terça-feira, abril 28, 2009

Conversas com ele...

Mostra-me a mão toda riscada de marcador: - olha mãe, vês? É para eu me esquecer de uma coisa!

Em casa...

com ele. Muito mimo, a nova história dos três porquinhos lida vezes a fio, sestas em conjunto, aerossóis, as corridas mais loucas de carrinhos feitas no chão da sala, desenhos animados, ganguinho, febres medidas a meias, pouca comida, beijinhos e apertinhos. Mais uma valente crise respiratória. Mas vai melhorar.

segunda-feira, abril 27, 2009

O dia...

foi de sol e de alegria. De amigos e balões que sobem no ar. De comida pouco saudável e minis. De pulos e remates à baliza. De balanços e mergulhos em bolas. De corridas e escorregadelas. De embrulhos e de conversa. De nós quatro. De nós família. De nós amigos. Obrigada a todos os que fazem parte da nossa vida de forma mais ou menos chegada. Obrigada pelo carinho com que sempre me inundam aqui. Obrigada pelos telefonemas e pelos sms (especialmente os que não estão assinados e eu não faço a mínima ideia de quem os mandou :p). Obrigada por terem partilhado da nossa felicidade. Obrigada por estarem aí, mesmo quando eu falho tanto com vocês.

É segunda-feira e adivinhem...

o mais novo ficou de molho. Já não é surpresa, pois não? Pois... [Começou no sábado com febres altas e agora juntou-se a tosse. Hoje ficou com a "avó" Tina para nenhum de nós ficar em casa. Eu estou farta destas maleitas. Tenho dito.]

sexta-feira, abril 24, 2009

Anteontem...

foi o Dia Mundial do Planeta e não arranjei tempo para marcarmos a diferença neste dia. Ontem foi Dia Mundial do Livro, e a única diferença que tivemos foi ler-lhes duas histórias antes de dormir em vez de uma. Hoje não sei se é dia mundial de alguma coisa, mas o meu pai, o meu vizinho, a minha prima Z. e a doce M. fazem anos e pensei que podia fazer a diferença no dia deles tornando-me finalmente Dadora de Medula Óssea. Não só por ela, mas por todos aqueles que um dia possam vir a precisar. E foi mais uma tentativa fracassada. Tal como não posso ser dadora de sangue por entrar em choque quando me tiram mais do que determinada quantidade de sangue, não posso também ser dadora de medula óssea. Resta-me esperar que todos os que precisam consigam encontrar quem os ajude e que todos os que possam, se voluntariem nesta ajuda que é tão fácil e simples de dar. Para mais informações de como se podem tornar dadores de medula óssea consultem as páginas dos Centros de Histocompatibilidade da vossa região: Centro de Histocompatibilidade do Sul Centro de Histocompatibilidade do Norte Centro de Histocompatibilidade do Centro

Se um adolescente nos dá cabo da auto-estima, um reformado é capaz de muito mais...

Na fila do refeitório, espero pelo prato de bacalhau com natas que ainda está a sair do forno. Chega-se ao pé de mim o reformado que é o primeiro a chegar e o último a sair, com o respectivo tabuleiro, e interroga:
- Menina?
- Desculpe?
- Menina? - insiste com ar curioso e olhos fixos na minha barriga.
- Menina? Não! Eu não estou grávida! Parece mas não estou!
- Não está? - com ar de quem não se deixa convencer.
- Não! Posso ter barriga mas não estou grávida.
- Olhe que visto daqui parece! - um querido portanto.
- Mas não estou. - já com o sorriso a amarelar.
- Olhe que não sei. Você veja lá!

Vou ter de arranjar tempo para a ginástica está visto.

1...

E há um ano comemorava-te assim: Falta um dia apenas e não há quem pare esse teu entusiasmo. O nó da garganta não está desfeito, mas em compensação o meu coração transborda de ti. Meu menino.

quarta-feira, abril 22, 2009

Conversas de autocarro...

Grupo de adolescentes do 9º ano em conversa no autocarro: - Yá eu tenho uma tia que também trabalha aí! - A sério? Como é que ela é? - Yá! É loura! E buéda boazona. - É boa? - Yá! Já tem 32 anos, mas ainda é bué boazona. Nada como um bando de miúdos para nos fazerem sentir bem (e rir) logo pela manhã.

3...

