Mostrar mensagens com a etiqueta nós por cá. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta nós por cá. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, dezembro 25, 2012

Das trocas...


Depois de dois dias de casa cheia de gente e comida, e, vazia de silêncio, agora tenho a casa vazia de gente, cheia de sobras para comer e envolta num silêncio ensurdecedor.

É melhor começar a fazer caixinhas e a congelar ou os jantares dos próximos dias vão variar entre perú e bacalhau...

Para o ano há mais. Pelo menos é o que espero.

sexta-feira, novembro 02, 2012

Tirar o dia...

Ontem tinha tirado o dia para estar com amigos mas acabou por ser dedicado apenas aos seis de casa. As estrelas pareciam alinhadas em fazer-me ter tempo para pensar na minha vida atual, no meu dia-a-dia, no meu tempo para os de quem gosto mas, acima de tudo, no meu tempo para mim (que isto de se trabalhar sete dias por semana - mesmo correndo por gosto - não mata mas mói) porque ao contrário do que alguns sentem (não totalmente sem razão) a última da lista das prioridades sou, na verdade, eu própria.

Assim sendo, ontem tirei o dia. Sem sentimentos de culpa, sem pensar no que estava a atrasar ainda mais, só porque eu mereço.

Começámos o dia os quatro nas águas da Prainha, para a melhor manhã de surf que a minha curta experiência a praticar o dito conheceu. É engraçado como eu encontro nos desportos ditos radicais (como o surf ou o snowboard por exemplo) uma fonte de serenidade imensa. São desportos exigentes a nível físico, que me fundem com a natureza e a sua paz, que me ocupam o cérebro com o aproveitar do momento e que me devolvem o bom humor que tantas vezes me parece querer fugir.


Depois de um almoço composto por água, fruta, donuts e pães de chocolate, e de umas compras antes de voltarmos a assentar arraiais em casa, brincámos. Eu tento sempre atraí-los para as brincadeiras simples. Daquelas que não exigem grandes coisas para nos divertirmos. A tecnologia, é gira, é útil mas também pode ser altamente castrante quando começamos a não ver para além dela. E como diz o ditado: é de pequenino que se torce o pepino.


Passado um bocado, os miúdos saíram para uma volta pela vizinhança mais próxima a pedir o pão-por-Deus. Chegaram de sacos cheios e ostentavam sorrisos gigantes na cara. Quiseram ir até mais longe, até à casa dos padrinhos dele, por isso pegámos nos cães e lá fomos os seis, num passeio pelo bairro, por mais ruas que as necessárias, sem pressas e com muita lata pelo caminho (que confesso muito me espantou, que conhecendo-lhes a vergonha, nem sei como tiveram coragem de tocar a tantas campainhas e falar com tanta gente diferente).



As reações ao toque da campainha eram diversas e desde conversas animadas a semblantes fechados tiveram de tudo um pouco. Os sacos iam-se enchendo com fruta, doces, bolachas, latas de coca-cola (adorei a genialidade com que algumas pessoas desenrascaram uma oferta, só por terem gostado de os ver pedir o pão-por-Deus) e até doces chineses.

Depois do jantar a descoberta do Crocodilo Dundee a passar na tv e a estreia deles nos filmes "de crescidos". A Joana ria com as tiradas do "Crocodile" Dundee, o Miguel impressionava-se pela dureza do ator principal e com as paisagens australianas.


Foi um dia bom. Deliciosamente e simplesmente, bom.

sábado, setembro 15, 2012

Foi uma das tardes...

mais marcantes que já vivi. Famílias inteiras, gente de todas as convições, dois ou três mares de gente que se uniu por uma causa que nos atinge a todos, ou pelo menos a esmagadora maioria. Não levei nem os meus filhos, nem a minha máquina e fiquei logo arrependida. É bom perceber que somos capazes de nos unirmos e somos capazes de mostrar a nossa indignação de forma totalmente pacífica. Espero que estas manifestações que ocorreram um pouco por todo o país tragam efetivamente frutos. 

