sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Eles também nos fazem festas...

foi com o pai às compras e pediu-lhe para me comprar este ramo. Para me fazer uma surpresa antes da minha viagem.

Depois da história com o pai, chamaram-me para as músicas da praxe e no meio da primeira canção revelaram-me o seu segredo.

Os melhores filhos do mundo são os meus.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Façamos uma festa então...

O miúdo passou a cinturão branco com uma risca amarela e quando lhe demos os parabéns perguntou se podia ter um bolo com smarties.

Fossem todos os desejos tão fáceis de realizar, fosse sempre tão simples fazer alguém feliz...

terça-feira, fevereiro 23, 2010

E porque aqui também se fala de coisas sérias...

Para apoiar as vítimas da catástrofe que se abateu sobre a Madeira, os CTT estão a oferecer o transporte e a embalagem de bens para apoio da região. Para isso, basta ir a qualquer uma das 900 estações de Correios, pedir a caixa solidária e pôr como destinatário: "MADEIRA". Não é preciso selo nem mais morada.

Aqui fica uma lista de produtos/bens necessários:

  • Lençóis
  • Cobertores
  • Mantas
  • Almofadas
  • Roupa interior (H/ S e criança)
  • Roupa em geral
  • Produtos de higiene
  • Fraldas
  • Leite em pó
  • Comida para bébé
  • Enlatados
  Para saberem mais, podem consultar a página do facebook.

Para contibuirem com donativos em dinheiro podem fazê-lo através das seguintes contas ou linhas telefónicas (fonte: Diário de Notícias)

  • O Banif abriu uma conta bancária para apoiar as vítimas do mau tempo na Madeira. Com o NIB 00380040 50070070 771 11, a conta chama-se "Conta Banif Solidariedade Com as Vítimas da Madeira" e o banco contribui, para já, com 50 mil euros.
  • Também o BBVA Portugal apela à contribuição para a conta bancária 0019 0001 00200181 689 15.
  • O BES junta-se a estes dois bancos com a criação de uma conta para receber donativos e contribuindo com meio milhão de euros, ao mesmo tempo que criou uma linha de crédito de 1,5 milhões a 'spread' zero.
  • A Cáritas abriu uma conta no Montepio Geral, cujo NIB é 003600009910587824394. 
  • A Portugal Telecom (PT) e a TMN juntaram-se à Cáritas Diocesana do Funchal, criando duas linhas de apoio, cujos donativos reverterão a favor do projecto da associação para a reconstrução da Madeira. As duas operadoras disponibilizaram os números 61906, para mensagens escritas, e 760206070, para chamadas telefónicas, a partir do fixo ou do móvel, ambas com um custo de 60 cêntimos mais IVA.

Eu sempre disse...

que ele me ia deixar sem palavras mais depressa que a irmã e este fim-de-semana tive a prova.

Imaginem-nos portanto a subir a serra em busca da neve quando de repente ele levanta a questão:

- Eu estava na barriga do pai e a mana estava na tua barriga, pois é? Os meninos nascem das barrigas dos pais e as meninas das barrigas das mães, pois é?

A irmã apressa-se a corrigi-lo:

- Não Miguel, o pai tinha um bocadinho de nós que pôs na barriga da mãe. Assim como uma semente.
- Onde é que o papá tem a semente, mamã?
- Então, sabes aquelas bolinhas que tens ao pé da tua pilinha? Chamam-se testículos e é lá que estão guardadas essas sementes que se chamam espermatozóides.
- Pois - continua ela - e o pai só nos tinha lá a nós, agora não tem mais!
- Não Joana, o pai tem lá muito mais espermatozóides.
- Ai é?! - diz ela espantada - ai o pai pode ter mais meninos?!
- Pois!
- Ah... e os... como é que se diz mãe? - pergunta ele.
- Espermatozóides.
- Isso... saem no xixi, é?
- Não filho, saem noutra altura.
- E como é que saem mamã? - continua ele.
- Sim, como é que saem mãe?! - acrescenta ela à boleia dele.

Ora vamos lá ver, estávamos a ver a neve lá fora e as árvores e a natureza, como é que a conversa chegou aqui mesmo?!

