quinta-feira, novembro 30, 2006

Já gatinha... finalmente o filme!

Já gatinha... finalmente o filme! Vídeo enviado por costinhas

Só hoje consegui finalmente filmar... e é claro que ele quando se apercebeu que estava a filmar não queria repetir a gracinha :p

(e estes momentos são melhores do que qualquer dose tripla de cafeína!)

Dose tripla...

Hoje foi dose tripla... hummm que bem que me fez! (como já não costumo beber café, acho que hoje acumulei energia para quinze dias :p) Notinha de rodapé: O Miguel já está melhor, ainda fica com crises respiratórias, mas mais leves e a expectoração está toda a soltar-se.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Eu...

estou quase a cair para o lado e só peço cama. Ela joga com uma bola de praia (que me fez gastar o último fôlego para a encher) dentro de casa e atira-a contra nós. Ele dá gritinhos, conversa e salta no meu colo com as patetices da irmã e não cede ao sono que tem (quem o vê nem diz que está doente) e pior do que isso... não se descola de mim. E o pai que hoje não tem hora para chegar...

Mimos dela...

Depois de um dia no hospital, correrias de manhã, correrias ao final de tarde para o ballet, quando finalmente chegamos os três a casa, sentamo-nos no chão da sala e tento relaxar. Ela - Mãe, quero colinho. Eu - Então anda cá. Enquanto ela sobe para o meu colo, eu aninho-me nela. Eu - Deixa a mãe ficar assim que estou tão cansadinha. Ela - Estás?! Também precisas de um colinho mãe?! Eu dou-te colinho. Preciso sim filha... preciso sim.

Eu logo vi...

que a coisa não ia ficar por ali. Ontem, quando voltámos ao gabinete do médico para o avaliar depois dos aerossóis, o médico pergunta-me: Ele está melhor? Eu respondi, que o achava melhor, mas que ainda tinha a respiração alterada. O médico passou as tais gotas e mandou-nos para casa. Assim, sem auscultar novamente nem olhar para ele. Desconfiei (a tal vozinha que de vez em quando me fala ao ouvido e que nem sempre escolho ouvir) mas arrisquei confiar. Como ele despachou-nos com as gotas sem mais nenhuma recomendação, perguntei-lhe se com a bronquiolite ele podia ir para a escola (nunca digo que estão numa ama, que já percebi que alguns médicos acham que por estar numa ama, é o mesmo que estarem com a mãe...) ele olhou para mim como se fosse a mãe mais desnaturada e disse que obviamente não era conveniente. - Então tem de me passar assistência à família para poder ficar com ele - disse-lhe eu. - Pois, alguém tem de ficar com ele - responde o médico sem se mexer, ou como quem diz, amanhe-se que daqui não leva nada. - Pronto, então fico eu, mas preciso da baixa - insisti. De má vontade, lá me passou a baixa de assistência à família. Mas toda a gente tem alguém, que não a mãe ou o pai, para ficar com um filho doente?! Mas afinal este tipo de baixa não existe para estes casos!? Enfim... Passados vinte minutos de fazer os aerossóis o Miguel começou a ficar na mesma.Demos as gotas e entretanto adormeceu. O primeiro sono foi calmo, mas a partir daí a respiração acelerada apareceu e nunca mais passou. De manhã, mal acordou a respiração estava igual ao final do dia anterior. Voltei a ligar para o Pediatria 24 e eles encaminharam-me de imediato para a Estefânia. De imediato como quem diz, porque entre desligar a chamada e chegar ao hospital ainda tive de preparar os pequenos-almoços deles, vesti-los, preparar a mala dele, levar a Joana à escola e pôr gasóleo. As horas que passámos no hospital foram todas justificadas. Depois da triagem fomos logo chamados e a partir daí pouco esperámos. Depois de observado pela médica, que além da bronquiolite encontrou mais uma otite (pelo menos uma, já que o ouvido esquerdo tinha muita cera e não dava para ver) fez mais aerossóis, foi aspirado e fez um raio-x. Sempre a distribuir sorrisos por toda a gente, sempre a deixar o pessoal técnico completamente embevecido. Se não fosse a dificuldade respiratória que se notava logo assim que ele entrava em qualquer sala (por causa da frequência respiratória e do "barulho") deviam pensar que eu era doida em levar um bebé com um aspecto tão saudável ao hospital. Viemos de lá com um rol de tratamentos para fazer em casa, e ordens para manter vigilância apertada e ir ao pediatra dele daqui a uma semana no máximo. Espero que tenha sido a primeira e a última, embora a médica e os enfermeiros, sempre que me explicavam qualquer coisa começassem com um "sabe, na primeira vez..." como quem nos diz que vai virar rotina... Filho, vamos mostrar-lhes que não tem de haver mais vez nenhuma, está bem?

terça-feira, novembro 28, 2006

Ele...

anda constipadito há três dias. Sem febre, apenas corrimento nasal, tosse e um pouco de farfalheira. Hoje como tinha dentista ao final do dia, acabou por ficar na ama quase até eu chegar. Quando cheguei ele recusava o biberão de leite que o pai lhe tentava dar e notei que lhe custava a respirar. Um telefonema para o Dói Dói Trrim Trrim e lá fomos nós para o Centro de Saúde. Foi rápido de ver o que era, uma broquialite (moderada). Fazer aerossóis com medicação e aguardar. Viemos para casa com indicação de fazer umas gotas durante três dias e vigiar pois a situação pode piorar. Está visto que escolhemos a altura ideal para fazer a mudança de quarto...

Fartos da louça branca no WC?!

A solução está AQUI! Contratem Costinha's Sons, Lda e vão ver como a monotonia do branco ganha vida! Produto sujeito a aprovação. Não são aceites reclamações nem se devolve qualquer dinheiro recebido. Trabalho executado depois de pago. Aceita-se dinheiro vivo (dólares, libras ou euros). Em caso de dúvida perguntem a outro qualquer que agora não tenho tempo.

Body Painting...

Deixar os dois sozinhos enquanto a mais velha brinca com as pinturas dá nisto... e não só! :p

Sondagem...

Quem nunca, mas nunca nunquinha mesmo, se esquece de dar as vitaminas aos filhos diga: Eu! Quem, basicamente, se lembra de dar as vitamimas uma vez em cada cem, diga: Ooopppsss! OOOOOPPPPPSSSSSS! Nesta sondagem, não são considerados os pais ditos normais que raramente se esquecem de dar as vitaminas aos putos. Os resultados obtidos, serão obviamente, extremamente fiáveis e representativos da memória dos pais de todo o mundo.

segunda-feira, novembro 27, 2006

Não há um sem dois...

por isso o segundo dente também já está de fora!

