quinta-feira, dezembro 14, 2006

O nascimento...

dele foi programado em função de alguns factores, desde a estação do ano (eu achava que ter filhos entre Abril e Maio é que era fixe) à idade da irmã aquando o nascimento (a diferença de dois anos e meio sempre foi a minha meta). Nasceu em Abril e têm dois anos e meio de diferença. Esta diferença de idade, era também conveniente por causa de certos extras (mais onerosos) associados aos filhos... as cadeirinhas do carro, de comer e de passeio, por exemplo. Sobre a cadeirinha de passeio, um defeito de fabrico num carrinho do tipo bengala que tínhamos comprado, deu-nos a oportunidade de comprar um novo carro a um excelente preço. Ainda bem, porque ainda hoje a Joana adora andar no carrinho dela. Em relação à cadeirinha de comer, a Joana ainda usa algumas vezes mas como têm (ainda) horários de refeição diferentes, não há problema. Onde podia haver alguns problemas era com a cadeirinha do carro, pois estávamos dependentes do peso dos dois. Mas até nisso tivemos sorte. O Miguel que já bate com os pés no banco quando anda dentro do ovo (o que é perigoso) faltam-lhe apenas uns duzentos gramas para os nove quilos (peso "mínimo" para mudar de cadeirinha e poder viajar de frente). A Joana já está demasiado alta para a cadeira dela e faltam-lhe uns trezentos gramas para os quinze quilos (peso "mínimo" para a cadeirinha do grupo seguinte). Por isso, quando chegar a nova cadeirinha da Joana, o Miguel passa para a dela e está o assunto arrumado. Onde eu pensava que não ia conseguir poupar nada, era na roupa. Sexos diferentes e estações do ano opostas. Aqui realmente a poupança não é tão grande (ai os vestidos...) no entanto, embora a Joana nunca tenha sido um bebé pequenino, como os rapazes são naturalmente maiores que as raparigas e ele ainda é um pouco maior que a média, ele está a vestir a roupa (bodies, babygrows, casacos, fatos-de-treino, blusões, camisolas, meias, etc.) que a Joana vestia no inverno do seu primeiro aniversário! Disto tudo a única coisa que me ocorre dizer é: Melhor que isto é difícil! (Melhor só se o Miguel fosse outra miúda e igualmente grande!)

11 comentários:

nadiasm disse...

Muito mais perigoso do que bater com os pés (não é perigoso, pode é ser desconfortável) é andar virado para a frente nessa idade. A APSI recomenda q passem para essa cadeira apenas com 2 anos, sendo que o limite minímo é os 18 meses. Está relacionado com possíveis lesões na coluna, e não com pesos.

Clara Sonhadora disse...

Além dessas "sortes" todas, tens dois filhotes lindos, cada um da sua forma!

Um beijo enorme para todos

Costinhas disse...

Nádia, pois o que um senhor da APSI numa daquelas feiras de mamãs e bébés me explicou, contradiz em parte a informação que tens.

Ele disse-me que quando os pés batem nas costas do assento, em caso de acidente, pode ser bastante perigoso (com risco de fracturas de ambas as pernas e não só) e que estaria na altura de mudar de cadeira. Disse ainda, que o ideal era continuarem de costas o máximo de tempo possível (até aos dois anos pelo menos, como disseste), mas que infelizmente a maioria das marcas automóveis não produzia carros com cintos traseiros suficientemente longos que permitissem as cadeiras dos grupos seguintes serem montadas em sentido contrário.

Quando lhe perguntei qual das situações era menos perigosa, ele indicou-me que era melhor ir virada de frente, na posição mais deitada da cadeira do que ir de costas, com as pernas "a sobrar" do ovo.

A Joana passou a andar nesta cadeira, virada para a frente (porque o carro não permitia montar a cadeira ao contrário), por volta dos nove meses, na posição mais deitada que a cadeira permite. Sempre achei que ela ia bastante segura. Muito mais do que num ovo onde já mal cabia.

Monica disse...

A diferença de idade dos meus (4 anos) também calhou bem :)
O André passa para a outra cadeirinha quando fizer os 6 meses... o ovo já era! não só já é estreito como os pés saem de fora e a cabeça está quase!
Em relação à roupa também consegui aproveitar bastantes coisas (nunca fui muito de vestidos, confesso).
Mas já estou como tu: se fosse outra menina ainda melhor! lol
Beijos

nuvem cor de rosa disse...

olha a tua "sorte" !!!
eu não tenho por onde escapar :-(((

(vou comprar as cadeiras esta semana)

nadiasm disse...

Sandra, a opção é tua (vossa) evidentemente. Suponho q existam no mercado cadeiras tipo ovo maiores (e digo suponho pq o meu foi até aos 18m no ovo dele, Maxi-cosi). Entre partir as pernas ou o pescoço, para mim a opção é óbvia.
Estava a dizer-te o q ouvi na televisão a secretária da Apsi a dizer e também o meu pediatra (já foi presidente da Apsi e um dos fundadores), para além do q diz no site deles.

Costinhas disse...

Nádia, os dois ovos que tenho, um da chicco e outro da bebé confort não são muito grandes realmente.

O da chicco, é mais fundo e é no que ele ainda anda agora, porque é o que lhe permite ir com as pernas menos de fora.

Acredita, que se eu pudesse eu mantinha-os de costas o máximo de tempo possível, e se os cintos da carrinha forem suficientemente compridos (ainda não experimentei) para montar a cadeira de costas, é isso que eu faço. Mas se não der, fico plenamente tranquila na mesma.

Só queremos o melhor para eles e para a segurança deles, certo?

Cristina disse...

Gostava de que o meu próximo filho tivesse essa diferença de idade. Dá para reutilizar os pertences da mais velha e pedir o que falta como oferta...
E também dá tempo para tirarem as fraldas e envolverem-se mais no nascimento do mano ou mana.

Cristina

nadiasm disse...

Obviamente não estava a questionar isso, Sandra!
Só que há por vezes muito má informação sobre estas coisas.

Tânia disse...

Estou agora a debater.me existencialmente com todas essas questões, para a eventualidade de um 2.º filho. O facto de n ter cá família continua a pesar muito, porque, em SOS, não temos alternativas... Sei lá.

Quanto à cadeira, vou fazer o mesmo que tu, pelos mm motivos.
Bjs

Miragem disse...

Perfeito!!