Começou a contagem decrescente e eu começo a entrar em pânico com tudo o que ainda me falta preparar para o dia e o tempo que tenho para o fazer. O que me apetecia mesmo era dizer que este ano não há festa para ninguém e fugir com o grande e os pequenos para qualquer lado sem planos nem horas marcadas, mas, por outro lado, não há nada que me dê tanto prazer como receber a família e os amigos em casa. E eu tenho tantas saudades de cada um deles... Por isso, siga! Faltam três dias para os três anos. Como é que isso é possível?!

terça-feira, abril 21, 2009

Happy happy feet...

Como se não me faltasse mais nada...

Daqui a quinze dias devo começar o ciclo de certificação MED - Microsoft Enterprise Developer. São doze cursos em oito meses, sete exames e horas e horas de estudo. Acho que sinceramente estou a chegar ao meu limite.

Afinal...

o tema já não é o Noddy, mas sim o futebóle. E para ajudar à festa o avô A. vai hoje buscá-lo à escola para lhe comprar a prenda de anos: Umas chuteiras. É como diz o ditado: Quem sai aos seus não degenera. É que já tenho pena da minha nora...

segunda-feira, abril 20, 2009

Ao segundo filho...

já não se faz a contagem decrescente dos dias que faltam até ao seu aniversário. É o mais velho que trata disso.

Ontem...

foi a vez dele de ser surpreendido com um espectáculo. Deliciámo-nos os dois com o Ruca, a sua família e amigos, numa tarde de mãe e filho. Ele adorou o espectáculo e - não fosse estar no pico da fase dos porquês - passou o tempo todo a fazer perguntas sobre o porquê do gato não sair da bancada da cozinha ou estar de castigo no porta-bagagens do carro e outras que tais. No final não percebeu porque é que o Ruca não o tinha convidado para brincar com ele no palco e porque é que tinham todos fugido dos meninos "por trás". Numa altura em que parece que todo o tempo que lhes dedico me sabe a pouco, é bom conseguir encaixar estes tempos de filho único.

Vamos todos ajudar...

A Comunidade Vida e Paz percorre todas as noites 3 rotas diferentes nas ruas de Lisboa, chegando todos os dias a pelo menos 450 pessoas sem-abrigo. Leva uma ceia que é composta por duas sandes, um bolo (uma peça de fruta, quando possível) e leite, que frequentemente serve para tomarem ,logo naquela altura, a sua dedicação. As ceias representam 27 000 sandes e 1800 litros de leite por mês, esforço que só é possível com a ajuda de empresas e particulares que, como nós, acreditam em apoiar pessoas no caminho de volta à vida digna e feliz que merecem. Mas numa altura complicada como esta, temos que pedir a ainda mais pessoas para nos ajudarem, porque NÃO TEMOS LEITE!!! As carrinhas já estão a sair para a rua sem leite e precisamos urgentemente de resolver a situação. Um litro de leite dá um copo para 5 pessoas sem-abrigo – por isso, cada litro faz uma grande diferença! Partilha o teu leite connosco - nós dizemos-te como podes fazê-lo: * Entrega na sede da Comunidade Vida e Paz. * Envia a tua ajuda com a Embalagem Solidária dos CTT para a sede: Rua Domingos Bomtempo, 7 1700-142 LISBOA * Se não estás em Lisboa nem podes dirigir-te a uma estação dos CTT, podes simplesmente ligar o 760 50 10 20. Cada chamada reverte um donativo no valor dum litro de leite para nós! Custa 0.60€+IVA e dura 5 segundos: só o tempo de dizermos OBRIGADO!!!
Tendo recebido este pedido por email, não podia deixar de o espalhar. Vamos todos ajudar a encher este copo.

domingo, abril 19, 2009

Há dias difíceis de acordar...

Se a manhã de sábado foi bastante complicada à conta da saída de gajas até perto das 2h, hoje a manhã está a ser perfeitamente normal, mesmo tendo acordado mais cedo e ter tido outra saída de gajas que durou até depois das 3h. No fundo, no fundo, é tudo uma questão de prática. [quanto às fotos: na sexta fizemos fotografia de nu no curso e só posso agradecer à Teresa (a modelo da foto) por ter contribuído com a descontracção que nos faltava e ao resto do pessoal pela animação da noite.]

sexta-feira, abril 17, 2009

O meu carro fez três anos...

e eu dei-lhe uma prenda: Aspirei-o! O meu pai hoje deve estar orgulhoso de mim.

Dia sim, dia não...

