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sexta-feira, agosto 31, 2012

Picar o ponto e 8 anos de blogue...

Esta semana foi uma verdadeira loucura entre trabalhos profissionais e trabalho com a casa. Temos dado o litro a 200% e quando caímos na cama, estamos absolutamente exaustos.

Serve isto para dizer que tenho dois posts a meio (sim, um deles ainda é o do quadro) ali nos rascunhos e vontade de os acabar mas não há tempo. Mesmo.

Só estou aqui agora a escrever isto porque entretanto lembrei-me que hoje é o último dia de agosto e que é neste dia que costumo assinalar mais um ano de blogue.

São já oito anos. Oito. E eu penso (acho que é tipo pergunta obrigatória nos bloganiversários): carambas, oito anos? como? e agora? quanto tempo mais será que dura? será que ainda faz sentido?

E a resposta é simples: não faço ideia, mas enquanto me fizer sentir bem por o ter, há-de continuar. Assim tal como está, em modo de ilha no pacífico, na dele, com quem continuar a gostar de passar por aqui para saber de nós, com os que gostam de deixar uma palavra quando lhes faz sentido, com o que me apetecer e poder partilhar.

Oito anos, quase um milhão e meio de visitas, muita gente boa que entrou na minha (nossa) vida e 4138 posts publicados depois, aqui estamos, fiéis aos mesmos princípios de início e a crescer, a aprender e a ter motivos para achar que esta ainda é uma casa na qual nos sentimos bem.

Obrigada por estarem também aí - alguns há já oito anos também - especialmente aos que se vão fazendo sentir presentes aqui. Sabe-me bem.

quarta-feira, julho 11, 2012

Ter filhos de férias...

é acordar à mesma hora, não ter de correr nem ter de fazer correr ninguém, sair com tudo o que é preciso, e, chegar (mais de) uma hora antes do habitual ao trabalho.


Quinze dias disto e fico mal habituada. Ai fico, fico.

terça-feira, abril 03, 2012

Noites sem filhos...

Dia 1

Adormecemos cada um para o seu canto no sofá a tentar ver um filme/série para aproveitar a primeira noite de silêncio em casa.

Dia 2

Eu trabalho freneticamente ao computador, ele aspira e lava freneticamente o chão.


Somos o cúmulo do romantismo está visto.

quinta-feira, setembro 01, 2011

Novelas...

Eu tenho a opinião de que há certos programas de televisão que só fazem sentido para certas idades. No entanto, também defendo que não se deve levar a opnião anterior demasiado à letra.

Pelo meio, tenho uma filha viciada na Laços de Sangue e numa outra da qual nem percebi o nome à conta de estar há três semanas com os avós, e que já trata as personagens com uma familariedade que me lembra o tempo em que não perdia um episódio da Sassaricando.

Por um lado acho que aquilo não é novela para a idade dela, mas por outro em 1987 eu tinha (7)* 12 anos e apenas guardo na memória as parvoíces que me divertiam na novela.


* não te cures não... e estudaste tu matemática!

sexta-feira, agosto 19, 2011

Hoje é dia mundial da fotografia...

e supostamente devia colocar/dizer qualquer coisa relacionada com fotografia em jeito de comemoração. Mas não o vou fazer. Ao invés, vou-vos contar um bocadinho da minha conversa ao telefone com ele ontem à noite e convido-vos a tirarem uma fotografia à minha cara durante a mesma usando a vossa imaginação:

- olá mãe!
- olá filho, então o que andaste a fazer hoje?
- fui agora ver o bezerrinho que nasceu. Sabes, falei com a Fernanda e ela vai vender-nos duas vacas. Olha que vamos ter duas vacas, mãe!
- vamos!? duas vacas?!
- sim, mas eu não quero touros, agora é só vacas.
- mas... e pomos as vacas onde?!
- ora! ficam com os outros animais claro!

outros?! animais?!

medo.

[tiraram a foto? que tal? fiquei bem? :D]

quarta-feira, julho 27, 2011

Com tantos paizinhos no mundo tínhamos de lhes calhar nós...

- oh Marta, telefona à tua mãe para ela telefonar à minha para ela me telefonar a mim.


[quem é a mãezinha que nem se lembra do horário em que pode ligar à filha, quem é?]

terça-feira, julho 26, 2011

Até quando...

continuarei a despedir-me da miúda ao telefone com um "divirtam-se muito!" sem acrescentar um "e tenham juízo!"?

quinta-feira, julho 14, 2011

O ponto alto das férias...

dele aconteceu ontem e foi ter encontrado uma bola de golf no seu caminho casa-praia. Está delirante.