- xiii... olhem ali aquelas casinhas tão pequeninas ao fundo!!!

Muda a conversa e o assunto cai no esquecimento ou pelo menos assim o julgámos. Estamos muito bem instalados no restaurante da pousada de São Lourenço, com duas senhoras a servirem-nos as sopas cheias de preceitos, quando se ouve:

- O que é que sai da minha pilinha?
(ignora, ignora que pode ser que passe)
- o que é que sai da minha pilinha?
(olha em volta, vê as senhoras a servirem a sopa e pensa que se calhar o melhor é responder qualquer coisa)
- Xixi Miguel, agora come vá. Silêncio.

E é claro, no tom que caracteriza as crianças de três anos, ele insiste:

- Nãaaaooo, não é xixi! É a outra coisa!!! O que é que sai da minha pilinha?!

Era um buraco se faz favor...

Impagável...

O miúdo a receber o jornal gratuito distribuído num dos semáforos por onde passamos, abrir o jornal e exclamar escandalizado:

- Então?! Não tem futebol?!

A sorte é que já lá tenho uma menina para me fazer companhia...

No sábado...

Manteigas, Fevereiro 2010
quase não tirei fotos porque queríamos curtir o bom tempo ao máximo (e era tal o trânsito na Serra que não permitia que se parasse nos poucos espaços que existem para o efeito).

No Domingo, se tirei meia-dúzia de fotos foi muito porque graças a ter mergulhado de pés do ribeiro gelado fui recambiada para o carro enquanto eles se divertiam a rebolar/deslizar/resvalar no monte gelado.

Na segunda, houve mais fotos mas não todas as que gostaria porque embora o cenário não fosse tão branco como nos outros dias, era especialmente marcante pela água que corria nos ribeiros e nas pequenas cascatas um pouco por toda a Serra. A cor outonal das árvores, o verde dos arbustos e a água que corria com toda a força, conferiam um ambiente relaxante que só apetecia parar, usufruir e fotografar claro. Apetecia se não fosse as chuvadas que caiam sem parar com breves pausas entre elas. E se houvesse lugar para se parar o carro em segurança.

Eu julgava...

Lagoa Comprida, Fevereiro 2010
que aquela imagem de se empurrar bolas de neve sobre a neve para lhes aumentar o tamanho era pura ilusão, mas a miúda ainda com a inocência que os caracteriza provou-me que afinal é mesmo verdade.

Depois de andar de gatas de trás para frente a empurrar uma bola que começou pequenina, apresentou-nos uma bela bola de neve que serviu de corpo ao nosso querido boneco de neve. Só não ficou maior que o tempo já não estava para brincadeiras e a neve batida a vento já magoava a cara mesmo aos mais temerários.

Fica a foto possível, que a seguir até a própria máquina já se ressentia do frio.

E a escapadela...

Pousada de São Lourenço, Fevereiro 2010
terminou com um belo almoço junto de uma lareira quentinha, enquanto do lado de fora caia a chuva tocada a vento que nos gelava só de olhar.

Há muito a dizer sobre as condições da Serra da Estrela no Inverno e a pena que isso me dá, mas neste momento só quero dizer que a Serra é linda e o que não falta são lugares e costumes para descobrir com bom ou mau tempo.

Foi bom. Apesar de tudo, foi bom.

domingo, fevereiro 21, 2010

Ontem...

Eram só dias assim se faz favor.

[hoje não tivemos a mesma sorte com o tempo e para mim a brincadeira acabou mais cedo graças a ter passado por cima de um ribeiro escondido pela neve e ter ficado encharcada até ao joelho]

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

Ele chegou e disse...

- mamã, quando for quescido vou fazer um curso de dança.

E andei eu até aos trinta e tal anos em dúvidas sobre o que realmente gostava de fazer na vida.

terça-feira, fevereiro 16, 2010

E enquanto algumas...

sambavam semi-nuas nas ruas de Portugal, por aqui fingia-se que em vez de chover nevava e aproveitavam-se os buracos que nasceram no lugar dos buracos tão bem tapados a poucas horas das últimas autárquicas.
É tão fácil fazê-los felizes.

