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quinta-feira, janeiro 24, 2013
Pouco a pouco...
Pouco a pouco, seguimos em frente. Mesmo com tanto passo para trás, o que importa é ir avançando e de preferência para frente.
É assim que chegamos a esta foto. A estreia de um frigorífico com uma garrafa que aguarda por ser aberta há dois anos.
É provável até que esteja estragada quando finalmente o dia pelo qual ela aguarda chegar, mas até lá, ela ali está à nossa frente sempre que formos buscar a manteiga para o pão, ou o leite, ou a sopa, para nos lembrar que por mais longo, sinuoso e esburacado que seja o caminho, no final iremos ter um motivo pelo qual celebrar.
Basta esperar e não baixar os braços.
terça-feira, janeiro 15, 2013
bye bye térmitas...
e uns quantos euros valentes, olá buracos em tudo o que é rodapé e chão da rua.
O que vale é que só ficam assim, esburacados ou arrancados, até março. Isso se as queridas não voltarem a dar o ar de sua graça, claro.
Não voltem, não? Agradecida.
[o tratamento consiste em aplicar uma calda inseticida nas paredes, placa e fundações, por dentro de casa e por fora, para manter as bichas longe.]
O que vale é que só ficam assim, esburacados ou arrancados, até março. Isso se as queridas não voltarem a dar o ar de sua graça, claro.
Não voltem, não? Agradecida.
[o tratamento consiste em aplicar uma calda inseticida nas paredes, placa e fundações, por dentro de casa e por fora, para manter as bichas longe.]
quinta-feira, janeiro 10, 2013
blog diz olá às térmitas, térmitas digam olá ao blog...
E lá se vai a minha esperança que em 2013 tudo seja melhor, com menos stresses, com menos surpresas indesejáveis, com menos contrariedades.
Ontem filho doente em aniversário do pai, hoje mãe a ficar a trabalhar em casa com o filho e a descobrir que uma colónia de térmitas subterrâneas gostou imenso do MDF de que são feitas as ombreiras e rodapés da sua casa, e, que habitam alegremente por baixo do soalho e com arraiais assentes no jardim da frente ou nas fundações da casa.
As paredes do hall acabaram de ser pintadas numa tentativa desesperada de começarmos a virar costas às obras do demo, e em menos de uma semana já tenho novamente uma entrada de uma casa em obras, com rodapés e ombreiras arrancados. Já para não falar de que íamos finalmente começar a nossa cozinha e eis que temos uns belos orçamentos para tentar aniquilar a praga.
A sério, é sal que se espalha na porta da rua para espalhar maus olhados, é? É porque isto já começa a soar a loucura...
domingo, dezembro 30, 2012
Eu pedi-vos que me desincentivassem...
vocês fizeram o contrário, no dia seguinte estava a ver misturar tintas logo pela manhã, à noite já tinha a primeira demão dada e hoje tenho uma entrada toda catita.
[obrigada por não fazerem o que eu vos mando!]
quinta-feira, novembro 22, 2012
Dois anos depois de mais um primeiro dia do resto das nossas vidas...
Há dois anos, começávamos umas obras muito desejadas e necessárias, cheios de confiança numa equipa que nos foi altamente recomendada e que mostrava uma forma de agir que não nos era nada familiar da nossa experiência.
De novembro a abril morámos em apenas dois quartos de uma casa esventrada que tentávamos manter com o menos pó possível. Num quarto encaixamos cozinha, escritório, sala e casa de jantar, no outro as camas e não foram poucos os dias de inverno que ficámos apenas com acesso pela rua à wc onde nos lavávamos a nós, à louça e à comida.
Fomos vivendo estes dias com uma grande tranquilidade até ao momento em que tudo começou a seguir um caminho totalmente inesperado (por nós e até por quem nos recomendou a equipa).
Não adianta grandes pormenores. A partir de um certo momento os erros e o mau profissionalismo foram demais e tudo acabou com eles a abandonarem a obra deixando-nos a braços com uma casa inacabada e cheia de problemas (alguns muito graves, como por exemplo uma fuga de água numa parede) por resolver.
