele, pedimos-lhe ajuda, e perguntamos-lhe se ela quer ajudar a tratar dele quando ele nascer, ao que ela responde sempre toda contente que sim. Não compro sempre alguma coisa para ela, quando compro para ele, mas mostro-lhe sempre as compras que faço. Por vezes diz que também ela quer uma prenda, mas com a explicação de que às vezes é ela que recebe prendas e o Miguel não, ela desarma e não pede mais nada. A última vez que foi ao médico (para mostrar as tais manchas que pareciam ser varicela) fomos à CATUS e embora se tenha portado como uma menina grande durante o tempo que esteve a ser observada, enquanto a médica me dava alguns conselhos e prescrevia as pomadas, aquele consultório sofreu uma revolução. Era vê-la a rastejar no chão, a rasgar o papel da marquesa, a pedir um pauzinho e a atirá-lo ao chão, etc. A médica perguntou-me: Ela nunca se portou assim antes, pois não? E na verdade não. Pois, prepare-se, porque ela sabe que esse bebé está quase a nascer, foi a conclusão pronta da médica. Embora não esteja receosa começo a ficar ansiosa por ver como vai ser mesmo a reacção dela à chegada do mano. Não preocupada, mas curiosa. Sempre que ela fala perto da barriga é ver o Miguel a pontapear como se não houvesse amanhã. Nem com o pai ele tem uma reacção tão entusiasta. Ele pode estar quieto há imenso tempo, mas assim que a irmã se aproxima dele, e lhe diz qualquer coisa, ele dá sinal. E esta reacção tranquiliza-me sobremaneira. A única coisa que desejo, é que eles sejam verdadeiros irmãos até ao fim das suas vidas, e acho que não estão a começar mal. Adenda: Ia responder nos comentários, mas acho que precisa de ficar aqui: Rosa, para mim são os altos e baixos é que tornam a relação entre irmãos tão especial... Se há alguém com quem eu tenha tido mais disputas, mais zangas, mais lutas, mais arrufos foi com os meus irmãos. Mas também não há nada no mundo que consiga diminuir o amor que sinto por eles! Não há nada no mundo que os substitua. Não há nada no mundo que consiga abalar esta nossa relação. Nem mesmo a morte...

segunda-feira, abril 03, 2006

Ter um filho...

é sorrir, sem quê nem porquê, sozinhos no meio da rua, enquanto nos lembramos de uma qualquer patetice ou de apenas uma expressão sua.

domingo, abril 02, 2006

37 semanas...

está-se bem e recomenda-se! Adenda: Só tenho uma palavrita para vocês: MALUCAS!!! Se eu alguma vez pensei que o que vos iria chamar à atenção aqui, seriam as cuequitas!!! Devia ter usado umas daquelas que chegam até às mamas :p Olhem que isto é um blog familiar... acho eu de que... acho :p

Qual é coisa qual é ela...

que vai dos 74 aos 114 em 37 semanas?! A minha cintura pox tá claro :p