Segunda fica ela de molho. Terça vão os dois à escola. Quarta fica ele de molho. Quinta vão os dois à escola. Sexta fica ele de molho. Será que podiamos quebrar este ciclo de uma vez por todas?! Na quarta era só febre, mas não adiantou mais que isso. quinta não tinha febre, estava bem-disposto mas quase não comeu e à noite tinha diarreia só de água. Durante a noite transpirou até encharcar a cama e hoje de manhã, se dúvidas ainda houvessem, vomitou-me em cima quando íamos a sair de casa. Agora dorme, o soro já está a arrefecer e eu estou a fazer figas que esta gastro seja bem mais delicada com ele do que foi com a mana.

9 anos...

sem ti, hoje. Dói.

quinta-feira, abril 16, 2009

Já me estreei...

na semana dos livros, mas acabei por trazer dois livros ao preço habitual pois naquela cadeia cujo nome começa por F, acaba em C, e no meio tem as letras N e A, a promoção é limitada a alguns títulos. Influenciada pela mar, fui à procura do O livro dos grandes opostos filosóficos, escrito por Oscar Brenifer e ilustrações de Jacques Després (Edicare). Assim que o comecei a desfolhar rendi-me e acho que vai nos trazer momentos bem interessantes a duas.
Sinopse: Um livro para contemplar, um livro para pensar, um livro único… São 12 pares de contrários para reflectires de que modo os opostos precisam uns dos outros. Em cada par, uma pergunta para pensar e responder, seguida de uma breve conclusão. As ilustrações fascinantes dão corpo e vida às ideias.
Com esse ainda trouxe o Quero uma mamã-robot, escrito por Davide Cali e ilustrações de Anna-Laura Cantone (Livros Horizonte). Agora, que me sinto sempre a roubar-lhes tempo a mais do que gostaria, este livro vem mesmo a calhar.
Sinopse: Uma mamã verdadeira nunca tem tempo para nós. Pelo contrário, uma mamã-robot, além de ter muito tempo, faz todas as nossas vontades. E nunca grita connosco... Senão, desligamo-la com o telecomando! Mas será que uma mamã-robot cheira tão bem e sabe fazer cócegas como uma mamã verdadeira?
[Imagens e sinopses daqui]

Às vezes...

apetecia-me enrolar-me sobre mim mesma e isolar-me até de mim. Esvaziar as ideias para que a minha cabeça possa descer do mundo das responsabilidades, prazos, afazeres, marcações, medicamentos, horários, filhos, marido, pai, irmã, família, e tudo e tudo, e assentar novamente nos ombros. Voltar a ser pequenina e sentir-me a flutuar na barriga da minha mãe, ou dormir uma soneca nos seus braços recostada no seu peito. Porque sinto falta desse colo. Especialmente nos momentos felizes.

quarta-feira, abril 15, 2009

Com estas coisas todas...

até me esqueci de registar a nossa quinta-feira passada. Como a empresa deu a tarde, decidi satisfazer um pedido antigo do Miguel e trouxe-o para o trabalho comigo. Foi uma aventura e ele estava radiante tanto por andar de autocarro comigo como por recordar onde eu passo os dias. Como já suspeitava, ainda a manhã ia a meio e já perguntava quando é que íamos embora para o parque mas também o quis trazer por isso. Para ele se aperceber que o trabalho da mãe é uma coisa chata e que estar na escola e poder brincar com os amigos é muito mais divertido. À tarde, depois de uma bela soneca na casa da S. fomos brincar no parque até serem horas de ir buscar a mana. Foi um mimo de dia esta quinta-feira. Um dia que há muito já estávamos os dois a precisar.

O meu menino lindo...

hoje ficou de molho em casa da avó Tina. Passou a noite cheio de febre e hoje de manhã embora não se queixasse de nada, mantinha-se quente e muito murcho. Ontem teve um dia em grande com uma ida à Quinta Pedagógica com a escola. Safaram-se à chuva, e pela S. o Miguel andava delirante e queria andar em cima da vaca marota (ele chama maroto(a) a tudo e todos, é um género de nome carinhoso). Prestes a fazer três anos, já se saiu que não quer fazer três anos mas sim seis. A festa quer que seja do Noddy, mas depois das crocs do Homem Aranha já não tem tanta certeza. Com uma conversa de menino crescido e no pico da fase dos porquês, só quer andar na rua e jogar à bola, andar de bicicleta, brincar no parque ou outra coisa qualquer desde que não esteja dentro de casa. Feito de puro mel, distribui beijos e abraços por todos a qualquer hora e sem motivo. Para contrabalançar tanta doçura, também é capaz das piores fitas com que já tive de lidar, mas aparentemente e felizmente este fim-de-semana acho que já consegui encontrar a técnica para lidar com elas. Pede-me constantemente para fazer ballet como a mana e todos os dias fala em ir para a piscina dar mergulhos. Quando for crescido quer beber vinho e jogar à bola como o pai, e quando for pequenino quer voltar a usar chucha e a beber leitinho das minhas maminhas. Quase três anos e novamente, a mesma pressa de crescer que me rouba os bebés muito antes de estar preparada. Meu lindo.

terça-feira, abril 14, 2009

Gostos (des)acertados...

