Cenário: A empresa X muda-se da rua A, mesmo no centro de Lisboa, para a rua B, ainda em Lisboa mas numa zona industrial sem acessos por transportes públicos.
Cena: Ao telefone, a cliente S desabafa o quão complicado se tornou agora poder entregar e receber os seus trabalhos, ao que o empregado Z responde:
Z - mas se lhe der jeito, podemos enviar os seus trabalhos para a loja na rua C (também no coração de Lisboa) perde é entre 1 a 2 dias na entrega.
S - ah mas isso talvez seja mesmo a solução! então se os que eu tenho aí forem para a loja C, quando é que chegam?
Z - hum, ora hoje é quarta, na sexta estão lá. e para deixar trabalhos também pode ser na loja C porque a nossa transportadora passa a recolher de três em três horas.
S - então eu hoje envio mais um trabalho para ir para a loja C também, pode ser?
Z - pode, na segunda já lá está de certeza!
S - na segunda?
Z - sim, porque todos os trabalhos depois de recolhidos vão ao Porto primeiro, para verificação, antes de serem entregues na loja de destino.
Alguém me explica a lógica?! :s
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quarta-feira, julho 04, 2012
terça-feira, abril 05, 2011
A incompetência no seu esplendor...
Pois que a sra. recenseadora que ficou destacada para a minha área de residência se há coisa pela qual não prima é pela competência.
Comecemos pelo princípio. Diz que a 15/3 foi deixado na minha caixa do correio o papelinho da direita. Eu só reparei nele dias mais tarde misturado com a correspondência entretanto recebida, pelo que não tenho como confirmar isso. Fiquei também nessa altura a saber que, supostamente, ela tinha lá passado uma segunda vez a deixar os papéis mas se passou nós não estávamos e papéis nem vê-los.
A seguir foi a aventura de irmos à Junta de Freguesia pedir o código de acesso à internet para podermos entregar os censos, já que a senhora recenseadora nunca mais deu fé de si nem deixou nenhum número de contacto. No dia seguinte a ter entregue os censos, encontrei o papelinho da esquerda na minha caixa do correio, juntamente com os impressos e um código de acesso à internet.
Pensei cá para mim ai agora é que apareces? e atirei os papéis para cima da secretária sem lhes dar importância. Hoje de manhã, à procura do passe no meio da papelada acumulada, encontro os papéis dos censos e decido deitá-los ao lixo, mas de repente algo me faz parar e pensar tu queres ver?!... pego nos dois papéis de contacto que ela me deixou e sim, a senhora recenseadora marcou a mesma casa com dois códigos diferentes.
Agora digam-me lá, isto dá vontade de fazer o quê?!
sexta-feira, abril 24, 2009
Se um adolescente nos dá cabo da auto-estima, um reformado é capaz de muito mais...
Na fila do refeitório, espero pelo prato de bacalhau com natas que ainda está a sair do forno. Chega-se ao pé de mim o reformado que é o primeiro a chegar e o último a sair, com o respectivo tabuleiro, e interroga:
- Menina?
- Desculpe?
- Menina? - insiste com ar curioso e olhos fixos na minha barriga.
- Menina? Não! Eu não estou grávida! Parece mas não estou!
- Não está? - com ar de quem não se deixa convencer.
- Não! Posso ter barriga mas não estou grávida.
- Olhe que visto daqui parece! - um querido portanto.
- Mas não estou. - já com o sorriso a amarelar.
- Olhe que não sei. Você veja lá!
Vou ter de arranjar tempo para a ginástica está visto.
- Menina?
- Desculpe?
- Menina? - insiste com ar curioso e olhos fixos na minha barriga.
- Menina? Não! Eu não estou grávida! Parece mas não estou!
- Não está? - com ar de quem não se deixa convencer.
- Não! Posso ter barriga mas não estou grávida.
- Olhe que visto daqui parece! - um querido portanto.
- Mas não estou. - já com o sorriso a amarelar.
- Olhe que não sei. Você veja lá!
Vou ter de arranjar tempo para a ginástica está visto.
quinta-feira, novembro 06, 2008
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
quarta-feira, setembro 05, 2007
Monólogos...
