Estão deitados, de luz apagada e numa galhofa que parece nunca mais ter fim. De repente, ouço-o a ele:
- oh páaaaa, cala-te que eu estou a dormir!
Aaahhh.
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sexta-feira, dezembro 09, 2011
segunda-feira, julho 25, 2011
Ontem...
o miúdo adormeceu quando regressávamos a casa depois de termos deixado a irmã no campo de férias e foi de tal maneira que quando me fui deitar às duas da matina ainda dormia ferrado.
Ao deitar-me e a olhar para o seu ar angelical - deitei-o na minha cama quando chegámos e depois custou-me mudá-lo - planeio logo ali um post fofinho a falar do bem que me sabem algumas características dele (nenhuma relacionada com o dormir, curiosamente) mas o raio do miúdo acordou às cinco da manhã, eléctrico e com uma teimosia (while 1>0 do "quero água! acabaram os bonecos! paaaaaaiiiiiiiii! mãaaaaaaaeeeeeee! anda cá!" end) daquelas que nos manteve acordados, rabugentos e com um mau-humor para lá do infinito e mais além como dizia o outro, e, o post a ser escrito agora era muito menos elogioso à sua pessoa.
Assim sendo, comento apenas o facto que voltei a ter máquina de lavar e estou aqui em dúvida se comente a emoção que senti quando vi aquele monte de roupa às voltas lá dentro. É certo que pode não ser muito fashion/in/bem/erudito ficarmos felizes por poder voltar a fazer uma máquina de roupa, mas fiquei e não foi pouco.
[só nos esquecemos de um pequeno pormenor: não temos estendal...]
Ao deitar-me e a olhar para o seu ar angelical - deitei-o na minha cama quando chegámos e depois custou-me mudá-lo - planeio logo ali um post fofinho a falar do bem que me sabem algumas características dele (nenhuma relacionada com o dormir, curiosamente) mas o raio do miúdo acordou às cinco da manhã, eléctrico e com uma teimosia (while 1>0 do "quero água! acabaram os bonecos! paaaaaaiiiiiiiii! mãaaaaaaaeeeeeee! anda cá!" end) daquelas que nos manteve acordados, rabugentos e com um mau-humor para lá do infinito e mais além como dizia o outro, e, o post a ser escrito agora era muito menos elogioso à sua pessoa.
Assim sendo, comento apenas o facto que voltei a ter máquina de lavar e estou aqui em dúvida se comente a emoção que senti quando vi aquele monte de roupa às voltas lá dentro. É certo que pode não ser muito fashion/in/bem/erudito ficarmos felizes por poder voltar a fazer uma máquina de roupa, mas fiquei e não foi pouco.
[só nos esquecemos de um pequeno pormenor: não temos estendal...]
sábado, abril 30, 2011
Ainda nem estou em mim...
Ficaram os dois no quarto, a conversar (e a desconversar também), a rir, a saltar (e a fazer mortais na minha cama) até perto das onze, depois ela calou-se e só passado um bocado é que dei conta que ele andava de um lado para o outro no quarto às escuras, sem conseguir adormecer mas sem de lá sair e sem sequer chamar por mim.
Nem queria acreditar!
Passado mais um bocado sossegou, e, ao invés de sentir um gostinho a vitória por finalmente ele ser capaz de se sossegar sozinho, senti-me culpada por estar a trabalhar no computador e não estar lá com ele.
E fui lá dar-lhe um beijinho e dizer-lhe que gosto dele. Ele abraçou-me, perguntou pelo pai, aconchegou-se novamente e eu saí. Simples.
Coração de mãe é bicho estranho mesmo...
Nem queria acreditar!
Passado mais um bocado sossegou, e, ao invés de sentir um gostinho a vitória por finalmente ele ser capaz de se sossegar sozinho, senti-me culpada por estar a trabalhar no computador e não estar lá com ele.
E fui lá dar-lhe um beijinho e dizer-lhe que gosto dele. Ele abraçou-me, perguntou pelo pai, aconchegou-se novamente e eu saí. Simples.
Coração de mãe é bicho estranho mesmo...
quinta-feira, março 24, 2011
Sim, nunca disse que éramos normais...