Recorremos a uma advogada para tentarmos resolver esta situação fora dos tribunais (porque desta vez, e graças às experiências que já tínhamos tido, quisemos que tudo estivesse devidamente registado para podermos usar legalmente em caso de problemas) e andámos mais de um ano enrolados em más vontades e deixa andar. Como não avançámos nada e a situação da casa ia-se degradando (além de nós próprios estarmos cada vez mais saturados com a situação). Decidimos avançar para o tribunal, já que a bem não se resolvia nada, mas foram mais uns meses a sermos enrolados por quem não esperávamos.
Hoje faz dois anos que começaram a realizar-nos um sonho que virou pesadelo. Hoje faz dois anos que vivemos numa casa em obras, com uma aproximação a cozinha que vai ganhando aqui e ali pequenos upgrades (como o dia em que voltámos a ter o forno, ou que descobrimos no ALDI uma placa de indução portátil ou comprámos uma máquina de lavar louça porque já não aguentávamos mais lavar a louça no chuveiro), sem jardim, ainda com vários problemas e longe de estar acabada mas mais casa e mais perto do sonho que tínhamos há já vários anos.
E há dias que custa olhar para isto. Há dias que nos sentimos culpados por fazer os filhos passar por isto. E custa saber que infelizmente não podemos confiar nos outros como sabemos que podem confiar em nós. E que todos à nossa volta, família, amigos, colegas, conhecidos, clientes, sofrem com o nosso desalento, têm menos de nós, e falhamos muito mais do que queremos.
E depois, sinto-me agradecida por ter gente à minha volta que nunca desistiu de nos apoiar. De perguntar como estamos. De nos oferecer um jantar quando não o podíamos preparar convenientemente. De nos cuidarem da roupa enquanto não o pudemos fazer. Sem que tivéssemos de pedir. Feito apenas pela vontade genuína de nos darem a mão num momento menos bom.
E assim do nada, descobrimos que o chão que nos parecia ter fugido dos pés afinal estava lá porque surge algo que esse sim, nos atira do abismo, que nos obrigada a relativizar, que nos relembra da importância de saber esperar, e, que nos mostra que uma casa é apenas uma casa, as coisas são apenas coisas, e que ter de continuar encher o tacho e lavar a salada no lavatório é apenas, há-de ser apenas, um contratempo temporário.
A todos os que estiveram (estão) sempre lá de uma maneira ou de outra, da forma como podiam, o meu mais profundo obrigada. Aos que têm esperado por mim, perdoado as minhas próprias falhas e percebido que se não estou é porque não conseguido estar, obrigada.
Ao país e ao sistema de justiça que temos que permite aos incumpridores se escapem, que mostra que a justiça é só para os ricos, que fazer tudo by the book é só para os parvos e que o mundo pertence é mesmo aos espertos, e, aos espertos que se aproveitam dos que neles confiam, vão-se lixar.
Aos amigos que afinal só são amigos quando a mão e os convites são estendidos na sua direção, temos pena, já foram.
Um dia destes vamos ter o nosso sonho realizado e tudo vai parecer menos mau, eu sei que a lição que tiramos desta experiência foi bem aprendida, mas se pudesse voltar atrás dois anos neste preciso momento, com o que sei hoje e pudesse fazer tudo de forma diferente, voltava. Sem qualquer sombra de dúvida.
De novembro a abril morámos em apenas dois quartos de uma casa esventrada que tentávamos manter com o menos pó possível. Num quarto encaixamos cozinha, escritório, sala e casa de jantar, no outro as camas e não foram poucos os dias de inverno que ficámos apenas com acesso pela rua à wc onde nos lavávamos a nós, à louça e à comida.



Fomos vivendo estes dias com uma grande tranquilidade até ao momento em que tudo começou a seguir um caminho totalmente inesperado (por nós e até por quem nos recomendou a equipa).
Não adianta grandes pormenores. A partir de um certo momento os erros e o mau profissionalismo foram demais e tudo acabou com eles a abandonarem a obra deixando-nos a braços com uma casa inacabada e cheia de problemas (alguns muito graves, como por exemplo uma fuga de água numa parede) por resolver.
