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quinta-feira, novembro 15, 2012

Ficar de molho...





Primeiro foi ela que há umas semanas começou com crises de asma nas aulas de educação física. Resolvido. Depois foi ele que ficou com aquela tosse típica. Resolvido. Ontem nem sei bem o que tinha mas estava quente, queixoso da barriga e ouvidos, mole, e, com uma pedrada de sono que dormiu até às onze.

Dormiu, teve mimo, brincou, fez os deveres da escola que pedimos à professora que nos indicasse e à noite parecia outro.

Às vezes o melhor medicamento que (nos) podemos dar - e a maioria das vezes o único verdadeiramente necessário - é tempo para o corpo reagir tal como foi programado para o fazer. Pena é que nos dias que correm tenhamos de parecer autómatos, que nunca ficam doentes e que se ficam têm de se curar a trabalhar com doses cavalares de medicação, que estão sempre disponíveis 24 sobre 7 para trabalhar e agradecidos por isso, que não têm outra responsabilidade nos seus dias além de trabalhar e que não ousam sequer dizer o que lhes vai na alma porque há alguém por cima deles que cultiva a noção do medo.

Medo tenho eu é do que nos estamos a transformar e de que eu não consiga nunca me adaptar a isso nem os ensinar a eles a serem assim.

quarta-feira, novembro 14, 2012

De status update no FB para post no blogger...

Hoje faço greve.

Hoje faço greve porque ainda tenho trabalho e há quem já não tenha. Hoje faço greve porque o dia que me vai custar vai destabilizar o orçamento mas há quem já não tenha um euro sequer a dispensar. Hoje faço greve porque é mais uma ferramenta que me deram para dizer basta.

Há quem diga que não serve de nada e até pode na prática ser verdade mas apenas porque o permitimos, eu não acredito que se mude alguma coisa se não saírmos da plateia. Se as manifs não adiantam, se as greves não adiantam, se reclamar em algum sitio que se veja sem ser no facebook não adianta, se nem sequer vale a pena ir votar, se nada disto serve para alguma coisa, a democracia serve para quê?

Hoje faço greve porque a greve é de todos, para todos, e não vejo futuro no caminho que estamos, nós todos, Portugal inteiro, a percorrer.










quarta-feira, outubro 17, 2012

Acho que nunca falei de Natal tão cedo...

Mas o assunto assim o merece.

Nos dias que vivemos ainda faz mais sentido dedicarmos um pouco do nosso tempo a quem tem tempo e dificuldades de sobra.

Por isso aqui fica o convite/desafio: Quem alinha comigo em mais uma Festa de Natal com as Pessoas Sem-Abrigo?


Deixo-vos aqui mais informação e a forma como se podem inscrever.

Cara(o) Voluntária(o),

Está aí a Festa de Natal com as Pessoas Sem-Abrigo 2012, que decorrerá nos dias 14, 15 e 16 de Dezembro, na Cantina 1 da Universidade de Lisboa!

Como sabe, é o grande evento da Comunidade Vida e Paz, porque representa uma oportunidade privilegiada de partilhar algum conforto com os nossos convidados sem-abrigo e mostrar que renascer para uma nova vida pode estar à distância duma decisão!

Entre as refeições caseiras, banhos quentes, roupa limpa e outras pequenas lembranças do que é uma vida normal, queremos dar os nossos sorrisos e atenção. Ora, como estas são as pessoas que conhecemos da rua e procuramos motivar para a mudança, precisamos muito dos nossos voluntários regulares para cumprir os objectivos de humanização da festa – e queremos contar consigo, porque não há ninguém melhor que nós, que os conhecemos e ajudamos, para os fazer decidir: “a minha vida vai mudar!”

A Festa de Natal é um esforço logístico massivo e toda a ajuda é bem-vinda – traga a sua experiência e boa-vontade para a Cantina 1!

