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segunda-feira, dezembro 17, 2012

Quando eles tomam o controle...







Com um dia de atraso, no dia 9 cumpriu-se a tradição e deu-se início ao Natal. Este ano limitei-me a pegar-lhes ao colo para chegar onde não conseguiam (e só até se tornarem novamente independentes quando se lembraram que uma cadeira fazia muito bem as vezes) e a apreciar o trabalho de equipa.

Esta árvore tem de tudo, o que combina e o que nem tanto assim, decorações de vidro com 13 anos (cada vez menos, é um facto), outras feitas especialmente a pensar neles, umas caras e delicadas, outras baratas e inquebráveis, pais natal de metal, mensagens deles e de outros para nós, anjos que foram outrora argolas de guardanapo. Esta árvore tem de tudo, e quanto mais cheia de coisas ela fica, mais ela se torna nós.

E eu gosto deste nós.

terça-feira, novembro 27, 2012

há imagens...

que têm o dom de nos fazer recuar no tempo, de nos devolverem os bebés que outrora tivemos.


e depois há imagens que nos mostram o que aí vem. que nos roubam os meninos e deixam-nos no seu lugar gente quase crescida.


gosto.

quinta-feira, outubro 25, 2012

Quando...

deixamos de registar no blog os dentes caídos, quando já não sabemos a contagem de quantos foram e quando a fada dos dentes se começa a atrasar na sua passagem pela almofada, é sinal de que ou o hábito está instalado ou que não temos tempo nem para nos coçarmos.


[eu como tenho informações privilegiadas aposto mais na segunda, mas a primeira não é de todo descabida. não é não...]

sexta-feira, outubro 12, 2012

Todos comigo!

A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!
A minha filha só tem oito anos!


[e há oito anos por volta desta hora já tinha feito uns quilómetros valentes a dar voltas pela casa a tentar amainar as contrações... e se sabia que a minha vida nunca mais iria ser a mesma, nunca conseguiria imaginar o quão mais bonita e mais medrosa se iria tornar...]

segunda-feira, setembro 10, 2012

Dia 1...

O primeiro dia de um quarto ano é um tudo nada diferente do primeiro dia de um primeiro ano.




[para eles, porque para mim a excitação é a mesma... ai quem me dera poder ser omnipresente durante as próximas horas...]

domingo, setembro 02, 2012

Das saudades...

Os meus filhos cbegam das férias depois de duas semanas e meia sem me verem e passadas quatro horas já desopilaram de casa, para irem brincar com o primo Martim a casa dele.



Esqueçam a herança, sim?

quinta-feira, maio 31, 2012

Como ser pior que as crianças...

O meu carro estava imundo. Ok, imundo é eufemismo, estava porco mesmo e a precisar urgentemente de uma intervenção de especialistas.

Assim, na sexta-feira passada quando peguei na minha miúda e raptei a sua melhor amiga - raptada com o consentimento da sua mãe, claro está - para uma noite de miúdas depois do ballet, enquanto nós invadíamos a Sephora a experimentar maquilhagem e perfumes, e, abancávamos na Bertrand e FNAC (que mesmo as noites de gajas têm o seu lado cultural) a folhear livros do Gerónimo Stilton e de Uma Aventura, entreguei o carro a uma daquelas empresas de lavagem automóvel dos parques dos centros comerciais (mesmo que me faça alguma confusão aquelas pessoas trabalharem naquele ambiente que não deve ser nada recomendável para se estar muito tempo).

Quando cheguei para o ir buscar nem o reconheci. Brilhante por dentro e por fora, e, cheiroso. Tão cheiroso que nem colei o "pega-cheiro" de morango que comprei no balcão da dita.

É claro que nessa noite e no dia seguinte ouve logo discurso sobre o importante que era todos estimarmos aquela limpeza e blá blá blá, dirigida especialmente aos seres com menos de um metro e meio.

Discurso feito. Espirito de inspetora nas entradas e saídas da viatura. Tolerância zero para brinquedos e lixos esquecidos. Tudo isto, para dois dias depois e a meia dúzia de quilómetros de casa, estar a passar para o banco de trás uma bolacha, que tinha já nem sei porquê na mala, ao mais novo que se queixava de muita fome e ainda acrescentar com um ar muito sério: cuidado com as migalhas!

A sério. Podem-me dar dois pares de estalos.

quarta-feira, maio 23, 2012

Quando...

uma das nossas crianças escreve no quadro do "eu quero falar sobre" (quadro onde se inserem questões sobre as quais tenham dúvidas ou queiram debater em grupo) a seguinte dúvida:

"Eu quero saber quanto tempo dura um espermatozóide"

Fazemos o quê? Encomendamos a caçadeira, é isso?

domingo, maio 20, 2012

Há outro desporto...

para o qual as meninas cá de casa, também têm especial talento. Chama-se "Ginástica de Sofá"





E como dá para perceber pela última imagem, é cá uma canseira que só visto...

terça-feira, abril 24, 2012

1...

[esta até sei que vocês já sabem antes de eu sequer escrever, mas este ano vou dar-lhe um toquezinho diferente...]

int count = 5;
while (count == 5) {
  System.out.println("O meu filho só tem " + count + " anos!");
}



[e para os que o código assusta, o resultado é: O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos!O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! O meu filho só tem cinco anos! x ∞]

terça-feira, março 27, 2012

Eles crescem...


e surpreendem-nos constantemente com as suas descobertas. Fazem sempre mais do que achamos que são capazes e achamos que nunca conseguimos acompanhar o ritmo a que se tornam cada vez mais autónomos e começam a reclamar essa autonomia.