E que todos possamos beneficiar deles.


[ver fotos aqui... agora não tenho mesmo tempo para as adicionar. para a próxima lembrar de pelo menos verificar se o telemóvel tem bateria para não ficar sem registos a meio da manif e ter que pedinchar o da cara-metade de vez em quando :p]

domingo, julho 22, 2012

sábado, julho 21, 2012

Esta semana sozinha...

soube-me pela vida, mas...


já estamos todos juntos, outra vez!!!

[e não há nada melhor que reencontros com quem se ama]

sexta-feira, junho 22, 2012

Quantos...

eventos sociais das crianças se conseguem encaixar num único dia?! Muitos. E por quantas semanas consecutivas é possível ter eventos nos dois dias de fim-de-semana?! Já conto 4. E em quatro dias seguidos, quantas festas/audições/apresentações/peças de teatro/actividades se podem ter sem que se possa fugir a alguma?! Mais do que a conta. E o que é que merecíamos a seguir?! Férias!

Pois. No such luck.

quinta-feira, junho 14, 2012

Miscelânea...




Hoje dormem com companhia. Espero que não sejam muito barulhentos e que lhes permitam sonhos fabulosos.

[especialmente depois do Miguel ter estado a chorar compulsivamente ao meu colo por se ter lembrado do Lucky - "o cão mais giro e o melhor cão do mundo", dizia ele entrecortado por soluços - e não se conformar por ele já ter morrido e não voltar a existir nunca mais. ainda por cima era, "o cão mais novo" e o seu cão preferido. agora só não sei como é que o Pai Natal vai descalçar a bota, mas ele já começou a pedir que ele usasse a magia para que nos traga o Lucky de volta. e de caminho, vai pedir também que faça as carraças nascerem e morrerem logo para que mais nenhum cão tenha de morrer como o Lucky. Acho que ainda não há nenhuma liga de proteção às carraças, pois não? espero que não...]

sábado, março 26, 2011

Confesso, sou uma mãe pérfida...

que depois de uma manhã para esquecer quer uma horinha (por favor, que sejam duas!) só para si. Por isso, já despachei a mais velha com uma amiga e respectivos pais para um dia de passeio e ar puro, e, agora pegar no mais novo, na sua bicicleta e no cão e vou cansá-los durante uns quilómetros a ver se ganham vontade para a sesta e me deixam finalmente descansar.

Sou muito má, mesmo. Terrível.


[e detesto que tenham actualizado o corrector ortográfico do browser e que agora tenha palavras sublinhadas a torto e direito em tudo o que escrevo. corrector, corrector, corrector]

domingo, março 20, 2011

Não, não fui à terrinha...


é mesmo aqui onde vivo que se encontram vacas a pastar nos lotes ainda vazios.

[e cabras e ovelhas, mas essas eu já sabia. vacas foi mesmo novidade]

domingo, outubro 31, 2010

O ciclo de vida de uma abóbora (ou duas) no Halloween...


quando as abóboras são estrategicamente colocadas à entrada do super e já pré-preparadas para uma noite assustadora, às vezes não se consegue resistir.


por isso na manhã seguinte, trata-se de escavá-las (atenção que a euforia aqui registada durou uns cinco minutos para dar lugar ao ai-que-nojo e ao ai-não-quero-tocar-nisto e entrar logo de seguida a mãe ao serviço)


o também pai veio dar uma mãozinha e tratou de recortar a primeira cara assustadora enquanto a mãe escarafunchava a outra.


e depois das abóboras devidamente escarafunchadas e recortadas, a bruxa de serviço ainda acedeu a posar junto da sua abóbora assustadora


o conde Drácula é que alegou estar de folga aos Domingos pelo que se escusou a tal enfado.


a mãe - na fé que a cozinha alivia a alma - atirou-se aos tachos e além do almoço tratou de preparar um belo doce de abóbora (aromatizado com canela e limão) ao qual juntou em alguns frascos amêndoa ou noz para se poder variar um bocadinho.


pena foi ter enfiado na sua digníssima cabeça que os frascos eram para ficar mal cheios e não bem cheios como é suposto.


mas como fez essa asneira, lá vamos ter de tratar de o comer bem depressa, não é? Oh que chatice... oh que obrigação tão desagradável... oh que sorte que alguns amigos vão ter!