- em Janeiro bati com o carro A, certo?
- certo!
- e a seguradora deu o carro A como perda total e reembolsou-me do valor seguro?
- sim!
- em troca, passei-lhes a propriedade do carro A, correcto?
- óbvio!
- então porque é que agora, a um mês da suposta data de vencimento do seguro do carro A que já caducou com o acidente, me enviam a cartinha para pagar o prémio do seguro do carro A...
- aquele que já não existe?
- se existe não sei, mas que já não me pertence, não.
- ah!
- continuando, porque é que me enviaram agora a tal carta para renovar um seguro que já foi anulado em Janeiro?
- mas enviaram mesmo a carta?
- sim
- daquelas a sério que são entregues por carteiros e tudo?
- exactamente. Duas folhinhas de papel escritas só de um lado, dentro de um envelopezinho, também de papel, com taxa paga, que me deixaram hoje na caixa do correio.
- e o papel era reciclado?
- pelo menos parece.
- menos mal
- hum hum
- mas era mesmo para pagares o prémio do ano que vem?
- pois... e para me informarem que tiveram de proceder a um reajuste.
- ou seja, reajustaram e querem que pagues um prémio referente a uma apólice caducada de um carro que já não é teu?
- hã hã.
...
- já percebi tudo, pá!
- já? Então explica-te!
- e mais, ou muito me engano, ou quando telefonares para a seguradora eles vão dizer exactamente a mesma coisa que eu, vais ver!
- aiii, já me estás a pôr nervosa, anda diz lá!
- então... foi um problema informático! Olha, vai por mim e não confies nessas coisas de computadores e internetes e tal e coiso... é só problemas, pá, é só problemas!
sexta-feira, junho 01, 2007
Pérolas a Porcos
Compro dois livros e a moça que me está a atender enfia-os num saco de pano. Um senhor ao meu lado, espeta um livro no nariz da moça e, em tom mau-humorado e de quem não quer esperar, diz: - Levo este.
A moça, entrega-me o saco enquanto lhe dirige um: - Só um momento por favor.
Pede à colega para se encarregar do meu pagamento, pega no livro do senhor e mete-o dentro de um saco de plástico.
- Nesse saco não! Quero um de pano - replica o homem, apontando para o meu saco e num tom de poucos amigos.
- Ah, mas é que os de pano, são para compras superiores a vinte euros - diz a moça, desculpando-se e mostrando-lhe o cartaz que dava essa mesma indicação.
O homem fica imóvel por uns segundos, vira-se num repente, e enquanto atira a mão que ainda segura a nota de dez euros para trás das costas, dispara um: - Então já não quero. E some-se a protestar sozinho.
quinta-feira, setembro 15, 2005
Erros Ortográficos
Pelos vistos tenho aqui um(a) leitor(a) anónimo(a) que ficou bastante irritado(a) pelo simples facto de ter dado um erro ortográfico no post abaixo.
Obrigada por me alertar, mas... temos pena. Sinceramente temos. Mas o que hei-de dizer sobre a vergonha de ter dado um erro ortográfico? A emoção de ver a minha filha melhor e de a ter ouvido mais uma vez fresca que nem uma alface deixaram-me assim, feliz e ansiosa por aqui escrever estas linhas.
Caro senhor anónimo (ou senhora, ou assim-assim) peço-lhe imensa desculpa por o ter irritado logo pela manhã. O melhor que tem a fazer é apagar do seu histórico (ou quem sabe, dos favoritos) o link para este blog (e não blogue porque a palavra é inglesa, e nem sei se existe blogue na nossa gramática). É mesmo o melhor, porque este erro de certeza que não é o único, e não quero que se enerve. Sabe que o stress faz muito mal à saúde, não sabe?!
Assim sendo, temos pena... muita pena mesmo! Mas mais pena tenho de si por nem sequer ser capaz de assinar os seus reparos... a cobardia é feia... muito feia.
Ahhh... e só mais uma coisinha: ninguém é perfeito ok?! E prefiro dar ocasionalmente erros a ser arrogante e com a mania das grandezas.
