quarta-feira, outubro 31, 2007

Conversas com ela...

No carro, em tom chocado: - ó mãe, a V. diz que quer casar com o L.... mas sozinha! Só ela e o L.! Adenda: O choque é por ela querer ser única a casar-se com ele... imagine-se! Só ela! :p

No carro...

- mãe o que é "mais ou menos"? - porque é que agora me vens sempre buscar de noite?

Hoje é dia...

Mundial da Poupança. AHAHAHAHAHAHAHAH Não sei porquê mas nos tempos que correm, acredito mais em bruxas...

domingo, outubro 28, 2007

Domingo,

23h30. Sento-me ao computador com uma caneca de leite morno e penso que podia aproveitar para dar uma volta por estas bandas. Os miúdos estão deitados, ele esticado no sofá. A casa está apresentável, a roupa por passar diminuiu de volume. Posso escrever qualquer coisa. Seguro a caneca nas mãos e aqueço por dentro. Abro o bloglines, espreito aqui e ali. A vontade falta-me. Para ler, para mostrar que li. Mas devia, já que durante a semana agora é quase impossível. E afinal, eu até gosto de ir lendo e de ir sabendo de quem quero bem. Mas a vontade... a vontade é uma coisa tramada. O fim-de-semana foi fantástico, tranquilo. Se não pensar nas limpezas e arrumações que não pude evitar de fazer ao fim-de-semana desta vez, nem que íamos faltando à segunda festa no espaço de uma semana por eles dormirem sestas de quatro horas, e que por isso tivemos menos tempo para relaxar com os amigos. Mas e este calor formidável que nos deixou brincar no jardim? Acordar e sair para a rua e sentir o sol no corpo. Perfeito. E escrever? O que é que eu vou escrever? Tanta coisa para registar, para guardar. Mas sinto-me incapaz, lá está, sem vontade. Podia dizer que o miúdo me está a deixar de rastos. Que só me quer a mim todo o tempo que estou por perto. Que até teve de dormir comigo as duas últimas noites só para eu conseguir descansar qualquer coisa. Que melhorou da febre e das pintas, mas que agora parece que está a chocar outra coisa qualquer. Que está um safado e não quer ser contrariado. Que só me quer a mim. Só a mim. Que não quer tomar banho e que é uma fita de primeira do princípio ao fim. Que está giro. Delicioso. Que não dorme mais que umas horas seguidas. E que quando acorda só me quer a mim... Podia dizer que a miúda está a começar a sair da casca na escola e que nem a parece a mesma miúda que fugia de tudo e todos e não fazia valer os seus direitos há um ano atrás. Que consegue tirar-me do sério com tanta pergunta e resposta, e confirmação da resposta, e confirmação da confirmação da resposta. Que está gira e meiga como sempre. Que me pede para verificar quase todos os dias se não tem nenhum dente a abanar. Que está a sair da casca em casa também. Podia dizer que no serviço começou uma roda-viva tal que me vai afastar de quaisquer distracções pelo menos até ao Natal. Que isso é bom. Muito bom. Que me faz sentir bem. Mas a vontade... a vontade é uma coisa tramada. Muito mais que a falta de tempo.

sexta-feira, outubro 26, 2007

Juntem as vossas meias às minhas...

e vamos tornar as noites de Lisboa mais quentes.

Porque ajudar é tão fácil, clica aqui!

No carro...

- mãe, quantas paragens faltam para chegarmos ao médico? Eu bem que me andava a sentir um pouco como um motorista...

Sexta-feira fantástica...


hoje foi dia de caras pintadas :)

Ontem, depois da consulta, ainda fomos comprar as tintas e hoje de manhã lá teve a mãe de dar asas ao pincel e desenhar a borboleta que ela escolheu.

O arranhão oferecido pelo irmão é que era dispensável na decoração...

