Por altura do aniversário do Facebook:
pai - o facebook fez agora 10 anos.
ela - xiii... estou velha, já sou mais velha que o fb!
E eu a pensar que este tipo de pensamentos só começavam mais tarde...
[talvez seja melhor não lhe dizer que também é mais velha que o euromilhões...]
quinta-feira, fevereiro 13, 2014
quarta-feira, fevereiro 12, 2014
Pela segunda vez...
Uma manhã que começa bem, com filhos bem-dispostos e cooperantes, pequeno-almoço tomado com sorrisos e gargalhadas, acaba com mãe a disparar em todas as direções, todas as folhas de um dossier a caírem no meio da estrada molhada*, um dos filhos a entrar na sala de aula com o teste já a decorrer, mãe a bufar com o trânsito, todas as variedades de condutores domingueiros e semáforos que, claro, tinham de estar todos vermelhos.
E porquê?
Pois não sei... porque num daqueles segundos em que continuavamos todos em paz e sossego e eu até tinha tempo para me acabar de arranjar para além do tirar migalhas de cima, o mais novo entra em modo estou-do-contra-tu-és-má-feia-e-só-quero-o-que-não-posso-agora e a mais velha no modo eu-estou-na-lua-e-não-me-digam-para-fazer-nada-tragam-me-tudo.
Aaaaaaahhhhhhhhh como é linda a maternidade matinal.
* esta foi a primeira...
E porquê?
Pois não sei... porque num daqueles segundos em que continuavamos todos em paz e sossego e eu até tinha tempo para me acabar de arranjar para além do tirar migalhas de cima, o mais novo entra em modo estou-do-contra-tu-és-má-feia-e-só-quero-o-que-não-posso-agora e a mais velha no modo eu-estou-na-lua-e-não-me-digam-para-fazer-nada-tragam-me-tudo.
Aaaaaaahhhhhhhhh como é linda a maternidade matinal.
* esta foi a primeira...
segunda-feira, fevereiro 03, 2014
Nada na vida acontece por acaso...
Seja um encontro acidental com alguém com quem já não se fala há muito tempo. Uma nova amizade. Um sorriso. Uma mensagem que se recebe a puxar por algo em nós que teimamos em deixar adormecido. Uma asneira. Uma frase. Uma conversa. Alguém que nos encoraja a querer ser mais. Uma imagem. Uma desilusão. Um desafio. Um boa notícia. Um elogio. Uma crítica. Um abraço amigo.
Tudo o que acontece tem um papel fundamental na nossa vida. E está nas nossas mãos fazer com que todas elas contem e sirvam para nos fazer ser um bocadinho melhores para nós, para os outros, do que fomos até aí.
A vida não pára, e tal como diz a tatuagem de uma amiga: a vida resolve-se sozinha...
E a minha está a começar a resolver-se.
Tudo o que acontece tem um papel fundamental na nossa vida. E está nas nossas mãos fazer com que todas elas contem e sirvam para nos fazer ser um bocadinho melhores para nós, para os outros, do que fomos até aí.
A vida não pára, e tal como diz a tatuagem de uma amiga: a vida resolve-se sozinha...
E a minha está a começar a resolver-se.
segunda-feira, janeiro 20, 2014
Conversas com ele...
Há uns dias, pelo telefone:
- mãe, preciso de te contar uma coisa mas não te podes rir! Promete!
- não rio, prometo. O que se passa?
- mãe, eu acho que estou apaixonado!
[foi a primeira vez que ouvi algo assim vindo dele. Imaginei-lhe o brilho nos olhos e conclui que não podia existir nada mais bonito do que isso para ouvir como resposta à minha pergunta...]
- mãe, preciso de te contar uma coisa mas não te podes rir! Promete!
- não rio, prometo. O que se passa?
- mãe, eu acho que estou apaixonado!
[foi a primeira vez que ouvi algo assim vindo dele. Imaginei-lhe o brilho nos olhos e conclui que não podia existir nada mais bonito do que isso para ouvir como resposta à minha pergunta...]
sexta-feira, dezembro 27, 2013
Natal...
Dia 24, chove sem parar, a luz falta às 13h, o almoço é encomendado à Telepizza (já não usamos gás), o bolo rei vai para o forno dos sogros, telefonemas para a EDP, o jardim inunda mais uma vez, sem luz as bombas não podem funcionar para extrair a água, pelas 17h acendem-se a meia dúzia de velas de cheiro que existem em casa, o António baldeia água para a rua sem que a chuva lhe dê tréguas, pelas 19h temos os bombeiros a ajudar-nos a evitar que a água entre dentro de casa, mais telefonemas para a EDP que tinha dado o problema como resolvido, pelas 20h vê-se finalmente a carrinha do piquete de urgência da EDP, pelas 20h30 volta a luz, põe-se a mesa, pelas 21h chegam os avós com o bacalhau e as couves a fumegar dentro dos tachos, come-se, vê-se o episódio de Beirais e abrem-se os presentes. Fim.