Então é assim...

sobre a noite de ontem: Foi igual às outras, ele acordou um ror de vezes, mamou/chucha-bonequinho-ssshhhuuu e ficou-se novamente (às vezes repetido vezes sem conta)... com a pequena diferença que agora tenho de passar por um corredor gelado para ir acalmá-lo (bbbrrrr). A Joana não acordou com ele a chorar, mas mandou-o calar uma das vezes... a dormir claro :p sobre as noites em geral: As noites são quase todas como esta, eu é que simplesmente não estou sempre a falar delas. Ele acorda imensas vezes, mesmo quando dorme connosco na cama. sobre o dormir connosco: Eu não sou das que acha que dormir na cama dos pais é o fim da macacada. Eu não me importo nada e até gosto, maaaassssss... uma coisa, é eles dormirem a noite toda connosco e dormirem, outra é acordarem em intervalos minúsculos apenas porque apanharam o nosso cheiro, ou porque sentiram que nos mexemos, ou porque o colchão fez "tec" ou simplesmente (e esta gostava de saber como é que ele consegue) quando nós despertamos ligeiramente... Eu estou cansada de dormir sem me poder mexer para tentar não o acordar. É (só) por isso que o tenho de tirar da minha cama. Não por achar que não se deve ou por achar que estou a perder intimidade, mas apenas para conseguir descansar. A Joana nas últimas semanas da minha gravidez não dormia sem ser connosco. Deixámos, mesmo que eu com a minha barriga descomunal estivesse quase fora da cama. Quando o mano nasceu voltou à cama dela e não quer nem sequer adormecer na nossa. Mas agora, é diferente. Nem eu nem ele (o Miguel) dormimos em condições, por isso, é preciso mesmo fazer um corte neste hábito.

Primeiras vezes...

A sopa está pronta e a fruta cozida está a arrefecer. A roupa que vão vestir também já está preparada. Bebo a minha caneca de leite quente, enquanto me perco em pequenos nadas. Vou adiando a hora de me deitar. Tento ouvir para lá do silêncio. Pego na máquina e entro no quarto escuro. O flash que por segundos desfaz o negro do quarto, não os incomoda. Dormem. Dormem profundamente. Os dois. Juntos. Gosto tanto de os ver dormir. Hoje, é a primeira noite que dormem juntos. [E eu só peço que durmam...]

domingo, novembro 26, 2006

Conversas com ela...

Passámos o serão em casa de amigos. A Joana adormeceu no carro à ida para casa deles e acordou apenas quando nos estávamos a vir embora. Na volta, o Miguel adormeceu, dois segundos depois do ter posto na cadeirinha do carro. A Joana, estava vai não vai e vim a molengar, para ver se ela adormecia entretanto. Quase a chegar a casa: Eu (em sussurro) - Acho que ela já está... Espreito e vejo-a a tentar lutar contra o peso que sente nos olhos. Passados uns segundos, ouve-se uma vozinha vinda do banco de trás: Ela - As tartarugas não fazem cambalhotas! Escuso de escrever aqui que a seguir desmanchei-me a rir às gargalhadas, ?!

E o Miguel...

está a fazer a primeira sesta no quarto que era dela e que agora é dos dois. Adormeceu sem problemas... resta esperar para ver como vai ser a noite. [E a Joana, pouco depois de ele ter adormecido, irrompe quarto adentro para ir brincar. Nem com ela a falar alto e com a luz acesa por ela, ele acordou. Ufa!]

sexta-feira, novembro 24, 2006

A partir de hoje...

passamos a ter um metrosexual cá em casa! :) [estou ansiosa para ver o resultado!]

A noite...

foi má. Muito má. Adormeceu pelas 19h20. Adormeceu tranquilo na sua cama e sozinho como é hábito. Voltou a acordar pela 21h40, mas o pai conseguiu voltar a adormece-lo com a técnica chucha-boneco-sssshhhhuuuu. Por volta das 23h acordou para mamar. Ficou-se logo a seguir sem chucha sem nada (e eu lá lhe enfiei o burrinho no meio dos braços). Depois é que foram elas. Acordou por volta da uma (chucha-boneco-sssshhhhuuuu). Acordou por volta das 3h (mama e chucha-boneco-sssshhhhuuuu). Acordou por volta das 4h (chucha-boneco-sssshhhhuuuu, deito-me e passados uns segundos chora ele, chucha-boneco-sssshhhhuuuu, deito-me e passados uns segundos chora ele, chucha-boneco-sssshhhhuuuu, e repete-se o ciclo mais algumas vezes). Acordou por volta das 5h (mama, chucha-boneco-sssshhhhuuuu, deito-me e passados uns segundos chora ele, chucha-boneco-sssshhhhuuuu, deito-me e passados uns segundos chora ele, chucha-boneco-sssshhhhuuuu, deito-me e passados uns segundos chora ele, ...). Às 5h40 desisti e trouxe-o para a minha cama. Já não me aguentava e às 6h30 tinha de me por a pé. Quando o deitei junto a mim, ele aninhou-se e com as mãos percorria a minha cara, braços e boca. Adormeceu num suspiro logo a seguir. Ele e eu. Até quase às 7h. Um dia de cada vez, uma noite de cada vez. O caminho está traçado e só temos bilhete de ida. Mas ainda bem que hoje é sexta-feira...

quinta-feira, novembro 23, 2006

O Natal e a escola dela...

Esta semana, dedicaram algum tempo ao espírito Natalício. Cada um escreveu a sua carta ao Pai Natal e colocou-a no correio azul (que pelos vistos é o que os duendes recebem :p). A Joana escreveu a sua primeira carta de Natal, e rezava assim: Querido Pai Natal: És amigo, quero uma bicicleta e um lápis. Gosto de ti Mando beijinhos ao Pai Natal, Joana Mas ao mesmo tempo que alimentavam os sonhos da prenda no sapatinho, ensinavam também que o Natal é uma altura de dar e receber. Por isso, a missão deles esta semana, era escolher roupa, brinquedos e livros que já não quisessem para distribuirem por instituições de solidariedade social. Hoje estivemos a preparar o nosso contributo. Escolhemos brinquedos para dar, alguma roupa deles que já deixou de servir, a minha de grávida e ainda alguns sapatos que estavam em boas condições. Foi bom sentir nela a vontade de dar algo dela aos meninos mais necessitados. Foi bom perceber que tem consciência que nem todos os meninos têm a mesma sorte que ela tem. Era tão bom, mas tão bom, que neste Natal nenhuma criança ficasse sem um presente... sem um carinho. Mas isso, infelizmente, já deve ser pedir demais...

Abram alas, para o Miguel...

Não é um carro amarelo, mas algo me diz que daqui a uns tempos não tem parança!

Não sei se te beije ou se te bata...

(a ver o 24 horas)


- Tenho mesmo de arranjar alguma coisa para fazer! Estou desesperado! - diz ele, num repente qualquer.
 - Para fazer?! Mas o quê? Agora?  - respondo eu, sem perceber e bêbeda de sono.
- Não. Um desporto qualquer. Estou a precisar de fazer desporto.
- Tu?! E eu!?
- Mas tu já estás habituada!

Desculpa?! Importas-te de repetir?!

 aiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiaiai

Breves...

... a Joana nunca mais se lembrou das galochas. (ESPANTO!) ... durante o encontro de ontem, o Miguel deu os dois primeiros "passos" a gatinhar. (Houve um oooohhhh colectivo!) ... durante o encontro de ontem, acho que senti a pontinha do primeiro dente do Miguel (Será?! Será?!)

