terça-feira, maio 31, 2011

Preciso de locais em Lisboa ou perto...

para uma sessão fotográfica - para fotografar a próxima colecção de uma marca de roupa infantil bem conhecida - e gostava de saber se algum de vocês conhece um local como o que passo a descrever:

- casa com portadas e janelas altas - idealmente brancas - com uma grande lareira de época e uma decoração requintada, de preferência com zona exterior.

Se conhecerem alguma casa ou hotel que eu possa contactar para o efeito, enviem-me email para o info@scfotografia.com.

Muito obrigada!

segunda-feira, maio 30, 2011

Ainda bem que hoje fui buscá-lo de galochas...



Sobre o novo acordo ortográfico...

Quando não os podes vencer, junta-te a eles. Mais que não seja para não enganarmos os filhos que estão a aprender:

E hoje...


venho de t-shirt e galochas.

Começa hoje também a contagem decrescente para a minha - e a dos meus colegas de departamento - mudança de edifício aqui no trabalho. Foram (praticamente) 16 anos aqui neste edifício e é impossível não sentir já uma certa nostalgia, um prenuncio de saudades. Especialmente em relação à janelona de madeira pintada que tenho por trás de mim.

[e a tralha - documentos, agendas, anotações, livros, etc. - para arrumar em caixas para a mudança?! vocês imaginam a tralha acumulada durante tanto tempo?!]

Conversas com ela...

No domingo, depois de almoço e num período que se queria tranquilo, nós continuamos as limpezas/arrumações, ele entreteve-se de volta dos seus novos animais de estimação (caracóis de diferentes tamanhos e feitios que entretanto já deram o seu grito de Ipiranga e andam a deixar rasto nas paredes acabadinhas de pintar de um dos quartos) e ela de volta das plasticinas e alguns exercícios num livro de ditados que lhe tinha comprado há uns tempos e que nunca chegámos a utilizar.

- Mãeeeee! - grita ela do quarto ao lado de onde eu estava.
- Já vou. - respondo-lhe enquanto atiro mais uns brinquedos para a caixa do lixo. - Diz.
- Oh mãe, aqui está a mandar fazer uma bola nas palavras erradas e "março" está com letra minúscula por isso marco errado, não é mãe? É que este livro deve ter sido feito antes do acordo ortográfico por isso tenho de marcar errado mesmo que agora esteja bem assim, não é mãe?


Ah acordo ortográfico, tanta falta que nos fazias. Especialmente quando és aplicado e explicado sem que os manuais te acompanhem...

No domingo...



[podermos partilhar actividades com eles é algo a aproveitar enquanto não crescem e não entram na idade da vergonha de aparecer junto aos pais :p]

No sábado...


e contra todas as expectativas, tive sol quase o dia todo. Começou a chover a sério quando tirámos as últimas sardinhas da grelha improvisada e durou o tempo todo até começarmos a trazer de volta alguma da mobília guardada durante as obras (que ainda não acabaram).

Lavei janelas, limpei chão, limpei móveis (e as unhas impecáveis!). Desarrumámos, mudámos e voltámos a arrumar. Comemos, conversamos e simplesmente estivemos com amigos, com o meu pai e irmã. Brincámos com eles, rimos, e matámos saudades da televisão grande e sofá. Comemos o melhor bolo de bolacha do mundo feito pela Guida, os melhores caracóis e as piores sardinhas.

Fui mimada de muitas formas diferentes e fizeram-me uma surpresa (que eu já desconfiava mas ainda assim, surpresa. e linda).

Um dia em cheio. Um dia de verdadeiro luxo.

sábado, maio 28, 2011

O dia já vai avançado...


e para não variar não houve grandes fotos. Mas tinha de tirar pelo menos uma...

Fazer anos é bom.

[obrigada a todos pelo carinho :)]

Seis ao quadrado...

são os anos que completo às 10h10 do dia de hoje.

36 anos e muito mais razões para continuar a gostar de comemorar o dia em que o resto da minha vida começou, com tudo o que trouxe de mal e tudo o que trouxe de bom.


Gosto de fazer anos. Gosto mesmo.


[e gosto tanto que com um bocadinho de sorte ainda consigo uma foto minha no meu dia de anos :p]

sexta-feira, maio 27, 2011

quinta-feira, maio 26, 2011

No domingo à tarde...

levei-os comigo para o trabalho.