Consulta dos 18 meses/4 anos

Estão como se quer, é a conclusão. Crescem ao mesmo ritmo de sempre, evoluem como crianças que são. O Miguel tem exantema súbito que deve desaparecer nos próximos dias, mas de resto está óptimo. Novo plano de actuação em caso de crises e pouco mais a dizer. A Joana continua com uns mega-adenóides e umas mega-amígdalas. Vamos fazer um raios-x e um audiograma e depois logo se vê. Descobrimos que ela, fisicamente, é igual a mim até nas características das articulações. Fica é o apontamento mental, para não voltar a marcar consultas para o final da tarde... a hora de espera sozinha com eles, não se torna assim tão agradável quanto isso.

quinta-feira, outubro 25, 2007

18 meses de ti...

e eu pergunto-me: onde está o meu bebé?

As fraldas e a maminha já eram. Estás mais agarrado à chucha e a mim. Estás giro, charmoso e a voltar à reguilice de há uns meses atrás.

A paixão pela mana continua no auge. Os animais vêm logo a seguir.

As refeições continuam a ser pacíficas à excepção de quando estás com sono que aí não entra nem uma colherada. Gostas de tudo. De-tu-do.

Começas a mostrar agora algum interesse pelos livros (no sentido de apreciar uma história). A música nunca pode faltar. Por ti, andavas sempre na rua.

Repetes tudo o que ouves, mas mantens-te nas palavras soltas.

És cauteloso, atento e bem-disposto.

És feliz!

Ele...

está a melhorar. A febre mantém-se, mas mais controlada, e o síndrome de mãezite aguda atingiu níveis nunca vistos. Hoje temos consulta de rotina por isso logo vemos o que o pediatra diz, mas acho que não deve haver muito a fazer a não ser esperar que passe e actuar sobre a febre.

quarta-feira, outubro 24, 2007

Na segunda...

quando cheguei à ama, encontrei um menino febril à minha espera. A noite não foi boa, mas de manhã, embora se mantivesse uma febre ligeira, estava mais bem-disposto e ficou na ama. Hoje a noite foi para esquecer, com febres a rondar os 40º. Ficamos em casa Afinal, a ama não tinha nenhum miúdo e ele acabou por ficar com ela com os miminhos todos para ele. Esta avó emprestada é a nossa salvação. [o Inverno promete...]

terça-feira, outubro 23, 2007

Diário de uma remodelação - Dia 10

clicar para ver em maiorE aos poucos o quarto vai ficando pronto. Na sexta-feira antes dos anos dela, como fiquei em casa, foram montar-me as prateleiras e acabei por poder finalizar a decoração das paredes (falta apenas pendurar umas molduras e um cabide).

O quadro já tem moldura e que também já foi betumada. Resta lixar e aplicar-lhe uma velatura para escurecer a madeira.

Está quase.

segunda-feira, outubro 22, 2007

domingo, outubro 21, 2007

Do desfralde...

ele praticamente não se descuida, mas quando o faz, ou é na cadeira do quarto do filho de amigos onde fomos jantar; ou na cadeira do restaurante onde fomos almoçar; ou na cadeira do café onde fomos tomar o pequeno-almoço. Não percebo a coincidência com as refeições, mas agradeço-lha a delicadeza de nos ter poupado a casa. [se bem que não nos escapamos de já ter tido uns presentes no tapete da sala]

Iuuuupiii!



[qualquer comentário do género "ai que a miúda sai mesmo à mãezinha dela" será imediatamente validado :p]

Aproveitei a água do banho deles...

e lavei a torradeira. Não fui de modas, e os tachos, pratos, saladeiras, bules e chávenas tiveram o mesmo destino. De seguida, esfreguei folhas de alface, rodelas de tomate, bananas, ameixas e laranjas. O pão de sésamo, as fatias de queijo e as batatas fritas ganharam outro viço. As embalagens do leite, do ketchup e das sardinhas é que perderam as etiquetas. A miúda já pode voltar a cozinhar à vontade.

sábado, outubro 20, 2007

Quentes e boas...

ele vira o copo de água sobre si próprio, e, com um ar surpreendido, comunica-nos: - molhêmi! [molhei-me]

Hoje...

cortámos-lhe os caracóis.