O encontro...

com o Dr. Mário Cordeiro não podia ter sido melhor. Aliás, poder podia, mas para isso não podiam estar na sala ao lado uma data de crianças com banhos por tomar, jantares para dar e muita (ainda) energia para gastar! A conversa (porque foi mesmo assim) fluiu sem cansar nem perder o interesse. Organizou as perguntas que lhe foram entregues anteriormente em grupos e foi falando, num tom descontraído e despretensioso que adorei. A sua postura de simplicidade conquistou-me logo à partida. Não nos ensinou a resolver nada (embora em alguns casos pontuais tenha apontado caminhos) mas explicou-nos o porquê, ou pelo menos a sua versão do porquê (os genes... ai os genes...). Desembrulhava problemas que parecem terríveis e insolúveis aos olhos dos pais, e apresentava-os num tom de brincadeira construindo o caminho para a sua resolução de forma simples e ajustável à realidade de cada um. Embora não tenha chegado a falar do tema "intuição" (ficou tanta coisa por falar...) a cada minuto que passava eu sentia-me cada vez mais segura da minha. Cheguei à conclusão que a minha (pelo menos) funciona bem e que não devo ter o pudor de a admitir e de a seguir. Tenho é que dar ouvidos aquela primeira vozinha que surge e que muitas vezes não quero ouvir ou admitir. Adorei, adorei, adorei. No final, alguns pais ficaram para colocar algumas questões mais específicas. Eu queria colocar uma, mas o António nem por isso. Acabamos por ficar e quando chegou a nossa vez, durante a conversa o António confessou um dos seus medos. Quando chegou a casa, notei que ele estava feliz e mais seguro de si mesmo. A minha questão era simples: A minha incapacidade de disciplinar o sono dos meus filhos no final das licenças de maternidade e consequente regresso ao trabalho. tanto um como o outro, perderam os hábitos de sono nesta altura e tornaram-se muito mais dependentes de mim. Da Joana deixei arrastar o problema tempo de mais, e do Miguel não queria fazer o mesmo. A culpa era minha disso eu tinha plena consciência, mas o porquê? O que fazer, é que eu gostava de perceber. A explicação veio embrulhada num sorriso. Na primeira, o ser o primeiro filho e a D. Culpa juntaram forças e permitiram os acordares nocturnos sucessivos, os pedidos de mama e de proximidade. Neste, o saber que é o último bebé e como não podia deixar de ser, a D. Culpa, encarregam-se mais uma vez de tentar manter o bebé que quer deixar de o ser. Eles, que não são parvos nenhuns, aproveitam as portas abertas e conquistam o nosso reino, ficam com as chaves e passam a mandar em nós. Simples. Do mais simples que há. E verdadeiro ainda por cima. Segundo ele, ele está numa idade chave e temos de agir o quanto antes. Aconselhou tirá-lo do nosso quarto (algo que já queria fazer, mas não tinha a certeza) e pô-lo a dormir no quarto da irmã (ainda bem porque não tenho outro! :p). Usar um peluche que ele não conheça macio e com o meu cheiro para ajudar à transição. Ser firmes e coerentes nos despertares nocturnos, assegurando-lhe que está seguro e mantendo os estímulos necessários para o adormecer no mínimo (mama, água, toque, embalo, etc.). Não descobriu a pólvora. Não nos disse nada que não soubéssemos de antemão. Não nos deu truques que já não tivéssemos usado com a irmã. Mas, fez muito mais do que isso, falou-nos direito ao neurónio da confiança e apontou-nos o caminho. Esta noite, o Miguel já dormiu sempre na cama dele. Esta noite, o Miguel já acordou à uma (e tal), às quatro (e tal), às cinco (e tal) e às seis (e meia). Esta noite já teve um sono mais profundo. Esta noite eu deitei-me com a convicção de que tudo iria correr melhor a partir daí. [E enquanto conduzia de regresso a casa, percebi o quanto não aproveito o pediatra dos meus filhos. É que ele é assim. É prático, transmite confiança aos pais, aponta caminhos sem imposições e é claro nas explicações. O problema, é que em cada consulta acabamos por nos cingir ao mesmo... mas a próxima aposto que vai ser diferente!] Adenda: O meu pediatra não é o dr. Mário Cordeiro. O encontro foi promovido pela escola da Joana como contei aqui.

No trabalho...

não consigo ver as fotografias dos posts. Em casa, não consigo abrir os blogger beta com password. Cheira-me a complô*... * é assim que se escreve?!

Acabei...

de perder um mega-post. Vou ali afogar as mágoas num café e já volto. hummppfff

quarta-feira, novembro 22, 2006

O dia de hoje...

foi rico em experiências. Ela veio comigo para o trabalho, porque tinha consulta de oftalmologia logo pela manhã. Como o carro estava na reserva, ainda me ajudou a abastecer. Delirou claro, por estar a fazer o serviço dos grandes de luvas e tudo. Fomos primeiro ao meu trabalho e só depois apanhamos o autocarro para o médico. Mais uma coisa que ela adora. Passear pela baixa Lisboeta antes do comércio abrir é algo delicioso. Poucas pessoas, nenhum rebuliço, muita calma. Depois no médico, portou-se lindamente. Colaborou e ainda teve a lata de corrigir o médico quando ele chamou bola a um círculo! Tem meia dioptria de astigmatismo em cada olho, mas nada de preocupante por isso basta vigiar e voltar à consulta daqui a dois anos. Ainda houve tempo para tomar o (segundo) pequeno-almoço na Brasileira e comprar as galochas. Voltámos para o trabalho e almoçámos no refeitório. É giro como uma coisa tão banal como levar o tabuleiro pode ser uma autêntica aventura para eles. Ainda voltámos à baixa para trocar as galochas e dar um passeio, mas a menina adormeceu entro o piso -4 e o -5 do parque de estacionamento e lá fui (e vim) com a menina ao colo trocar as ditas. Foi um dia excelente e fez-nos muito bem. Já estávamos a precisar de um dia de qualidade só as duas.

As galochas que eram dela, mas já não são...

Compra-mo-las hoje, e assim que chegámos ao meu trabalho calçou-as, mas... tinham um rasgão num dos lados e tivemos de devolver. O problema é que já não há o número dela em nenhuma das lojas. Agora quero ver como é que eu descalço esta bota! (ela estava a dormir ao meu colo quando as fui trocar, e ainda não sabe que viemos de mãos a abanar...)

Hoje...

ela fez gazeta à escola. [está no trabalho comigo de galochas novas nos pés... pirosa, pirosa!]

terça-feira, novembro 21, 2006

Alguém me explica...

porque é que de um momento para o outro as camisolas de gola alta fazem-me imensa comichão no pescoço?! Eu que sempre usei e adorei, agora passo o tempo todo a coçar o pescoço :s (também será culpa da idade?! ou das hormonas?!) Adenda: Está descoberta a causa! E mais uma vez, se não fossem as minhas comentadoras, não chegaria lá! :p Ora, o problema é... como só poderia ser... tão simples como... nada mais óbvio que... a idade e as hormonas! É que só pode ser. Só assim se explica que o meu cérebro não tenha percebido que ainda não está frio para usar gola alta, e, como tal, o organismo reage e... sua! Ora se sua, faz comichão, e, se faz comichão, coça... MAS... ... o único problematizo nesta conclusão catita é que... eu não estou a suar! Nem estou com calor! :p [fora de brincadeiras, acho que é mesmo de não estar frio suficiente. Mas eu gosto tanto...]

segunda-feira, novembro 20, 2006

Quanto tempo demora a trocar uma fechadura?

