
e como desta vez foi com um dia de atraso, ficam quatro.
com ele. Muito mimo, a nova história dos três porquinhos lida vezes a fio, sestas em conjunto, aerossóis, as corridas mais loucas de carrinhos feitas no chão da sala, desenhos animados, ganguinho, febres medidas a meias, pouca comida, beijinhos e apertinhos. Mais uma valente crise respiratória. Mas vai melhorar.
foi a vez dele de ser surpreendido com um espectáculo. Deliciámo-nos os dois com o Ruca, a sua família e amigos, numa tarde de mãe e filho. Ele adorou o espectáculo e - não fosse estar no pico da fase dos porquês - passou o tempo todo a fazer perguntas sobre o porquê do gato não sair da bancada da cozinha ou estar de castigo no porta-bagagens do carro e outras que tais. No final não percebeu porque é que o Ruca não o tinha convidado para brincar com ele no palco e porque é que tinham todos fugido dos meninos "por trás". Numa altura em que parece que todo o tempo que lhes dedico me sabe a pouco, é bom conseguir encaixar estes tempos de filho único.
Tendo recebido este pedido por email, não podia deixar de o espalhar. Vamos todos ajudar a encher este copo.A Comunidade Vida e Paz percorre todas as noites 3 rotas diferentes nas ruas de Lisboa, chegando todos os dias a pelo menos 450 pessoas sem-abrigo. Leva uma ceia que é composta por duas sandes, um bolo (uma peça de fruta, quando possível) e leite, que frequentemente serve para tomarem ,logo naquela altura, a sua dedicação. As ceias representam 27 000 sandes e 1800 litros de leite por mês, esforço que só é possível com a ajuda de empresas e particulares que, como nós, acreditam em apoiar pessoas no caminho de volta à vida digna e feliz que merecem. Mas numa altura complicada como esta, temos que pedir a ainda mais pessoas para nos ajudarem, porque NÃO TEMOS LEITE!!! As carrinhas já estão a sair para a rua sem leite e precisamos urgentemente de resolver a situação. Um litro de leite dá um copo para 5 pessoas sem-abrigo – por isso, cada litro faz uma grande diferença! Partilha o teu leite connosco - nós dizemos-te como podes fazê-lo: * Entrega na sede da Comunidade Vida e Paz. * Envia a tua ajuda com a Embalagem Solidária dos CTT para a sede: Rua Domingos Bomtempo, 7 1700-142 LISBOA * Se não estás em Lisboa nem podes dirigir-te a uma estação dos CTT, podes simplesmente ligar o 760 50 10 20. Cada chamada reverte um donativo no valor dum litro de leite para nós! Custa 0.60€+IVA e dura 5 segundos: só o tempo de dizermos OBRIGADO!!!
Se a manhã de sábado foi bastante complicada à conta da saída de gajas até perto das 2h, hoje a manhã está a ser perfeitamente normal, mesmo tendo acordado mais cedo e ter tido outra saída de gajas que durou até depois das 3h. No fundo, no fundo, é tudo uma questão de prática. [quanto às fotos: na sexta fizemos fotografia de nu no curso e só posso agradecer à Teresa (a modelo da foto) por ter contribuído com a descontracção que nos faltava e ao resto do pessoal pela animação da noite.]

Sinopse: Um livro para contemplar, um livro para pensar, um livro único… São 12 pares de contrários para reflectires de que modo os opostos precisam uns dos outros. Em cada par, uma pergunta para pensar e responder, seguida de uma breve conclusão. As ilustrações fascinantes dão corpo e vida às ideias.Com esse ainda trouxe o Quero uma mamã-robot, escrito por Davide Cali e ilustrações de Anna-Laura Cantone (Livros Horizonte). Agora, que me sinto sempre a roubar-lhes tempo a mais do que gostaria, este livro vem mesmo a calhar.

