sexta-feira, julho 31, 2009

Hoje é o último dia...

de creche para ele. de pré-escolar para ela. de curso profissional para mim. Mas ao contrário do que é suposto, estou muito pouco emotiva. Nunca tive grande jeito para despedidas.

quarta-feira, julho 29, 2009

Estou sem tempo...

literalmente sem tempo, mas não queria deixar de vir aqui dizer que: - a mala apareceu finalmente, inteira e com tudo o que lhe pertencia lá dentro - o serviço da "groundforce" merecia um post mas agora não tenho... tempo - o serviço de reclamações da carris funciona e os autocarros têm andado fresquinhos - o miúdo foi hoje para a escola a pedido dele (continua a fazer pensos, mas fora isso o miúdo faz tudo como se não tivesse a mão toda entrapada) - sábado entro de férias (Aleluia!) - a miúda veio feliz, cheia de coisas para contar e cheia de saudades de toda a gente - ontem visitámos pela primeira vez a sua futura escola e agora o tema é só escola, escola, escola - tenho saudades de toda a gente amiga e até disto tenho saudades (o que já não acontecia há uns tempos) e a partir de Setembro tudo irá ser diferente já volto... assim que tiver tempo

terça-feira, julho 28, 2009

A chegada...

Não há nada que se compare a uma chegada. A chegada ao nosso refúgio de férias. A chegada a casa. A chegada de alguém de quem gostamos. A chegada junto a alguém que nos quer bem. Mas a espera por quem chega, essa espera, deixa-nos a rir que nem tontos, a morder lábios, a soltar risinhos histéricos e a fixar os olhos em portas que abrem e fecham, abrem e fecham e parece que deixam sair todos menos quem por quem aguardamos.Mas depois, depois abrem-se as portas e no meio de uma massa humana nota-se a pontinha de um casaco. Reconhece-se uma altura, vêem-se dois olhos que procuram, procuram e parecem não encontrar. E grita-se! Grita-se o nome, e parece que não nos ouve. Grita-se mais alto, e olha tudo mas quem queremos continua a procurar, a procurar. Grita-se e acena-se e pula-se e ri-se e os nervos são tudo agora. Tudo até quem encontrámos, no meio daquela gente que nada nos diz, nos encontrar também e aí, no momento em que os nossos olhos se fixam mutuamente, então aí sim é tudo. É o amor, é as saudades, é a alegria, é o nervoso, e numa corrida tem-se novamente o bocado que nos faltou. Recuperamos o coração num abraço. Em sei lá quantos mil beijos.Recuperamos tudo menos a mala, e por isso mantemos as figas até agora. Mala, malinha onde andas tu... A minha menina chegou! Maior, mais bonita, mais tudo. Chegou!

segunda-feira, julho 27, 2009

Como é que se medem as saudades entre irmãos?

Pelo número de horas que conseguem brincar juntos, com carros, sem chamarem pelos progenitores e sem desentendimentos ao final do dia. Duas horas! Duas!

domingo, julho 26, 2009

É meia-noite e estou a fazer caldeirada...

O dia hoje saiu todo ao contrário. Almoçámos às seis da tarde, ele só foi dormir bem depois das dez e eu estou a fazer agora o que tinha destinado para o almoço. Mas pelo menos, da sesta da tarde que todos fizemos, ganhámos um filho bem-disposto, cheio de fome, que insiste em fazer tudo sem ajuda e que se não fosse o braço ao peito diríamos que não se tinha passado nada com ele. Ainda bem.

sábado, julho 25, 2009

Hoje...

seria a última aula de natação que o Miguel fazia com o pai. A partir da semana que vem estamos de férias e depois já começa a ir às aulas sozinho. E porque era a última e eu queria registar estes momentos dele e do pai - que as últimas fotos que devo ter dele nas aulas devem ter pelo menos um ano - lá pedi a autorização necessária para o fotografar nas aulas que é sempre coisa complicada e cheia de condicionamentos.

Mas não fomos à piscina e a memória da felicidade dele nestas aulas ficou por registar em imagens. Estávamo-nos a preparar para sair quando o telefone tocou. Eram os avós a dizer que o Miguel se tinha queimado na mão com a tigela de leite do avô. Foi o António que falou com eles e o pelo que descreviam, minimizámos o acidente. Demos as indicações do que deviam fazer até chegarmos, peguei numa pomada própria, e lá fomos nós sem pressas e cheios de sono buscar o miúdo para a aula de natação. Quando saí do carro e comecei a subir as escadas reconheci-lhe os gritos de dor. A seguir, a única coisa que queria era chegar o mais depressa ao hospital.

Agora dorme, tranquilo. Mas na mão direita tem queimaduras de 1º e 2º graus que vão precisar de alguma atenção nos próximos tempos. E em vez do dia de hoje ficar marcado por sorrisos, fica marcado pela recordação de outro dia como este em que entrámos hospital adentro com as mesmas pressas.

quarta-feira, julho 22, 2009

Ela...

está com uma crise alérgica, mas o Saint Peter lá da zona deu uma abébia e lá foram até a um parque onde descobriu que, lá, os parques estão cheios de esquilos. Delirou! Ele, saiu da escola mais cedo com a tia e refugiaram-se deste tempo que não lembra nem ao Diabo, em passeios de Teleférico e uma visita ao Oceanário. Delirou, claro!

terça-feira, julho 21, 2009

big bah para o tempo...

é preciso ter azar...

E enquanto...

aqui o miúdo goza de uma semana de filho único, a miúda e a I. contrariam o mau tempo Londrino com espectáculos improvisados em casa. [e ele, embora estando a adorar a atenção toda para ele, pergunta constantemente por ela e quer a mana de volta a casa.] [e já agora São Pedro, contacta aí a filial do UK para arranjarem umas abertas que as miúdas querem passear, ok?!]

O meu nome do meio é Obélix...

Hoje fiz mais uma directa (ou quase, que dormitei no final do segundo episódio do E.R., que embora continue a ser a minha série de sempre, já chateia um bocadinho) para conseguir despachar mais um trabalho. No autocarro, vim a ler uma Sábado já fora do prazo em que se falava das drogas que os putos tomam para aguentarem umas noitadas a estudar para os exames, e, a única conclusão que tiro é que devo ter caído num caldeirão de efedrina ou ritalina ainda in utero, uma vez que já em bebé fazia desesperar a minha mãe com as pouquíssimas horas de sono que fazia. Desde os meus tempos de estudante que o mínimo de horas que preciso de dormir para andar bem são cinco horas. Menos do que isso, de forma repetida, significa que mais cedo ou mais tarde vou ter de arranjar umas dez horas de sono seguidas para recuperar. Seja lá como for, é em alturas como esta que agradeço ser das que dormem pouco. [o que me desconsola, é que por muitas noitadas que faça, parece que a lista de pendentes não há meio de ficar menor...]