(ou como mandar um lanchinho combinado às urtigas) A fechadura do portão da rua deu o berro. O trinco deixou de mexer e tínhamos de abrir e fechar com a chave. Ora, quando está a chover a potes e estamos a entrar com dois miúdos, malas, chapéu-de-chuva e temos ainda dois cães eufóricos por nos ver e, já agora, tentar dar uma fugidinha, convenhamos que nesta altura o que não precisamos é de andar a descobrir a chave no meio de umas seis e acertar no buraco na fechadura... Hoje, fui buscar o Miguel à ama mas ele estava a dormir. Nem é tarde nem é cedo e já estou eu de chave de fendas na mão para tratar de instalar a nova fechadura que comprámos ontem . E agora a pergunta, que deu o título ao post: Quanto tempo demora a trocar uma fechadura? - tirar a fechadura velha, estragada e ferrugenta: 1 minuto - montar a fechadura nova: ooopppsss O canhão é 1mm mais largo, por isso é necessária uma grosa para desbastar um pouco do espelho do portão. Vou pedir ao meu vizinho que me empreste uma grosa, mas entretanto o puto já acordou, por isso trago a criança de bónus. Vem também o meu vizinho porque com o Miguel não ia conseguir fazer nada. Continuando: - desbastar o espelho: 2 minutos - montar a fechadura nova: ooopppsss Os buracos dos parafusos não coincidem com os do espelho e além disso, os buracos da fechadura nova são mais apertados. Continuando: - alargar os buracos da fechadura nova com berbequim e acertar com os buracos já existentes no espelho: 20 minutos - montar a fechadura nova: ooopppsss Não se consegue fechar a porta porque a fechadura, que saí do portão p'raí 1mm a mais que a antiga, bate no batente. Continuando: - Arrancar o batente, esburacar a parede para conseguir por o batente à face: 30 minutos - montar a fechadura nova: ooopppsss A fechadura nova é uns 2mm mais grossa que a antiga, por isso, o trinco e o fecho batem no batente. Continuando: - Levar o batente ao torno e desbastar o interior: em curso Conclusão: O tamanho importa! Basta um milímetro para fazer toda a diferença!

Sobre o sono...

Ela... tem um sono pesado que se farta. Sai ao paizinho dela. Ele... tem um sono leve que nem uma pena. Sai à mãezinha dele. Ela... dorme duas horas de sesta e mais doze horas à noite se a deixarem. Sai ao paizinho dela. Ele... consegue dormir pouquíssimo e andar bem disposto. Estoirado, mas bem disposto. Sai à mãezinha dele. Ela... tem um mau acordar daqueles. O pai diz que sai à mãe, a mãe diz que sai ao pai. Ele... acorda sempre com uma boa disposição que irrita qualquer um. O pai diz que sai a ele, a mãe diz que sai a ela. Eu... eu tenho sono PONTO [e até parece que é um mal tão fácil de resolver...]

sábado, novembro 18, 2006

Vida de cão...

Estamos a jantar. O Lucky não sai de de baixo dos nossos pés para ver se lhe chega qualquer coisa. O Rufus curte o sofá só para ele e aproveita o quentinho da lareira... vida de cão custa muito... ui se custa...

sexta-feira, novembro 17, 2006

Já não tenho cura...

Ando esquecida. Perco o norte às coisas, mesmo que tenha estado com elas nas mãos minutos antes. Se não forem os lembretes no telemóvel, não me lembro de fazer as coisas que fogem à rotina. Sinto-me cansada. Ando disléxica, sempre a trocar palavras e a engasgar-me nas que teimam em não querer sair. Tenho andado assim, e noto que estou pior. Na última sexta-feira, lembrei-me de me queixar disto ao médico (clinico geral) aqui do trabalho. Queria que ele confirmasse o meu diagnóstico [esta ideia que fazemos diagnósticos é gira] que era apenas cansaço a mais e que precisava era de dormir. Expliquei-lhe que a primeira vez que isto me aconteceu, foi durante a gravidez da Joana. Que depois melhorou, mas nunca mais desapareceu. Que se agudizou, desde que o Miguel nasceu, especialmente nos últimos tempos. Então o senhor doutor, no seu discurso de sopinha-de-massa explicou-me por mil, quatrocentas e trinta e duas palavras técnicas, que o problema era neurológico e era irreversível. Que se apressentasse como um grande entrave à vida normal, deveria consultar um especialista (neurologista) e fazer medicação compensatória, mas que o melhor era mesmo aguentar-me à bomboca. Só não me desatei a rir, porque ele explicava a questão num tom mui-tí-ssi-mo pau-sa-do (e cuspido) e eu tinha de me manter o ar mais compenetrado e concordante possível, porque precisava ainda que o senhor me passasse a declaração para poder fazer natação com o miúdo. Não querendo saber mais que o senhor doutor, mas mantendo a minha ideia, a ver mas é se consigo dormir umas quantas noites de seguida, para ver se o problema neurológico irreversível não fica resolvido... só falta é saber quando é que o vou conseguir. E se não resolver, olha azar. Lá vão ter que me aturar a trocar tudo e sem saber de nada :p Adenda: E dos comentários a este post - até este momento - vou ter mesmo de fazer copy-paste a parte do comentário da Tânia. Só uma palavrinha para a conclusão: DEMAIS :)) «(...) A minha obstetra diz que é natural, depois do parto. Aliás ela diz que só assim se garante a sobrevivência da espécie... Aparvalhamos durante uns tempos, para só reter o que há de bom na maternidade! ;-) (...)» Três vivas para esta obstetra! (o que eu me ri!) Adenda 1: Eu também tomo vitaminas (Centrum Materna) mas pelos vistos não há vitamina que resista :p

Espírito Natalício

Este ano, não tenho nem uma [ooppssiiiee] grama de espírito Natalício dentro de mim. Se fosse como nos outros anos, as prendas já estariam quase todas compradas, ou imaginadas. Ficariam apenas a faltar as "de casa". Este ano, acho até que, pela primeira vez, vou reduzir a lista de prendas radicalmente. Estes últimos dois meses, trouxeram imprevistos de peso que nos deitaram as finanças abaixo (e viva as mini-poupanças que tínhamos, senão queria ver :s). Além disso, eu não estou virada para a onda das prendas feitas por nós. Porque isso exige tempo, dedicação e vontade, e a minha dedicação e tempo livre foge todo na direcção dos piolhos que tenho em casa. "Mas podias fazer enquanto eles estão a dormir!", propõem vocês. Poder, podia. Mas quando eles estão a dormir, das duas uma: ou estou a vegetar no sofá em frente à tv porque nem me consigo arrastar para a cama; ou estou a dormir (na cama), porque tenho de aproveitar todos os minutos de sono do puto. Se não bastasse, ainda tenho uma toalha de banho por acabar de bordar, para o Miguel estrear no seu primeiro banho em casa... pois! A verdade nua e crua, é que este ano não me apetece. Pronto. Assunto encerrado. [ou talvez não...]

quinta-feira, novembro 16, 2006

A minha filha anda nas obras!