A foto é má, má, mas é o que se arranja agora...

com um telemóvel que não foca, esta é a foto possível das unhas com gelinho ou verniz de gel.

Quanto ao cabelo, com fotos desta qualidade não dá mesmo para perceber... mas fica prometida uma foto decente :)

Ele promete...

- vejam lá as minhas costas, vejam!
- o que é que têm filho? tens aí alguma coisa, é?
- não, estão todas morenas!


[no recreio da escola acho que molhou a t-shirt e andou um bocado de tronco nu para sua *not* infelicidade...]

E como...

ontem sentia o peso do mundo nos ombros, resolvi a coisa com uma ida ao cabeleireiro, um corte ainda mais curto e duas estreias: sunlight no cabelo e gelinho nas unhas da mão.

No fundo sai de lá sem parecer que tinha acabado de sair do cabeleireiro (nunca fui grande fã do brushing e do cabelo muito arranjadinho :p), com um look de fim-de-Verão e com o espírito muito mais leve.



O filho é que não gostou. Queria que tivesse pintado o cabelo todo de cor-de-laranja.

quarta-feira, maio 25, 2011

Ditos os dois últimos posts...

e juntando ainda as obras na fase que se encontram, se eu nestes dois últimos meses não perdi o tino, acho que dificilmente o vou perder.


[ou então quando der, não há volta :p]

A saga do telemóvel...

Acabei de receber uma chamada do seguro. Pois que finalmente a seguradora, a nível superior, concordou que a situação já não era passível de mais vai e vem de telemóvel e deram instruções no sentido de recolherem o meu equipamento para depois poder ir buscar um novo à loja onde comprei este (ou outro equivalente).

Tirando o facto que ainda vou ter de aguardar que chegue um envelope com outro envelope dentro, com o qual eu vou poder enviar o telemóvel para a sede (em Espanha) e que ele ainda há-de ter de lá chegar e que só depois disso é que eles me vão enviar nova carta com a autorização para levantar o novo equipamento, tirando isso, já está resolvido o problema.

Pena que tivesse demorado mais de dois meses, três entregas do equipamento para reparação, uma reclamação no livro de reclamações e alguma falta de tacto no contacto com o cliente que levou a um desgaste meu totalmente desnecessário.

Está quase.

Espero.

Eu olho para a minha agenda e penso...


quando é que me divirto? assim sem culpas, sem pensar no que tenho para fazer?



[perigosamente a chegar ao ponto em que sim ou sopas... porque tal como está não dá para aguentar ad eternum... até para mim.]

Coisas dele...

[um barco, um mergulhador e um peixe com crista]

terça-feira, maio 24, 2011

Terça-feira, the best day EVER!

tudo porque:

1. os miúdos dormiram a noite inteira
2. o miúdo não saiu da cama dele para a nossa ao nascer do sol
3. o marido entrou na garagem com determinação e encontrou a caixa dos sapatos de verão
4. o marido trouxe-me de carro ao trabalho
5. porque sim

[já tenho sandálias! já tenho sandálias! já tenho sandálias!]

sexta-feira, maio 20, 2011

Se somos sempre exigentes com o que fazemos...

Se achamos que podemos fazer sempre melhor. Se reconhecemos que há (e haverá) sempre alguém que sabe mais sobre determinado assunto que nós. Se não sabemos tudo sobre o que seja e que bom era se pudéssemos sempre aprender. Se o não saber é apenas uma motivação para o descobrir. Se nos esforçamos genuinamente, sempre. Se não nos permitimos menos do que isso.

Como é que o permitimos aos outros?

Acrescento, e como é que damos uma folga a nós próprios?

Apeteceu-me...


[a minha mãe passava a vida a dizer-me isto. eu passo a vida a dizer coisas destas aos netos dela...]

quinta-feira, maio 19, 2011

A saga do telemóvel... continua

Sim, eu ontem fui buscar o telemóvel. Sim deram-me um novo com direito a mais dois anos de garantia em que por novo entende-se trocar a placa do telemóvel que já era meu. Não, não o experimentaram antes de me o entregarem. Sim, eu experimentei-o antes de sair da loja. Sim, aparentava estar exactamente com o mesmo problema. Sim, acharam que eu estava maluquinha em achar que eles deviam ter testado o dito antes de me dizerem que o podia levantar (Não é da nossa responsabilidade testar o telemóvel! Nós nem damos assistência aos HTC!). Sim, passado um pouco deu a sensação de estar realmente a carregar e sim, saí da loja a pensar que talvez fosse desta e a desculpar-me por estar de pé atrás. E sim, assim que saí da loja ele desligou-se.