É só seguir os passos:

· Passo 1: aceda ao formulário de pré-inscrição em http://voluntario.cvidaepaz.pt

· Passo 2: insira os seus dados e escolha o seu dia preferido para a sessão de esclarecimento (Não se esqueça que esta sessão de Esclarecimento é obrigatória e caso não compareça na mesma, a sua pré-inscrição será anulada)

· Passo 3: leia a descrição de cada área e escolha aquelas em que gostaria de dar a sua contribuição

(Nem todas as áreas necessitam de voluntários.)

Passo 4: Escolha o/os turnos em que pretende dar o seu contributo e clique em cima até mudar de cor. Clique em "seguinte" caso queira finalizar, ou "escolher outra área", se se quiser inscrever noutra área.

· Passo 4: após ter escolhido tudo e clicar em "seguinte" irá aparecer uma nova página onde estarão todas as suas escolhas. Confirme a sua pré-inscrição, que apenas ficará efectiva com a sua presença na sessão de esclarecimento (este ano a sessão de esclarecimentos funcionará de acordo com novos moldes). Mais uma vez relembramos que a não comparência na Sessão de Esclarecimentos invalida a pré-inscrição realizada através da plataforma on-line.

O prazo limite para as inscrições será dia 25 de Outubro, contudo alertamos que caso as vagas sejam preenchidas antes a plataforma on-line poderá encerrar mais cedo.

Aguardamos a sua inscrição!

sexta-feira, setembro 28, 2012

Quanto vale uma vida humana?

[escrito a 27 de Setembro de 2012]
Depois de ouvir esta notícia hoje de manhã, e de me recordar o que vivi há doze anos atrás, a conclusão a que chego é que eu sou culpada por parte do grande buraco orçamental.
A minha mãe viveu três anos, quando não era expectável viver mais do que alguns meses, tendo feito nesse tempo alguns tratamentos experimentais caríssimos - que por acaso até a iam matando mais cedo - cirurgias, quimioterapias, radioterapias, etc etc etc.
Fez tudo no IPO de Lisboa, consoante o proposto pelos médicos, sempre a contrariar expetativas e taxas de sobrevivência, sempre a mostrar que estava ali para lutar uma guerra e vencer batalha a batalha.
Não venceu, mas conseguiu ver-me a definir o futuro com o homem que hoje é meu marido (e por quinze dias apenas não nos viu casar), viu o meu irmão prestes a concluir os seus estudos com distinção (mas foi poupada à sua perda, pelo menos isso) viu a minha irmã chegar aos treze anos (e treze é muito diferente de nove).
Desculpem sim, por ter tido a minha mãe mais dois anos e meio do que previsto. Desculpem o que a presença dela nas nossas vidas custou ao estado. E perdoem pensar que a vida humana não tem preço e que o Serviço Nacional de Saúde devia ser cego a classes sociais e influências.
Quem achar que isto é realmente uma medida equilibrada, tem dinheiro para pagar o que for preciso do seu bolso. Quem não achar que isto, mesmo podendo até parecer sensato no papel mas que, na realidade vai ter um efeito perverso, nunca passou por uma situação em que a sua vida ou a de alguém que ama dependa da decisão de outrém e não tem meios para se valer de outra forma.
Eu tinha escrito isto ontem, mas deixei em banho Maria porque escrevi de rajada e nem sempre digo bem o que quero nessas situações. Eu até tenho uma opinião formada sobre o mau uso de alguns recursos por parte dos médicos e dos utentes do SNS. Eu até tenho opinião formada sobre outras coisas importantes relacionadas com os jogos psicológicos que fazem sobre doentes e familiares de doenças terminais, mas não vou por aí. Porque o que escrevi ontem, é mesmo o que eu quero dizer sobre esta medida.

E desculpem qualquer coisinha, sim.

sábado, setembro 15, 2012

Foi uma das tardes...

mais marcantes que já vivi. Famílias inteiras, gente de todas as convições, dois ou três mares de gente que se uniu por uma causa que nos atinge a todos, ou pelo menos a esmagadora maioria. Não levei nem os meus filhos, nem a minha máquina e fiquei logo arrependida. É bom perceber que somos capazes de nos unirmos e somos capazes de mostrar a nossa indignação de forma totalmente pacífica. Espero que estas manifestações que ocorreram um pouco por todo o país tragam efetivamente frutos. 