É verdade. A minha filha dedicou-se à construção de casas. Passo a explicar: «A casa estava por acabar. Alguma coisa tinha acontecido. Era preciso terminar o trabalho. A brigada especial foi chamada. Sob as ordens do Chefe de Obra, a equipa poe mãos à obra e, em cerca de 45 minutos, a casa fica pronta. Os maquinistas manobram a grua para içar os materiais, os aprendizes de pedreiro montam as paredes com os tijolos e os painéis de espuma. O andaime ajuda à construção das paredes e carrinhos de mão, baldes e roldanas facilitam o trabalho da equipa. Este estaleiro é especial. Aqui não entram adultos. Pensado para crianças dos 3 aos 6 anos, este é um projecto onde elas podem brincar livremente. Os diferentes elementos da construção são adaptados à sua dimensão e foram pensados para oferecerem um ambiente de total segurança para quem lida com eles. Assim que chegam a este estaleiro especial, as crianças vestem o seu colete de trabalho e colocam o seu capacete de protecção. Cumpridas estas regras, a criança passa a barreira de segurança e é informada sobre as condições de segurança, as missões e as tarefas a cumprir. Cada um desempenha o seu papel. A Casa Inacabada vinda da Cité des Sciences et Industries, está à vossa espera.» in Casa Inacabada, www.pavconhecimento.pt Hoje a escola levou-os até lá para tentar acabar a dita casa... adoraram pois claro! Mas por muito que eles tenham trabalhado, acho que ainda está lá muita coisa para se fazer. Tenho de lá voltar com ela, aquilo deve ser mesmo giro.

Ele...

Quase, quase, quase que gatinha. Cada vez que saio de manhã, fico com aquela sensação que vou perder a primeira vez que ele consegue coordenar pés e mãos para andar para a frente. Para trás, é assunto arrumado. As pernas e as mãos, desde que não ao mesmo tempo, também o vão ajudando a chegar a todos os sítios que quer. Vai dizendo uns da-da-da-da (muitas vezes quando lhe vou dar de mamar) uns ma-ma-ma-ma (que a mãe vai dizendo que é um mamã arrastado) e outras que tais :p Cerra a boca, com ou sem a língua de fora para não deixar entrar a comida que não quer. Quando está farto, deixa-se ficar com a última colherada na boca aberta tempos infinitos. Brinca e descobre os brinquedos. Passa de gatas a sentado e vice-versa com grande pinta. Levanta-se, se agarrado às nossas mãos ou a qualquer sítio baixo (ao nível das mãos deles quando sentado). Já nos sabe pedir as coisas que quer, com gritinhos ou atirando-se para o local. Não se pode passar ao pé da porta da rua, sem que ele fique eufórico. Adora estar lá fora com os cães. Alguém lhe pode dizer que só tem seis meses e que tem muito tempo para crescer?! É preciso esta pressa toda?! (mas ao mesmo tempo, a mãe destila baba por todos os poros, claro :p)

Sonhos/Pesadelos... mas agora dos meus

Vou na rua, a pé, a passear com o Miguel no carrinho. O telemóvel toca e eu atendo. Era o António e o assunto era importante. De repente surge na minha frente um polícia que me manda encostar ao pé dele. Só tive tempo de desligar e pensar: Já estou tramada! Ele - Bom dia minha senhora. A senhora não sabe que é proibido falar ao telemóvel enquanto conduz? Eu - Ó seu guarda, o senhor tem toda a razão (?!) mas era mesmo muito importante... E continuo numa lenga-lenga de justificações das quais já não me lembro. No final: Ele - Pronto, desta vez escapa. Siga lá. Eu - Muito obrigada! Obrigada! E saío dali toda contente porque uma multa neste mês não vinha nada a calhar. [Mas eu estou doida ou quê?! - e como "o quê", não é opção... - já vi a quem a minha filha sai nos sonhos rebuscados :p]

quarta-feira, novembro 15, 2006

Sonhos/Pesadelos... whatever

São seis da matina. Ela começa a gritar por mim sem parar. Tenho o puto agarrado à mama e quase a adormecer. Dou um safanão (pouco doce) ao pai, para ir lá ele. Afinal ela costuma é gritar por ele e não por mim. Vai o pai, bate em não sei quantas coisas pelo caminho e quando chega a miúda devolve-o à procedência porque o que ela quer mesmo é a mãe. Volta o pai e vai a mãe, a pedir aos santinhos que o outro não largue a chucha e perceba que a mãe já não está ali ao pé. Ela (com a genica na voz de quem já dormiu o que tinha a dormir):

- ó mãe tu amanhã és a noiva, pois é? não és a bruxa má, pois não?

Eu (cheia de sono, a saber que me vou ter de pôr a pé não tarda nada, a querer dormir mais meia-hora e apanhada de surpresa - para não variar - numa voz ainda mais remelosa que os olhos):

- a mãe já foi noiva, sim. anda cá para ao pé da mãe. dorme.
- mas tu és a noiva e eu estou a ajudar-te a ires no casamento, pois é mãe?! eu estava lá amanhã!
- sim filha, agora dorme.
- tu não és a bruxa má mãe.
- não filha. dorme.

[e dormimos agarradas... ou pelo menos ela, que eu fiquei a aproveitar o momento e a seguir tive mesmo de me pôr a pé]

terça-feira, novembro 14, 2006

Eu não devo mesmo estar boa...

quando depois de um programa sobre gravidez que termina com três partos, estou com um nervoso miudinho, um sorriso idiota na cara e com vontade de ter mais um, dois, três ou ainda mais bebés. O nascimento é algo que não se esquece. Que nos marca. E por muito que doa, por muito longo que tenha sido, ou por mais diferente do que tenha sido idealizado, um momento que deixa (muita) saudade. Notinha de rodapé: isto não significa que já queira ter mais filhos, percebido?! Adenda: Sim, foi o programa que deu na 2: (e afinal não sou a única a precisar de uma pancada seca na nuca :p)

A primeira carta...

[Eu sou amiga da Joana e gosto de brincar contigo na sapataria a experimentar os sapatos. Beijinhos para a Joana] Na escola estão a falar sobre as profissões. A T. tinha-me dito há já uns dias, que tinham ido com eles pôr cartas no correio, para conhecerem o trabalho do carteiro. Sempre pensei que tivessem fingido que tinham posto, mas hoje quando chegámos a casa, havia uma carta para ela, a sério, e não publicidade de uma qualquer marca infantil. O pai ensinou-a a abrir a carta. Lá dentro um desenho e uma dedicatória da amiguinha que escolheu a Joana para receber a sua carta. A amiguinha era a Cácá. Só podia. O texto também não podia ser mais de miúda-em-fase-pirosa-que-gosta-de-vestir-e-despir-tudo-o-que-apanha :p

Miscelânia...

