O humor não está famoso e sinto-me que nem adolescente sem estrelas no céu a dourarem-lhe o caminho, pelo que quando fui desafiada por umas colegas para ir almoçar fora, levantei-me logo da cadeira.
Fez-me bem, sim. Só não me posso voltar a levantar assim tão depressa da cadeira. Diz que aquele meio copo de vinho branco à pressão partiu os travões ao carrosel.
aaaawwwweeeeeee.
Mostrar mensagens com a etiqueta não te cures não. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta não te cures não. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, setembro 16, 2011
terça-feira, setembro 13, 2011
Olá, eu sou a Sandra...
tenho dois exames médicos para fazer hoje e não sei onde os marquei.
[ter-me lembrado que os tinha marcado já é um feito só por si inédito. ter anotado na agenda a hora a que os vou fazer já não é mau, mas custava muito ter escrito o nome da clínica?!]
[ter-me lembrado que os tinha marcado já é um feito só por si inédito. ter anotado na agenda a hora a que os vou fazer já não é mau, mas custava muito ter escrito o nome da clínica?!]
sexta-feira, junho 17, 2011
E no que é que isto dá?
Concentração: abaixo de zero.
Coisa que dá muitíssimo jeito num dia como o de hoje em que só tenho o trabalho normal e característico de um fim de projecto quase a ser lançado, um workshop, uma festa de escola, uma sessão fotográfica para uma marca e um DVD para outra festa de escola, tudo a acontecer até domingo e que precisam de ser preparados, entre outras miudezas que podem ser pequenas mas exigem que não me esqueça delas.
Acho que preciso de açúcar.
Coisa que dá muitíssimo jeito num dia como o de hoje em que só tenho o trabalho normal e característico de um fim de projecto quase a ser lançado, um workshop, uma festa de escola, uma sessão fotográfica para uma marca e um DVD para outra festa de escola, tudo a acontecer até domingo e que precisam de ser preparados, entre outras miudezas que podem ser pequenas mas exigem que não me esqueça delas.
Acho que preciso de açúcar.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Se é para sonhar, que seja sem limite...
No carro (para não variar) eu e ela:
- sabes mãe de eu te dizer que gostava de voltar àquele sítio da minha festa dos seis anos?
- sim.
- eu estive a pensar e se calhar o que gostava mesmo era de fazer a festa no Pavilhão Atlântico, pode ser mãe?
- acho que sim filha. mas como até tens lá uma festa no próximo sábado logo vês se gostas ou não e quando chegar a altura logo decides se é isso que queres.
- ai vou, mãe?! - em modo histérico - vou mesmo ter lá uma festa, mãe?! eu pensava que era no Pavilhão do Conhecimento!
Daaahhh mãe. Para a próxima esquece lá os carros, os sinais e as entradas na rotunda, e toma mais atenção ao que eles te dizem. É conselho de amiga.
- sabes mãe de eu te dizer que gostava de voltar àquele sítio da minha festa dos seis anos?
- sim.
- eu estive a pensar e se calhar o que gostava mesmo era de fazer a festa no Pavilhão Atlântico, pode ser mãe?
- acho que sim filha. mas como até tens lá uma festa no próximo sábado logo vês se gostas ou não e quando chegar a altura logo decides se é isso que queres.
- ai vou, mãe?! - em modo histérico - vou mesmo ter lá uma festa, mãe?! eu pensava que era no Pavilhão do Conhecimento!
Daaahhh mãe. Para a próxima esquece lá os carros, os sinais e as entradas na rotunda, e toma mais atenção ao que eles te dizem. É conselho de amiga.
sexta-feira, outubro 22, 2010
Hoje se fizesse a vontade aos dedos...
só escrevia disparates atrás de disparates.
[deve ser da proximidade com alguns actos do governo só pode...]
[deve ser da proximidade com alguns actos do governo só pode...]
quinta-feira, setembro 16, 2010
E aqui me chicoteio publicamente...
Adivinhem qual foi a mãe que se voltou a esquecer de inscrever a criancinha nos parabéns do Panda?
Pois... afinal ainda não foi desta.
aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Bad mama, bad...
Pois... afinal ainda não foi desta.
aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Bad mama, bad...
sexta-feira, setembro 03, 2010
Não sei...
da minha agenda desde Domingo e isso é coisa para me deixar à beira da loucura.
Hoje não me deito sem a encontrar. Está dito.
[e não me sugiram para registar tudo no telemóvel/pda porque eu gosto mesmo é de escrever tudo no papel...]