(ou da chegada da Primavera sem que seja preciso o calendário anunciá-la)
Filhos deitados, a (des)conversar e de repente:
- não não, eu é que tossi mais!
- não, não, porque eu tossi durante a noite e tu não!
- mas eu tossi na escola!
- e eu também!
- oh mãeeeee! diz lá a ela que eu é que tossi mais!
haja paciência.
Filhos deitados, a (des)conversar e de repente:
- não não, eu é que tossi mais!
- não, não, porque eu tossi durante a noite e tu não!
- mas eu tossi na escola!
- e eu também!
- oh mãeeeee! diz lá a ela que eu é que tossi mais!
haja paciência.
sábado, fevereiro 05, 2011
Friday night...

Os miúdos acampam e enquanto isso, conversam e ela lê-lhe a história que ele trouxe da escola.
quinta-feira, janeiro 06, 2011
Miguel às quase 4am...
- mãe, eu quero papa...
- mas Miguel, ainda é muito cedo. vamos dormir, sim?
- não, porque já é quase hora de acordar!
- não é nada, ainda falta muito!
- quanto tempo falta?
- faltam quatro horas.
- quatro horas é pouco!
- quatro horas é muito.
- quanto é quatro horas?
- são - mas quem é que converte horas em minutos às quatro da matina?! - mais de duzentos minutos.
- ah... duzentos é muito.
- pois é.
e adormeceu.
[7 anos e 3 meses menos 7 dias sem saber o que é dormir uma noite seguida (a não ser quando eles não estão). isto há-de mudar. um dia quem sabe. um dia.]
- mas Miguel, ainda é muito cedo. vamos dormir, sim?
- não, porque já é quase hora de acordar!
- não é nada, ainda falta muito!
- quanto tempo falta?
- faltam quatro horas.
- quatro horas é pouco!
- quatro horas é muito.
- quanto é quatro horas?
- são - mas quem é que converte horas em minutos às quatro da matina?! - mais de duzentos minutos.
- ah... duzentos é muito.
- pois é.
e adormeceu.
[7 anos e 3 meses menos 7 dias sem saber o que é dormir uma noite seguida (a não ser quando eles não estão). isto há-de mudar. um dia quem sabe. um dia.]
quarta-feira, outubro 27, 2010
Longas são as noites...

isto foi como o deixei ontem, porque hoje o novelo já se foi :)
e muitas são as fotografias para tratar e os álbuns para fazer.
[troquei os jogos do FB pelo tricot para me manter acordada nos tempos de espera. acho que foi uma boa troca]
sexta-feira, setembro 24, 2010
Também podia ter sido um camelo...
mas na versão de dormir em vez de beber água.
[ontem cai KO no sofá às... a que horas é que acabei de jantar mesmo?!... olha não sei, mas ainda não eram nove da noite. E a dorzinha nos joelhos quando acordei de madrugada?! uuiiii... sim, que o António já sabe que quando estou ferrada a dormir é melhor não se meter comigo, mesmo que seja para me mandar para a cama... para a próxima é lembrar-me de não me encolher tanto]
Adenda: só para esclarecer a comparação com o camelo, a minha média de horas dormidas - e eu não disse seguidas! - por noite situa-se entre as 3h30 e as 4h... topam agora a raridade da coisa?!
[ontem cai KO no sofá às... a que horas é que acabei de jantar mesmo?!... olha não sei, mas ainda não eram nove da noite. E a dorzinha nos joelhos quando acordei de madrugada?! uuiiii... sim, que o António já sabe que quando estou ferrada a dormir é melhor não se meter comigo, mesmo que seja para me mandar para a cama... para a próxima é lembrar-me de não me encolher tanto]
Adenda: só para esclarecer a comparação com o camelo, a minha média de horas dormidas - e eu não disse seguidas! - por noite situa-se entre as 3h30 e as 4h... topam agora a raridade da coisa?!
sexta-feira, agosto 20, 2010
Esta madrugada...
acordámos com os ganidos de dor de um e os latidos de aflição do outro. O motivo é o mesmo. A temperatura durante a noite já começou a baixar consideravelmente e esta noite foi bastante húmida pelo que a combinação revelou-se fatal para um cão com nove anos e aparentemente com artrite.