... da vista - acabei de vir de uma consulta de urgência. Uma data de gotas e pomadas para pôr durante pelo menos uma semana. Pelos vistos sou arraçada de peixe e não sabia: tinha a córnea (acho que era isso) a escamar, assim como as pálpebras... lindo :s ... da mastite - ontem as medidas que tomei resultaram e já está quase resolvida. Quer dizer, nem cheguei a ter mastite porque não passou de inflamação e não deixei que fizesse infecção (ainda tive febre ligeira ao final do dia, mas não cheguei a tomar nada). Acho que está na altura de rever ali os meus post sobre dicas na amamentação, porque tenho tudo novamente bem fresquinho na minha cabeça. ... do frio que finalmente apareceu, pelo menos de manhã cedo - só tenho duas palavrinhas a dizer sobre isso: assentos aquecidos... do melhor! :p ... do Miguel - ontem esteve muito rabugento o dia todo (especialmente ao final do dia) e há dois dias que anda quentinho (37,6º/37,4º) ontem achei que dar-lhe um ben-u-ron à noite não ia fazer mal e talvez o ajudasse a descansar. Acho que resultou. Eu até dizia que eram os dentes, mas já não sei de nada...

Conversas com ela...

Domingo de manhã. Eu estou a passar a ferro, e ela acabada de acordar, senta-se um bocadinho no sofá a ver os bonecos até eu ir tratar-lhe do pequeno-almoço. - Mãe, hoje é dia de escola? - Não, hoje é Domingo. [aproveito estas perguntas para ir introduzindo os dias da semana] - E não vamos à natação?! - Não a natação é ao Sábado. Sábado foi ontem, hoje é Domingo. - Então hoje não vamos a lugar nenhum?! - num tom de desilusão. - Bem, podemos ir passear. Queres ir passear?! - Quero! Quero! Vamos ao Gonxalo! Vivaaa! - enquanto desatava aos pulos em cima do sofá. Definitivamente, esta miúda não foi feita para ficar em casa :p

segunda-feira, novembro 13, 2006

E eu...

ando aqui a ver se consigo resistir a uma porcaria que me apareceu na vista e que já não aparecia há muito. Só passa com antibiótico tópico, mas como estou a amamentar não posso pôr. Além disso, quase todos os colírios são absorvidos :s. Só sobra um ao qual eu sou alérgica, por isso... espero que passe sozinho :s Para ajudar, estou aqui a lutar contra um início de mastite. Dava jeito que não me aparecesse mais nada... pode ser?!

domingo, novembro 12, 2006

A segunda aula dela...

sozinha correu lindamente. A aula dela começa às 8h30 e a do irmão às 9h05. Quando entrei no recinto das piscinas, procurei-a por entre as toucas coloridas que pulavam na piscina pequena. Não a vi. Enquanto procurava perguntei à auxiliar se ela não tinha entrado. "Entrou sim. Não foi o seu marido que a veio trazer? Está ali, não a vê?". Não. Não a via. Procurava-a encostada a uma beira, e lá estava ela aos pulos no meio dos outros. Um sorriso de orelha a orelha e quando reparou em mim, depois de me dirigir um ligeiro sorriso, ignorou-me literalmente. Não a reconheci. A ela que é minha filha. No final a professora veio ter comigo para comentar a total participação dela e dizer-me que até tinha mergulhado a cabeça umas duas vezes. Como a professora antiga tinha previsto, o que lhe fazia falta era estar longe de nós. Eles têm mesmo de crescer, não têm?!...

Conversas com ela...

Depois do jantar, enquanto eu arrumava a cozinha. Ela estava sentada na cadeira dela, morta de sono, à espera que o pai chegasse com os gelados (que supostamente tinha ido buscar): - já vieram os gelados mãe? - não, filha. - já vieram os gelados mãe? - não, filha. - já vieram os gelados mãe? - não, filha. - já vieram os gelados mãe? - não, filha. - já vieram os gelados mãe? - não, filha. - aaaiii caraças, bolas e linguado! - num tom de enfado [acabou por adormecer no meio desta lenga-lenga]

sábado, novembro 11, 2006

Há encontros...

que por serem tão bons, nem uma fotografia se tira. Hoje foi assim. [registo mais os encontros com conhecidos, do que com grandes amigos. Que memórias deixarei para futuro?! (nas fotos, porque no coração...)]

A primeira aula de natação...

dele. Começou por estar muito quieto, mas sem medo. A seguir, quase que adormecia enquanto eu deslizava com ele encostado a mim (de costas e com a cabeça apoiada no meu ombro). No final, já fazia chap-chap e ia para o colo da antiga professora da irmã. (e soube-me tão bem...)

sexta-feira, novembro 10, 2006

Alguém me eX*plica...

. como é que em pleno Novembro continuo a andar de alcinhas à tarde?! (ok, num dia, andei a passear pela Baixa-Chiado, e no outro andei com o puto ao colo de um lado para o outro, mas mesmo assim...) . como é que eu tempero as azeitonas?! (com alho, azeite, cheirinhos e afins...) . como é que eu tiro umas manchas de umas botas de nobuk castanhas?! (ou lá como é que se escreve) E por agora, acho que é tudo :p * neste cantinho também se dão erros! :p E alguns bem grandes! (Obrigada)

Pela primeira vez...

O Miguel fez reacção às vacinas. Uma febrezinha ligeira (38ºC) no início da noite que passou com um ben-u-ron e não voltou. Talvez por isso, mesmo ainda com alguma tosse, a noite tenha sido francamente mais tranquila.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Ele...

continua com tosse e chorou em cada uma das três vacinas que levou. Pela primeira vez, olhou para mim com aqueles olhos inundados de lágrimas como que a perguntar-me porque permitia tal crueldade. Eu sorria-lhe, sussurrava-lhe mimos e beijava-lhe a cara, mas só quando finalmente lhe peguei é que sossegou como que por magia. Por outro lado, está super bem disposto, gatinha com ajuda (se é que isso existe), põe-se de pé na banheira sozinho (um perigo total) e já engordou meio quilo desde sexta*. A maternidade é assim. Um misto de preocupação com orgulho. A dor (com eles) e a felicidade (por eles) de mãos dadas. Pelo menos para mim. * ele está simplesmente a recuperar o que perdeu com a virose. Mas já dá gosto vê-lo comer novamente :)

Esta noite...

foi a pior noite de que alguma vez me lembro. Eu e ele, ficamos no jardim ao fim-do-dia enquanto a mana fazia o ballet. A temperatura estava uma delícia, e ele estava entretido com os cães e as folhas das árvores. O problema é que este tempo já não é o que parece, e o resultado, foi ataques de tosse sucessivos durante toda a noite. Quando saí de casa, deixei-o todo feliz na brincadeira com a irmã e fresco que nem uma alface... eu e o pai é que nem tanto. Espero é que não passe disso porque (mais uma vez) quase me esquecia que hoje é dia de vacinas. [o máximo que dormi seguido foi das 6h às 7h24. Eu entro às 8h e hoje é dia de greves... no comments.]

E mais uma vez... o trabalho

Finalmente tenho um novo projecto em mãos. O melhor de tudo é que é numa área que me dá francamente gozo e era um trabalho que já queria ter começado há mais tempo. Gosto desta sensação de (re)início. [e o meu chefe, com medo que nestes seis meses de ausência me tivesse esquecido da sua habilidade em convocar reuniões à nossa hora de saída, achou por bem, começar a reunião comigo ontem às 12h50... eu saio às 13h. :p]

quarta-feira, novembro 08, 2006

Coisas que eu gosto na escola dela...