E então? Porque dizes que a saga continua?

Porque cheguei a casa e pus o telemóvel a carregar. Esteve a carregar das 19h às 22h e carregou para aí 30% da bateria. E assim que o desliguei do cabo ele não aguentou mais que uns míseros minutos. E queimava os dedos de tão quente. E depois ficou ligado à corrente a noite toda para ver o que acontecia. E às 8h20 finalmente tinha a bateria cheia. E escaldava. E quando cheguei à escola dela e o tirei da mala, indicava uma temperatura interna de 52ºC. E depois de ter apresentado um trabalho feito por mim e por ela à sua turma, morreu com dois ou três minutos de utilização.

E?

E que depois telefono à seguradora e a gestora de sinistro tenta escapar-se a falar comigo dizendo que ainda não receberam nenhuma informação do reparador. E eu digo à senhora do call center que já o tenho - pela terceira vez - e que ele está com o mesmo problema - pela terceira vez - e que já não estou para brincadeiras. E olha, fui logo atendida.

Resumindo, vou fazer uma reclamação formal e no livro de reclamações a exigir que como consta nas condições do seguro que o telemóvel seja trocado por um novo - integralmente, em caixinha selada e tudo que às postas já está provado que não funciona - ou que me devolvam o valor pago pelo mesmo, uma vez que não há qualquer garantia que a reparação seja feita em condições.

E?

E agora sou eu que preciso da ajuda de alguém que me possa informar melhor sobre os meus direitos e qual a melhor forma de apresentar esta minha pretensão... alguém? Obrigada

quarta-feira, maio 18, 2011

O que dizer disto? (ou a saga do telemóvel)

Hoje é um dia daqueles em que me tenho de controlar para não dizer tudo o que realmente me dá ganas. Talvez por isso, lembrei-me de telefonar para a empresa que responsável pela reparação do meu HTC - ou deverei dizer, a empresa responsável por controlar outra empresa que está actualmente a reparar o telemóvel - a saber de novidades, já que se passaram duas semanas desde a última visita que lhes fiz.

Ai quem devo anunciar? ai só um momento. estou sim? vou falar com o técnico para contactar com a fábrica e já lhe ligo.

Uns minutos depois e recebo uma chamada de volta a informar-me que, vejam lá a pontaria, o meu telemóvel acabou mesmo de chegar e que foi substituído por um novo porque afinal o anterior não tinha reparação possível, pelo que posso lá passar assim que quiser.

Uns minutos depois recebo um email a informar-me que já podia ir buscar o telemóvel que já estava pronto.

Tão queridos eles, a informarem-me de tantas formas e logo assim que chegou o telemóvel novinho e lindinho e - esperemos - a funcionar.

Tão queridos.

Chove...

e ainda bem porque continuo sem saber dos meus sapatos de verão.

Hoje...

a minha mãe faria 60 anos.











[e no espaço em branco cabe tudo o que gostaria de dizer e não sou capaz...]

terça-feira, maio 17, 2011

Há certas memórias que mais vale não reviver...


Eu confesso que não sou do tipo saudosista que acha o que antigamente é que é bom, mas de vez em quando os meus olhinhos batem algumas coisas que me fazem reavivar memórias adormecidas e não resisto. O resultado é que habitualmente não é bom.

Aconteceu-me com as bombocas, com as gorilas e agora com as minhas gomas de eleição.

Na semana passada, dei com os olhinhos nesta preciosidade. Bem sei que a marca original era a Heller, mas mais do que a marca, era o aspecto que aqui me tentava e vai de comprar um pacote.

Depois dos miúdos estarem devidamente deitados, atirei-me à gulodice mas à primeira trincadela a decepção assomou-se. O tempo a modos que envolveu a memória da textura e do sabor numa auréola de irrealidade.

Aquilo é cheio de açúcar, a consistência mais peganhenta do que me lembrava e o sabor artificial, a que nos fomos habituando durante a nossa infância com a entrada galopante destes produtos processados que se consumiam sem qualquer problema, já não me agrada.

Por isso comi o pacote todo menos dois quadradinhos. Só a pensar na saúde das minhas crianças, claro, que tanto corante os podia deixar menos saudáveis e inteligentes, óbvio. E deixei os dois só porque houve um menino que as descobriu antes de ir para a cama (mania de querer fotografar as coisas com luz do dia, bah) e tive de prometer que podia provar no dia seguinte.