Recorremos a uma advogada para tentarmos resolver esta situação fora dos tribunais (porque desta vez, e graças às experiências que já tínhamos tido, quisemos que tudo estivesse devidamente registado para podermos usar legalmente em caso de problemas) e andámos mais de um ano enrolados em más vontades e deixa andar. Como não avançámos nada e a situação da casa ia-se degradando (além de nós próprios estarmos cada vez mais saturados com a situação). Decidimos avançar para o tribunal, já que a bem não se resolvia nada, mas foram mais uns meses a sermos enrolados por quem não esperávamos.
Hoje faz dois anos que começaram a realizar-nos um sonho que virou pesadelo. Hoje faz dois anos que vivemos numa casa em obras, com uma aproximação a cozinha que vai ganhando aqui e ali pequenos upgrades (como o dia em que voltámos a ter o forno, ou que descobrimos no ALDI uma placa de indução portátil ou comprámos uma máquina de lavar louça porque já não aguentávamos mais lavar a louça no chuveiro), sem jardim, ainda com vários problemas e longe de estar acabada mas mais casa e mais perto do sonho que tínhamos há já vários anos.
E há dias que custa olhar para isto. Há dias que nos sentimos culpados por fazer os filhos passar por isto. E custa saber que infelizmente não podemos confiar nos outros como sabemos que podem confiar em nós. E que todos à nossa volta, família, amigos, colegas, conhecidos, clientes, sofrem com o nosso desalento, têm menos de nós, e falhamos muito mais do que queremos.
E depois, sinto-me agradecida por ter gente à minha volta que nunca desistiu de nos apoiar. De perguntar como estamos. De nos oferecer um jantar quando não o podíamos preparar convenientemente. De nos cuidarem da roupa enquanto não o pudemos fazer. Sem que tivéssemos de pedir. Feito apenas pela vontade genuína de nos darem a mão num momento menos bom.
E assim do nada, descobrimos que o chão que nos parecia ter fugido dos pés afinal estava lá porque surge algo que esse sim, nos atira do abismo, que nos obrigada a relativizar, que nos relembra da importância de saber esperar, e, que nos mostra que uma casa é apenas uma casa, as coisas são apenas coisas, e que ter de continuar encher o tacho e lavar a salada no lavatório é apenas, há-de ser apenas, um contratempo temporário.
A todos os que estiveram (estão) sempre lá de uma maneira ou de outra, da forma como podiam, o meu mais profundo obrigada. Aos que têm esperado por mim, perdoado as minhas próprias falhas e percebido que se não estou é porque não conseguido estar, obrigada.
Ao país e ao sistema de justiça que temos que permite aos incumpridores se escapem, que mostra que a justiça é só para os ricos, que fazer tudo by the book é só para os parvos e que o mundo pertence é mesmo aos espertos, e, aos espertos que se aproveitam dos que neles confiam, vão-se lixar.
Aos amigos que afinal só são amigos quando a mão e os convites são estendidos na sua direção, temos pena, já foram.
Um dia destes vamos ter o nosso sonho realizado e tudo vai parecer menos mau, eu sei que a lição que tiramos desta experiência foi bem aprendida, mas se pudesse voltar atrás dois anos neste preciso momento, com o que sei hoje e pudesse fazer tudo de forma diferente, voltava. Sem qualquer sombra de dúvida.
segunda-feira, novembro 19, 2012
Sobre as caixas dos legos...
Já deu para perceber que as caixas dos legos fizeram sucesso :)
Aqui a doida das organizações começou por lembrar-se de usar as caixas de linhas de bordar - as mesmas caixas que já serviram de arrumação de ganchos e, pasmem-se, começaram mesmo por guardar linhas de bordar devidamente enroladas em cartões próprios e organizadas cromaticamente :p - para arrumar os legos mais pequeninos e que tanto custam a achar quando precisamos deles e estão misturados com as peças maiores.
Mas os legos maiores, estavam literalmente a aumentar de número e a variedade de formatos que agora têm começou a dificultar a tarefa de os descobrir quando estavam todos ao molho. Na prática o resultado era acabar tudo espalhado no chão e eu acabava por andar a encontrar pecinhas de lego em tudo o que era canto.