Há precisamente 5 meses escrevi isto...

mas nunca passou de rascunho. Agora à procura de um post antigo, reencontrei estas palavras e não podia deixá-las sem ver a luz do dia.
Deambulações, constatações e outras considerações...

Hoje ao almoço, fiz a linha verde de ponta a ponta e, incitada pelo livro que lia, debrucei-me sobre a vida que levo e a minha maternidade. Pensei que de fora as minhas opções parecem tomadas por alguém insano. Um trabalho a tempo inteiro, outro trabalho no tempo que supostamente é para estar de folga, um marido, dois filhos, uma casa, dois cães. A ordem nem sequer é necessariamente esta. Até porque se fosse a ordenar as minhas prioridades temo que o marido acabaria por ficar nariz a focinho com os cães e isso é algo que não me apetece admitir. Além disso, retirei propositadamente os itens família e amigos da lista porque neste momento estar quer com uns quer com outros é um verdadeiro luxo. Ah! e o ciclo MED. Pergunto-me a mim mesma se terá sido totalmente inocente não me ter lembrado imediatamente de acrescentar à lista os sete exames da certificação para fazer assim que possível, mas adiante. No entanto a minha (nossa) vida vai decorrendo de uma forma totalmente normal. Tomamos decisões de forma a pouparmo-nos tanto quanto possível com stresses de horários, organizamo-nos o melhor que sabemos, aceitamos as nossas faltas de disponibilidade - porque agora sou eu mas há uns anos foi ele e um dia, esperamos, não será nenhum. A casa anda desarrumada, mas recuando cinco anos, altura em que ainda gozava da licença de amamentação e tinha apenas uma criança, ela não estava melhor.

Não é uma vida fácil, mas acho que não a trocava por nada.

domingo, fevereiro 14, 2010

Do cinema...

Primeiro habituam-nos ao intervalo. Depois de um dia para o outro, acabam com o intervalo e fazem-nos apertar as pernocas para aguentar até ao final do filme sem aviso. De seguida, temos que gramar com o vizinho de trás a mastigar pipocas de boca aberta ou com o da frente a sorver Ice Tea. Finalmente ensurdecem-nos com os novíssimos sistema surround e congelam-nos com os poderosíssimos AC's.

E depois a malta farta-se e passa a alugar filmes para ver no aconchego do sofá.

Dos filmes VHS passa-se aos DVD's, dos DVD's aos canais de cabo dedicados, até que um belo dia decobrimos que os AC's já estão devidamente regulados, que o surround já não nos ensurdece e que a maioria já se habituou a comer a pipoquita de boca fechada. E a malta passa a gostar de ir ao cinema outra vez.

E vai toda contente até ao dia em que todos os filmes voltam a ter intervalo. Percebe-se a razão, a malta precisa de esvaziar a bexiga das litradas de coca-cola que traz para acompanhar o balde de pipocas e o intervalo até serve para recarregar os baldes. Grama-se com os intervalos, tolera-se as pipocas e a vizinha do lado que passa o filme a mandar SMS's mas continua a ser uma experiência a repetir.

Depois a malta começa a levar a criançada. E atrás da criançada começa a entrar o belo balde de pipocas e o Ice Tea. E como alguém tem de realmente de comer aquela quantidade massiva de milho, a malta começa a sacar mãos cheias do balde para não estar sempre com o braço a tapar a vista à criancinha.

E os intervalos voltam a revelar-se úteis: para ir com o mini fazer xixi - e depois com a maxi que só se lembrou que também queria depois do progenitor sacrificado já ter saído do raio de vis(audiç)ão - e para fazer perguntas como "então do que é que mais gostaste até agora?", só para ouvir responder:

- Das pipocas! Gostei muito das pipocas! E também gostei do Ice Tea!

Miguel, 3 anos, a ver A princesa e o Sapo.

[mas vão ver porque realmente é muito giro, eles adoraram e a mensagem vale mesmo a pena]

Por aqui....

não se ama com data marcada. Umas vezes ama-se outras nem por isso, mas nem num caso nem noutro se olha primeiro para o calendário.

No fundo, vive-se um dia de cada vez, com os amores ou desamores que se construíram, nesse dia ou nos anteriores, por ou sem querer.

