sábado, novembro 08, 2008

Hoje, na minha caixa do correio...

de: FutureMe.org responder a: pastme@futureme.org para: costinhas@gmail.com data: 8 de novembro de 2008 15:01 assunto: E agora... The following is an e-mail from the past, composed on Thursday, November 8, 2007, and sent via FutureMe.org - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - sentes-te realizada profissionalmente? E essa exposição de fotografia?! Sempre avançou?! E o curso avançado? começaste? mas mais importante que isso... estás feliz? - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
SIM! [nunca mais me tinha lembrado disto...]

sexta-feira, novembro 07, 2008

Coisas de que tenho pena...

Não ter a mesma disponibilidade para registar aqui as conversas dele como tinha na altura da irmã. É que são tão giras. E o bem que ele conversa.

Por acaso...

só assim por acaso, não querem adiar o Natal aí uns dois meses, não?! huuummm? é que me dava tanto jeito...

quarta-feira, novembro 05, 2008

Manhãs...

É de manhã. Há pais e filhos de pijama e bonecos na TV. Os pais ainda não estão suficiente acordados para reagir com sapiência às exigências matinais dos habitantes mais novos daquela casa mas, em compensação, os filhos estão suficientemente despertos para se revoltarem contra as sugestões da gerência do recinto e lembrarem-se de outras muito mais convenientes. Exemplifiquemos: - anda Miguel, vamos vestir as calças. - NÃO QUERO! - anda! vamos fazer uma corrida com a mana! - NÃO! - nãoooo quero fazer cooorridaaaasss! aaaeeeehhh - diz a voz a fugir para o choro forçado por debaixo das mantas. - anda para ires lá baixo com o pai! - NÃO! - anda lá. - NÃO QUERO ESSAS CALÇAS! - então a mãe vai buscar outras - sai de cena a mãe em busca de umas calças que agradem ao menino - olha estas. estas são mesmo muito mais giras! - NÃO QUERO ESSAS CALÇAS! (pausa necessária para que a mãe não deite dois berros à criancinha - que às vezes acontece - e puxar-lhe as calças à força pernas acima - experiência várias vezes tentada sem sucesso - e, quiçá, aproveitar para despachar logo os sapatos) - vá Miguel, agora temos mesmo de nos despachar. quais são as calças que queres? - NÃO! - tens de vestir umas calças! - NÃO QUERO! - vai lá escolher as calças que queres, anda. - NÃO QUERO CALÇAS!... QUERO UMA SAIA! É que larguei-me no chão a rir à gargalhada... [e ele parado, atónito, a ver-me a rir que nem uma perdida e a pensar: pronto... agora é que ela pirou de vez. E vestiu as calças, claro.]

segunda-feira, novembro 03, 2008

Perguntaram-me ali em baixo...

como é que conseguia conciliar as duas coisas. Bom, para começar não são duas coisas. É o trabalho com a responsabilidade inerente, é o curso que exige dedicação e trabalho extra, são os filhos que não podem ser prejudicados em atenção, é a casa que não perdoa, é o marido que acaba por ficar quase sempre para o fim, são os momentos com amigos que se tornam mais raros. Dá para conciliar porque é feito com gosto. Sou movida por paixão e quando é assim cansa, mas não verga. São horas de sono roubadas - sorte que levo a prática de duas crianças que davam más noites anos a fio. São os momentos com eles que se perdem, mas que são compensados de outras formas. São as saudades dele, das nossas longas conversas e dos beijos que não eram de raspão. São as saudades de saber dos amigos. Vale-me que ele percebe e apoia - e chamou a si algumas das minhas responsabilidades. Vale-me a sogra que agora leva a roupa para passar todas as semanas. Valem-me uns filhos lindos que me perguntam onde foste? foste ao cuxo? e me dão um beijo extra sem cobranças. Vale-me o prazer que me dá aprender. É óbvio que esta paixão só pode ser exercida fora de horas de expediente - e hoje ainda aqui ando, por exemplo. É óbvio que por isso, não posso evoluir à velocidade que gostaria. No entanto, no estado em que as coisas andam não posso fazer de outra forma. E enquanto for podendo fazer assim, dou-me por feliz. E estando feliz tudo se simplifica.

Se calhar, devíamos começar a fazer isto todos os dias...

O cabelo da Joana está comprido como nunca esteve e ela anda que nem pode, com o seu cabelo de princesa. Já nós vemo-nos gregos para lhe desembaraçar o dito diariamente e acabamos por deixá-la em paz passados uns quantos ai's e ui's. À primeira vista um cabelo liso é facílimo de manter, mas se além de liso, for fininho e comprido, então a facilidade desaparece. Se lhe juntarmos as mãos sempre limpinhas dos miúdos, bom... imaginem. Isto tudo para dizer que hoje o pai armou-se de uma escova e spray desembaraçante, e não descansou enquanto não lhe desfez todos os nós ao cabelo, indiferente aos aiii!, pára! e estás me aleijar! Quando chegámos à escola a sua grande amiga C. estava também a chegar com a mãe. Enquanto elas vão as duas felizes e contentes de mão dada aos saltinhos à nossa frente, a mãe comenta: - a Joana está mesmo com um cabelo comprido. - pois está. está que nem pode de contente. - está bonito, especialmente hoje que está todo penteadinho e sedoso. Miúda, acho que vais passar a gritar todas as manhãs...

sábado, novembro 01, 2008

Começou...

- mana, tu estás a fazer cocó puquê?

São três e meia...

e acabo de chegar do meu primeiro casamento. Curiosamente, não estava nervosa. Tinha tudo para o estar. O peso da responsabilidade, o da estreia, o de ser à noite e à média luz, o da informalidade desejada. Mas curiosamente, senti-me bem, sem pressões. No final, acho honestamente que fiz um bom trabalho, e quem me conhece bem, sabe o quão crítica sou em relação ao que faço. Obrigada F. e R. pela confiança, e, obrigada R. pela lembrança. Só espero que gostem.