Acabámos os três no sofá, ele deitado e nós ao pé dele a tentar ajudá-lo a suportar as dores com mimo. Passado um tempo, ele já estava mais calmo e nós completamente de rastos, pelo que chamá-mo-lo para a nossa cama a ver se conseguíamos descansar alguma coisa.
Veio e depois de muito custo subiu a cama e deitou-se aos meus pés. Corpo sobre as minhas pernas e cabeça sobre os meus pés, sempre aos meus pés, tal como fazia quando era cachorro.
Já falámos com a veterinária e amanhã vai ser visto, mas eu não consigo deixar de pensar que isto é uma preparação para os anos que estão para vir e isso deixa-me doente.
Foi ele que nos escolheu mas nós já não sabemos viver sem ele.
Acabámos os três no sofá, ele deitado e nós ao pé dele a tentar ajudá-lo a suportar as dores com mimo. Passado um tempo, ele já estava mais calmo e nós completamente de rastos, pelo que chamá-mo-lo para a nossa cama a ver se conseguíamos descansar alguma coisa.
Veio e depois de muito custo subiu a cama e deitou-se aos meus pés. Corpo sobre as minhas pernas e cabeça sobre os meus pés, sempre aos meus pés, tal como fazia quando era cachorro.
Já falámos com a veterinária e amanhã vai ser visto, mas eu não consigo deixar de pensar que isto é uma preparação para os anos que estão para vir e isso deixa-me doente.
Foi ele que nos escolheu mas nós já não sabemos viver sem ele.
sexta-feira, abril 16, 2010
As sextas-feiras...
são noites de bola para o pai, o que significa que são noites de mãe e filhos e desde há uns meses, noites de ir-para-a-cama-só-quando-não-se-aguenta-mais.
Hoje graças às asneiras à hora de lavar os dentes ditei-lhes o castigo:
- Vão já para a cama e hoje não vos conto história. Podem escolher um livro e ler se quiserem, mas eu não vos conto nenhuma história.
Dito isto, fiquei à espera da gritaria de protesto, mas nada. Ela pega numa história e senta-se na sua cama. Virei costas e continuei à espera dos gritos dele, mas nada. Ele junta-se a ela, e ela começa a contar a história.
Saí do quarto e fiquei a saborear o momento do lado de fora.
Há poucas coisas de que gosto tanto como de os ver assim.
Hoje graças às asneiras à hora de lavar os dentes ditei-lhes o castigo:
- Vão já para a cama e hoje não vos conto história. Podem escolher um livro e ler se quiserem, mas eu não vos conto nenhuma história.
Dito isto, fiquei à espera da gritaria de protesto, mas nada. Ela pega numa história e senta-se na sua cama. Virei costas e continuei à espera dos gritos dele, mas nada. Ele junta-se a ela, e ela começa a contar a história.
Saí do quarto e fiquei a saborear o momento do lado de fora.

segunda-feira, fevereiro 15, 2010
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Coisas boas...
Dançarmos na rua os quatro, de noite, como se não existisse mais ninguém à nossa volta, ao som da música que saía dos bares das redondezas.
E vê-los rir, ouvir as suas gargalhadas, é o melhor bálsamo para o cansaço.
E vê-los rir, ouvir as suas gargalhadas, é o melhor bálsamo para o cansaço.
sexta-feira, novembro 13, 2009
Conversas com ele...
- mamã quero que tu durmas comigo...
- vai lá deitar-te que eu depois deito-me um bocadinho ao pé de ti.
- não mamã, vem agora!!!
- agora não posso que ainda vou trabalhar um bocadinho.
- mas vais quando?
- quando já estiveres a dormir.
- vais trabalhar onde, no computador?
- sim.
- não mamã! é de noite e de noite é para as pessoas dormirem! tu nunca dormes ficas sempre no computador...
- mas a mamã precisa de trabalhar um bocadinho e depois vai-se deitar.
- não mamã, é de noite por isso tu tens de dormir. Anda, vem dormir comigo.
