sexta-feira, outubro 22, 2010

Vencer a crise: Ideia #5

Viver abaixo das nossas possibilidades reais.

Nunca na vida agradeci tanto aos meus pais (e aos meus sogros já agora) terem-me ensinado (e ao cara metade) a nunca gastar tudo o que ganho e a guardar tudo o que posso para poder comprar não tudo o que quero mas para garantir que nunca me falta o que preciso.

Obrigada.

7 comentários:

Tita disse...

Aqui poderia estar um like.

Por aqui também e hoje mais que nunca orgulho-me de ser poupadinha e não ir em modas como tanta gente o faz só porque o vizinho também tem...

Helena Barreta disse...

Eu também sou do tempo em que se levava muito a sério os conselhos sábios dos pais. Sou poupadinha e nada, mas mesmo nada consumista.

Não consigo perceber aqueles que dão mais valor ao "ter" do que ao "ser", irrita-me.

Bom fim de semana

gralha disse...

Haja possibilidade de poupança!
E haja melhoria do estado das coisas, que toda a gente tem direito a respirar e a comprar algumas futilidades de vez em quando.

Costinhas disse...

não tem a ver com haver possibilidade de poupança ou não, gralha. é mesmo uma forma de encarar a vida.

e eu também compro futilidades, o que acabei de escrever não significa que não me permita absolutamente nenhum luxo.

Rita (a minha pequena lua) disse...

os meus pais tb me passaram essa educação sandra e sim eu percebo-te dá para nos mimarmos tb mas quando realmente precisamos para algo extra que não falhar naquele momento,e que por vezes até surge sem se esperar, temos a possibilidade de ir buscar ao pé de meia...

Lúcia disse...

Sandra claro que depende da mentalidade sim, mas tb do rendimento de cada um, quanto mais elevado maior a possibilidade de poupança + futilidades. Há quem não ganhe nem para futilidades nem para poupanças

Costinhas disse...

Lúcia, os meus pais chegaram a estar os dois desempregados e com três filhos na escola. Eu sei o que estou a falar.

É óbvio que há muita gente sem possibilidades de poupança e que nem sempre conseguimos fazer esticar o dinheiro para a mesma. É por isso que lá está escrito "guardar tudo o que posso", porque nem sempre se pode.

Eu incluída.