Sinopse: Uma mamã verdadeira nunca tem tempo para nós. Pelo contrário, uma mamã-robot, além de ter muito tempo, faz todas as nossas vontades. E nunca grita connosco... Senão, desligamo-la com o telecomando! Mas será que uma mamã-robot cheira tão bem e sabe fazer cócegas como uma mamã verdadeira?[Imagens e sinopses daqui]
apetecia-me enrolar-me sobre mim mesma e isolar-me até de mim. Esvaziar as ideias para que a minha cabeça possa descer do mundo das responsabilidades, prazos, afazeres, marcações, medicamentos, horários, filhos, marido, pai, irmã, família, e tudo e tudo, e assentar novamente nos ombros.
Voltar a ser pequenina e sentir-me a flutuar na barriga da minha mãe, ou dormir uma soneca nos seus braços recostada no seu peito.
Porque sinto falta desse colo. Especialmente nos momentos felizes.
até me esqueci de registar a nossa quinta-feira passada.
Como a empresa deu a tarde, decidi satisfazer um pedido antigo do Miguel e trouxe-o para o trabalho comigo. Foi uma aventura e ele estava radiante tanto por andar de autocarro comigo como por recordar onde eu passo os dias.
Como já suspeitava, ainda a manhã ia a meio e já perguntava quando é que íamos embora para o parque mas também o quis trazer por isso. Para ele se aperceber que o trabalho da mãe é uma coisa chata e que estar na escola e poder brincar com os amigos é muito mais divertido.
À tarde, depois de uma bela soneca na casa da S. fomos brincar no parque até serem horas de ir buscar a mana. Foi um mimo de dia esta quinta-feira. Um dia que há muito já estávamos os dois a precisar.
hoje ficou de molho em casa da avó Tina.
Passou a noite cheio de febre e hoje de manhã embora não se queixasse de nada, mantinha-se quente e muito murcho.
Ontem teve um dia em grande com uma ida à Quinta Pedagógica com a escola. Safaram-se à chuva, e pela S. o Miguel andava delirante e queria andar em cima da vaca marota (ele chama maroto(a) a tudo e todos, é um género de nome carinhoso).
Prestes a fazer três anos, já se saiu que não quer fazer três anos mas sim seis. A festa quer que seja do Noddy, mas depois das crocs do Homem Aranha já não tem tanta certeza.
Com uma conversa de menino crescido e no pico da fase dos porquês, só quer andar na rua e jogar à bola, andar de bicicleta, brincar no parque ou outra coisa qualquer desde que não esteja dentro de casa.
Feito de puro mel, distribui beijos e abraços por todos a qualquer hora e sem motivo. Para contrabalançar tanta doçura, também é capaz das piores fitas com que já tive de lidar, mas aparentemente e felizmente este fim-de-semana acho que já consegui encontrar a técnica para lidar com elas.
Pede-me constantemente para fazer ballet como a mana e todos os dias fala em ir para a piscina dar mergulhos. Quando for crescido quer beber vinho e jogar à bola como o pai, e quando for pequenino quer voltar a usar chucha e a beber leitinho das minhas maminhas.
Quase três anos e novamente, a mesma pressa de crescer que me rouba os bebés muito antes de estar preparada.
Meu lindo.
Eu adoro puzzles. Há muito tempo que não faço nenhum e tenho saudades, mas o espaço que eles ocupam durante o processo, assim como o tempo que agora me demoraria a completá-lo, não é compatível com uma criança de quase (ai!) três anos que não pára quieta um segundo.
Ela nunca gostou de puzzles, mas quando saíram os das Winx a minha esperança reacendeu e comprei-lhe um para esperar pela altura certa. Este fim-de-semana alargado dei-lho e passámos um bom bocado as duas enquanto o Miguel andava na rua com o pai.
Ela comentou o sossego pouco habitual da casa. Eu não comentei, mas pensei que a minha bebé já só o é para nós e abracei-a com força.
[e já só faltam cinco meses para Setembro...]


e eu tenho uma princesa linda como filha.
Hoje ficámos as duas em casa porque uma gastroenterite bem violenta deixou-a sem forças para voltar à escola hoje mas, agora que recomeçou a comer, os seus lábios voltaram a ter a malandrice habitual e os seus olhos a doçura que a caracteriza.
Já há muito que não fazia estes registos e sentia-lhes a falta. Não faço ideia do que valha a pena registar aqui ou não, mas sei que continua tímida e atenta como sempre foi. Feliz e cheia de curiosidade pelo que não conhece. Sossegada e teimosa. Inteligente e amiga do seu amigo. Faladora e preguiçosa para arrumar. Caseira e a gostar cada vez mais de radicalidades nos desportos.
Está uma miúda crescida. Ansiosa por começar a escola a sério, mesmo sabendo que vai haver menos brincadeira e mais responsabilidades.
Temos conversas só de olhares, passamos que tempos aninhadas em abraços e silêncios que dizem tudo. Parecida comigo de corpo, parecida com o pai no feitio, mistura dos dois em tudo e nem sempre a ir buscar o melhor de cada um.
E hoje, talvez por ainda estar meio grogue, deixou-me tirar-lhe fotografias para experimentar um novo adereço para as minhas sessões de bebés e quase que colaborou com os meus pedidos. Encheu-me as medidas foi o que foi. A minha bebé.
Cinco anos e meio. Quase que não acredito.
http://www.grilices.blogspot.com/Para os ajudarem a atigir o seu objectivo, contribuam em:
NIB (J.P GARCIA): 0035 0815 00000673300 54 INTERNACIONAL - IBAN PT50 0035 0815 00000673300 54 BIC SWIFT CGDIPTPL
ou da falta delas: ontem decidiu por vontade própria começar a tentar andar sem as rodinhas. Para já tirámos uma e o fim-de-semana era para treinar, treinar, treinar.
Só não contávamos era com uma parva de uma gastroenterite que a faz andar entre o sofá e a casa-de-banho e que nos estragou os planos. Mas pronto... a minha menina já anda só com uma rodinha... (suspiro).
E foi assim, que os ténis dos meninos foram para dentro do saco e as crocs-de-princesa-rosa-choque-com-brilhantes e as crocs-do-herói-da-moda-para-homens-pequeninos foram para os pés dos miúdos cá de casa e ainda não saíram.
E a modos que é isto. Eu continuo a não gostar das ditas, mas eles estão felicíssimos e eu com eles. Agora venha o copinho de água que eu estou a modos que embuchada...
lá fotografámos um iogurte.
Apesar de ter sido muito divertido, foi um desafio que se revelou bastante trabalhoso. Os próximos estão já aí ao virar da esquina.
E enquanto o miúdo mergulhava na piscina com o pai e a filha delirava com a ida ao trabalho da avó, eu passava a manhã com uma família deliciosa, entrando nas suas rotinas e registando os momentos que lhes são habituais.
Maravilha.
[mais fotografias aqui]
e chove. Mas eu ainda continuo inundada de sol.
[às vezes sinto que por muito que a gente faça por eles, eles vão conseguir fazer o dobro por nós sem sequer se aperceberem...]
uma das minhas brincadeiras favoritas era fazer penteados às minhas bonecas.
Agora que já sou crescidinha, tenho uma em tamanho XL para me divertir.
Hoje foi assim para a escola, com a mala do ballet numa mão e um tomate na outra para um suposto cordeiro que iria aparecer na escola, não fosse hoje dia das mentiras e a S. ter um sentido de humor muito próprio (:p).