Já disse por várias vezes, que na escola dela preocupam-se bastante com os pais e a sua ligação à escola. Pretendem que estes se aproximem o mais possível do espaço e das actividades. Agora resolveram trazer à escola, para mini-conferências, personalidades que pela sua formação podem trazer mais valias para os pais, as educadoras e as próprias crianças. O primeiro convidado é o Dr. Mário Cordeiro. Pediram-nos para entregar de antemão as perguntas que gostaríamos de colocar, mas está a ser-me complicado escolher um tema. Primeiro, porque questões não me faltam, e depois, porque a minha intuição (pretensiosismos à parte, porque isto não significa de maneira nenhuma que esteja sempre certa) acaba sempre por falar mais alto, e acabo sempre por achar que as dúvidas não são assim tão grandes e nem sequer merecedoras de serem colocadas. Gosto do esforço da escola. Gosto de me sentir parte da escola. Gosto de pensar que mesmo que a escola seja um espaço para ela, há espaço para a família. Adenda: A prova que ter um blog é bom, está no primeiro comentário (e único até agora :p) a este post! Liliana... é isso mesmo! O pai que escolha o dele, que o meu já está escolhido! :))

terça-feira, novembro 07, 2006

Lembram-se...

daqueles porta-chaves que apitavam quando se assobiava?! Pois eu preciso de um por mais foleiro que seja. É que ando com a cabeça de tal ordem que nunca encontro o raio das chaves do carro (se fosse só isso...). Só hoje: - à ida para o trabalho: depois de não-sei-quantas voltas à casa, encontro as chaves, já nem sei onde, mas de certeza num sítio estupidamente óbvio... - à saída do trabalho (e esta bate todas): abro o carro, entro dentro do carro e já não sei o que fiz às chaves. Passo um ou dois minutos à procura das chaves, a levantar rabo para ver se estavam no banco, a procurar nos bolsos, dentro da mala, no chão, etc. Começo a recapitular a entrada no carro e continuo sem apanhar o rasto. Abro um dos mil compartimentos e encontro as chaves ao lado dos smints que guardei quando entrei... - quando fui buscar a Joana: depois do Miguel ter feito uma sesta de quase hora e meia ao meu colo e eu estar mais que atrasada (entenda-se, muito depois da hora habitual) para ir buscar a Joana, perco uns cinco minutos com o Miguel ao colo, a procurar em tudo que era canto, bolsos, malas e afins. Passado um bocado, lembro-me que quando cheguei a casa, achei que o melhor era guardá-las na mesa da secretária porque iria encontrá-las de imediato... pois! Alguém sabe onde é que se vendem?! Os tais porta-chaves?! :p

Em sintonia...

... ela deixa cair migalhas no chão enquanto come. ... ele tenta apanhar as migalhas do chão e comê-las. Daqui a uns tempos posso arrumar o aspirador.

Do regresso ao trabalho...

... tinha saudades de chegar à hora de almoço, servirem-me o que escolhi no dia ou dia anterior, almoçar descansada e depois ser apenas preciso arrumar o tabuleiro. [detesto ter de: fazer almoço só para um + almoçar sozinha + arrumar a cozinha] ... não tinha saudades, de me isolar na casa-de-banho, uma ou duas vezes por manhã, para tirar o leite*. [não me custa absolutamente nada... mas desta vez devia ter comprado uma bomba eléctrica!**] * para deixar ao Miguel no dia seguinte para preparar as papas, e, para manter a produção do leite. Desta vez o meu corpo está a responder muito melhor e se não tirar ele não produz, ao contrário da Joana que produzia sempre em quantidades descomunais. ** afinal parece que fiz bem em não comprar a bomba elécrica... ó meninas... do que vocês se lembram! :p

Apetece-me...

um jantar de gajas, num sítio tranquilo, sem conversas de bebés, gravidezes e partos. Ainda me apetecia mais, um belo vinho verde branco fresquinho a acompanhar... mas isso ainda é pedir demais por enquanto. Adenda: Ó para a saída a ganhar forma! Ena ena! :)

Rotina... a dele

Como finalmente a diarreia desistiu do chatear, podemos recomeçar com as sopas mais completas e a introduzir outros alimentos. Aposto que o miúdo já não podia ver sopa de batata e cenoura, ou batata, cenoura e arroz pela frente. Ontem ao jantar fiz-lhe arroz com cebola, cenoura e frango. Comeu umas quantas colheradas e depois pediu mas foi a mama que mastigar à noite dá trabalho. Quando o fui deitar, comecei a pensar que ele tem uma rotina já bem delineada e que nunca tive de forçar nada. Foi-me imposta por ele: 6h/6h30 - mama 8h/8h30 - levantar, vestir e ir para a ama 9h/9h30 - pequeno-almoço: papa (continua a ser não láctea com o meu leite) (dorme 45/60 minutos) 12h/12h30 - almoço: sopa e fruta (dorme 45/60 minutos) 15h/15h30 - mama (dorme 30/45 minutos) 18h/18h30 - jantar: até agora era mama, mas vamos introduzir esta refeição a partir de agora. 20h30/21h - mama e vai para a cama. Costumava ir para a cama por volta das 19h30, mas tem vindo a querer deitar-se mais tarde. Acorda à meia-noite e às 3h para mamar, e pelo meio ainda vai acordando para uns miminhos. Começou a fazer isso desde que comecei a trabalhar, talvez para compensar o tempo perdido durante o dia. Se continuar assim, começo a tirar leite, para o António lhe dar no biberão à noite, para ver se ele perde a mania mais depressa. As diferenças de meia-hora são mesmo assim. O horário dele de comer, não foge mais do que isso. E para mim, isto continua a ser uma novidade, porque a Joana nunca me deixou impor horário nenhum além de recusar sempre a comida. Torna-se tudo muito mais fácil.

segunda-feira, novembro 06, 2006

Ainda sobre o trabalho...

a empresa está a sofrer umas remodelações valentes. Há muita gente que não sabe o que lhe espera. Outros que vêem as suas competências alteradas. Eu cheguei e tudo estava diferente. Já da gravidez da Joana, quando deixei a empresa, estávamos no início da alteração total do nosso sistema informático e quando cheguei andei às aranhas. Agora, não foi propriamente o sistema que mudou, mas o que fazemos, a quem respondemos a nível superior, assim como a metodologia de trabalho. A semana passada fui chamada a uma consulta de medicina de trabalho (rotina na empresa). Depois do check-up e de alguma conversa, a médica pede-me apenas uma coisa: "Não se deixe contagiar por este clima depressivo que se sente na empresa. Mantenha-se assim feliz.". Nem soube o que lhe responder.

Coisas (no mínimo) estranhas...

Ficar ansiosamente à espera que o meu chefe entre pela porta do gabinete. Dar-lhe uns minutos e atacá-lo a pedir trabalho. Amanhã é um novo dia... espero! [bocejo, bocejo, bocejo]

Sobre o ter três filhos...