Eu adoro puzzles. Há muito tempo que não faço nenhum e tenho saudades, mas o espaço que eles ocupam durante o processo, assim como o tempo que agora me demoraria a completá-lo, não é compatível com uma criança de quase (ai!) três anos que não pára quieta um segundo. Ela nunca gostou de puzzles, mas quando saíram os das Winx a minha esperança reacendeu e comprei-lhe um para esperar pela altura certa. Este fim-de-semana alargado dei-lho e passámos um bom bocado as duas enquanto o Miguel andava na rua com o pai. Ela comentou o sossego pouco habitual da casa. Eu não comentei, mas pensei que a minha bebé já só o é para nós e abracei-a com força. [e já só faltam cinco meses para Setembro...]

segunda-feira, abril 13, 2009

Cinco anos e meio...

e eu tenho uma princesa linda como filha. Hoje ficámos as duas em casa porque uma gastroenterite bem violenta deixou-a sem forças para voltar à escola hoje mas, agora que recomeçou a comer, os seus lábios voltaram a ter a malandrice habitual e os seus olhos a doçura que a caracteriza. Já há muito que não fazia estes registos e sentia-lhes a falta. Não faço ideia do que valha a pena registar aqui ou não, mas sei que continua tímida e atenta como sempre foi. Feliz e cheia de curiosidade pelo que não conhece. Sossegada e teimosa. Inteligente e amiga do seu amigo. Faladora e preguiçosa para arrumar. Caseira e a gostar cada vez mais de radicalidades nos desportos. Está uma miúda crescida. Ansiosa por começar a escola a sério, mesmo sabendo que vai haver menos brincadeira e mais responsabilidades. Temos conversas só de olhares, passamos que tempos aninhadas em abraços e silêncios que dizem tudo. Parecida comigo de corpo, parecida com o pai no feitio, mistura dos dois em tudo e nem sempre a ir buscar o melhor de cada um. E hoje, talvez por ainda estar meio grogue, deixou-me tirar-lhe fotografias para experimentar um novo adereço para as minhas sessões de bebés e quase que colaborou com os meus pedidos. Encheu-me as medidas foi o que foi. A minha bebé. Cinco anos e meio. Quase que não acredito.

domingo, abril 12, 2009

Vamos todos ajudar...

O que me chateia nesta roda viva em que entrei nos últimos meses, é que fui aos poucos deixando de acompanhar uma série de blogs de que tanto gostava sem sequer me dar conta. O da mãe Grilinha e do JP foi um deles. A mãe Grilinha e o seu JP partiram ontem para CUBA onde vão ficar dois meses para iniciar um ciclo de tratamentos que não existem senão lá. Infelizmente, todos os apoios que conseguiram angariar não chegaram para os tão desejados três meses e é por isso que é preciso continuar a ajudar. Cada ciclo custa 7000 euros e o JP é um menino feliz, alegre e inteligente mas que precisa de toda a ajuda que lhe pudermos dar para continuar a vencer as suas limitações motoras devidas a uma Paralisia Cerebral. Vamos todos ajudar esta família.
Para conhecerem toda a história, visitem o blog em:
http://www.grilices.blogspot.com/
Para os ajudarem a atigir o seu objectivo, contribuam em:
NIB (J.P GARCIA): 0035 0815 00000673300 54 INTERNACIONAL - IBAN PT50 0035 0815 00000673300 54 BIC SWIFT CGDIPTPL

sábado, abril 11, 2009

Das rodinhas...

ou da falta delas: ontem decidiu por vontade própria começar a tentar andar sem as rodinhas. Para já tirámos uma e o fim-de-semana era para treinar, treinar, treinar. Só não contávamos era com uma parva de uma gastroenterite que a faz andar entre o sofá e a casa-de-banho e que nos estragou os planos. Mas pronto... a minha menina já anda só com uma rodinha... (suspiro).