Assim, o sábado passou-se com aulas de natação, uma festa de aniversário para ela, almoço fora e sestas partilhadas para os restantes, idas aos saldos, corte de cabelo para ele (aquilo já não era cabelo, era uma juba!) e para ela (apenas as pontinhas porque se tem de guardar cabelo para os penteados do ballet), jantar escolhido por eles e aprovado pela mãe por dar tão pouco trabalho, e, brincadeiras a quatro no sofá. Com pulos, moches e muitas cócegas. Montes de riso.

O domingo, dia de S. Valentim, esse dia tão temido em que toda a gente decide sair de casa e comemorar, revelou-se um dia calmo com direito ao meu almoço favorito, sesta para os rapazes, tpc's para as miúdas entremeados com conversas também de miúdas, cinema para os quatro e depois do jantar, brincadeiras de manos, biografia de Annie Leibovitz para a mãe e... bom, nem sei o que é que o pai fez nesse tempo mas foi algo que escolheu sem dúvida. Sem stresses (vamos ignorar algumas birras ok?) sem confusões, sem nada a não ser nós.

E formigas. Arre, que já não posso ver formigas cá em casa.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Hoje está sol e a vida é boa...

O Rufus já está melhor e eu já vou poder sair de casa amanhã. Não me safo é de uma ressonância para despistar uma (muito) possível ruptura do menisco esquerdo e depois... depois logo se vê.

Hoje está sol e o meu cão mais velho já não tem dores. Hoje está-se bem.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

E quando menos esperamos...

eles fazem questão de nos provar que não vão ficar pequeninos para sempre.

- mamã, olha eu a escrever o meu nome!

Não passou do "Mi" mas, para quem até ao momento não tinha mostrado quaisquer sinais de querer escrever algo legível, acho que é o suficiente para me fazer acordar para a realidade que já é um menino a caminho dos quatro anos.

Hoje está um bom dia para...

[mas sem filhos e com os joelhos neste estado só me resta o sofá e o trabalho ao computador...]

Acho que está na hora...

de actualizar o "sobre..." ali na barrinha do lado.

E para não se perder, fica aqui registado o que os definia muito bem atá há pouco tempo:

Sobre... a Joana

Nasceu a: 13 de Outubro de 2003 Faladora, amiga, envergonhada e despachada para tudo. O irmão é o seu mais-que-tudo e as brincadeiras do faz-de-conta o seu passatempo. Adora pintar, ler e copiar as letras que vai encontrando um pouco por todo o lado. Não vê a hora de ser uma menina crescida.

Sobre... o Miguel

Nasceu a: 25 de Abril de 2006 Mimoso, ternurento e brutinho como qualquer macho que se preze. Morre de amores pela irmã e pelos cães. Está um autêntico papagaio e detesta ser contrariado. As meninas que se cuidem porque charme é com ele.

E quando...

começo finalmente a sentir-me melhor (já consigo andar com os dois pés apoiados no chão) é o Rufus que precisa de ser visto de urgência pela veterinária.

Uma noite a ganir com dores e sem se conseguir mexer acusam que a idade e o facto de ser um cão grande e pesado começa a fazer das suas.

Ao menos fazemos companhia um ao outro no sofá.

Lugares a revisitar...

Hotel Real de Bohoyo, Bohoyo (Espanha) - Fevereiro de 2010

Porque queremos sempre voltar a onde nos sentimos bem.

[e onde há um SPA que nos faz sentir como reis e rainhas]

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Podemos voltar...

às manhãs tranquilas?

E já agora podemos voltar a ter a miúda que não fazia birras?!

[estas birras dos seis anos são um bocado lixadas, não?! Ou deverei dizer apenas: "as birras matinais são um bocado lixadas"?! Seja lá qual for o caso, eu quero a miúda que não fazia birras de volta. Agradecida.]

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

Porque simplesmente não posso ficar parada...

a produção continua.

E mesmo que reclame durante, é impossível não sorrir no fim.