Mas pelo que me parece, não tarda nada estão de volta.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Há esperas...

que compensam todas as noites perdidas, todos os momentos de desalento e que justificam todas as esperanças depositadas em nós.

Hoje encontrei o final de um caminho labiríntico.

Hoje enveredei por outro igualmente serpenteado.

Já me esquecia de registar...

a entrega do Continente Online decorreu na maior das calmas. Com mais uma oferta de entrega grátis para usar, acho que vamos voltar a experimentar!

terça-feira, outubro 16, 2007

Para registar...

Esta foi a primeira noite dele, que dormiu seguido até de manhã, sem uma única interrupção. Não lhe ouvimos um suspiro sequer. Nada. Foi o primeiro a adormecer e o último a acordar. Yes! [e acordou sequinho!]

Veio comigo...

à pediatra do meu trabalho. Está com a respiração a 100% e descobrimos-lhe um canino de fora e outro a nascer. Cada dente, cada crise. E depois ainda dizem que os dentes não têm nada a ver... pois.

segunda-feira, outubro 15, 2007

Conversas com ela...

- mãe? - sim? - eu depois dos quatro quero fazer seis [anos], está bem?

Conversas com ela...

No carro, vou precisar de fazer uma chamada de trabalho em alta-voz: - Joana, agora a mãe vai precisar de falar ao telefone com um senhor por isso tens de ficar quietinha, está bem? - está bem. (pausa) - mãe? - sim? - posso respirar?

Lançamento do livro: Pacto do Silêncio


Um livro que espelha a realidade do aborto espontâneo/morte fetal.
Quinze histórias verídicas que retratam a realidade de quem ansiava por um filho e apenas ganhou o vazio de não o ver nascer

À venda directamente pelo site da associação Projecto Artémis - www.associacaoartemis.com ou requisitando por este mesmo e-mail.

Preço de lançamento: 12,50€


E a barriguinha que alvoraçou umas quantas meninas há uns tempos de atrás, serve agora de capa a um livro sobre um tema muito difícil. É um verdadeiro privilégio ter sido convidada a colaborar neste projecto desta forma tão singela.

À sua autora, Manuela Pontes, e ao Projecto Artémis, desejo as melhores felicidades. A todas as mães que já passaram por esta dor, não sei o que desejar a não ser coragem e força.

Para registar...

a primeira noite dele sem fralda. [(atenção! parêntesis maiores que o post!) Já dormia as sestas sem fralda há umas semanas e nunca se descuidou. Quando saímos, e mesmo que leve fralda pede sempre para fazer cócó (ele chama cócó a tudo), mesmo que por vezes ainda peça em cima da hora, e nunca quer pôr a fralda. À noite ele fazia muito xixi, mas como percebi que nas sestas ele fazia xixi se tivesse fralda (a ama ainda lhe punha a fralda na sesta) e aguentava-se se não a tivesse (em casa, no carro, etc) decidi a experimentar também à noite. Se resultar, mesmo que tenha de mudar a roupa da cama algumas vezes, torna o processo ainda mais rápido, se vir que é cedo, volta a fralda e espera-se mais uns tempos. Hoje fez um xixi a meio da noite, porque chamou-me e quando cheguei lá, ele estava mais a dormir que acordado e quando lhe perguntei se queria fazer xixi, ele fez. Tirei-lhe as cuecas com ele a dormir, pus uma toalha turca por debaixo dele e ele nem ai nem ui :p]

Comecei a semana...