O meu ponto alto das férias deles também aconteceu ontem e foi ouvir em voz melada: mãe és uma querida! para logo de seguida em tom de ordem, ouvir: agora vai chamar o pai para lhe dizer o mesmo!


[o facto de poder trabalhar a um ritmo alucinante e ainda assim conseguir ir ao cinema dois dias seguidos - talvez três? - também não foi um ponto tão baixinho quanto isso, mas adiante...]

segunda-feira, julho 11, 2011

Cheguei a casa...


depois de termos estado pela primeira vez a seis na praia - e logo na que dizemos ser a nossa praia - depois de termos deixado os avós nas suas primeiras férias fora de sua casa, depois de os termos deixado felizes e mais preocupados se avisávamos os avós que eles podiam ir brincar para os jardins do condomínio com os novos amigos depois do jantar do que propriamente por ficarem sem nós, e de repente sem eles, no silêncio e com a noite a adiantar-se, apetece-me voltar aqui. Escrever o que tem ficado por dizer.

Reencontrei-me com este espaço. Já não era sem tempo. Mas fica para amanhã que hoje o dia foi longo.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Nem a propósito...

(do post anterior)

Toca o telemóvel e do outro lado a voz, de um deles, ansiosa por me contar a última aventura.

- Mãe, acabámos de fazer doce de amoras!

Apanharam dois sacos cheios, lavaram, puseram no tacho, o Miguel acendeu o lume e a avó mexeu.

Doce de amora, hum! A mãe agradece.

[Já agora peçam à avó para cozer pão no Domingo para trazerem e comer-se com o doce.]

Coisas que me acontecem...

Não ser capaz de distinguir qual é o filho que está a falar comigo ao telefone até que surja a palavra "bola" ou "bati com o pau no gado" - ok isto não é uma palavra mas faz de conta - ou "amigas" ou "o mano fez" - outra palavra faz-de-conta.

Não te cures não.

[e antes que pensem que "bater com o pau no gado" é andar a bater em vacas, cabras e ovelhas com algum gostinho sádico, passo a explicar que é conduzir o gado com uma vara e dar-lhes uns toques quando eles tentam sair do caminho. Aqui a malta gosta de animais, ok?]

terça-feira, agosto 17, 2010

quinta-feira, agosto 27, 2009

Conversas com ele...

- mãeee, vem agora... - não posso filho. já falta pouco. - nãaaao mãeeee, agora! traz o carro! - falta pouco filho. - andaaa. eu quero ir para aí mãe. - tens saudades da mamã, é? (silêncio) - eu quero ir para a escola! anda buscar-me mãe. ah. [é já amanhã... huuummmm :)]

sexta-feira, agosto 21, 2009

Nós cá e eles lá...

No primeiro dias vieram os dois a casa da bisavó falar connosco. Despacharam-nos em duas ou três frases e pronto. No segundo dia, mandaram só o avô falar connosco porque estavam muito ocupados. No dia seguinte falou apenas ele. Muitos pedidos para irmos para ao pé dele, muito mimo e saudades naquela voz, mas depois de desligar não era nada com ele. Ontem, foi a vez dela de ir sozinha. Eles estão bem. Nós vamos aproveitando estes dias sem eles para matar saudades das noitadas com amigos.

segunda-feira, agosto 17, 2009

Eu e o grande...

voltámos e os miúdos ficaram. Não sei porquê, mas tenho a sensação que não se vão chatear nadinha. Chamem-lhe intuição maternal se quiserem. :p A programação normal segue dentro de pouco tempo.

sexta-feira, agosto 29, 2008

Tiveram...

coelhos a coabitar com eles, davam o pequeno-almoço à vitela que ainda não ia ao monte, levavam os restos às galinhas e roubavam-lhes os ovos, corriam felizes pelo meio das casas de pedra no meio dos outros miúdos, acompanhavam o gado de vara ao ombro, foram totalmente estragados de mimos pelos avós, deram mergulhos no tanque, dormiram noites inteiras, comeram sempre bem, respiraram ar puro, comeram gelados. Foram livres. Com o fim do Agosto, terminam os dias sem horas. Com Setembro chegam as rotinas, os horários, as pressas. tic-tac-tic-tac

Filhos ao telefone...

Ele: - mãe! - sim filho! - MÃEEEEE! - diz! - mãe, o lucky?! Ela: - mãe, sabes uma coisa? - não, diz lá. - tenho muitas saudades! - eu também tenho muitas saudades tu... - eu tenho saudades da Sofia, da Inês, da ... Uns queridos, portanto.

15 dias a juntar peças...

mas amanhã já está completo.