Assim, comecei uma pesquisa pela caixa ideal de arrumação para os legos tanto nos hipers como em sites. Estava inclinada para módulos de gavetas daqueles usados para arrumar parafusos e assim, mas o aspeto juntamente com o preço não me convenciam e, além disso, algumas peças não iriam caber nos modelos mais em conta com divisórias fixas.
Achava piada às caixas de arrumação da Lego mas, ou não resolviam o meu problema da divisão das peças, ou ficavam demasiado caras para a capacidade que levavam e achava-as mais limitadas a nível de função alternativa.
No fundo, dou sempre prioridade a tudo o que permita mais usos do que os que inicialmente lhe foram atribuídos, que sejam facilmente conjugáveis em diversos cenários/decorações e de maior durabilidade.
Fui procurando até finalmente encontrar o que desejava no IKEA: as caixas de arrumação da linha Kupol. Além do preço ser muito mais agradável, são de cor neutra e clara - o que acaba por as disfarçar quando não estão a uso e facilitar a identificação das peças (é mais fácil procurar as peças se elas estiverem sobre/dentro de superfícies claras do que escuras) - e posso a qualquer momento mudar-lhes a função.
Resultado: temos as peças muito mais organizadas, eles estão muito mais autónomos e acabam por usar peças que habitualmente não usavam e desarrumam muito menos, o que significa que arrumam tudo muito mais facilmente e nos sítios certos (ou quase, ou quase... esta ainda está em fase de implementação que a pressa para arrumar ainda faz ignorar um pouco esta exigência). Esta linha tem vários modelos e acabei por comprar uns mais pequeninos para lhes colocar na secretária com o material deles e resultou numa maior organização das mesmas ocupando muito menos espaço.
Espero que vos tenha sido útil :)
Aqui a doida das organizações começou por lembrar-se de usar as caixas de linhas de bordar - as mesmas caixas que já serviram de arrumação de ganchos e, pasmem-se, começaram mesmo por guardar linhas de bordar devidamente enroladas em cartões próprios e organizadas cromaticamente :p - para arrumar os legos mais pequeninos e que tanto custam a achar quando precisamos deles e estão misturados com as peças maiores.

Mas os legos maiores, estavam literalmente a aumentar de número e a variedade de formatos que agora têm começou a dificultar a tarefa de os descobrir quando estavam todos ao molho. Na prática o resultado era acabar tudo espalhado no chão e eu acabava por andar a encontrar pecinhas de lego em tudo o que era canto.

Assim, comecei uma pesquisa pela caixa ideal de arrumação para os legos tanto nos hipers como em sites. Estava inclinada para módulos de gavetas daqueles usados para arrumar parafusos e assim, mas o aspeto juntamente com o preço não me convenciam e, além disso, algumas peças não iriam caber nos modelos mais em conta com divisórias fixas.
Achava piada às caixas de arrumação da Lego mas, ou não resolviam o meu problema da divisão das peças, ou ficavam demasiado caras para a capacidade que levavam e achava-as mais limitadas a nível de função alternativa.
No fundo, dou sempre prioridade a tudo o que permita mais usos do que os que inicialmente lhe foram atribuídos, que sejam facilmente conjugáveis em diversos cenários/decorações e de maior durabilidade.
Fui procurando até finalmente encontrar o que desejava no IKEA: as caixas de arrumação da linha Kupol. Além do preço ser muito mais agradável, são de cor neutra e clara - o que acaba por as disfarçar quando não estão a uso e facilitar a identificação das peças (é mais fácil procurar as peças se elas estiverem sobre/dentro de superfícies claras do que escuras) - e posso a qualquer momento mudar-lhes a função.

Resultado: temos as peças muito mais organizadas, eles estão muito mais autónomos e acabam por usar peças que habitualmente não usavam e desarrumam muito menos, o que significa que arrumam tudo muito mais facilmente e nos sítios certos (ou quase, ou quase... esta ainda está em fase de implementação que a pressa para arrumar ainda faz ignorar um pouco esta exigência). Esta linha tem vários modelos e acabei por comprar uns mais pequeninos para lhes colocar na secretária com o material deles e resultou numa maior organização das mesmas ocupando muito menos espaço.
Espero que vos tenha sido útil :)
terça-feira, outubro 02, 2012
Sunday Home Cinema...