[e diz que as gomas que sobraram da última festa também estão a desaparecer durante a noite... a minha casa deve ter anõezinhos só pode...]

Do estado em que isto está...

Como o passado domingo era o terceiro do mês - o que dá direito a um desconto adicional de seis cêntimos por litro - e tínhamos o bicho na reserva, lá o levámos a atestar.

Paguei e enquanto esperava que a máquina creditasse os pontos no cartão olhei para a factura e choquei-me ao ver o total. Bolas, pensei eu, esta bomba não é aderente. E vai daí, quando o senhor me entregou o cartão todo sorridente, perguntei:

- aqui não têm a campanha do terceiro domingo, não é?
- temos pois! esse desconto já está é feito no valor por litro.

Só uma palavrinha: f* (f de foge, claro)

segunda-feira, maio 16, 2011

Está uma brasa, troveja, pinga...

e os miúdos felizes da vida a andar de skate e de trotinete na rua.

Das obras: dia 175...

Estamos a entrar na que é, para mim, a pior fase de qualquer obra. Esqueçam a demolição, esqueçam os pós e areias espalhados por todo o lado semanas sem fim, para mim, a pior fase de todas é a dos finalmentes (nome altamente técnico, claro está).

É a fase em que todos os possíveis erros de todas as fases anteriores aparecem expostos sem qualquer tipo de pré-aviso e transformam o que está dado como "pronto" como "por refazer".

É a fase em que finalmente vemos as coisas a terem o aspecto que até então só podíamos imaginar, em que sorrimos (espera-se) com a previsão do final e que nos faz virar as cabeças para as infinitas possibilidades de decoração dos novos espaços.

É a fase em que finalmente começamos a limpar (e como limpámos este domingo...) para que fique limpo e não para ficar simplesmente habitável.

E é a fase em que todos os envolvidos na obra já contam os dias para o seu fim e que cada contratempo parece tornar-se num drama sem igual (sendo que alguns deles, pelo que exigem para serem solucionados, são mesmo).

Estamos finalmente nos finalmentes... resta agora saber por quanto tempo.

Do cansaço, ou como dá jeito ter a casa em obras...

Hoje acordei, espreitei o relógio e apreciei a claridade que me entrava pelas frinchas das portadas mal fechadas. Deixei-me estar ali a gozar do silêncio e a permitir-me acordar devagar. Enquanto me deixava estar ali a planear o dia, ouço vozes. Hoje vieram tão cedo porquê?, penso enquanto a dúvida se começa a apoderar de mim. Levanto novamente a cabeça para espreitar o relógio lá na outra ponta e depois de alguns segundos a olhar para os números, a ouvir as vozes e os neurónios decidirem-se por acordar e processar condignamente a informação, percebo: adormecemos todos.

Ah, que bela maneira de começar uma segunda-feira...

domingo, maio 15, 2011

Hora do calor...








ou, como fazer os seus próprios brinquedos pode ser divertido, ou ainda, como ter a casa em obras pode dar um jeito do caraças para estas aventuras.

sábado, maio 14, 2011

A felicidade é simples...


Na quinta um amigo da escola (talvez mesmo o de quem ele gosta mais) fez anos e levou um ovo kinder para cada um.

Quando o comeu, descobriu um brinquedo que se assemelhava aos beyblades.

- Mãe isto é um beiblai?
- Não sei Miguel, se calhar é.
- Uau! Já tenho um beiblai! Oh mãe, como já tenho um já não preciso que me compres nenhum! Uau! Mas este não é como os outros, este voa...
- Então se calhar é porque um bayblade voador!
- um beiblai voador?! UAU! Tenho um beiblai voador!!!


E não o larga.

sexta-feira, maio 13, 2011

Diz que o blogger morreu...

e com ele levou os posts, e respectivos comentários, escritos ontem mas lá consegui recuperar os primeiros graças ao Google Reader (subscrever os nossos próprios feeds pelos vistos serve para alguma coisa :p).

Deixa lá ver se voltam a aparecer os originais.

Entretanto o melhor é voltar a fazer um backup do bicho...

quinta-feira, maio 12, 2011

Quando começámos as obras...

decidimos perguntar-lhes se eles queriam continuar juntos no mesmo quarto ou ficar cada um com o seu. Em boa verdade, nós acreditávamos que fazer a pergunta era só um pró-forma porque a resposta nós já a sabíamos: queriam ficar juntos, obviamente. Ou então não.