Hoje não me deito sem a encontrar. Está dito.
[e não me sugiram para registar tudo no telemóvel/pda porque eu gosto mesmo é de escrever tudo no papel...]
segunda-feira, junho 14, 2010
E depois de quatro dias...
de intensa farra (e de tentativas, mais ou menos frustradas, de manter o trabalho em dia) hoje acordo (ou melhor, arrasto-me da cama), vou tomar banho (ou melhor, arrasto-me para o banho), visto-me (ou melhor... bom, já estão a ver a ideia, certo?), faço isto e aquilo e mais não sei o quê sempre de toalha na cabeça, e, quando finalmente começo a secar o cabelo - coisa que faço sempre nos últimos instantes antes de sair de casa - começo a achar o cabelo demasiado pesado e a não perceber porquê.
Agora adivinhem: Quem foi a esperta que tomou banho e lavou o cabelo mas não se lembrou do champô, hã?!
aiaiai esta cabecinha.
Agora adivinhem: Quem foi a esperta que tomou banho e lavou o cabelo mas não se lembrou do champô, hã?!
aiaiai esta cabecinha.
quinta-feira, maio 13, 2010
Por falar em dentes...
os mais antigos lembram-se com certeza do maldito dente que se partiu durante a gravidez do Miguel e que me deu que fazer até bastantes meses depois.
Além de me trucidar com dores, o dente contemplou-me com um dos momentos mais confrangedores da minha vida.
Estava eu muito bem na aldeia, quando o sacana do dente decide começar a doer de forma totalmente abrupta. Era manhã muito cedo, o Miguel tinha poucas semanas, o ben-u-ron nas doses máximas nada fazia e estava a quilómetros e quilómetros de qualquer ajuda.
De repente, lembro-me da prática da minha avó para resolver as dores de dentes dela: bochechar o dito com aguardente; e não espero nem mais um minuto. Pego num cálice, deito um pouco de aguardente, bochecho a boca com ele e saio para a rua para apanhar um pouco daquela brisa matinal e cuspir o líquido para o ribeiro em frente à casa.
Estou muito bem, a apreciar o alívio de tal tratamento quando, depois de ter cuspido a segunda dose, aparece a senhora mais intrometida da aldeia.
- Ai, a Sandrinha! Já estão cá? O paizinho também veio? E a mana? E esse bebé, acabou de nascer, não foi?
E toda eu era sorrisos, a tentar disfarçar o hálito a aguardente e o copo meio cheio na mão, o que se revelou uma missão sem sucesso pois os olhos dela bem que oscilavam entre as minhas mamas do tamanho de balões, o copo e os meus olhinhos de quem não dorme uma noite seguida sabe lá desde quando e passou as últimas horas acordada e agarrada ao dente ou com um filho agarrado às mamas.
Aposto o que quiserem que a minha fama ficou manchada a partir daquele encontro. Isso, ou ganhei uns pontos extra, que para a malta do Norte tem de se gostar de beber um copito para se ser boa gente.
Mas que a aguardente alivia a dor de dentes, isso sim, é um facto inquestionável.
Além de me trucidar com dores, o dente contemplou-me com um dos momentos mais confrangedores da minha vida.
Estava eu muito bem na aldeia, quando o sacana do dente decide começar a doer de forma totalmente abrupta. Era manhã muito cedo, o Miguel tinha poucas semanas, o ben-u-ron nas doses máximas nada fazia e estava a quilómetros e quilómetros de qualquer ajuda.
De repente, lembro-me da prática da minha avó para resolver as dores de dentes dela: bochechar o dito com aguardente; e não espero nem mais um minuto. Pego num cálice, deito um pouco de aguardente, bochecho a boca com ele e saio para a rua para apanhar um pouco daquela brisa matinal e cuspir o líquido para o ribeiro em frente à casa.
Estou muito bem, a apreciar o alívio de tal tratamento quando, depois de ter cuspido a segunda dose, aparece a senhora mais intrometida da aldeia.
- Ai, a Sandrinha! Já estão cá? O paizinho também veio? E a mana? E esse bebé, acabou de nascer, não foi?
E toda eu era sorrisos, a tentar disfarçar o hálito a aguardente e o copo meio cheio na mão, o que se revelou uma missão sem sucesso pois os olhos dela bem que oscilavam entre as minhas mamas do tamanho de balões, o copo e os meus olhinhos de quem não dorme uma noite seguida sabe lá desde quando e passou as últimas horas acordada e agarrada ao dente ou com um filho agarrado às mamas.