a correr para um autocarro e, a uns escassos metros, a ver entrar a última pessoa, a porta a fechar-se e o autocarro avançar nem meio metro de onde estava. Comecei a semana, com um motorista simpático a recusar-se a abrir-me a porta, com o autocarro praticamente na paragem e parado por causa do trânsito maluco que estava à sua frente. Por causa disso, ou dele, esperei por outro que não me levou até onde queria mas que me deixou perto e obrigou-me a cruzar um jardim, decorado com folhas amarelas. Folhas que caíam. Folhas no chão. Folhas na relva. Por causa do simpático motorista, e cumpridor dos regulamentos, que não me abriu a porta estando ali, coladinho à paragem, e parado por causa dos carros que se baralhavam, mas não se mexiam, à sua frente, comecei a manhã a percorrer um jardim. Os aspersores ligados. A relva molhada. O chão molhado. As folhas molhadas. Por causa do tal motorista simpático, a quem perscrutei um sorriso maquiavélico naquela semi-recta desenhada no fundo da cara, da qual só vi parte porque se afigurou sempre de perfil enquanto eu batia com os nós dos dedos no vidro da porta, Abre-me a porta, sff? por causa dele, comecei a semana, a cheirar a relva molhada. A ouvir os pássaros que brincavam às escondidas nas árvores ainda frondosas. A pisar folhas. A sentir o fresco da água dos aspersores. Por causa do tal motorista simpático, a quem chamei parvo sem dizer uma palavra, irritada não sei se com ele, por não me abrir a porta estando ali na paragem e não podendo andar com tanto trânsito que estava, se comigo, por me ter atrasado mais uma vez, por não me ter conseguido despachar a tempo de não precisar que este motorista simpático se negasse a abrir-me a porta e eu acabar a chamar-lhe parvo, sem dizer uma palavra. Estou com sono.

domingo, outubro 14, 2007

E o dia...

não podia ter corrido melhor.

Mais uma vez, o sol não nos deixou ficar mal e presenteou-nos com um dia radioso. As melgas que se juntaram à festa é que dispensávamos de bom grado.

Obrigada ao sol, aos amigos que nos ajudaram a tornar este dia ainda mais especial e a todos aqueles, que mesmo não estando aqui connosco, nos fizeram chegar o seu carinho de tantas formas diferentes.

sábado, outubro 13, 2007

Quatro anos. Quatro...

e só me apetece fugir contigo. Fugir, correr e esconder-te do tempo. Não te tenho pequenina o tempo que preciso. Cresces. Cresces depressa demais. E eu quero-te pequenina. Assim. A caber-me no colo, mesmo que sobrem braços e pernas. A caber-me nos mimos, mesmo que sobrem birras e asneiras. Quero esse riso de menina, essas graças que só fazem rir quem te quer bem. Quero essas aventuras, essas magias que descobres em tudo. A beleza da inocência e o pasmo da descoberta. Quero-te assim e percebo que só o consigo por estares a crescer. Cresce filha, cresce. Cresce e descobre o mundo que está à tua espera. Cresce e descobre como ser sempre feliz e fazer felizes os teus amigos. Cresce e aprende que nunca se aprendeu tudo. Que há mais, sempre mais para saber. Cresce filha, cresce. Eu estou aqui. Estarei sempre aqui, a crescer contigo. Parabéns.

sexta-feira, outubro 12, 2007

E se eu gostava do Outono...

se as folhas crepitantes e amareladas me deliciam, e o desaparecimento do calor do Verão me agrada, já não posso dizer o mesmo do efeito que isso causa nos miúdos cá de casa. Ontem, nova ida ao hospital por causa de dificuldades respiratórias dele. Hoje ficamos em casa e a máquina verde volta a fazer parte integrante da decoração do quarto. Que treta.

quinta-feira, outubro 11, 2007

Por falar em vaidades...

Estas são as caixinhas de ganchos, molas e elásticos dela.

Quase 4 (ai!) anos a coleccionar. E já aqui não moram os que ela usava quando era mais bebé.

Adenda: As caixinhas, estão à venda na zona da costura no Continente. Eu usava destas caixas para guardar as minhas linhas de bordar.