Ou como ter (muito) menos tempo de tv por semana, torna a experiência banal de ver um filme na tv em algo verdadeiramente especial.
quinta-feira, setembro 27, 2012
o Natal é quando um homem quiser...
ou, quando há finalmente espaço para se brincar com as prendas que se receberam.
19h51 todos jantados e a mais velha abre uma das três prendas que recebeu no Natal de há dois anos.
Até às 21h30 acho que não os vamos ouvir :p
[obrigada por todos os contactos que me têm estado a enviar. a sério, obrigada!]
19h51 todos jantados e a mais velha abre uma das três prendas que recebeu no Natal de há dois anos.
Até às 21h30 acho que não os vamos ouvir :p
[obrigada por todos os contactos que me têm estado a enviar. a sério, obrigada!]
quinta-feira, setembro 20, 2012
Rotinas...
Mais do que as rotinas deles, mudei as minhas. O meu ritmo de trabalho é um bocado alucinado e as horas de sono diárias eram metade do que o normal para toda a gente e, mesmo que eu seja pessoa de dormir pouco, começaram a ser notoriamente insuficientes. Ainda assim, ou por causa disso mesmo, não conseguia dar despacho a tudo o que tinha em mãos - mesmo que parte da culpa recaia sobre outros fatores que fogem ao meu controle, mas adiante - pelo que estas férias comecei a pensar onde podia mexer, no que é que podia melhorar.
Assim, agora durmo umas seis horas por noite (e enquanto vocês pensam "só?!" eu digo "tanto!") e impus-me um horário de trabalho em casa. Um luxo.
Os dias começam pelas 6h30 para terminar alguma coisa que tenha deixado a processar quando me fui deitar no dia anterior - geralmente é quando faço os uploads das fotos ou ponho a gravar os DVD's) e se possível dar um jeito rápido a qualquer coisa em casa. À hora que estou a sair de casa, estão os miúdos a levantarem-se ou, com sorte, já acordaram e posso dar-lhes uns miminhos extra enquanto eles se despacham. O António que entretanto também já passeou os cães e está pronto, trata dos pequenos-almoços deles e vai deixá-los nas escolas. Pelas 8h00 já estou sentada no meu trabalho e daí até às 17h00 é sempre a bombar e a pedir que não surjam nenhum tipo de surpresas ao final da tarde (o que é altamente provável).
Se não houverem surpresas, vou-os buscar à escola e deixo-os na respetiva atividade do dia, e, enquanto os dias forem longos o suficiente, ainda vamos a um parque antes de regressar a casa.
À chegada, brincam ou terminam o que possam ter por fazer dos TPC enquanto despachamos o jantar e fazemos alguma coisa em casa, jantamos e estamos juntos (a tv foi banida nas noites de domingo a quinta) até por volta das 21h30 que é a hora limite para estarem na cama. É nesta altura que entro ao serviço novamente até cerca das 00h30.
Tem corrido bem até agora. As manhãs tem sido muito mais fáceis (também por termos estabelecido uma hora fixa para sair de casa e eles só poderem ver tv entre o momento que estão efetivamente prontos e a hora marcada para sair), os finais do dia muito melhores, eu tenho estado mais tempo com eles (embora de vez em quando ainda me apanhe a ir ao computador antes da hora estipulada) e tenho conseguido fazer render mais as noites.
Ainda assim, não é a solução que eu neste momento idealizava. Mas quem sabe se não virá a ser um dia destes...
Assim, agora durmo umas seis horas por noite (e enquanto vocês pensam "só?!" eu digo "tanto!") e impus-me um horário de trabalho em casa. Um luxo.
Os dias começam pelas 6h30 para terminar alguma coisa que tenha deixado a processar quando me fui deitar no dia anterior - geralmente é quando faço os uploads das fotos ou ponho a gravar os DVD's) e se possível dar um jeito rápido a qualquer coisa em casa. À hora que estou a sair de casa, estão os miúdos a levantarem-se ou, com sorte, já acordaram e posso dar-lhes uns miminhos extra enquanto eles se despacham. O António que entretanto também já passeou os cães e está pronto, trata dos pequenos-almoços deles e vai deixá-los nas escolas. Pelas 8h00 já estou sentada no meu trabalho e daí até às 17h00 é sempre a bombar e a pedir que não surjam nenhum tipo de surpresas ao final da tarde (o que é altamente provável).