Basicamente o diálogo foi assim:

- digam lá uma coisa, quando acabarmos as obras querem ter um quarto para cada um ou querem ficar os dois no mesmo quarto e ganhar um quarto de brincar?
- um quarto para cada um! - resposta imediata, em uníssono e em plena excitação.
- ... - pais com olhos esbugalhados a tentarem perceber o que se tinha passado.
- podemos escolher o quarto? podemos escolher a decoração? podemos? - perguntou um deles (acho que ela).

[toma e embrulha!]

Entretanto, as ideias deles para os respectivos quartos galopavam em direcções no mínimo estranhas. Ela queria um quarto de princesa com arco-íris nas paredes, nuvens no tecto e mais não sei quantas coisas (chegou mesmo a fazer um desenho com ideias para pintar as paredes) que podendo funcionar a solo - mantendo um espírito muuuiiiitooo aberto - misturadas criavam o caos em cuecas. Ele era mais simples. Só queria um quarto - mais concretamente, paredes e cama - em preto, azul e vermelho como o homem-aranha.

Com o evoluir das obras, e decididos a manter a decoração do quarto deles tal como estava, conseguimos convencê-los a manterem-se juntos mais uns tempos com a promessa de poderem colaborar na escolha da decoração do quarto de brincar. E eles passaram a ter as suas ideias delirantes apenas para um quarto o que sempre simplifica a negociação.

O meu problema agora é que com os dois quartos em branco, a ideia de lhes poder fazer um quarto que reflicta a personalidade de cada um cada vez me tenta e agrada mais, mesmo que a de ter a zona de descanso+estudo separada da zona de brincadeira ainda continue a ser a minha preferida.

Até porque as ideias para transformar as camas deles em algo totalmente diferente recorrendo apenas a lixa, tinta e rolo, não querem parar de surgir...

[oh my oh my... how I just love this!]


[Republicação do post apagado pelo blogger]

Das obras: dia 170...

Hoje ficam prontas as duas primeiras divisões da casa e são justamente as duas divisões que nos acomodaram nestes quase seis meses de aventura.

Incrível  como realmente é possível vivermos com tão pouco. Incrível que mesmo sem termos mil tupperwares, não-sei-quantos copos de diferentes cores e feitios, uma despensa artilhada até aos canto mais escondido, a roupa toda à mão mesmo aquela que nunca mais se vai voltar a vestir, um ecrã de não sei quantas polegadas e outras comodidades que tomamos como imprescindíveis para termos uma vida confortável, nos conseguimos sentir bem em casa.

Há coisas que nos fizeram muita falta - como água corrente sem ser na casa-de-banho - e das que sentimos imensas saudades - oh sofazinho do meu coração... - mas a verdade é que estes cinco meses nos ensinaram muita coisa. Especialmente a racionalizar o que vale a pena realmente ter espalhado pela casa.

Espero que com o passar a ter o espaço todo disponível não voltemos a cair nos mesmos erros de acumulação de coisas que no fundo não nos fazem falta nenhuma.

Entretanto, há uma semana que vivemos com o chão e grande parte do que temos forrados a cartão canelado, e, encontrar alguma coisa é neste momento quase impossível. Por exemplo, gostava de saber onde pára o meu calçado de Verão. É que diz que ficou bastante calor assim de repente.

Duas divisões prontas... uau!

[Republicação do post que o blogger apagou]

Sempre que...

o blogger tem um achaque qualquer e me impede de aceder ao conteúdo do blog, eu não consigo deixar de panicar um bocadinho.

Republicação do post que foi apagado pelo blogger

quarta-feira, maio 11, 2011

Hoje...

apontei um erro, que não o era, a alguém.

Quando esse alguém me quis explicar que não tinha sido um erro eu nem ouvi e chateei-me sem necessidade nenhuma. Quando confirmei a veracidade do que ele me dizia com outra pessoa dentro da área, percebi que o tinha julgado com o preconceito de outras situações que aconteceram e que não aceitei a sua opinião simplesmente por pensar que era apenas uma desculpa. E senti-me mal. E assim que pude voltei a telefonar assumindo o erro e a pedir desculpa. E quem ouviu perdoou, ficou tudo bem.