Buuuu!

sexta-feira, outubro 01, 2010

Friday night...


Eu no computador de volta dos trabalhos de fotografia, ela de volta dos deveres e os homens na bola.

sábado, agosto 07, 2010

Hoje a noite...


era para nos trazer bailarico, mas acabou por trazer um mini-circo à beira-rio com direito a pipocas coloridas.

É bom poder viver o rio também à noite, e sabe bem essa frescura que ele nos dá a contrastar com o calor abrasador da aldeia.

O espectáculo de malabaristas e contorcionistas já começou depois das dez e passado pouco mais de uma hora via-se surgir no horizonte - mas relativamente perto de onde nos encontrávamos - outro espectáculo bem mais triste: mais um incêndio que deflagrou à noite.

Este ano está demais, bolas.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Estamos...

num dos oito distritos (Braga, Vila Real, Castelo Branco, Santarém, Portalegre, Évora, Setúbal e Beja) em alerta amarelo por causa do calor.

Está tanto mas tanto calor, que a malta só consegue estar enfiada dentro da água do rio, ou debaixo de uma sombra fresca.

O pior são mesmo as noites, que a casa de construção já antiga acumula calor durante o dia e de noite não há quem consiga dormir. Bem fez o meu pai que passou a dormir na adega. Acho que daqui a nada estamos lá todos a dormir com ele.

O mais engraçado é que ou muito me engano ou para a semana estou a acender a lareira numa qualquer noite na terra dos pais dele... tomara que me engane, mas pelo sim, pelo não, os polares vieram na mala.

quinta-feira, julho 22, 2010

A felicidade é simples...



[ou, se-eu-soubesse-que-passava-a-ser-assim-tão-fácil-vir-para-casa-depois-da-escola-já-tinha-arranjado-uma-mais-cedo]

segunda-feira, abril 26, 2010

Ressacas...

Pelos vistos não são exclusivas dos adultos.

Hoje de manhã, a mais velha arrastava-se pelos cantos e o mais novo vomitou no carro a caminho da escola.

domingo, fevereiro 14, 2010

Por aqui....

não se ama com data marcada. Umas vezes ama-se outras nem por isso, mas nem num caso nem noutro se olha primeiro para o calendário.

No fundo, vive-se um dia de cada vez, com os amores ou desamores que se construíram, nesse dia ou nos anteriores, por ou sem querer.

Assim, o sábado passou-se com aulas de natação, uma festa de aniversário para ela, almoço fora e sestas partilhadas para os restantes, idas aos saldos, corte de cabelo para ele (aquilo já não era cabelo, era uma juba!) e para ela (apenas as pontinhas porque se tem de guardar cabelo para os penteados do ballet), jantar escolhido por eles e aprovado pela mãe por dar tão pouco trabalho, e, brincadeiras a quatro no sofá. Com pulos, moches e muitas cócegas. Montes de riso.

O domingo, dia de S. Valentim, esse dia tão temido em que toda a gente decide sair de casa e comemorar, revelou-se um dia calmo com direito ao meu almoço favorito, sesta para os rapazes, tpc's para as miúdas entremeados com conversas também de miúdas, cinema para os quatro e depois do jantar, brincadeiras de manos, biografia de Annie Leibovitz para a mãe e... bom, nem sei o que é que o pai fez nesse tempo mas foi algo que escolheu sem dúvida. Sem stresses (vamos ignorar algumas birras ok?) sem confusões, sem nada a não ser nós.

E formigas. Arre, que já não posso ver formigas cá em casa.