E não chegou a um ano...

entre o bradar a sete ventos que era uma mãe muito má e o pedir o copinho de água - natural porque calor agora não está nenhum - para me ajudar a engolir um post inteiro. A verdade é que nem um nem outro pediram nada, mas o olhar dela ao ver as sandalecas de borracha, vulgo crocs, numa loja disse tudo e aqui a mãezinha maquiavélica olhou para o pai, o pai olhou para a mãezinha e derreteram-se os dois.E foi assim, que os ténis dos meninos foram para dentro do saco e as crocs-de-princesa-rosa-choque-com-brilhantes e as crocs-do-herói-da-moda-para-homens-pequeninos foram para os pés dos miúdos cá de casa e ainda não saíram.E a modos que é isto. Eu continuo a não gostar das ditas, mas eles estão felicíssimos e eu com eles. Agora venha o copinho de água que eu estou a modos que embuchada...

quinta-feira, abril 09, 2009

Duas horas e cinco pessoas depois...

lá fotografámos um iogurte. Apesar de ter sido muito divertido, foi um desafio que se revelou bastante trabalhoso. Os próximos estão já aí ao virar da esquina.

quarta-feira, abril 08, 2009

Semana dos livros em Lisboa...

Para os doidinhos por livros como nós, aqui fica a dica da semana dos livros em Lisboa - de 20 a 25 de Abril - na qual as livrarias aderentes farão 10% de desconto. Ler mais na Pó dos Livros.

Sábado de manhã...

E enquanto o miúdo mergulhava na piscina com o pai e a filha delirava com a ida ao trabalho da avó, eu passava a manhã com uma família deliciosa, entrando nas suas rotinas e registando os momentos que lhes são habituais. Maravilha. [mais fotografias aqui]

Há dias...

que só não saio por vestir de casa, porque me visto antes de começar a tratar deles. Hoje: uma birra que durou praticamente duas horas porque não queria as meias que escolhemos. Ele. Mãezinha...

segunda-feira, abril 06, 2009

Sexta-feira à noite....

fui a um barzinho com a malta do curso no Bairro Alto. Soube-me tão bem. O poder conversar num ambiente descontraído e a música ligeiramente mais alta do que estou habituada. A confusão do ritmo da noite. O beber um cocktail (sem álcool que senão era o fim da picada :p) e deitar conversa fora. Só não gostei tanto do empurra-empurra para conseguir sair do Bairro e do apalpão que me deram quando passei por um grupo de miúdos. A malta amiga, incentivou-me a considerar isso um elogio, mas não sei não...

Segunda-feira...

e chove. Mas eu ainda continuo inundada de sol. [às vezes sinto que por muito que a gente faça por eles, eles vão conseguir fazer o dobro por nós sem sequer se aperceberem...]

quinta-feira, abril 02, 2009

Regressar a casa...

No Domingo de manhã...

acordei a pensar porque é que me tinha metido nisto. No primeiro click da máquina tudo voltou a fazer sentido. Adorei este dia, adorei o bebé G. e toda a sua família, e o trabalho correu tão bem, que agora o difícil é mesmo escolher. Fotografar baptizados pode ser coisa sem importância para muitos fotógrafos. Um trabalho menor. Mas para mim, registar momentos tão importantes na vida de cada um, nunca pode ser algo menos que um privilégio. Conseguir captar a essência do dia sem recorrer à pose estudada e repetida evento a evento, é um desafio permanente que nos exige muita dedicação. Minha cara A. obrigada pelas tuas palavras de contentamento. São a melhor retribuição que poderia desejar.
[para ver mais fotografias clicar na imagem]
E no fim-de-semana que vem mais uma sessão em família. E no seguinte mais um projecto que ficará concluído. No depois desse outro projecto que começa, e por aí adiante. E assim, passo a passo, de dias felizes em dias felizes, de noites perdidas em noites perdidas, o meu caminho mostra-se mais desimpedido. E não há nada que me faça sentir melhor, mesmo que me sinta cansada e que o tempo me fuja pelos dedos.

quarta-feira, abril 01, 2009

Eu não tenho tempo...

nem para me coçar, nem para contar as últimas da minha actividade fotográfica, mas comecei a pensar para os meus botões: e se eu começasse uma rubrica com dicas de fotografia? O que me dizem?

Eu quando era pequenina...

uma das minhas brincadeiras favoritas era fazer penteados às minhas bonecas. Agora que já sou crescidinha, tenho uma em tamanho XL para me divertir. Hoje foi assim para a escola, com a mala do ballet numa mão e um tomate na outra para um suposto cordeiro que iria aparecer na escola, não fosse hoje dia das mentiras e a S. ter um sentido de humor muito próprio (:p).