Eu é que ainda não me perdoei a mim mesma.

terça-feira, maio 10, 2011

Em Obras: dia 168


Ontem começaram a pintar o quarto deles. Resisti ao máximo a deixar mexer nesta pintura que fiz com tanto entusiasmo há já quatro anos, mas não fazia sentido. A zona da brincadeira estava a pedir uma boa pintura e pintar à volta das riscas - porque era isso principalmente o que não queria perder - além de dar um trabalhão no final a coisa podia não ficar com bom aspecto.

Ficamos assim novamente com uma tela em branco (ou quase porque vamos manter as prateleiras) para começar a imaginar o quarto que, ainda sendo dos dois, será um dia - quando eles o quiserem - de apenas um.

Mas mesmo assim fico com pena de ver partir as minhas riscas...

Começar as manhãs...

a arrancar o carro com cabos pode ser visto como uma quebra na rotina, não pode?

E quando isso acontece duas manhãs seguidas?

- Mãe, se o carro não pegar posso ficar a ver desenhos animados mais tempo, não posso? Boa! - Miguel.


[siga uma bateria nova, upa...]

domingo, maio 08, 2011

Domingo de manhã...


Este fim-de-semana era para ter sido passado entre amigos no norte do país, mas um compromisso do pai trocou-nos as voltas e acabámos por poder responder afirmativamente a um convite/desafio feito pela escola dela a todos os pais e estreámo-nos no surf.

Um sol delicioso e ondas batidas a vento, desalinhadas e sem espaço entre elas, foram o pano de fundo para muitos mergulhos, lutas contra a corrente e muito pouco sucesso a subir mais do que um ou dois segundos na prancha. O resultado?


1 - nunca mais gozo com os surfistas de ondas "pequeninas"
2 - acho que vamos repetir a tareia com os miúdos
3 - adoro estas iniciativas das escolas deles
4 - amanhã nem me devo mexer... mas que se lixe
5 - o neoprene é o meu novo amigo. Acho que vou arranjar um fato destes para aguentar tanto como os meus miúdos (sem fato) dentro de água

sábado, maio 07, 2011

E hoje...




com o pretexto de comemorar os anos dele de uma forma diferente, juntámos os amigos da escola - pais e filhos - num passeio de bicicleta radical seguido de um piquenique.

E o sol também veio. Claro.


Miguel, 5 anos from Sandra Costa on Vimeo.

A repetir mais vezes :)

sexta-feira, maio 06, 2011

Sexta-feira, dia de alegria...

No carro, ela sozinha:

- sabes mãe, lá na escola cantamos assim:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã não há escola,
nem no outro dia!

- mas para os adultos tem de ser assim:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã não há trabalho,
nem no outro dia! 

- ai não! É para os adultos menos para ti, mãe! Para ti tem de ser:

Hoje é sexta-feira,
dia de alegria!
Amanhã vou fotografar
e no outro dia!

De blogue a livro, ou um backup legível - esta não vão querer perder :)

[e agora lembrei-me do meu velhinho Templates e Designs...]

Há vários serviços que disponibilizam a possibilidade de passarem o vosso blogue a livro mas ontem, após me terem perguntado mais uma vez como poderiam fazer um backup* de um blogue do blogger com intenção de um dia fazerem um livro, decidi-me a experimentar esse serviço da blurb na minha noitada.

O meu blogue tem 3883 posts, muitas imagens e o processo, embora tenha demorado uns bons minutos, correu bem do início ao fim.

Querem explicações passo a passo? Eles têm um vídeo! (em inglês mas fácil de seguir)

Na minha experiência com os posts de um ano inteiro (559 posts para ser mais exacta) o resultado final não foi isento de falhas, mas ainda assim ficou com muito bom aspecto e seria apenas necessário fazer as mudanças que se adequassem mais ao meu gosto pessoal. É claro que o "seria apenas necessário" iria levar umas boas horas de trabalho, mas quanto a isso...

Se me lembrar (e se arranjar tempo :p) ainda experimento outros que conheço e digo-vos que tal se portaram em relação a este.




* o blogger disponibiliza um serviço de exportação do blog, para ser guardado no computador ou importado para outro blog, em formato xml. Para o fazerem vão a Definições - Básico - Exportar blogue. Além de o guardarem no pc/mac, podem sempre criar um segundo blog privado para onde podem importar o vosso blog e que deve servir apenas de backup do primeiro. Em caso de azar podem sempre efectuar o processo inverso e têm o vosso blogue de volta :)

Derby pessoal...

Paciência para Tretas 0 - Tretas

quinta-feira, maio 05, 2011

Para rir, ou, Portugal (também) é isto...