Se não houverem surpresas, vou-os buscar à escola e deixo-os na respetiva atividade do dia, e, enquanto os dias forem longos o suficiente, ainda vamos a um parque antes de regressar a casa.
À chegada, brincam ou terminam o que possam ter por fazer dos TPC enquanto despachamos o jantar e fazemos alguma coisa em casa, jantamos e estamos juntos (a tv foi banida nas noites de domingo a quinta) até por volta das 21h30 que é a hora limite para estarem na cama. É nesta altura que entro ao serviço novamente até cerca das 00h30.
Tem corrido bem até agora. As manhãs tem sido muito mais fáceis (também por termos estabelecido uma hora fixa para sair de casa e eles só poderem ver tv entre o momento que estão efetivamente prontos e a hora marcada para sair), os finais do dia muito melhores, eu tenho estado mais tempo com eles (embora de vez em quando ainda me apanhe a ir ao computador antes da hora estipulada) e tenho conseguido fazer render mais as noites.
Ainda assim, não é a solução que eu neste momento idealizava. Mas quem sabe se não virá a ser um dia destes...
sábado, setembro 01, 2012
Das arrumações...
- António: 22 camisolas interiores (vários comprimentos de mangas, grossuras, com alças, etc e depois de ter separado umas quantas para dar ou aproveitar para panos)
- Sandra: 4 camisolas interiores
Há aqui alguém que é a modos que friorento. Isso, ou tem uma panca por camisolas interiores.
- Sandra: 4 camisolas interiores
Há aqui alguém que é a modos que friorento. Isso, ou tem uma panca por camisolas interiores.
segunda-feira, agosto 20, 2012
FDS a dois...
Os primeiros dias de regresso foram dedicados à casa:
Temos finalmente mais duas divisões dadas como prontas (tirando a parte de decoração, que vai ter de esperar pelo OF 2013*): o nosso quarto e a sala multimédia.
Pelo meio, atirei-me ao primeiro de dois projetos de renovação que quero concluir antes dos miúdos chegarem: a recuperação de uma cadeira de braços antiga e da frente da máquina de lavar roupa. A cadeira está muito atacada pelo bicho, mas sólida, por isso a fase kill all the bugs you can! já foi feita e espero que tenha resultado mesmo.
Com as obras, descobrimos que temos um sotão imenso e decidimos que tínhamos de o aproveitar devidamente. Pena é que a acompanhar a imensidão do sotão, havia também uma imensidão de entulho sobre a placa. Limpámos tudo (cof cof, falta um bocadinho-assim), colocámos alcatifa sobre a placa e agora já podemos andar à vontade e começar a segunda fase que é escolher da tralha que temos a atulhar a garagem e roupeiros, o que é para dar, para deitar fora ou para guardar.
É claro que se trabalhamos muito, não podemos descurar o importe de energia (acima de tudo, saudável claro) para aguentar o acartamento de entulho, as limpezas, os furos nas paredes, as idas ao Leroy&Merlin e ao IKEA.
* orçamento familiar para 2013
Temos finalmente mais duas divisões dadas como prontas (tirando a parte de decoração, que vai ter de esperar pelo OF 2013*): o nosso quarto e a sala multimédia.
Pelo meio, atirei-me ao primeiro de dois projetos de renovação que quero concluir antes dos miúdos chegarem: a recuperação de uma cadeira de braços antiga e da frente da máquina de lavar roupa. A cadeira está muito atacada pelo bicho, mas sólida, por isso a fase kill all the bugs you can! já foi feita e espero que tenha resultado mesmo.
Com as obras, descobrimos que temos um sotão imenso e decidimos que tínhamos de o aproveitar devidamente. Pena é que a acompanhar a imensidão do sotão, havia também uma imensidão de entulho sobre a placa. Limpámos tudo (cof cof, falta um bocadinho-assim), colocámos alcatifa sobre a placa e agora já podemos andar à vontade e começar a segunda fase que é escolher da tralha que temos a atulhar a garagem e roupeiros, o que é para dar, para deitar fora ou para guardar.