Aposto o que quiserem que a minha fama ficou manchada a partir daquele encontro. Isso, ou ganhei uns pontos extra, que para a malta do Norte tem de se gostar de beber um copito para se ser boa gente.
Mas que a aguardente alivia a dor de dentes, isso sim, é um facto inquestionável.
terça-feira, dezembro 15, 2009
E se de repente...
descobrem na lista dos pedidos da professora do ballet, para a actuação delas na festa de Natal, uma nota a pedir para mandarem as sapatilhas das meninas com os elásticos cosidos para elas não caírem, isso não é Impulse. É um melão do caneco.
(anda já há umas três semanas - e não são quatro só porque faltou uma delas - com um dos elásticos por coser... shame on me, shame on me. Vou ali agarrar na agulha, agora que já despachei mais qualquer coisa e já volto.)
(anda já há umas três semanas - e não são quatro só porque faltou uma delas - com um dos elásticos por coser... shame on me, shame on me. Vou ali agarrar na agulha, agora que já despachei mais qualquer coisa e já volto.)
quarta-feira, novembro 18, 2009
Do estar em casa há tanto tempo...
e de querer fazer tudo e mais alguma coisa:
Abrir (agora) o armário dos detergentes e descobrir lá dentro o sumo que, supostamente, guardou no frigorífico ontem ao jantar.
quarta-feira, setembro 16, 2009
Futilidades...
Tenho um verniz novo lindo lindo e o raio das unhas decidiram começar a partir-se pelo sabugo.
Oh vida desgraçada... oh desilusão! :p
terça-feira, setembro 01, 2009
Hoje também haveriam fotos...
não fosse ter uma cabeça de alho chocho e ter-me esquecido da máquina no carro. Em cima do banco. Escarrapachadinha para quem a quiser ver.
bonito.
quinta-feira, maio 14, 2009
sexta-feira, novembro 07, 2008
Por acaso...
só assim por acaso, não querem adiar o Natal aí uns dois meses, não?!
huuummm?
é que me dava tanto jeito...
sexta-feira, junho 20, 2008
Tenho...
o portátil desde Janeiro e só depois de ter comprado 30 Cd's lightscribe é que descobri que, ao contrário do que pensava, o meu gravador não tem esta funcionalidade.
Por isso, agora tenho 29 Cd-R's Lighscribe (700Mb 52x) a preço de saldo. Se alguém quiser toca a emailar.
Adenda: Restam 20 :p
sexta-feira, novembro 23, 2007
O que é que vocês acham?
Ontem, agarradas às folhas de informação diária, vinham duas tiras de cartolina para os pais mostrarem um pouco mais das suas profissões através de fotografias, colagens, etc.
Assim que li esta nossa tarefa, imaginei-me de imediato a posar para a foto, de luvas de borracha amarelas três tamanhos acima, lenço na cabeça, uma embalagem de detergente e uma esponja daquelas bem gordas na mão, a sorrir ao lado de uma sanita.
É isso, ou mostrar o meu ar alucinado em frente a dois ecrãs que exibem o código monocromático que me anda a cozer os poucos neurónios que me sobejam.
luvas amarelas ou teclado cinzento?
sexta-feira, setembro 21, 2007
Estás bonita estás...
Cenário: É de noite. Cai uma chuva certinha e começa a trovejar. A rua está praticamente deserta e apenas os cafés ainda têm luz. Os carros passam apressadamente para chegaram ao conforto do destino.
Personagens: Eu. Euzinha sozinha, de mala a tiracolo, mochila maior do que pesada, pasta na mão. Sem chapéu de chuva.
Estou parada há já uns segundos. Onde é que eu deixei o carro?
Tinham-me acabado de perguntar o mesmo e eu respondi que estava logo ali. E estava, ou melhor, deveria estar. Mas onde?
Ah já sei. Está ali naquela rua que desce! Pois foi, já me lembro. Até era um bom lugar, largo, sem estar em cima do passeio. Vou, entretanto, apressada nessa direcção, perdida ainda no que acabei de aprender.
Então? O carro não está aqui?! Ah, claro que não, que aqui foi onde estacionei ontem! Então vamos ver... hummm... ora eu vim por ali, subi, desci aquela, depois estava um parado e eu... Boa já sei!
Subo a rua que desci, e sigo de passo apertado. Estás mesmo tonta, pá. Já nem te lembras onde deixas o carro. E a chuva que cai, que molha.