Eu comprei o telemóvel e respectivo seguro na FNAC. Quando é necessário activar o seguro, a FNAC informa-nos que temos de contactar directamente a seguradora, SPB. A SPB é gerida/representada/qualquer coisa pela RNA. A RNA regista o sinistro e solicita-nos que enviemos o equipamento para a Phonetech, a Phonetech recebe o equipamento e como não é das marcas que representam envia-o para um reparador HTC que é quem fala directamente com a HTC.

Perderam-se?

Agora querem-se rir mais um bocadinho?

Apresento-me com o telemóvel na empresa onde o fui buscar ontem, como me foi pedido, pedem-me para aguardar um minuto enquanto levam o telemóvel lá dentro e quando volta quem me está a atender conclui ah pois é mesmo do telemóvel, o meu colega também tem um HTC e agora esteve a ver e viu que a luz do carregamento nem fixa nem nada.

Sabem qual é a descrição da avaria desde o primeiro pedido? É: O telemóvel tem a tampa traseira partida, não liga e não recarrega exibindo uma luz intermitente em vez de fixa.

A saga do telemóvel...

Pois que na quarta-feira da semana passada, um dia depois de ter ligado para a seguradora a perguntar se já tinham novidades, a gestora do sinistro informa-me que até ao final da semana o telemóvel está pronto e que o posso ir levantar. Supostamente o problema era da bateria e estavam a aguardar a chegada da nova.

Ontem, uma semana depois do telefonema, nada de contacto de qualquer espécie pelo que volto a ligar ao call center a pedir para ser contactada para me explicarem o porquê da demora. Uns minutos depois tenho o telefonema a informar-me que posso ir levantar o telemóvel.

Ao final do dia vou buscar o telemóvel e lá está ele, lindinho por fora e a manter-se ligado com a carga que vem por defeito na bateria. A emoção!!!

No entanto a euforia durou pouco porque depois apercebi-me que o problema mantém-se: ele continua a não recarregar a bateria. Tenho dois cabos usb/micro-usb distintos, testei ambos, experimentei a carregá-lo no computador, na tomada e até no carro, e, nada.

Hoje de manhã volto a ligar para a seguradora, explico o que se passa, a gestora pede-me que aguarde enquanto fala com o reparador e a resposta que me dá é "mas o que o reparador me está a dizer é que quando ficam sem bateria não é possível carregar no computador!". Não tivesse eu o telemóvel há um ano, carregado 99% das vezes o dito no computador mesmo quando a bateria está mortinha da Silva e feito os testes todos que indiquei até era capaz de me sentir mal por os ter incomodado... mas assim, não.

A empresa que está a prestar o serviço de reparação está a mostrar-se do mais incompetente que eu já conheci até hoje, a seguradora está a portar-se como todas as seguradoras que eu conheço e eu estou pelos cabelos com tamanho deixa andar e falta de profissionalismo de uns e outros.

Dai-me paciência, por favor. Dai-me paciência.

[e com isto já se passaram quase dois meses...]

quarta-feira, maio 04, 2011

Hoje...

se tivesse um botão pause que afectasse tudo e todos os que me exigem decisões, usava-o sem hesitar.

Preciso de um dia decisions free.

terça-feira, maio 03, 2011

E porque hoje ainda é o nosso dia...

Olha... fiz um destes para mim!

Em Março, recebi um email simpático a oferecer-me um livro foto espiral para ficar a conhecer - e dar-vos a conhecer - a Photobox e os seus livros de foto digitais.

Os livros de fotografia digitais são como os álbuns de fotografias digitais mas com a diferença que têm páginas finas como as de um livro. Este que me ofereceram, em vez de lombada tinha uma espiral o que por um lado torna o livro muito mais fácil de folhear mas, simultaneamente, menos resistente ao manuseamento intensivo.


Aceitei a experiência justamente para poder dar-vos a minha opinião sobre os mesmos e porque é muito difícil encontrar livros com boa impressão offset (saber mais).

Uma coisa da qual não sou fã é ter de editar o livro todo online, ou seja, não é possível editar o livro no computador e quando estiver pronto enviá-lo para impressão. Estamos sempre dependentes da nossa ligação à internet para o fazer e obriga-nos a ter alojado num local que não controlamos as nossas fotografias. No entanto, antes assim do que só terem software que funciona em Windows e que impede os utilizadores de Mac o acesso ao serviço.


