terça-feira, agosto 02, 2011

segunda-feira, agosto 01, 2011

1 de Agosto, quase sete da noite...


sol, mergulhos no rio e tostas mistas na esplanada.

[e um mega-obrigada à malta com medo do tempo encoberto que se instalou à tarde e nos deixou o rio todo só para nós! :p]

domingo, julho 31, 2011

Chegámos por volta das 22h00...

com ambos a dormir profundamente a darem-nos algum descanso depois de metade da viagem ter sido feita com a sensação de transportarmos duas gralhas e não dois filhos no banco de trás. Abrimos a porta, sentimos o ar morno debaixo de um céu cintilante a dar-nos as boas vindas e deixamo-nos ficar ali a espreguiçar e a encher os pulmões com o cheiro da aldeia. Comentamos o bem que sabe e ouvimos uma voz:

- já chegámos? já podemos ir à piscina!?

sexta-feira, julho 29, 2011

Fins-de-tarde...


e assim de repente podia ser Verão o ano inteiro. Só por causa dos fins-de-tarde.

Não adianta...

sou péssima a decidir. Penso, escolho, penso, penso e volto a pensar e ainda sou capaz de pensar mais um bocadinho até finalmente tomar uma decisão.

Mas quando tomo uma decisão está tomada e nada me faz duvidar dela... o problema é mesmo o tempo que gasto nisto, porque muitas das vezes a decisão acaba por ser a primeira escolha.

[e isto porque ando aqui em tomadas de decisão... e a engonhar enquanto não chego a um consenso comigo mesma. arre.]

quinta-feira, julho 28, 2011

Ontem foi o último a sair da escola...

Saí tarde do trabalho e quando cheguei já era o último. Pegámos na sua bicicleta e fomos aproveitar a brisa morna que se fazia sentir e matar as saudades dos nossos fins-de-tarde de verão. Mostrou como já sabia tão bem andar sem mãos, derrapar e travar de pé parando totalmente a sua bicla. Também mostrou como se estatelar no chão numa viragem mais radical, mas achado o arranhão no meio dos outros vinte que já tinha, endireitou o guiador com o garfo e seguiu viagem.

Depois fomos ao parque, brincou, caiu do baloiço e riscou um joelho, voltou para o baloiço, saiu para o escorrega e depois quis que jogasse com ele à apanhada. Desculpei-me com os saltos e sugeri-lhe uma menina que também andava por ali sozinha. Tinha vergonha, não era capaz. Mas vai lá, que ela de certeza que também quer brincar com alguém. Tenho vergonha. Brincas sozinho, é no que dá a vergonha. E foi. Com vergonha. E perguntou. Com vergonha. E regressou para mim, para o meu colo, a chorar. A vergonha. A cara escondida no meu peito. A menina não quis.

Nada dói mais que um coração partido.

quarta-feira, julho 27, 2011

Com tantos paizinhos no mundo tínhamos de lhes calhar nós...

- oh Marta, telefona à tua mãe para ela telefonar à minha para ela me telefonar a mim.


[quem é a mãezinha que nem se lembra do horário em que pode ligar à filha, quem é?]

terça-feira, julho 26, 2011

A caminho da escola...


com direito a jornal do dia e motorista.

Até quando...

continuarei a despedir-me da miúda ao telefone com um "divirtam-se muito!" sem acrescentar um "e tenham juízo!"?

Se há "dia de..." a que eu mais resisto...

é ao dia dos avós.

Cá em casa não há/não se liga ao dia dos avós. Cá em casa os avós não têm dias. Têm fins-de-semana, semanas ou apenas algumas horas - e por mais que sejam é sempre de menos para eles, eu sei - mas não têm direito a um "dia de". A avó é mimada no dia da mãe, os avôs no dia do pai e está feito.

Por isso aguentem-se que hoje não há prenda para ninguém. Em contrapartida daqui a uns dias levam com quatro prendas dos 36 aos 5 que é um mimo. E sem direito a devolução.