E que todos possamos beneficiar deles.


[ver fotos aqui... agora não tenho mesmo tempo para as adicionar. para a próxima lembrar de pelo menos verificar se o telemóvel tem bateria para não ficar sem registos a meio da manif e ter que pedinchar o da cara-metade de vez em quando :p]

Eu hoje saio à rua...

Eu hoje vou à manifestação não porque goste do nome com que a batizaram (que por acaso não gosto), nem porque seja fixe ir gritar uns nomes feios a alguém (que não chamo nem aí, nem nunca), ou que ache que basta sair para a rua reclamar sem ter noção se existem alternativas e das consequências (porque não).

Mas sair para a rua hoje significa, para mim, que não estou de acordo com o que estão a fazer e que quero
 que parem de nos assassinar a esperança, de lapidar o presente e de empurrar para a miséria quem já nada tem.

Eu tenho um trabalho por conta de outrém no qual estou constantemente a sofrer cortes que por muito inconstitucionais que sejam, são validados por mudanças cegas da lei e ditados pelas vontades de alguns. Eu tenho um trabalho por conta própria pelo qual sou coletada ao contrário da maioria da minha concorrência direta que nem dados concretos põe nos seus sites e afins para não serem identificados. Pago por cada um deles e sinto-me cada vez mais um troll por causa disso.

Eu não tenho créditos com instituição nenhuma e pago todos os compromissos que assumo a tempo e horas e contando apenas com o dinheiro que já existe, e até podem dizer que tal exercício não passa de economia e gestão de dona-de-casa, mas se calhar era o fazia falta ao país: menos ambição, mais pragmatismo.

E eu não estou para continuar a sacrificar-me a mim e aos meus filhos para que os grandes continuem grandes (ou maiores ainda) e os que nos meteram nesta situação (os que lá estão agora e os que lá estiveram) continuem impunes. Eu quero uma mudança. Eu quero que parem. Eu quero que os mesmos que foram colocados pelos votos de outros que não eu se sentem com os restantes e pensem a sério nas consequências reais dos seus atos e decisões.

E não vou ficar à espera que surja aí um movimento cívico cheio de alternativas para dizer ah agora sim, vou dizer o que penso. O que é preciso é que os que lá estão olhem para a realidade e se deixem de demagogias. Eu hoje vou porque quero dizer basta, para além do mural do facebook. Mesmo que para isso tenha de desperdiçar uma tarde de praia, ou de trabalho.





E sei que muitos dos que não concordam com o que se passa não vão lá estar, e compreendo até os motivos de alguns, mas gostava mesmo muito que hoje fossemos muitos.





Porque já chega.

segunda-feira, julho 09, 2012

Este é o país que temos...


Eu sei que ninguém já consegue ter paciência para as piadas à volta do "Há uma linha que separa" mas isto não é uma piada nem é para ter piada.

Esta é a realidade do nosso país. De um lado, uma classe mimada que não olha a meios para atingir os seus fins. Do outro uma classe resignada que aceita dia após dia os desvaires da primeira.

Ontem vi a Grande Reportagem da SIC sobre "Profissão: ex-Ministro", em que há um em particular que diz não se achar rico por ter ganho sete milhões de euros com um único negócio. Hoje dei de caras com a imagem de cima e o respetivo texto (para ler) e é para esta gente e a todos os restantes "comuns mortais" como eu e vocês, que eles já estão a estudar novos cortes e mais impostos para sustentar as dívidas criadas pelos negócios e interesses dos grandes, muito mal geridos - para o país, não para os bolsos deles - por aqueles - não só mas também - que ontem se sentavam de consciência tranquila em frente às câmaras.