Desço por outra rua, ainda mais escura, mas que por breves e sucessivos momentos parece dia com os clarões dos relâmpagos. Despacha-te ou ficas encharcada até aos ossos. E eis que estamos já a ver a frente do carro. Comando na mão, aponta, clic.
Nada.
Clic.
Nada.
Mau! Mas o que é que se passa?
Simples, não era o carro certo. A cor sim, o carro não.
aiaiaiaiaiaiaiaiai Mas onde é que puseste tu o carro rapariga? Clic clic clic apontado em várias direcções. Nada.
Pensa, vá. Sim, afinal não foi ontem que estacionaste o carro na outra rua, foi anteontem. Ontem estacionaste aqui. Mas, e hoje? É hoje que precisas do carro e estás a levar com a chuva em cima. Pensa rapariga, pensa.
Então... vim por ali, tentei estacionar ali, mas não cabia... depois passei aquela rua, e ah já sei, saiu um mesmo quando ia a passar. Não subo a rua, avanço por outra em direcção à primeira. Mais luz, mais dia. Despacha-te.
Encontrei-te!
quarta-feira, setembro 05, 2007
Monólogos...
- em Janeiro bati com o carro A, certo?
- certo!
- e a seguradora deu o carro A como perda total e reembolsou-me do valor seguro?
- sim!
- em troca, passei-lhes a propriedade do carro A, correcto?
- óbvio!
- então porque é que agora, a um mês da suposta data de vencimento do seguro do carro A que já caducou com o acidente, me enviam a cartinha para pagar o prémio do seguro do carro A...
- aquele que já não existe?
- se existe não sei, mas que já não me pertence, não.
- ah!
- continuando, porque é que me enviaram agora a tal carta para renovar um seguro que já foi anulado em Janeiro?
- mas enviaram mesmo a carta?
- sim
- daquelas a sério que são entregues por carteiros e tudo?
- exactamente. Duas folhinhas de papel escritas só de um lado, dentro de um envelopezinho, também de papel, com taxa paga, que me deixaram hoje na caixa do correio.
- e o papel era reciclado?
- pelo menos parece.
- menos mal
- hum hum
- mas era mesmo para pagares o prémio do ano que vem?
- pois... e para me informarem que tiveram de proceder a um reajuste.
- ou seja, reajustaram e querem que pagues um prémio referente a uma apólice caducada de um carro que já não é teu?
- hã hã.
...
- já percebi tudo, pá!
- já? Então explica-te!
- e mais, ou muito me engano, ou quando telefonares para a seguradora eles vão dizer exactamente a mesma coisa que eu, vais ver!
- aiii, já me estás a pôr nervosa, anda diz lá!
- então... foi um problema informático! Olha, vai por mim e não confies nessas coisas de computadores e internetes e tal e coiso... é só problemas, pá, é só problemas!
quarta-feira, junho 06, 2007
Considerações sobre coisas nenhumas...
- Hoje está calor e eu deixei a cabeça em casa.
- Daqui a uns dias, além de me ter de arrastar para o trabalho tal é a falta de vontade de sair da cama, vou ter de preparar uma criatura de três anos com biquíni e protector solar, logo pela manhã.
Como se já não bastasse o suplício de ter de compartilhar o meu (auto)carro público com uma data de pessoal apenas preocupado em chegar a horas à praia e que exibe - com alguma alegria diga-se de passagem - o tom de pele cada vez mais tostado a cada dia que passa, vou levar com a piolha eléctrica a tresandar a protector solar no banco de trás do meu carro privado.
- Não me consigo concentrar mais do que cinco minutos e só vejo chávenas de café a bambalearem-se à frente dos meus olhos. Apetece-me incitar uma revolta, pelos direitos das mães que já não dormem uma noite seguida desde que o Rei fez anos.
- É desta que jogo no euro milhões...
- Hoje experimentamos a laranja e estou a fazer figas para que não me insulte pela ideia daqui a umas horas.
- O meu monitor está cheio de dedadas, vou limpá-lo.
- Aliás, vou mas é pegar em quinze cêntimos e buscar um café. Sim, aqui os cafés custam quinze cêntimos. Não, eu não disse que eram bons cafés.
- isto de nunca ter tido barriga na vida, à excepção de agora e durante as gravidezes é altamente frustrante quando de manhã me enfio dentro da roupa que sempre usei. É que só tenho camisolas e vestidos justos... e não quero que ninguém se levante do autocarro para me dar lugar... mas vistas bem as coisas, nem era assim tão mau pensado...
- fui...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