Mais de um ano depois...

supero o trauma e decido voltar a experimentar o serviço do Continente Online. Preciso de tudo (literalmente) para a festa da miúda e não tenho tempo (literalmente) para ir às compras. Para conseguir completar a encomenda foi uma odisseia (eta site mauzinho que está sempre a engonhar). Amanhã de manhã, vão entregar as compras. Espero que desta vez não haja surpresas. Espero mesmo. Porque eu não tenho (literalmente) nada para alimentar o pessoal!

Será que sou a única...

a nunca ter experimentado um cigarro, a nunca ter comido no KFC, e, a nunca ter experimentado ovos verdes?

Agora que acho que já me refiz do choque...

passo a registar. Antes de sequer pensar em ter filhos, 38 era o meu número. Digamos que o era erradamente, porque quando finalmente aprendi a comprar soutiens descobri que os que usava não estavam ali a fazer nada, porque como me estavam largos no peito, as meninas continuavam sem suporte. Digamos então que o meu número seria um 36C. Depois da Joana e num período muito curto, entre ela começar a mamar menos e eu engravidar do Miguel, o meu número passou a ser o 34C (perdi peso, mas as meninas continuam cheias de volume se bem que as leis da gravidade já se tivessem feito sentir). Depois disso voltei a ser o 36C, até há uns meses, altura em que ele começou a mamar menos. Esta sexta, precisei de um soutien novo por causa da blusa que comprei para o casamento, por isso toca de entrar numa loja, escolher o modelito e pedir o 34C. - 34 ou 32? - retorquiu a empregada da loja. - 34! - insisto eu assim sem perceber bem a dúvida - 34 copa C! Ela dá-me o 34 que-não-era-nem-A-nem-B-nem-C-porque-o-modelo-não-tinha-dessas-divisões e provador comigo. Pois. Servir serviu... mas ficava a modos que a nadar. - Podia dar-me o 32 para experimentar, se faz favor? - dito assim entre-dentes, como que a perguntar para dentro se já não bastava as mamas só saberem crescer para baixo como ainda tinha de regressar à adolescência não no rosto rejuvenescido, mas sim no busto assim para o diminuto. O 32 ficou perfeito. Sem palavras. A não ser a ressalva que este 32 é de certeza um modelo graaandeee. Só pode. Tem de ser. Ai.

quarta-feira, outubro 10, 2007

Ontem...

andei numa de formiguinha. Tirei dos roupeiros, a roupa/sapatos que já não servem. Separei brinquedos/livros/jogos. Fui buscar a roupa que comprei nos saldos de inverno do ano passado para pôr a uso (e aparentemente não vou precisar de comprar mais nada). Atirei-me de cabeça às caixas de roupa guardada para fazer nova separação. A maioria é para doar, outra vai vestir uns bebés que estão quase quase a nascer, outra tanta para umas meninas lindas e um rapaz cheio de estilo, e alguma muito pouca fica guardada para recordação. A roupa de pequenino nos próximos meses vai andar numa perfeita roda viva de bebés. Gosto de a ver as coisas deles a serem úteis assim. [e o cheiro da roupa guardada deles? ai, o bem que me sabe cheirá-la...]

Ando...

numa correria tal, que nem tenho tempo para entrar num processo de negação em relação ao número de anos que ela vai fazer. Vai fazer quatro anos. Está quase.

Ontem...

entrou pela escuridão adentro aos pulos e a casa parecia uma discoteca.

Hoje de manhã, os mocassins que escolhi calçar-lhe "apertavam-lhe". Estes fazem doer. Se calhar é melhor os ténis das Winx*, mãe! (sim, estas gaj... meninas, não nos largam)

E trocaram-se os sapatos, e lá pululou ela mais uma catrefada de vezes. E olha mãe, olha! Tira a trugafia agora, mãe!

