quinta-feira, março 29, 2012

Descubram o Wally...


ou neste caso, descubram o pai Costinhas.

[diz que hoje houve um pinheiro que não se desviou... e que houve uma mãe que se fartou de rir... é claro que essa mãe também teve a sua dose de afundanços na neve, mas isso agora também não importa nada...]

terça-feira, março 27, 2012

Ponto alto do dia de hoje...


Para os grandes: Fora de pista. Andar por cima de neve virgem, que ainda não foi pisada, num sossego sem igual e com a adrenalina nos píncaros. Mesmo que de vez em quando o tralho aconteça e fiquemos enterrados até à cintura (e a prova disso é esta foto que se não fosse o sr. tralho não a tinha tirado :p).


Para os mais pequenos: Entrar dentro de um iglo. Mesmo que o iglo já tenha perdido parte de um dos tectos - o AO que me desculpe mas tetos para mim é outra coisa totalmente diferente - e que no seu interior houvesse um bar e não uma verdadeira casa.

Eles crescem...


e surpreendem-nos constantemente com as suas descobertas. Fazem sempre mais do que achamos que são capazes e achamos que nunca conseguimos acompanhar o ritmo a que se tornam cada vez mais autónomos e começam a reclamar essa autonomia.

Mas depois, depois, há momentos em que mesmo grandes de tamanho são aqueles pequenos bebés que segurámos nos braços, dias, semanas, meses a fio. E esses momentos são mesmo para ser aproveitados, saboreados e fixados de todas as formas possíveis de tão raros que são.

Hoje tive um desses. E a raridade tornou-se ainda maior, no momento em que consegui fotografar.

segunda-feira, março 26, 2012

Hoje nevou e fez sol...

(se olharem com atenção e um bocadinho de boa vontade, aposto que conseguem ver os flocos de neve a cair do céu :p)

Hoje foi a primeira vez que eles viram nevar e estavam eufóricos. Eu lembro-me de ver nevar pela primeira vez e da emoção que foi, ao acordar e espreitar pela janela ver aqueles bocadões - acabou-se a poesia :p - brancos e um bocado indecisos na direção a bater na janela da sala e amontoarem-se no parapeito. Tinha 17 anos, estava de t-shirt e calções dentro de casa e colei-me à janela a ver o dia começar cinzento e a neve a cair. Até podia ser o dia mais feio para os locais que para mim seria sempre o mais perfeito de todos.

Eles deitaram a língua de fora e decidiram que a neve que cai do céu sabe a frio.

Rásparta a minha veia pragmática que os atingiu tão novos.

sexta-feira, março 23, 2012

Quando é que...

deixamos de ter dúvidas?

Finalmente...


Finalmente, entreguei-lhe o seu presente de Natal.

Foi assim que me fez sentido. Fazê-lo com tempo, carinho, paciência e acabá-lo à sua frente. Lavá-lo e terminá-lo e ajustá-lo no seu pescoço.

E é tão bom saber que vai acompanhá-la nos dias frios de Edimburgo. Que lhe vai ser útil. E que vai poder ter, sempre que queira, sempre que precise, bem juntinho dela, num abraço quente, um bocadinho da irmã mais velha.

Boa viagem mana. Até daqui a uns meses!