Mas depois, depois, há momentos em que mesmo grandes de tamanho são aqueles pequenos bebés que segurámos nos braços, dias, semanas, meses a fio. E esses momentos são mesmo para ser aproveitados, saboreados e fixados de todas as formas possíveis de tão raros que são.

Hoje tive um desses. E a raridade tornou-se ainda maior, no momento em que consegui fotografar.

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Como fotografar os meus filhos...

sem que eles: a) tapem a cara; b) fujam; c) façam caretas; d) protestem; e) não façam poses idiotas

É simples.

Hipótese 1: fotografo-os de costas


Hipótese 2: sorte.


[aos pais das famílias que fotografo e que me vão avisando logo à cabeça o quão difíceis são os seus filhos de fotografar, não vos preocupais. Estes dois são a melhor preparação possível para a arte de fotografar crianças "difíceis". São quase matéria de doutoramento :)]

sábado, dezembro 03, 2011

A tradição já não é o que era...

Aqui, a árvore só se monta no dia 8 de Dezembro mas quis o destino que este ano a mãe da casa esteja o dia inteiro a fotografar muitas famílias, pelo que a cumprir a tradição só o iríamos conseguir à noitinha.

Mas no dia 1 estávamos todos por casa, pelo que a ideia surgiu. Assim, este ano a árvore foi montada no dia 1 e terminada no dia 2 porque as lâmpadas tinham dado o badagaio.

Somos agora os felizes donos da árvore de Natal mais multicor e menos homogénea de sempre. Temos enfeites de vidro, de plástico, de papel, de tecido, de porcelana de metal e de coisas que nem sequer sabemos bem definir. Temos bolas clássicas, modernas, com brilhantes e assim-assim. Temos bolas com onze anos e outras com apenas horas. Temos corações, pingentes, pais natais (ou pais natal, é como quiserem), anjinhos e fitas. Temos bolas prateadas, douradas, verdes, azuis, brancas e vermelhas. Muitas bolas vermelhas. E temos luzes que piscam, de LED's, super modernas (e baratinhas que isso também interessa). E temos zonas cheias de bolas e outras que parecem o deserto mas a criatividade é soberana por isso está muito bem assim.


Acho que lhes vou sugerir que no dia 8 estreiem o spray de neve nas janelas. Ao menos escuso de sofrer ao ver a criatividade deles e do pai que vou ter de (ia escrever "sofrer a", mas depois repetia-me e não fica bem) limpar umas semanas depois...

segunda-feira, novembro 28, 2011

Recebi a informação sobre o corte do próximo mês...

e nesse momento conclui que ter ensinado ao miúdo a escrever cocó quando ele me mostrou isto foi uma lição mais útil do que imaginava*.

Filho, escreve lá a nova palavra para os senhores do governo, escreve lá. É o que merecem meus amigos. É o que merecem.



além de que tem o seu quê de divertido observar a reacção de família e amigos quando ele os deslumbra com o talento adquirido

segunda-feira, novembro 21, 2011

Sandra e o telemóvel desaparecido...

Sim, eu e os telemóveis temos uma relação de amor-ódio bem definida. Os telemóveis existem no fundo para me socorrer em caso de necessidade, entreter em caso de pasmacidade (a palavra não existe mas que se lixe) e fazer a cabeça numa papa quando ou são comidos pelo cão, ou ficam esquecidos num qualquer hotel de charme espanhol (ai que bem que isto soa), ou deixam de funcionar e o seguro liquidifica-nos os neurónios, ou, quando simplesmente desaparecem.

Hoje regressei ao trabalho, com cara de quem precisava era de cama e sem telemóvel. Ficou o pai com o recado de o procurar, já que ia ficar com o mais novo em casa (a tal amigdalite era afinal uma escarlatina, coisa mais linda...). Chego do trabalho e nada de telemóvel. Raspanete no cara-metade que não procurou e tal e coiso, e desfia a ladaínha do ai tenho de ser sempre eu a procurar as coisas e mais não sei que mais, e toca de voltar a procurar em todo o lado inclusivé no caixote do lixo do escritório - pois sabe-se lá do que esta cabeça é capaz - e nada.

Nada de nada.

E eis que cai o segundo dente ao filho. E eis que volta o pai do médico com a filha - que na escola tropeçou, deu com uma perna numa esquina e como brinde ganhou um joelho inchado e às cores - e pergunta à mãe:

- desde quando é que não sabes do telemóvel?
- sei lá!
- desde sábado! e tinhas-o deixado bem à vista na minha carrinha.

Disfarça, Maria Sandra, difarça. Está um tempo mesmo instável, não está? E húmido. Brrrr, que frio.

sexta-feira, novembro 11, 2011

Ah... hoje é dia de castanhas e jeropiga e mais não sei o quê...

ou então não.

Hoje foi noite de miúdas, já que o filho ficou em casa dos avós para não apanhar com a humidade da noite, o pai foi para o futebol e as miúdas, com a desculpa que precisavam de sapatos, foram ver lojas, experimentar sapatos (comprar é que nada), comer no sítio preferido da criançada e fazer conversa parva misturada de risinhos.

Acho que até sou capaz de me habituar a noites destas... pelo menos enquanto ela não tiver vergonha de andar comigo ao lado.

quarta-feira, outubro 12, 2011

Ah pois é, bebé...

Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos! Ela ainda só tem 7 anos!

[e sim Ana, há-de ter sempre sete anos, mesmo quando já tiver sete em cada perna, braço e por aí fora. mais! arrisco-me mesmo a dizer que ela há-de ser sempre a minha bebé, mesmo quando já tiver idade para ter os seus próprios bebés. isto da maternidade é uma coisa lixada...]

Vamos jogar ao "Complete com a frase"...

E hoje é dia de dizer:

_____________________________________________

Quem me conhece bem que complete com a frase. :)