Não. Não mudei de ideias. Continuo sem vontade de ter mais um filho (e continuo surpreendida por isso). A decisão está tomada e a família está completa. Nós sentimo-nos completos assim. Mais um filho dependeria, se houvesse vontade dos dois para tal, de algumas condições mínimas que não existem agora e não vão existir tão cedo. Mas, a verdade é que eu gosto da casa cheia de miúdos. E há miúdos que são como verdadeiros filhos, para mim. Para nós. Percebido?! :p

Do fim-de-semana...

O Miguel começou finalmente a melhorar. Vamos manter a dieta mais um ou dois dias, e esperar que tenha tudo ficado resolvido. (não cheguei a comprar a tal papa, mas ficou registado) A Joana adorou ir ao cinema. Fomos ver o Balbúrdia na Quinta e até das pipocas gostou, mesmo que só tenha provado no final (sempre disse que não gostava mesmo sem nunca ter provado). É claro que quando o Ben morreu, fui bombardeada com uma série de perguntas sobre a morte... tive mesmo de dar a conversa por terminada, caso contrário, as perguntas não acabavam. Ter três miúdos em casa é giro. Especialmente quando se sabe que um deles é temporário :p. O Miguel vibrou com as brincadeiras do Gil. Aquelas brincadeiras mais de rapaz e mais violentas que a irmã não tem, foram as que lhe arrancaram mais gargalhadas... homens! A Joana adorou ter o Gil com ela, mas revelou-se muito possessiva em relação às coisas dela o que não é habitual... também nunca ter dormido a sesta ajudou ao aprimorar do seu humor. Domingo de manhã, foi tempo para fazer os trabalhos de casa. O Gil concentrado na sua cópia e a Joana a imitá-lo. Se "obrigá-los" a fazer os trabalhos de casa fosse sempre assim tão descontraído... Resumindo... foi muito bom!

domingo, novembro 05, 2006

Momentos...

Uma falha de luz providencial, transformou por completo o que seria apenas mais um jantar de velhos amigos. Se a companhia dos amigos de sempre já era motivo para tornar tudo magnífico, o brilho suave da luz das velas, acalmou os miúdos e relaxou os graúdos. Foi tão bom! Adenda: Quando a electricidade voltou, apagámos as luzes todas, e mantivemos a companhia das velas! Íamos lá estragar o momento! :p

sábado, novembro 04, 2006

Primeiras vezes...

A Joana foi pela primeira vez à natação sozinha. (notámos que sentiu a falta de um de nós com ela. Vimos que fez um esforço para continuar na piscina. Mas pelo decorrer da aula, achamos que vai achar mais piada a estas aulas) A Joana vai pela primeira vez ao cinema. O Miguel vai ficar com os avós pela primeira vez. Nós estamos a ter um cheirinho do que é ter três filhos (um de oito, uma de três e outro de seis meses).

Consulta dos (trinta e) seis meses...

Ele... Por causa da diarreia, está a pesar o mesmo que pesava há mês e meio. Importa que não perca mais peso, mas a virose ainda está muito activa, pelo que o médico só dá mais uns dois ou três dias para que se resolva com a dieta e ultra-levur. A pele já dá sinais de ser muito sensível, tal como a da irmã. Vamos manter apenas a hidratação para controlar os eczemas agora, porque no estado actual têm tendência para piorar e a medicação não ia ajudar a diarreia. Quanto ao resto não há nada para preocupar, porque ele está óptimo a nível de desenvolvimento. Se a diarreia parar nos próximos dias, voltar só aos oito meses. As características técnicas do puto: Altura: 70 cm (P75) Peso: 8,050 kg (pouco acima do P50) P. cefálico: 44 cm (P50) Ela... Está excelente. É a única coisa que se tira da consulta. Marcar para breve a primeira consulta de estomatologia e de oftalmologia, e voltar daqui a seis meses. Conversou com o médico, colaborou em tudo, e ainda ajudou a consultar o mano. As características técnicas da moça: Altura: 97 cm (P75) Peso: 14,500 kg (quase P75) P. cefálico: 51 cm (P90/P95) (obrigada pelas vossas sugestões abaixo para ajudar a controlar diarreia. Já tenho luz verde para usar o arroz e a água da cozedura e vou ver se compro a tal papa HN25)

sexta-feira, novembro 03, 2006

Conversas com ela...

(quentinha, quentinha!) Ela e o meu afilhado (de 8 anos) a brincarem no quarto dela. Começaram-se a desentender-se e eu fui ver o que se passava. Ela - Ó mãe, ele disse que eu era má! Eu - O Gil é tontex, estava a brincar contigo. Vá toca a arrumar esse jogo senão não podem brincar com o outro. Ele - Tá bem. Ó Joana anda ajudar-me! Também tens de arrumar! Ela (com ar de importante e a aumentar o tom de voz) - Eu não te ajudo porque eu sou má. Chamaste-me má! Se eu sou má não te ajudo! Eu - Vá Joana, são os dois a arrumar. Ela (num tom muito pausado) - Gil, eu sou tua a-mi-ga. A-mi-ga, está bem?!

Hoje...

estou num daqueles dias, que só me apetecia ficar na cama, no quentinho dos lençóis e com o edredão puchadinho até às orelhas. Não estou com mais sono que nos outros dias, nem sequer mais cansada que o habitual. O tédio é que resulta numa moleza difícil de suportar, especialmente nestes dias cinzentos. E hoje que vai ser um dia daqueles cheios, a correr de um lado para o outro sem tempo para nada... a partir da uma, claro. Até lá [bocejo] é o costume. (Ainda bem que o meu chefe regressa de férias para a semana)

quinta-feira, novembro 02, 2006

A Menina Que Não Sabia o Que Era o Medo

Maria é uma menina igual a tantas outras que gosta de brincar e de aprender coisas novas. A única diferença que a separa das outras meninas é não saber o que é o medo. Em cena na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, em Lisboa., in www.lxjovem.pt É uma peça de teatro para miúdos dos dois aos cinco anos, que a minha filha vai ver amanhã com a escola. É a sua primeira saída! (e mais uma vez não estou nervosa, nem apreensiva, nem ansiosa... às vezes irrita-me esta ausência de nervos.)

Ele...

continua com muita diarreia, a dieta* (ele e eu) mas fresco que nem uma alface. Se não fosse saber que já perdeu pelo menos meio quilo e notar-se bem nele, o meu estado de alerta continuaria no amarelo, até amanhã, dia de consulta de rotina. Assim, estou em alerta laranja. Amanhã nunca mais chega. (eu que não sou nada stressadinha com as faltas de apetite que eles têm quando estão doentes, dei por mim, a pedir à ama que no biberão de leite que lhe vai dar hoje à tarde juntasse duas colheres de farinha de arroz... isto é inédito) * Faz amanhã uma semana que só come sopa de batata e cenoura, farinha de arroz não láctea preparada com água, banana, maçã e o meu leite. Depois para evitar a desidratação, bebe chá preto sem açúcar (e o que ele gosta!) e uma solução de Redrate (com a qual preparamos a papa também). Eu sigo uma dieta de cozidos e grelhados, sem muitos legumes.