Eu posso não saber escrever ou passar as minhas ideias decentemente, eu posso não ter uma célula política no meu corpo, eu até posso só perceber de gestão o que aprendi no meu curso de Informática de Gestão e do que aprendi com o lado doméstico da vida, mas merda (é nestas alturas que eu gostava de conseguir dizer asneiras mais fortes que merda) até quando é que vamos continuar a aceitar isto como normal? Até quando é que vamos continuar a abanar a cabeça a cada notícia de novo escândalo e a deixar andar, dizendo que se mantém a cruzinha no mesmo sítio porque "são todos iguais" ou que não se põe cruzinha porque "não vale a pena"? Eu incluo-me no grupo do deixa andar, mesmo que com a minha cruzinha nunca tenha estado do lado dos "vencedores", mas ao mesmo tempo, pouco faço além de me indignar, expressar a minha indignação no boletim de voto e escrever meia dúzia de patacoadas que poucos lêem.

segunda-feira, julho 02, 2012

Isto é estúpido...

Monstro das Bolachas vai comer fruta e vegetais

e é estúpido (na minha opinião) por vários motivos, mas principalmente por revelar que se supõe que os exemplos que se vêem na televisão são mais importantes do que os que se recebem em casa.

Eu via Rua Sésamo, via o Tom & Jerry e cantava o Atirei o Pau ao Gato em criança, e, nem como bolachas habitualmente (aliás, é coisa que raramente/quase nunca mesmo se compra lá em casa) não ando à porrada (tirando uma vez que me fizeram uma espera à saída da escola e tive de me valer) e nunca fiz mal a animais (pronto, já tive de eliminar uma família de ratinhos do campo que se alojou e destruiu parte do conteúdo da minha garagem, mas primeiro tentámos durante algumas semanas que eles se fossem embora de livre vontade...).

Mas se é assim, e o Noddy quando é que deixa de se alimentar exclusivamente de queques e gelados? E quando é que passa a usar o cinto no carro? E a Barbie, quando é que engorda?!


PS: Nada contra as séries excelentes e cheias de boa informação e bons exemplos para os miúdos que se fazem atualmente, muito pelo contrário!

quarta-feira, junho 27, 2012

Ao Hospital Dona Estefânia...

aqui fica o meu agradecimento público:

OBRIGADA.



[e muito tem a perder este país se se deixa mais uma vez os interesses económicos de alguns passarem por cima da importância de ter um hospital pediátrico de referência que concentre tal riqueza de conhecimento em tantas áreas diferentes, e cuja dedicação dos profissionais é notória.]

segunda-feira, maio 07, 2012

Uma das melhores prendas do dia da mãe...

foi a oportunidade de poder finalmente tirar uma das fotografias que mais gostava de tirar e nunca tinha tido a oportunidade.

Moura, Alentejo


[ou, como não ir de pendura no carro com ele a conduzir mas sim ao volante e sozinha no carro, me deixa parar sempre que eu vejo A imagem que adoraria fotografar...]

quinta-feira, abril 26, 2012

25 de Abril... 38 anos


Este ano fazia intenção de lhes mostrar um bocadinho do filme sobre o 25 de Abril. O filme em que o tio deles participou enquanto estava a cumprir o serviço militar em Mafra. O filme onde o meu irmão aparece mesmo de frente por umas milésimas de segundo e onde é a cara chapada do meu pai (com 64 anos acabadinhos de fazer no dia 24) naquelas fotos de Angola.

O facto dele ter estado adoentado, adiou os planos, mas enquanto ele dormia e eu conversava na sala, ela preparava uma apresentação sobre o 25 de Abril em Power Point.

Vou fazer tudo por tudo para que eles, independentemente da cor política que venham a vestir em adultos, compreendam o quanto significou esta revolução. O quão importante foi para nós. Que não se esqueçam nunca do que é o valor da Liberdade. E que não a confundam nunca com o governo de interesses a que temos vindo a ser submetidos.

Acho que já precisávamos de uma nova revolução.

quarta-feira, abril 11, 2012

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Como chocar um espanhol?!

