segunda-feira, maio 05, 2008

Dia da mãe V...

Hoje foi dia da mãe na escolinha.Ouvimos uma história de encantar sobre mães e filhos e o amor que os une.Recebi um abraço quentinho em forma de pintura, desenhámo-nos em versão pinguim e comemos bolo de chocolate-azul-do-mar.Adorei tudo, do início ao fim, mas se tivesse de fazer um best of deste dia, tenho a certeza que o que encabeçaria a lista era este desenho dela e do S., depois pintada por todos os meninos da sala, a ilustrar este dia.Lindo!

As rosas...

do meu jardim

domingo, maio 04, 2008

Dia da mãe IV...

porque não custa nada tornar dias especiais em dias que fazem a diferença.

Dia da mãe III...

aqui as prendas fazem-se.

[ela apercebeu-se que estava a fotografá-los e apressou-se a esconder o trabalho... porque é surpresa :p]

Dia da mãe II...

os meus filhos foram com o pai cortar uma rosa ao canteiro para me darem. Quando me deixaram abrir os olhos e me entregaram a flor, o meu filho arrancou-ma das mãos e deu-lhe uma dentada. Há lá prova de carinho maior?!

Dia da mãe...

os meus filhos acordaram cedo como de costume e borrifaram-se para o meu presente desejado de mais uma horinha de sono de beleza. Estiveram-se nas tintas para o pequeno-almoço na cama preparado com mãozinhas pequeninas, e, antes de exigirem o deles no sítio de costume, ainda andaram de cavalo nas minhas costas e pisaram-me os cabelos. O início do meu dia da mãe parece-se muito com outro dia qualquer, mas aquela marca de fraldas disse que eu era a melhor mamã do mundo. E isso fez toda a diferença, claro!

sexta-feira, maio 02, 2008

Terá sido mesmo assim tão fácil?!


Na quarta-feira, foi cada um dos filhos jantar e dormir a casa dos padrinhos respectivos.

Nós aproveitámos para desfrutar de um jantar sossegado perspectivando uma noite de sono reparador (neste momento é melhor prenda que nos poderiam ter oferecido, obrigada!). Quando chegámos a casa, descobrimos que não tínhamos mandado nenhuma das chuchas do Miguel. Pânico!

Como não nos disseram nada, pensámos que deviam ter ido buscar a chucha que está na casa da avó Tina e deixámos esse assunto para o dia seguinte.

Para nosso espanto, ele nunca pediu a chucha, adormeceu lindamente, dormiu a noite toda (pois!), e mesmo durante o dia seguinte, ninguém ouviu este menino protestar.

É claro que ontem à noite ainda tentámos não lhe dar a chucha, mas não tivemos sucesso absolutamente nenhum (e tivemos direito a uma birra monstra a meio da noite... pois!)

Hoje, quando a avó Tina soube da noite sem chucha, decidiu não lhe dar a dita para a sesta, e por conseguinte, quando eu soube do sucesso da sesta sem chucha, apressei-me a esconder as três cá de casa, na esperança que ele nem as mencionasse.

É claro que chegou à hora de ir para a cama e ele lembrou-se das chuchas.

Eu já tinha começado a pensar neste assunto e se bem que não tinha nenhuma ideia do que iria fazer, já tinha alguma opinião sobre o que não iria dizer. Frases como: Foi o cão que levou! ou, O gato comeu! e outras que tais, estavam fora dos meus planos.

É então que ele me confronta: Mãe, a chucha? E é então que eu respondo: Acho que foi o Rufus que a comeu! Não há mais chucha!

[e agora apetecia-me desenvolver o tema "teorias são boas mas é para os outros", mas siga, que isto já vai longo]

Protestou um bocadito, fez-me fingir que andava à procura das chuchas, mas a seguir apaguei a luz, ele enroscou-se a mim tacteando-me os lábios como sempre faz e... adormeceu, tão bem ou melhor, como nos outros dias.

Terá sido mesmo assim tão fácil?

Uma coisa é certa, agora que começámos, já não voltamos atrás!

(bravo filho!)

Adenda: A noite correu bem até às cinco da manhã, em que ele acordou, lembrou-se das chuchas e não queria desistir delas. Mas depois de um bocadinho, bebeu leite e voltou a adormecer até hoje de manhã. Acho que já não há volta, a chucha já era. [espero!]

Conversas com ele...

Está sentado na mesinha a risc... pintar um livrinho de desenhos. No meio da sua cantoria imperceptível, ouço: - O pôto é bom! O pôto é bom! - o quê Miguel? O Porto é bom? - xim! O pôto é camião! [campião] quando o pai souber...

Expressões dele, para mais tarde recordar...

xexa a póta! [fecha a porta] xasca, mãe! [descasca] burráco [buraco]