Obrigada EDP.
Espero que o vosso Natal tenha sido bem mais típico que o nosso.
quinta-feira, novembro 14, 2013
Penpals...
Quando era miúda tive três penpals. A Lynn era escocesa e começámo-nos a corresponder quando tinha 10 anos. A Sarah era irlandesa e surgiu por volta dos meus 12 anos. E a Douja era alemã e a minha grande amiga das férias de verão.
Da última vez que nos vimos disse-lhe: não era giro se as nossas miúdas começassem a escrever-se uma à outra? A ideia ficou, e na segunda-feira a Joana tinha à sua espera uma carta. A sua primeira carta. E foi lindo ver a reação dela, apressando-se a preparar um rascunho com a resposta.
O mesmo texto vai em alemão e português e vai servir para cada uma delas ganhar gosto pela língua materna uma da outra.
Que seja o início de uma bela descoberta para cada uma delas.
domingo, novembro 10, 2013
Tesouros...
Este quadro, gigante, é um verdadeiro tesouro para mim. Está na casa de uma pessoa de quem gosto muito, a decorar o quarto de uma bebé que embora ainda não tenha nascido já tem em mim uma amiga para a vida. Uma tia.
Este desenho foi feito pela minha miúda e pelo seu grande amor dos três anos. Ainda continuam como colegas até hoje. São quatro os que resistem juntos na escola desde os três anos, mas como amigos continuam muitos mais.
É bom, perceber que a ideia que tínhamos na altura de que as amizades feitas nestas idades não são para desvalorizar tem mesmo fundamento. E fico feliz, por termos (nós pais) conseguido ajudá-los a estimá-las.
Espero poder continuar a vê-los a crescer enquanto pessoas e amigos.
Um muito obrigada a todos os meus amigos. Por crescerem comigo também...
[tenho andado doente, daí este novo interregno. mas a coisa vai melhorar... tem de.]
terça-feira, outubro 15, 2013
O Miguel e a bola...
À bola joga-se até descalço. Parece até, que à bola joga-se até de meias. As meias é que podem não achar muita graça à brincadeira...
domingo, outubro 13, 2013
A minha filha só tem 9 anos...
A minha filha só tem... ooopppsss já passa da meia-noite.
A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos!
(como é possível?!)
Parabéns minha joaninha!
PS: Ao mesmo tempo que escrevo isso, delicio-me com as conversas dela e das suas melhores amigas que vieram fazer-lhe uma festa surpresa e cantar-lhe os parabéns à hora que nasceu. Se até aqui, a meia-noite e dois era só nossa, um momento em que eu e o pai a beijávamos adormecida e lhe desejávamos tudo de bom em surdina, vai passar a sê-lo cada vez menos. E é bom.
A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos! A minha filha já 10 anos!
(como é possível?!)
Parabéns minha joaninha!
PS: Ao mesmo tempo que escrevo isso, delicio-me com as conversas dela e das suas melhores amigas que vieram fazer-lhe uma festa surpresa e cantar-lhe os parabéns à hora que nasceu. Se até aqui, a meia-noite e dois era só nossa, um momento em que eu e o pai a beijávamos adormecida e lhe desejávamos tudo de bom em surdina, vai passar a sê-lo cada vez menos. E é bom.
quinta-feira, outubro 10, 2013
Dez do Dez...
Daqui a três dias a minha miúda gira faz dez anos e daqui a uma meia dúzia de dias, espero poder dizer finalmente que as minhas obras acabaram.
Durante este tempo em que andei absorvida pela vida real, recebemos notícias terríveis e tivemos boas surpresas, e se por vezes me parecia que o tempo não andava, outras houve em que nem dava conta da velocidade a que corriam os dias.
Por vezes a vida engole-nos e mastiga-nos até não termos mais forças e é aí que temos de tomar uma decisão. Ou deixamos que ela nos engula, ou respondemos à letra.
Afastar-me foi a minha forma de não ser engolida, e independentemente do que se passou, o importante é que já não me sinto mastigada.
E a modos que, hoje, pareceu-me um bom dia para voltar. Aos poucos, devagarinho, pé ante pé, mas segura da decisão.
Olá!
Durante este tempo em que andei absorvida pela vida real, recebemos notícias terríveis e tivemos boas surpresas, e se por vezes me parecia que o tempo não andava, outras houve em que nem dava conta da velocidade a que corriam os dias.
Por vezes a vida engole-nos e mastiga-nos até não termos mais forças e é aí que temos de tomar uma decisão. Ou deixamos que ela nos engula, ou respondemos à letra.
Afastar-me foi a minha forma de não ser engolida, e independentemente do que se passou, o importante é que já não me sinto mastigada.
E a modos que, hoje, pareceu-me um bom dia para voltar. Aos poucos, devagarinho, pé ante pé, mas segura da decisão.
Olá!
(a estreia do lava-louça, dois anos e meio depois de começarem as obras)
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