Mas ai que me ia esquecendo de lhe pôr a bandolete. A tal que também tem brilhantes e é igual à de uma Winx qualquer. Deixa-me pôr que eu nunca pôs, mãe! Está bem assim? Está?

Estás filha... ui se estás!

* meninas, os ténis só são das Winx na cabeça dela! Agora tudo o que ela gosta e que se assemelhe nem que seja timidamente a alguma coisa das Winx ela atribui-lhes essa propriedade :)

terça-feira, outubro 09, 2007

Primeiras vezes...

a primeira saída de carro dele sem fralda (correu bem!) os primeiros ténis dela com luzes que piscam ao andar (cor-de-rosa, com corações e pesponto brilhante, ie, do mais pirosos que há!)

segunda-feira, outubro 08, 2007

Ainda da semana passada...

Vir ao meu trabalho é uma aventura para ela. Especialmente porque temos máquinas com comida, onde se põe moedas e têm botões que fazem as sandes, os bolos, os sumos e afins andar à roda. Não trouxe nada para ela comer, e, não estava a contar que ela ficasse tanto tempo, como tal, não trouxe os iogurtes dela. Decido deixá-la comer um iogurte dos normais e a miúda ia tendo um colapso de tanta alegria. Deixas mesmo mãe? Só um, porque não me fazem bem! Posso mesmo? - agora anda com uma vontade louca de comer os iogurtes dos outros meninos na escola... mas controla-se sempre - Seguimos as duas para a máquina e ela vai dois passos à minha frente com um ar de gula estampado no rosto. Uma colega ao passar por nós, e ao ver o ar dela, dispara um: - a mãe vai deixar-te comer um bolinho, hã!? toda contente! - não... deixei-a comer um iogurte - respondi-lhe eu. Escuso-me de descrever a cara da rapariga. Impagável.

domingo, outubro 07, 2007

Conversas com ela...

De vez em quando lembra-se que gostava de usar brincos como a Susana. Ontem, em pleno almoço de casamento, começa: - oh mãe! eu quando for assim crescida posso furar as orelhas? - podes filha. - oh mãe! e quando eu tiver assim seis anos e for crescida como a Susana posso furar as orelhas? - podes. - e quando eu tiver quatro anos, também posso mãe? - oh filha, tu podes furar as orelhas quando quiseres. - boa! então eu quero já! - dito com um sorriso de orelha a orelha... ainda sem furos... por enquanto.

Diário de uma remodelação - Dia 9

e estamos quase quase na recta final. Faltam os candeeiros, as prateleiras, a moldura do quadro, um tapete novo, uma gaveta da estante e qualquer coisa para a janela.

Queria tudo pronto até sábado que vem. Será?

Rosa/beje/azul

Giros.

sexta-feira, outubro 05, 2007

Amanhã tenho um casamento...

e às sete da noite de hoje estava a sair de casa para comprar a roupa... dos quatro. Às dez e meia estávamos despachados, mas possivelmente amanhã de manhã ainda poderei ter de ir trocar uma peça do Miguel (não o levei e quando cheguei já ele dormia) que já ficou estrategicamente reservada. [por este caminho, no próximo só devo comprar a roupa no próprio dia.]

Ando em arrumações...

e tenho bastantes livros do (meu) secundário, de literatura juvenil, de obras estudadas na escola, entre outros, quase todos em muito bom estado para dar. Alguém conhece algum sítio que aceitem livros destes ou resta-me pôr para a reciclagem?

quinta-feira, outubro 04, 2007

Hoje de manhã...

o Pedro Ribeiro mandou-me fazer o teste e publicar no blog.
falta muito para o ano?!

Acabei de ler...

