O meu carro estava imundo. Ok, imundo é eufemismo, estava porco mesmo e a precisar urgentemente de uma intervenção de especialistas.
Assim, na sexta-feira passada quando peguei na minha miúda e raptei a sua melhor amiga - raptada com o consentimento da sua mãe, claro está - para uma noite de miúdas depois do ballet, enquanto nós invadíamos a Sephora a experimentar maquilhagem e perfumes, e, abancávamos na Bertrand e FNAC (que mesmo as noites de gajas têm o seu lado cultural) a folhear livros do Gerónimo Stilton e de Uma Aventura, entreguei o carro a uma daquelas empresas de lavagem automóvel dos parques dos centros comerciais (mesmo que me faça alguma confusão aquelas pessoas trabalharem naquele ambiente que não deve ser nada recomendável para se estar muito tempo).
Quando cheguei para o ir buscar nem o reconheci. Brilhante por dentro e por fora, e, cheiroso. Tão cheiroso que nem colei o "pega-cheiro" de morango que comprei no balcão da dita.
É claro que nessa noite e no dia seguinte ouve logo discurso sobre o importante que era todos estimarmos aquela limpeza e blá blá blá, dirigida especialmente aos seres com menos de um metro e meio.
Discurso feito. Espirito de inspetora nas entradas e saídas da viatura. Tolerância zero para brinquedos e lixos esquecidos. Tudo isto, para dois dias depois e a meia dúzia de quilómetros de casa, estar a passar para o banco de trás uma bolacha, que tinha já nem sei porquê na mala, ao mais novo que se queixava de muita fome e ainda acrescentar com um ar muito sério: cuidado com as migalhas!
A sério. Podem-me dar dois pares de estalos.
quinta-feira, maio 31, 2012
quarta-feira, maio 30, 2012
Com um filho assim...
à noite, depois de me cantarem os parabéns e como eu não queria ir para debaixo da mesa morder a vela, pedir um desejo e gritar muito alto [tradição vinda não sei de onde e que eles muito gostam de cumprir...] foram eles dois em meu nome. Quando regressam aos seus lugares na mesa:
- eu queria dizer-te o que desejei mas se digo não se realiza. - começa ela.
- então não digas. - digo eu.
- mas se pedi por ti, se calhar não faz mal...
- então diz!
- pedi que fosses sempre muito feliz! - diz ela antes que eu mude de ideias.
- e eu pedi uma PSP! - remata ele de imediato - mas para ti mãe! não era para mim, era para ti!
- eu queria dizer-te o que desejei mas se digo não se realiza. - começa ela.
- então não digas. - digo eu.
- mas se pedi por ti, se calhar não faz mal...
- então diz!
- pedi que fosses sempre muito feliz! - diz ela antes que eu mude de ideias.
- e eu pedi uma PSP! - remata ele de imediato - mas para ti mãe! não era para mim, era para ti!
Com uma filha assim...
Ao telefone com a Inês:
- velha? não! a minha mãe só faz 37 anos! há outras mães que já têm quarenta anos e assim...
[lol]
- velha? não! a minha mãe só faz 37 anos! há outras mães que já têm quarenta anos e assim...
[lol]
terça-feira, maio 29, 2012
37 anos...
feitos ontem e deixo uns bocadinhos do meu dia em imagens.

[houve surpresa, duas até, e foram exatamente aquilo que precisava e que acho sempre que não mereço. obrigada [amo-te].]
Nos dias de anos...
ou simplesmente, nos dias felizes - nossos ou dos nossos aprendem-se grandes lições.
domingo, maio 27, 2012
Isto só pode ser um sinal...
Eu adoro surpresas.
Gosto de as preparar aos outros, gosto de as concretizar e gosto especialmente de ver a reação de quem é surpreendido, mas, a verdade é que a última vez que fui mesmo surpreendida foi já há tantos anos que até o número já tem dois algarismos.
A semana passada começou ele: vais meter o dia nos anos? vais? vais meter o dia? e enquanto não meti dia, ele não parou.