É claro que se trabalhamos muito, não podemos descurar o importe de energia (acima de tudo, saudável claro) para aguentar o acartamento de entulho, as limpezas, os furos nas paredes, as idas ao Leroy&Merlin e ao IKEA.
* orçamento familiar para 2013
domingo, julho 22, 2012
Se os Costinhas não vão até ao campismo...


vem o campismo até os Costinhas...
[acampamento Costinhas, ao seu dispôr desde novembro de 2010...]
sábado, maio 12, 2012
Chegou a primavera cá casa...
bom, na verdade mais parece que chegou a primavera de um qualquer país tropical cá casa, porque este calor abafado que se cola ao corpo só o conheço daí.
Mas adiante, chegou a primavera cá casa e aproveitámos e a compressor lavámos chão, paredes e muros da rua e até o cão mais velho foi brindado com um banho* já há muito devido.
Soube bem voltar a sentir a água nos pés...
* antes que chamem a proteção dos animais, não, o cão não foi lavado a compressor...
segunda-feira, março 19, 2012
Até parece que adivinham...
Acho que em todas as casas há um mês onde se concentram um número anormal de despesas. Para nós esse mês é o atual e, este ano, ainda estragamos mais a coisa com uma semana de férias na pausa da Páscoa (eu já disse que detesto ter de ir de férias nas pausas escolares?!).
E nestes meses o que é que geralmente acontece?! Despesas extras, claro. Daquelas que não se esperam e daquelas que por vezes não se podem fugir.
Ontem acordámos, ligámos a nossa televisão com doze anos e descobrimos que ela se tornou sportinguista de alma e coração. Que imagem tão verdinha que ela agora dá. Tão linda.
Parva.
[vamos então todos fazer figas se consigamos repará-la - ie, um amigo que percebe disso e que faz disso profissão a consiga reparar - e que ela se cure da sportinguite aguda e dure ainda muitos e felizes anos...]
E nestes meses o que é que geralmente acontece?! Despesas extras, claro. Daquelas que não se esperam e daquelas que por vezes não se podem fugir.
Ontem acordámos, ligámos a nossa televisão com doze anos e descobrimos que ela se tornou sportinguista de alma e coração. Que imagem tão verdinha que ela agora dá. Tão linda.
Parva.
[vamos então todos fazer figas se consigamos repará-la - ie, um amigo que percebe disso e que faz disso profissão a consiga reparar - e que ela se cure da sportinguite aguda e dure ainda muitos e felizes anos...]
terça-feira, março 06, 2012
Gosto de contrastes...

Gosto de brancos imaculados e gosto do tosco que me lembra a casa da aldeia. Gosto de luz. Um dia, um destes dias, terei novamente isso tudo na minha cozinha.
Um dia.
sábado, fevereiro 18, 2012
WIP: WC dos miúdos
O que é que se faz com uma ripa de pinho cortada à medida, lixa e tinta em spray?
Isto:
E aos bocadinhos a coisa vai indo :)

Isto:

E aos bocadinhos a coisa vai indo :)
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
WIP: WC da criançada...
Obrigada pelo feedback que me têm estado a passar sobre a evolução da nossa aventura na WC da criançada. Vai daí, e como me têm estado a pedir informações sobre onde comprei este ou aquele acessório (especialmente os monstros :p), vou partilhar com todos a atual vista geral da wc e juntar o diretório de lojas onde podem encontrar o que vêem nas imagens, ou já sei que não vou conseguir responder a todos e assim simplifica-me a vida.
Ainda está longe de estar terminada e para o próximo fim-de-semana já temos mais um projeto a executar na WC, mas já dá para ter uma ideia de como vai ficar. A próxima foto, tem a imagem da WC antes das nossas aventuras do fim-de-semana e a de como ficou no final.