Nota: Devido a problemas no serviço de alojamento, o meu site profissional (scfotografia.com) bem como o meu email (info@scfotografia.com) nem sempre estão operacionais o que significa que o site não está sempre acessível e que se acabam por perder emails (sejam eles enviado por ou para mim). Se quiserem entrar em contacto comigo por estes motivos - só enquanto não avisar que a situação está resolvida -  usem por favor o meu email pessoal (ver barrinha à direita. Obrigada e desculpem esta confusão.

Assim se vê que não estou boa...

Sábado, almoço de amigos (6 adultos e 6 crianças... ou devo dizer, 6 adolescentes e 6 crianças?! :p) em minha casa e não monopolizei as tarefas todas (excepção sempre feita para os assados que são responsabilidade do cara metade).

Domingo, almoço em casa dos avós e não reclamei quando me apresentaram uma panela de sopa, um tabuleiro de bacalhau com natas, carne assada e panados de peru prontos a trazer.

A minha sogra ainda se deve estar a beliscar.

Saudades...

quero sair de casa, quero sair com eles, quero sol, quero calor, quero corridas ao pôr-do-sol, quer lutas de água, quero rebolar na relva, quero passeios em sítios que que não conheço, quero vê-los descobrir sítios que não conhecem, quero ar puro, quero.

quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Do estar em casa...

não gosto de almoçar sozinha.

Há umas semanas...

recebi um email delicioso da Rita.

Acontece, de vez em quando, ser brindada com palavras destas, de pessoas que mal conheço mas que já perderam a conta ao tempo que nos seguem por aqui.

Sabe bem confesso, especialmente agora em que se perdeu o hábito de ir comentando quem nós gostamos de acompanhar, muito por culpa das novas ferramentas que nos facilitam a vida e permitem que se leia tudo de rajada sem ter de andar a saltar de link em link.

Passados uns dias, recebia para os miúdos uns mimos do seu novo projecto, a loja dos pezinhos. O resultado foi um miúdo que dormiu duas noites seguidas agarrado aos seus e que não deixou que se escolhesse mais nada para calçar enquanto não lhe passou a febre (Eu já disse que o meu puto é maluco por sapatos?! Não?! Pois, mas é.)

Foi mais um mimo que recebi em nome deles, tal como muitos outros que foram recebendo amiúde de gente amiga que nos foram descobrindo por aqui. Mimos pensados para eles, tal como o livro da chocolata que a miúda agora tem orgulhosamente na sua secretária da escola e que a Tita fez questão de lhe oferecer.

Nenhuma delas precisa de mais agradecimentos. Nenhuma delas, ou de todos os outros que já nos mimaram de forma idêntica, precisavam deste post. Mas preciso eu, para não me esquecer do que este blog já nos trouxe. Mesmo sem acreditar que já se passaram quase seis anos e que em menos de cinco mais de um milhão de pessoas nos visitaram.

Não sei como tal coisa aconteceu, mas agradeço todas as amizades verdadeiras que fiz aqui. E só por isso este espaço já valeu a pena.

[e agora não digo obrigada porque já me ameaçaram de pancada e com os joelhos neste estado não me dá jeito nenhum :p]

Hoje...

uma amiga despede-se da sua mãe. Não posso estar com ela, mas sei-lhe o que vai lá dentro. O que ia lá dentro nos últimos anos.

E cada vez mais me falham as palavras. Porque reconheço-lhes cada vez menos o poder de amenizar seja o que for.

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Nós por cá...

O miúdo continua a precisar de um corte de cabelo urgente (mais uns dias e consigo fazer-lhe tótós), a miúda começou a primeira ronda de testes do 2º período (e não consigo de me sentir um bocadinho culpada por não ter estado no fim-de-semana a ajudá-la nas revisões), eu fico por casa a resolver as entorses que fiz nos ligamentos cruzados dos dois joelhos (e que me obrigam a repouso o-mais-absoluto-que-conseguir nos próximos quinze dias) e o pai nem sabe para onde se virar entre o trabalho e o servir de motorista.

Tudo normal portanto... ou então não.
(La Covatilla, Espanha)

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Coisas boas...

hotéis com sabonetes lindos, cheirosos e macios.

[e a verdade é que cá por casa o velho sabonete começa a recuperar o seu lugar]