[e fui, e deitei-me com ele, e deixei-o adormecer abraçado a mim, mas a razão, essa ninguém lhe tira...]
domingo, outubro 18, 2009
A minha filha, a minha rica filha...
a mesma que já vai lendo histórias a meias - muito mal medidas - com o pai, reclama que não consegue adormecer sem que eu, depois da história e do leite, cante as músicas-de-dormir.
Eu até acreditava não fosse ter tirado esta foto meia-hora antes do pedido de musiquinha...
Sai mesmo ao paizinho dela para dormir...
Sai mesmo ao paizinho dela para dormir...
terça-feira, setembro 29, 2009
É de madrugada...
e arrasto-me até à cama.
Esgueiro-me pela porta do meu quarto, deslizo os pés até à janela, ignorando uma peça ou outra de roupa que possa estar caída aos pés da cama, e abro uma fresta da portada para de manhã conseguir despertar melhor.
Um passo ao lado e enfio a mão por entre os lençóis para os levantar apenas o suficiente para me meter entre eles. Nada de lençóis, só umas pernas minúsculas e nuas no lugar que é o meu. Ferrado a dormir, desisto de o levar para a cama dele e decido-me arrastar apenas a mim até lá.
Sai de um quarto, entro noutro e deslizo os pés ainda com mais cuidado para evitar um qualquer carrinho ou peça de lego que possa estar onde não deve mas onde costuma sempre estar quando andamos descalços e às escuras.
Chego à cama dele e quando já me estou a sentar para deitar, eis que sinto alguma coisa. É ela. Desisto de a passar para a cama dela e enrosco-me eu na almofada dela, no cheiro dela e... rrrrr... rrrrr...
terça-feira, setembro 15, 2009
segunda-feira, setembro 14, 2009
Aos três anos...
ainda sabe bem dormir ao colo. E a mim sabe bem senti-lo a dormir.
[e a fotografia é cortesia do pai cá de casa... um luxo de tão raro! :p]
domingo, agosto 30, 2009
Primeira noite a quatro...
e estamos juntos no sofá a tentar chamar o sono (deles) que não chega às horas dos dias fora das férias.
Os grandes estão K.O. mas aos mais novos a viagem de trezentos e tal quilómetros - que até foi feita quase toda a dormir - não fez mossa e estão com a pica toda mesmo depois da história-leitinho-música-de-embalar e de repente, o mais novo:
- mas ó mãe como é que eu fui para a tua barriga?
ah pois é.
terça-feira, julho 21, 2009
O meu nome do meio é Obélix...
Hoje fiz mais uma directa (ou quase, que dormitei no final do segundo episódio do E.R., que embora continue a ser a minha série de sempre, já chateia um bocadinho) para conseguir despachar mais um trabalho.
No autocarro, vim a ler uma Sábado já fora do prazo em que se falava das drogas que os putos tomam para aguentarem umas noitadas a estudar para os exames, e, a única conclusão que tiro é que devo ter caído num caldeirão de efedrina ou ritalina ainda in utero, uma vez que já em bebé fazia desesperar a minha mãe com as pouquíssimas horas de sono que fazia.
Desde os meus tempos de estudante que o mínimo de horas que preciso de dormir para andar bem são cinco horas. Menos do que isso, de forma repetida, significa que mais cedo ou mais tarde vou ter de arranjar umas dez horas de sono seguidas para recuperar.
Seja lá como for, é em alturas como esta que agradeço ser das que dormem pouco.
[o que me desconsola, é que por muitas noitadas que faça, parece que a lista de pendentes não há meio de ficar menor...]
segunda-feira, abril 06, 2009
Sexta-feira à noite....
fui a um barzinho com a malta do curso no Bairro Alto.
Soube-me tão bem. O poder conversar num ambiente descontraído e a música ligeiramente mais alta do que estou habituada. A confusão do ritmo da noite. O beber um cocktail (sem álcool que senão era o fim da picada :p) e deitar conversa fora.
Só não gostei tanto do empurra-empurra para conseguir sair do Bairro e do apalpão que me deram quando passei por um grupo de miúdos. A malta amiga, incentivou-me a considerar isso um elogio, mas não sei não...
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