1. móvel suspenso: Porcelanosa; 2. louça sanitária: Porcelanosa; 3. torneiras e duche: Porcelanosa; 3. pavimento e azulejo da zona do duche: Porcelanosa; 4. porta-piaçaba: Leroy Merlin ; 5. banquinho: IKEA; 6. tapete do chão: Continente; 7. cortina de duche e varão extensível: Continente; 8. espelho: Leroy Merlin; 9. arrumação do duche (é um porta-especiarias em inox e podem ver aqui que nesta foto está escondido pela cortina): Leroy Merlin;
1. ilustrações: Miguel e Joana (ambos feitas quando eles tinham 3 anos, acho); 2. porta-escovas e saboneteira: Leroy Merlin ; 3. bases de copos convertidas em decoração para a parede (aqui foi só uma experiência, porque a ideia final está em construção): IKEA; 4. cabide de porta (que não vai ficar porque raspa ligeiramente na aduela): IKEA.
Nota: Não sei se deram conta mas o móvel e espelho foram colocados mais baixos para estarem ao nível deles nos próximos anos.
Ajudou? Gostaram? :)
Ainda está longe de estar terminada e para o próximo fim-de-semana já temos mais um projeto a executar na WC, mas já dá para ter uma ideia de como vai ficar. A próxima foto, tem a imagem da WC antes das nossas aventuras do fim-de-semana e a de como ficou no final.

1. móvel suspenso: Porcelanosa; 2. louça sanitária: Porcelanosa; 3. torneiras e duche: Porcelanosa; 3. pavimento e azulejo da zona do duche: Porcelanosa; 4. porta-piaçaba: Leroy Merlin ; 5. banquinho: IKEA; 6. tapete do chão: Continente; 7. cortina de duche e varão extensível: Continente; 8. espelho: Leroy Merlin; 9. arrumação do duche (é um porta-especiarias em inox e podem ver aqui que nesta foto está escondido pela cortina): Leroy Merlin;

1. ilustrações: Miguel e Joana (ambos feitas quando eles tinham 3 anos, acho); 2. porta-escovas e saboneteira: Leroy Merlin ; 3. bases de copos convertidas em decoração para a parede (aqui foi só uma experiência, porque a ideia final está em construção): IKEA; 4. cabide de porta (que não vai ficar porque raspa ligeiramente na aduela): IKEA.
Nota: Não sei se deram conta mas o móvel e espelho foram colocados mais baixos para estarem ao nível deles nos próximos anos.
Ajudou? Gostaram? :)
quinta-feira, fevereiro 09, 2012
No que dá ter uma mãe idiota*...
Precisávamos de uma solução temporária para o duche deles, já que não podemos montar ainda a cabine que está comprada e à espera de ser instalada. Por isso numa das idas ao hiper, e com oito euros comprámos um varão extensível e uma cortina de banho básica et voilá, o problema ficou resolvido e a wc cheia de cor.
Mas as argolas brancas de plástico simplesmente pareciam-me demasiado feias e não me deixavam satisfeita mesmo sendo de caráter temporário. Vai daí, peguei numas sobras de papel autocolante que uso para fazer as labels dos meus DVD's de fotografia, procuro nas canetas dela as cores que estão a ser usadas na wc, pinto freneticamente riscas nas bordas do papel, e com o furador faço furos que nem uma louca.
Depois de ter pintado e furado, pintado e furado, pintado e furado num loop prolongado, venho a descobrir que o desafio maior era a missão que se seguia: conseguir descolar o papel autocolante do papel de proteção. No entanto, nos casos em que saí eu vencedora, tive direito a colar bolinha mínima com a ciência do meio ao calhas, meio com regra na argola que outrora era tão sem graça.
Podem não ter deixado de ser feias, mas digamos que ficaram com muito mais pinta :)
+ idiota = pessoa cheia de boas ideias, claro está :p
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Mankind may even not consider it a real step...
but it was definitly a huge leap for us.
[montagem de móvel suspenso, torneira, canalização e sifão pelos crescidos na casa-de-banho dos mais novos.]

[montagem de móvel suspenso, torneira, canalização e sifão pelos crescidos na casa-de-banho dos mais novos.]
segunda-feira, dezembro 12, 2011
Domingo à noite em família...
No mesmo quarto:
Os filhos brincam com Legos, os pais brincam com mobília do IKEA.
Os filhos brincam com Legos, os pais brincam com mobília do IKEA.
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