A Casa Quieta de Rodrigo Guedes de Carvalho e Luto pela Felicidade dos Portugueses de Rui Zink. Gostei dos dois, cada um no seu estilo obviamente. O primeiro, acho que o li exactamente na altura certa (porque acredito que há alturas certas para tudo). O segundo, ajudou-me a adormecer sempre bem-disposta. Comecei entretanto A Vida Inteira de Miguel Esteves Cardoso, mas desisti. Não me diz nada. Nem o conteúdo, nem a maneira de escrever. Vai para a prateleira à espera do tempo certo para ser lido. Entra em cena, Memória de Elefante de António Lobo Antunes. Vamos ver se têm razão.

A beleza das coisas simples

Ontem também pulámos em poças e fizemos pegadas no chão. Como os dinossauros, mãe!

Roupa e sapatos molhados. O riso dela.

Tão bom. Tão simples.

quarta-feira, outubro 03, 2007

Trocaram-me a filha...

só pode! É que está sempre a pedir comida e até na descrição do seu fim-de-semana fala no que comeu!

A quem me trocou a filha, não se apresse a devolvê-la. Estamos bem assim, obrigada!

Guerra de comida (em One Player Mode)



Quis porque quis comer na sala, na cadeira dos crescidos. Quis porque quis comer sozinho. E eu ainda tenho a triste ideia de sair de ao pé dele (porque o-menino-come-tão-bem-e-até-é-mais-limpinho-a-comer-que-a-irmã-que-tem-quase-quatro (ai!)-anos) durante um minuto ou dois.

Meu querido... a partir de hoje o "quem suja, limpa" vale para ti também!

Pergunta às mães de filhos rapazes...

Oh mães de filhos rapazes que passam por aqui! Preciso de dicas para evitar que a pilinha do rapaz se comporte como uma mangueira dos bombeiros quando está no redutor ou no bacio. [tanto o redutor como o bacio têm aquele altinho à frente e eu costumo manter a mão por cima enquanto ele lá está] nova questão (com origem nos comentários): Eu não estava a contar em ensiná-lo a fazer xixi em pé (na casa-de-banho) até ele ter altura suficiente para chegar às sanitas comuns sem ser preciso encostar-se (por causa das wc's públicas). Sendo assim, digam-me lá as vantagens e desvantagens de o ensinar a fazer xixi de pé - com casa-de-banho à disposição - desde pequenino?

A minha filha é uma querida...

No regresso a casa, num autocarro apinhado, ela sentada e eu de pé em frente a ela. - Mãe!!! Tu tens um bebé na barriga como a S.!!! Está tão grande! Assim, saído do meio do nada e dito com uma alegria efusiva e a plenos pulmões. Sem esquecer o pormenor de me levantar a camisa e expôr a minha barriguinha ao mundo. Uma querida, portanto.

terça-feira, outubro 02, 2007

Hoje...

trouxe-a à pediatra. A tosse durante a noite mantém-se e ela já começou a queixar-se dos ouvidos e garganta.

A expectativa de vir ao meu trabalho e de andar de autocarro, quase que a fazia levitar.

[pena é ter chegado cá e a pediatra estar de férias... é no que dá nunca ser preciso marcar consulta com antecedência.]

segunda-feira, outubro 01, 2007

Ela era dos três...

do Sporting para agradar a mãe, do Porto para agradar o pai, e, do Benfica para agradar os avós, tia e amigas do coração.

Na sexta-feira foi o dia do clube preferido lá na escola, e os miúdos tinham de levar coisas do clube da sua eleição.

Sendo a miúda adepta das três cores, sexta-feira de manhã estreei a minha impressora nova com a impressão do símbolo do Benfica (fraca estreia mas pronto) para colar a uma camisola vermelha e preparei os dois cachecóis (do Porto e do Sporting) para a miúda levar.

Entrou na escola orgulhosa de águia na mão (onde está a fita-cola quando precisamos dela? onde?) e cachecol do Porto ao pescoço. Isto porque ao sair do carro, enquanto atirava o cachecol verde para o chão:

- ó mãe, eu gosto do verde mas eu já não sou dos verdes está bem? agora sou só dos azuis e dos vermelhos.

Anda uma mãe a criar uma filha para isto...