Dito isto... temos pena! Muita mesmo.
terça-feira, junho 21, 2005
Amamentação parte XVII e 2/3...
Tenho um quisto que infectou no lóbulo da orelha direita. Não uso brincos há anos, mas mesmo assim, o malandro do mini-quisto de longe a longe resolve infectar. Desta vez, ando assim há uma semana. Ontem tive de ir ao médico.
O médico é o tal que acha que já devia ter parado a amamentação quando a Joana tinha uns 9 meses... o pior (para ele porque para mim é o oposto) é que a Joana tem 20 meses e ainda mama pelo menos uma vez por dia. É um consolo. Para mim a palavra vício é exagerada. Ela pode estar vários dias sem mamar, e não pedir, no entanto se tiver comigo é claro que a vontade vem ao de cima.
Mas ao mesmo tempo, esta vontade é saudável. Muito mais saudável que uma simples chucha... dá é mais trabalho à mãe, no sentido em que tem de ter as mamas à disposição do freguês de palmo e meio. Isto tudo para responder aos que me dizem... Ai tão grande e ainda a mamar? Tens de acabar com isso! Ela está viciada! Ai com tantos dentes ainda mama?
Pois mama e vai continuar a mamar até lhe apetecer. O que dantes me fez pensar em desistir de amamentar, foi o facto de ela acordar de noite de propósito para se consolar, mas visto que esse problema já não existe, qual é a lógica de parar algo que até lhe faz bem?
No entanto, há pessoas como este médico, que acham que amamentar depois de um ano é coisa terceiro-mundista (e já agora Portugal está na linha da frente no desenvolvimento né?) e neste caso em particular, sendo médico acha-se muito mais competente do que eu para atestar os benefícios para a minha filha deste acto.
A nível fisiológico ele até pode ter alguma razão, agora a nível psicológico acho que eu e o pai somos quem conhece melhor a nossa filha e por isso, sei reconhecer o agrado que lhe dá aqueles 5 minutos de maminha, em que são trocados beijinhos festinhas e outras carícias entre mãe e filha. A mama pode não ser necessária realmente... para mim, mas porque é que tenho de ser eu a decidir que ela já não precisa dela?
Bem isto tudo para dizer que tenho de tomar um anti-inflamatório e se não passar em no máximo dois dias, tenho de tomar antibiótico. É claro, que para não ouvir um sermão do médico, não disse que (ainda) amamentava. É claro que o medicamento não é compatível com a amamentação, e é claro, que a minha filhota não vai mamar até deixar de tomar esta coisa... Mas não era melhor se tivesse a liberdade de decidir amamentar ad eternum como as outras mães têm liberdade de o não querer fazer, sem ter de o omitir de um médico para não levar uma ensaboadela? Porque é que uma mãe quiser deixar de amamentar cedo, é aceite e justificado imediatamente com o regresso ao trabalho, a existência de leites adaptados, isto e aquilo, e se uma mãe que prolongar esse tempo leva logo com a história de que é um vício?
Atenção, que não é uma crítica a quem toma a primeira opção mas uma constatação de uma realidade com a qual sou confrontada desde que regressei ao trabalho... mais precisamente há 16 meses!
Pois já aliviei a minha irritação por isso deixa lá gozar o primeiro dia de Verão!!!
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Impagável!
Acabaram de me contar esta história e tenho de a partilhar com todos.
A irmã da minha amiga Sandra N. é professora da 4.ª classe na Ajuda, e no último teste, uma aluna errou apenas 3 perguntas, as do último grupo de questões. Então aqui vão as perguntas e respostas:
1. Diga uma pessoa importante em Portugal.
Pedro Santana Lopes
2. Quem escreveu "Os Lusíadas"?
Pedro Santana Lopes
3. Quem foi o primeiro Rei de Portugal?
Pedro Santana Lopes
4. Quem fez a Lei das Sesmarias?
Pedro Santana Lopes
A aluna acrescentou ainda uma nota à professora que dizia:
"Sra. Professora, não sei se as últimas três respostas estão certas."
Mais palavras para quê? A culpa é de quem?
Pedro Santana Lopes
lol
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