Habituada a paginar tudo no Photoshop, há poucos softwares destas empresas de impressão de álbuns que a nível de paginação me encham as medidas. Podia ter feito a paginação toda em Photoshop e adicionar depois as imagens já prontinhas, mas a ideia era justamente experimentar o serviço para vos poder dar a minha opinião sobre o processo do início ao fim.

A maioria destes softwares limita a possibilidade de alinhar todas as imagens com precisão e este peca justamente por isso. Isso combinado com a impossibilidade de maximizar a visualização das páginas que estamos a criar, levou-me a um estado de comichão instalada que tive de combater.


No entanto, para quem se quer limitar a escolher as fotos e deixar que o software decida como as distribuir, é um instantinho e o trabalho é só mesmo o de escolher as fotos, carregar e verificar se gostamos da paginação automática ou não.


Quando recebi o livro, percebi que algumas alterações que fiz às páginas pre-construidas pelo programa resultaram em imagens não alinhadas entre páginas e isso chateou-me porque não há forma de o sabermos antes de recebermos o livro e eu tenho aquele olhinho clinico que apanha estas falhas por mais mínimas que sejam. As páginas abaixo foram um dos testes que fiz ao alinhamento entre/nas páginas.


Além disso, não estão previstas margens de segurança e podem ocorrer cortes não previstos e que podem alterar por completo o aspecto final, como é o caso da página da esquerda na imagem seguinte em que se perdeu a moldura negra em três dos quatro lados.


Outra situação menos positiva, é o facto de estarmos limitados às cores disponibilizadas pelo programa para o fundo das páginas, e isso não me permitiu, nesta página que mostro em seguida, camuflar as uniões das imagens à margem que queria deixar entre elas.


Gostei muito das fiabilidade das cores impressas em relação aos originais. Achei mesmo que este foi de todos os livros digitais amadores que já fiz aquele que melhor correspondeu numa primeira encomenda. A qualidade de impressão também é muito boa e isso deixou-me impressionada.


Com o tipo de letra que escolhi para o livro, a pre-visualização do aspecto final do livro também não corresponde ao que estamos a ver no programa de edição e isso pode deixar-nos um pouco em dúvida entre o que é que vamos receber em casa. Eu optei por esperar para ver, e a letra veio igual à escolhida no modo de edição.

Quando cheguei à última página fiquei um pouco desiludida porque não nos permitem modificar a sua paginação e tem os chatos dos códigos e código de barras, que voltam a ser repetidos na contra-capa.


A paginação da capa e a contra-capa também está limitada aos modelos incluídos no programa o que também limita bastante quem quer ter o controle absoluto do livro do início ao fim, mas tem variedade suficiente para agradar a gregos e a troianos.


Resumidamente, se não são dos que querem mexer nas paginações modelo e querem um livro rápido de fazer, com boa impressão a um custo mais razoável, então esta é mesmo uma boa opção.

Para conhecerem melhor a Photobox, líder europeu da revelação online de fotos, visitem o seu site em www.photobox.pt e aproveitem as promoções que eles têm neste momento.

Se quiserem mais algumas dicas e conselhos para a elaboração dos vossos próprios álbuns/livros de fotografias digitais podem ler o meu Tomem Nota #2 (rubrica que não consigo manter como desejaria com muita pena minha).

E eu, bom, ainda não foi desta que tenho um livro deles para mim. Mas em compensação há uma avó que ficou toda babada no passado domingo...

É melhor ir-me preparando...


para o que o futuro me reserva :)

segunda-feira, maio 02, 2011

Os dias da mãe servem pelo menos para isto...

Simpática
Amiga
Nossa
Doce
Rara
Adorável

És a melhor mãe do universo!
Joana

A minha mãe é...

macia, gosta de brincar comigo e adora-me!
Gosta de fazer a comida comigo e de lavar a loiça.
A mãe brinca comigo aos jogos.
Miguel

[a comparar com os anteriores, este ano correu-me mesmo bem no que toca a piropos :p]

[ah... e quem lava a loiça lá em casa é o pai que a mãe detesta :p]

Ontem, hoje e amanhã...

14 anos de nós em modo dois em um.


[e às vezes merecíamos mesmo um prémio de resistência...]

domingo, maio 01, 2011

E não é que está mesmo sol?!

Mas por causa da invernia de ontem e da pouca credulidade dele na satisfação do meu pedido de sol acabámos por adiar... :s

Bolas.