Mostrando-lhe a última fatura do gasóleo, passando logo de seguida ao maisgasolina.com e a um site português de uma marca de automóveis para poder comparar com as equivalentes espanholas.

Foi hoje. O chocado foi o meu formador de SAP Netweaver Process Integration.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Vergonha do que este país se está a tornar...

A miúda não conseguia adormecer com tanta comichão na perna. Fomos ver e tinha uma das pernas num estado lastimável. Sem saber o que lhe havia de colocar nesta situação em particular impunha-se que fosse vista por um médico e já depois das dez da noite saiu mais o pai direitos ao CATUS. Chegados lá apenas uma porta fechada com a indicação de quem precisasse se dirigisse a uma urgência hospitalar. Pesados os prós e os contras, lá foram os dois direitos à Estefânia e a uma urgência apinhada de crianças doentes. Voltaram para casa e amanhã um de nós vai ter de perder no mínimo a manhã de trabalho para tentar que seja atendida pela médica de família.

Já vínhamos a ser empurrados sem dó nem piedade para os seguros e serviços privados de saúde, mas neste momento é flagrante e isso só me faz aumentar o asco que sinto pela nossa classe política e seus compadres.

O facto de grandes empresas procurarem alternativas noutros países que lhes dão mais garantias eu compreendo e não me incomoda em nada. Agora, o que se está a passar na saúde é vergonhoso. O que se preparam para fazer nos transportes públicos, idem. E no mercado de trabalho tanto publico como privado, é o mais puro desrespeito pelos trabalhadores.

E nós calamos e consentimos e a maioria ainda volta a colocar nos lugares de decisão quem nos roubou e abusou da nossa confiança, ou, pior ainda, calam-se quando a sua voz faria realmente diferença para agora andar a gritar em manifs e facebooks a sua indignação.

terça-feira, dezembro 27, 2011

quarta-feira, dezembro 14, 2011

Mais que vos dar música...

(têm mesmo de clicar no link de baixo, mas cliquem que vale a pena)

Stand By Me | Playing For Change | Song Around The World from Concord Music Group on Vimeo.

quero dar-vos um motivo para sorrir. Simplesmente sorrir.

[e gingar um bocadinho e cantar um bocadinho e sorrir mais um bocadinho]

terça-feira, novembro 08, 2011

Ah Portugal, que é assim mesmo que sais da crise!!!

Pois que hoje tinha à minha espera na caixa do correio a primeira coima das finanças da minha vida. Parece que em 2008, ano em que mudaram as regras do IUC (imposto único de circulação) eu me atrasei 12 dias no pagamento do mesmo. É feio sim senhora, se devemos é para pagar no dia certo, mas diz que o carro tem matrícula de março, eu estava habituada a pagar o dito em julho e que não recebi nenhum lembrete a recordar-me do mesmo e quando me lembrei ou lembraram-me já se tinham passados uns vergonhosos 12 dias.

E?

Pois que por me ter atrasado 12 dias a pagar um imposto no valor de 32 euros, sou autuada em 2011 com uma coima de 15 euros. Assim sendo, estes doze dias de atraso custaram-me 46,875% do valor do imposto.

Mas posso me dar por feliz por não me terem cobrado juros de mora, certo?

Tudo bem que as nossas responsabilidades são para cumprir e no prazo certo, mas, só assim numa loucura, se agora fossem atrás dos grandes, hum?! Daqueles que têm empresas e clubes com grandes dívidas ao fisco, mas porque o dinheiro não está nas contas que devia e os contactos são mais que muitos lá vão escapando?!

Mas mais vale 15 euros no bolso, do que uns milhares dos amigos e poderosos, certo amiguinhos?!

Bem me parecia...

segunda-feira, outubro 24, 2011

O que o nosso país precisava...


era de uma bela limpeza de cima a baixo, que tanto foge o grande como o pequeno e ainda se gabam.

[conhecem o Má Despesa Pública? Não? Então passem lá e indignem-se...]