Pensei, queres ver que finalmente vou ter direito a uma surpresa? e confesso que fiquei feliz só com a ideia de finalmente alguém ter dedicado o seu tempo para me surpreender.
Ontem, durante a festa do baptizado que estava a fotografar, ligam-me os filhos a pedir para ficarem a dormir nos avós e depois de falar com ambos, acrescenta ele: olha se quiseres podes tirar o dia de férias. Ia levar-te a Évora para experimentares o salto mas telefonaram-me a dizer que o avião avariou e que não o reparam a tempo.
Se isto não é um sinal que não fui feita para ser surpreendida, não sei o que mais seja. Mas tenho pena.
Gosto de as preparar aos outros, gosto de as concretizar e gosto especialmente de ver a reação de quem é surpreendido, mas, a verdade é que a última vez que fui mesmo surpreendida foi já há tantos anos que até o número já tem dois algarismos.
A semana passada começou ele: vais meter o dia nos anos? vais? vais meter o dia? e enquanto não meti dia, ele não parou.
Pensei, queres ver que finalmente vou ter direito a uma surpresa? e confesso que fiquei feliz só com a ideia de finalmente alguém ter dedicado o seu tempo para me surpreender.
Ontem, durante a festa do baptizado que estava a fotografar, ligam-me os filhos a pedir para ficarem a dormir nos avós e depois de falar com ambos, acrescenta ele: olha se quiseres podes tirar o dia de férias. Ia levar-te a Évora para experimentares o salto mas telefonaram-me a dizer que o avião avariou e que não o reparam a tempo.
Se isto não é um sinal que não fui feita para ser surpreendida, não sei o que mais seja. Mas tenho pena.
sexta-feira, maio 25, 2012
Projeto Bombeiros...
Este já deve ser dos últimos (se não o último) projetos da sala dele e não podia ter sido escolhido mais à sua medida (ou não fosse ele conhecido por cookiebombeiro).
Assim, lançaram-se na recolha de materiais relacionados com os bombeiros pelas famílias e restantes salas, para construírem o seu próprio quartel de bombeiros, e, nós decidimos fazer um verdadeiro 2 em 1 e reunimos esta atividade à atividade em família da semana (que era sobre o trabalho em equipa) e fizemos verdadeiras labaredas para que possam combater como verdadeiros bombeiros.
Há um menino que está para lá do ponto de combustão com este projeto... tão bom.
Assim, lançaram-se na recolha de materiais relacionados com os bombeiros pelas famílias e restantes salas, para construírem o seu próprio quartel de bombeiros, e, nós decidimos fazer um verdadeiro 2 em 1 e reunimos esta atividade à atividade em família da semana (que era sobre o trabalho em equipa) e fizemos verdadeiras labaredas para que possam combater como verdadeiros bombeiros.
Há um menino que está para lá do ponto de combustão com este projeto... tão bom.
quarta-feira, maio 23, 2012
Hoje não me esqueci de nada...
mas pareceu-me que houve pelo menos um metro que se esqueceu de passar à hora habitual.
[um metro a menos + greve dos comboios = a-tra-so-e-sar-di-nha-em-la-ta]
[um metro a menos + greve dos comboios = a-tra-so-e-sar-di-nha-em-la-ta]
2h40...
A esta hora não é boa ideia apetecer-nos uma coisa destas, certo?
Para quem não sabe, eu explico: eu tenho uma comadre - gosto tanto de dizer comadre - que faz o melhor bolo bolacha de tódó mundo.
Acho que vou largar o trabalho e dormir. Mesmo que o mais perto que eu esteja deste bolo seja pela foto é melhor não arriscar.
Para quem não sabe, eu explico: eu tenho uma comadre - gosto tanto de dizer comadre - que faz o melhor bolo bolacha de tódó mundo.
Acho que vou largar o trabalho e dormir. Mesmo que o mais perto que eu esteja deste bolo seja pela foto é melhor não arriscar.
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