quinta-feira, abril 25, 2013

quarta-feira, abril 24, 2013

Por mais ausente que esteja, este não pode faltar...

O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos! O meu filho só tem seis anos!


[não fugi, não estou a ignorar ninguém, nem me esqueci das minhas responsabilidades, e, muito menos das amizades e de quem nos quer e a quem queremos bem, no entanto, há alturas que para não perdermos a pouca sanidade mental que nos resta temos mesmo de agir e a minha forma de agir teve de ser parar. parar por completo. mas eu volto...]

quinta-feira, março 07, 2013

Ausência...

São quase seis da matina e estou com uma insónia poderosa. Tenho andado longe de tudo e de todos, porque preciso. Quando as coisas deixam de fazer sentido, temos de reencontrar o fio condutor e eu não sei se me tenho esforçado o suficiente nessa busca, nem sequer se a tenho feito da melhor forma, mas hoje, depois de ter adormecido na minha cama com um filho de cada lado e de ter acordado com o som da chuva que cai certa na folhagem lá de fora, sinto que se fez um clique e que, de alguma forma, ganhei nova determinação.

O único problema é que, quando nos afastamos demasiado nas nossas explorações, acabamos por deixar de ver a casa ao fundo do caminho quando olhamos por trás.

E eu já não consigo ver sequer o telhado...

E agora?



quinta-feira, fevereiro 14, 2013

É tudo uma questão de perspetiva...

Os quatro amigos pequenos a brincarem às escondidas, os quatro amigos adultos a conversar, de repente chega o Miguel, queixoso de que as miúdas não paravam de fazer batota.

- Vá lá Miguel não fiques assim. Tu nunca fazes batota, queres ver!?
- Eu não faço batota! Eu só me engano às vezes...

segunda-feira, fevereiro 11, 2013

Mãe de quatro...

Ter de ficar o carnaval de prevenção no trabalho tem destas benesses. E sabem bem. A eles e a mim.



[acho que nunca fiquei tanto tempo sem escrever, mas a cabeça anda por demais às voltas para conseguir sequer vir aqui...]





segunda-feira, janeiro 28, 2013

Dia de Reis...

no primeiro baptizado do ano, quatro imagens que falam por si.





[a bebé é filha de amigos... não se ponham com ideias :p]

quinta-feira, janeiro 24, 2013

Pouco a pouco...


Pouco a pouco, seguimos em frente. Mesmo com tanto passo para trás, o que importa é ir avançando e de preferência para frente.

É assim que chegamos a esta foto. A estreia de um frigorífico com uma garrafa que aguarda por ser aberta há dois anos.

É provável até que esteja estragada quando finalmente o dia pelo qual ela aguarda chegar, mas até lá, ela ali está à nossa frente sempre que formos buscar a manteiga para o pão, ou o leite, ou a sopa, para nos lembrar que por mais longo, sinuoso e esburacado que seja o caminho, no final iremos ter um motivo pelo qual celebrar.

Basta esperar e não baixar os braços.

terça-feira, janeiro 15, 2013

bye bye térmitas...

e uns quantos euros valentes, olá buracos em tudo o que é rodapé e chão da rua.

O que vale é que só ficam assim, esburacados ou arrancados, até março. Isso se as queridas não voltarem a dar o ar de sua graça, claro.

Não voltem, não? Agradecida.



[o tratamento consiste em aplicar uma calda inseticida nas paredes, placa e fundações, por dentro de casa e por fora, para manter as bichas longe.]

quinta-feira, janeiro 10, 2013

blog diz olá às térmitas, térmitas digam olá ao blog...


E lá se vai a minha esperança que em 2013 tudo seja melhor, com menos stresses, com menos surpresas indesejáveis, com menos contrariedades.

Ontem filho doente em aniversário do pai, hoje mãe a ficar a trabalhar em casa com o filho e a descobrir que uma colónia de térmitas subterrâneas gostou imenso do MDF de que são feitas as ombreiras e rodapés da sua casa, e, que habitam alegremente por baixo do soalho e com arraiais assentes no jardim da frente ou nas fundações da casa.

As paredes do hall acabaram de ser pintadas numa tentativa desesperada de começarmos a virar costas às obras do demo, e em menos de uma semana já tenho novamente uma entrada de uma casa em obras, com rodapés e ombreiras arrancados. Já para não falar de que íamos finalmente começar a nossa cozinha e eis que temos uns belos orçamentos para tentar aniquilar a praga.

A sério, é sal que se espalha na porta da rua para espalhar maus olhados, é? É porque isto já começa a soar a loucura...