sexta-feira, junho 03, 2011

Mais uma para a lista de hoje...

o tal verniz de gel começou a saltar pela base da unha, eu a seguir ao trabalho arranco quase directo para o Porto para dar um workshop de fotografia durante o fim-de-semana, não tenho como encaixar uma ida à manicure para tirar isto e isto não sai senão com um produto próprio... bonito.

Na segunda...

ao comer um pêssego distraidamente ao mesmo tempo que trabalhava, sinto o caroço a saltar e vem um sabor desagradável à boca. Estava cheio de coisinhas pretas no meio do caroço que sabiam mal e deixaram um ligeiro tremor no lábio. Eis senão quando me cai um bicho cheio de patas da boca. BLHAC.

Depois disso, estava (distraidamente) sentada no metro a regressar para casa quando de repente olho pela janela e vejo a minha saída do lado de lá. Levanto-me, mas o mar de gente impossibilita-me chegar à porta antes que esta feche, e, eu fico a ver a paragem do outro lado e a mentalizar-me para mais o atraso nos planos quando sem aviso, eis que as portas abrem e o senhor maquinista me deita um sorriso (eu vou sempre junto da primeira porta da primeira carruagem). Será que ele me viu pelas câmaras internas? Fosse como fosse, conclui que esta sorte compensava largamente os azares anteriores e sorri.

Hoje, depois de uma saída de casa atribulada deixo-a na escola e dirijo-me para a dele para ver e registar o concerto do grupo mais fabulástico de todos os tempos (ie, a sala do mais novo) e entre escolas, dou conta que me esqueci de um trabalho para entregar em casa, fico piurça comigo e toca de cravar o marido para me safar de mais uma.

Depois do concerto e de recolher autógrafos dos membros da banda, chego ao metro e nada de passe. Procuro, remexo mala, remexo carteiras e nada. Passo o sete colinas que anda numa carteira à parte para estas eventualidades e sigo caminho.

Entro no metro, e uma senhora toca-me no braço e faz intenção de se levantar. Sente-se, é melhor sentar-se. Diz ao mesmo tempo que deixa escapar um sorrisinho cúmplice. E eu não, obrigada. E ela, olhe que é mais seguro, novamente com o sorrisinho do tu-a-mim-não-me-enganas-marota. Não me sentei. E pensei que talvez fosse melhor começar a amealhar para a tal operação aos músculos da barriga.

Chego ao trabalho, sento-me, tento entrar na minha conta e nada. Conta bloqueada.

Logo à tarde vou ter muita sorte, certo?

quinta-feira, junho 02, 2011

Mentes Irrequietas...

Conheço muitos sites estrangeiros com boas dicas de actividades para pais e filhos. Actividades simples de preparar e que além de divertidas, podem ser muitas das vezes pretextos para introduzir alguma curiosidade científica e aguçar a vontade em investigar os porquês.

Para mim as crianças devem brincar simplesmente pelo prazer de brincar, mas aprender brincando também é outra das minhas filosofias de vida. Porque para mim aprender sempre foi um prazer e é essa a mensagem que lhes quero transmitir acima de tudo: aprender pode e deve ser um prazer.

Mas isto tudo é só para vos apresentar um blog português e ainda recém-nascido mas que já oferece boas dicas de actividades para fazer com eles: o Mentes Irrequietas.

Parabéns à Clara que teve a ideia e força para o manter assim, sempre interessante. Já tenho umas quantas experiências que quero fazer com eles.

Olha afinal...

acordaram bem-dispostos, vestiram-se sozinhos e comeram rápido o que fez com que saíssemos praticamente à mesma hora de sempre.

Isto é que foi uma manhã fixe! :p

Reformulo...

é tão fácil de repetir se for uma sexta ou um sábado. Quem é que os consegue acordar hoje de manhã?! :p

quarta-feira, junho 01, 2011

Isto é que é um dia fixe!

Disse ela, às dez da noite e do cimo da rampa do skatepark ao mesmo tempo que pisava o pedal direito e descia por ali abaixo. Depois de um dia passado em festas nas respectivas escolas, um fim-de-dia em passeio de bicicleta a quatro, um jantar na esplanada e a aventura de pedalar o caminho de regresso já de noite.

O tempo morno, a ausência de vento,  a imensidão de gente a aproveitar o que a cidade tem de bom, nada de coisas que perdem o interesse pouco tempo depois de recebidas e ocupam espaço em casa.

Isto é que é um dia fixe. Mesmo. E é tão fácil repetir.

O porquê do eu odiar os serviços online que exigem confirmação por telemóvel...

O meu ódio a este tipo de serviço nasce logo do pressuposto de que todos temos de ter telemóvel, ou, se não temos telemóvel também não usamos serviços online. Depois é aumentado porque quando estamos sem telemóvel - como eu estou há coisa de mais de dois meses e sem ver data de o voltar a ter - podemos reencaminhar chamadas para outro número mas não há como reencaminhar sms, logo, perdemos o acesso a toda a informação que nos é enviada dessa forma, tal como os tais códigos de confirmação de operação.

E se ficar este tempo todo sem telemóvel não é uma coisa frequente, esquecer-me dele em casa é e fica o caldo entornado outra vez.

Não gosto, pronto. Odeio, mesmo. E hoje já são duas operações que preciso mesmo de fazer e não posso. E uma delas não posso fazer de outra forma. Raios.

Sobre o meu pedido de ajuda mais a baixo, só quatro palavrinhas:

Vocês. São. Os. Maiores.


:)


Obrigada.


[ok, ok... foram 5 e um smile]

Dia da criança


Que elas* possam ser crianças todos os dias.


* todas as crianças do mundo




[sobre a imagem: é uma fotografia muito simples de uma das minhas últimas sessões de recém-nascido. não tem nada de mais, mas há qualquer coisa nesta imagem que me arrepia em bom...]